Trump retira EUA do Acordo de Paris e da Organização Mundial da Saúde

Donald Trump prometeu e cumpriu: logo no dia de regresso à Casa Branca, assinou ordens executivas que retiram os Estados Unidos da América do Acordo de Paris – pedra basilar no combate às alterações climáticas – e da Organização Mundial da Saúde, a maior e mais influente agência global na luta contra as crises sanitárias.

 

« Vou retirar-nos imediatamente do injusto e unilateral Acordo de Paris sobre o clima », disse o novo presidente antes de assinar a ordem. « Os Estados Unidos não vão sabotar as suas próprias indústrias enquanto a China polui impunemente ».A saída dos Estados Unidos do acordo que estabelece o combate às alterações climáticas, assinado em 2015 por quase duas centenas de países, coloca em causa o objetivo de impedir um aumento das temperaturas globais na ordem dos 1,5 graus. »A política da minha Administração consiste em colocar os interesses dos Estados Unidos e do povo americano em primeiro lugar », refere a ordem executiva. 

« A OMS defraudou-nos »:

Outra das grandes decisões de Donald Trump a nível internacional no primeiro dia de mandato foi a retirada da Organização Mundial da Saúde, agência à qual pertencem quase 200 nações e que tem por objetivo combater crises sanitárias e garantir a saúde global. »A OMS defraudou-nos », acusou o republicano ao assinar o decreto, poucas horas depois de ter tomado posse, justificando a retirada com a diferença entre as contribuições financeiras dos Estados Unidos e da China para a organização.
Com Agência Lusa e RTP.

« Direito a saber » (n°16) – Bilhetes de avião, adiamento ou cancelamento de vôo, indemnização… – ALFA 10/13

« Direito a saber » é uma rubrica do ALFA 10/13. Todos os meses, Didier Caramalho recebe Paula Manuel para abordar um tema relativo ao direito e às leis. Este mês, a jurista e professora de direito veio falar das questões relacionadas com compra de bilhetes de avião, adiamento ou cancelamento de vôo, indemnizações…

 

Entrevista conduzida por Didier Caramalho no ALFA 10/13 do dia 21 de janeiro de 2025.

Trump: Político republicano empossado como 47º Presidente dos Estados Unidos

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O político republicano Donald Trump foi hoje empossado como o 47º Presidente dos Estados Unidos, numa cerimónia no Capitólio em Washington que marca o seu regresso para um segundo mandato na liderança da Casa Branca.

O juramento do novo líder norte-americano foi realizado logo após a posse do seu futuro vice-Presidente, JD Vance, com o qual liderou a nomeação do Partido Republicano, que, em 05 de novembro, venceu as eleições presidenciais contra a candidatura democrata encabeçada por Kamala Harris.

A cerimónia em Washington é marcada pela presença de políticos internacionais populistas e de extrema-direita, mas com escassos responsáveis governamentais e sem líderes da União Europeia (UE), à exceção da primeira-ministra italiana, Georgia Meloni.

Donald Trump inicia a partir de hoje um segundo mandato na presidência dos Estados Unidos, após a sua liderança na Casa Branca entre 2017 e 2021, ano em que perdeu a reeleição para o democrata Joe Biden, a quem sucede agora no cargo.

 

Com Agência Lusa.

Diretor da formação José Tavares assume comando interino do FC Porto

O diretor da formação do FC Porto, José Tavares, vai assumir o comando interino do terceiro classificado da I Liga de futebol, anunciaram hoje os ‘dragões’, horas depois de iniciarem as negociações para a saída de Vítor Bruno.

“A FC Porto – Futebol, SAD informa que o plantel principal será interinamente orientado por uma equipa técnica dirigida por José Tavares, o atual diretor da formação do clube”, pode ler-se numa nota publicada no sítio oficial dos ‘azuis e brancos’ na Internet.

Às 19:00, no Centro de Treinos e Formação Desportiva PortoGaia, no Olival, o sucessor provisório de Vítor Bruno orientará o treino do FC Porto, que perdeu no domingo na visita ao Gil Vicente (1-3), da 18ª jornada, e desceu ao terceiro lugar da I Liga, com 40 pontos, quatro abaixo do líder isolado e campeão nacional Sporting e a um do Benfica, segundo classificado.

“José Tavares contará com Sérgio Ferreira, treinador dos sub-19, e Silvestre Varela, adjunto no mesmo escalão, como assistentes neste período. Pedro Silva, atual diretor de performance, desempenhará o cargo de preparador físico. Diogo Almeida, que já ocupava estas funções no plantel principal, orientará os guarda-redes”, detalharam os ‘dragões’.

A sessão vespertina marcará o arranque da preparação para a receção ao Olympiacos, líder isolado do campeonato grego e detentor do troféu da Liga Conferência, da sétima e penúltima jornada da fase de liga da Liga Europa, agendada para quinta-feira, às 19:45, no Estádio do Dragão, no Porto.

José Tavares, de 44 anos, tinha regressado ao FC Porto em junho do ano passado para liderar o departamento de formação do clube, após passagens como treinador das equipas de sub-15 (2010/11), sub-19 (2020-2022) e B (2013-2017), coordenador dos escalões jovens (2017-2020) e observador de adversários no conjunto principal (2011-2013).

Na madrugada de hoje, o FC Porto anunciou ter iniciado negociações para a saída com efeitos imediatos de Vítor Bruno, primeira aposta técnica da presidência de André Villas-Boas e com vínculo extensível por mais uma temporada e meia, até junho de 2026.

Promovido em junho de 2024 como sucessor de Sérgio Conceição, com quem trabalhou como adjunto nos últimos 12 anos, mas teve uma rutura laboral ao fim de sete épocas no FC Porto, Vítor Bruno não resistiu à segunda sequência de três derrotas nas diversas competições em 2024/25.

 

Com Agência Lusa.

PM considera que subida dos combustíveis não é suficiente para justificar intervenção do Governo

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O primeiro-ministro defendeu hoje que a subida registada esta semana no preço dos combustíveis não é suficiente para “provocar uma mexida do ponto de vista da ação do Governo”, garantindo que o fará quando for necessário.

“Os aumentos de hoje são significativos, os combustíveis hoje estão muito mais caros que ontem, mas também tem havido muitas semanas em que têm diminuído. No cômputo geral, nos últimos meses, não há uma oscilação de maneira a provocar uma mexida do ponto de vista da ação do Governo. Quando houver, nós cá estaremos”, afirmou Luis Montenegro, a falar na Maia, no distrito do Porto.

Na cerimónia que marcou o arranque da Maia como Capital Portuguesa do Voluntariado, o chefe do Governo garantiu que não está a “desvalorizar aquilo que está a acontecer hoje”, mas que não é possível “comparar isto com uma escalada e uma inflação de preços como aquela que aconteceu há dois, três ano a esta parte”

“Eu quero dizer às portuguesas e aos portugueses que enquanto este mecanismo funcionar de maneira a ter descidas e poucas subidas, embora aconteça de quando em vez, nós manteremos a nossa política sobre os combustíveis”, disse.

E continuou: “Se atingirmos algum momento um valor de subida constante, permanente, que coloque em causa este equilíbrio, o Governo tomará as medidas para diminuir o impacto fiscal sobre a formação do preço por forma a não criar uma oscilação demasiada”, afirmou.

A partir de hoje, o gasóleo vai custar aproximadamente mais 5,5 cêntimos por litro, enquanto o valor da gasolina ficará três cêntimos mais caro, de acordo com as previsões do Automóvel Club de Portugal (ACP).

Luis Montenegro explicou que se “nas próximas três, quatro, cinco, dez semanas », o preço dos combustíveis registar uma subida permanente, « aí o Governo vai intervir”.

“Nessa altura, nós podemos utilizar nomeadamente o Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos (ISP) para fazer uma correção dessa anomalia, e nós estamos disponíveis para isso. Eu disse isto na oposição e mantenho a disposição agora que estou com a responsabilidade de governar, não é a altura de o fazer”, repetiu.

No entanto, o primeiro-ministro mostrou alguma preocupação: “Eu estou preocupado com os efeitos que o aumento dos combustíveis, se for um aumento permanente, provoca na vida das pessoas, na mobilidade das pessoas, nos orçamentos das famílias e também estou preocupado com os efeitos que traz para a economia porque um aumento de custos como o aumento do transporte faz-se repercutir no preço final dos produtos”.

Ainda assim, salientou, não é altura para “haver aqui uma perturbação com agentes políticos a levantarem um alarme que não é justificado”.

“Vamos falar verdade às pessoas. É um dia difícil, é um dia onde o custo está a subir mas não estamos, nem de perto, nem de longe, numa circunstância em que de um momento para o outro, temos diante de nós um cenário de subida e escalada do preço constante”, referiu.

Rádio Alfa com Lusa

Taxa de juro média do crédito à habitação sobe para 4,372% em 2024

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A taxa de juro média anual implícita nos contratos de crédito à habitação foi de 4,372% em 2024, contra 3,612% no ano anterior, tendo a prestação média anual subido 42 euros (11,5%) para 404 euros, anunciou hoje o INE.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), no destino de financiamento “aquisição de habitação”, o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de juro média subiu de 3,589% em 2023 para 4,362% em 2024.

O capital médio anual em dívida para o total do crédito e para o destino de financiamento “aquisição de habitação” passou de 63.459 euros e 70.962 euros em 2023, respetivamente, para 66.508 euros e 73.917 euros em 2024.

Já a prestação média anual vencida para o total do crédito à habitação subiu 42 euros em 2024, para 404 euros, enquanto no destino de financiamento “aquisição de habitação” a subida foi de 47 euros entre 2023 e 2024, para 443 euros.

Rádio Alfa com Lusa

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