Benfica vence Desportivo das Aves nos minutos finais

Golo de André Almeida garantiu vitória do Benfica nos minutos finais

Andebol: Portugal vence a França na estreia do Euro2020

A seleção portuguesa estreou-se nesta sexta-feira, 10, no Euro2020 de andebol, com uma vitória frente à França por 28-25 na cidade norueguesa de Trondheim, em jogo da primeira jornada do Grupo D da fase final, à qual regressou após 14 anos de ausência.

Um jogo emocionante cujo resultado esteve incerto até aos últimos momentos.

Portugal começa da melhor maneira e a fazer história neste Euro2020.

De facto, Portugal entrou com a « mão direita » na estreia do Euro2020.

Foto: Peter Spark / Movephoto

A seleção da Bósnia-Herzegovina é a próxima adversária de Portugal, em jogo agendado para domingo.

 

Portugal: Orçamento aprovado na generalidade

OE2020: Parlamento aprovou proposta do Governo na generalidade

OE2020: Parlamento aprovou proposta do Governo na generalidade

Alfa/Lusa
A Assembleia da República aprovou hoje, na generalidade, a proposta do Governo de Orçamento do Estado para 2020.

O PS foi o único partido a votar a favor do orçamento, que mereceu as abstenções do BE, PCP, PAN, PEV, Livre e dos três deputados do PSD eleitos pelo círculo eleitoral da Madeira.

Votaram contra a proposta do Governo o PSD e o CDS-PP, bem como os deputados únicos do Chega e da Iniciativa Liberal.

Com a mesma votação foi aprovada a proposta de Grandes Opções do Plano (GOP) para 2020.

Participaram na votação 229 dos 230 deputados eleitos, de acordo com informação do presidente da Assembleia da República, Ferro Rodrigues.

Um terceiro diploma, o Quadro Plurianual de Programação Orçamental para 2020-2023, foi também aprovado, com a mesma votação.

Apenas os deputados da bancada do partido do Governo, o PS, aplaudiram no momento da aprovação do Orçamento do Estado

O Parlamento inicia já na segunda-feira as audições dos ministros na fase da especialidade do orçamento, que começam com a titular da Saúde, Marta Temido, e terminam com o ministro de Estado e das Finanças no dia 27.

As propostas de alteração na especialidade podem ser entregues até ao próximo dia 27.

Entre os dias 03 e 05 de fevereiro decorrerá a votação na especialidade na comissão de orçamento e finanças.

A votação final global do Orçamento de Estado para o ano em curso está agendada para 06 de fevereiro no plenário da Assembleia da República.

Assunção Cristas (CDS) despede-se do Parlamento

OE2020: Cristas despede-se do parlamento com apelo à « construção de uma alternativa » à esquerda

OE2020: Cristas despede-se do parlamento com apelo à construção de uma alternativa à esquerda

Alfa/Lusa
A líder demissionária do CDS, Assunção Cristas, fez hoje o seu discurso de despedida do parlamento no encerramento do Orçamento do Estado de 2020, em que defendeu que o partido deve continuar a “construir” uma alternativa à direita

“Porque em democracia há sempre alternativa, se não é para hoje, é para amanhã”, disse Assunção Cristas, na sua última intervenção no plenário da Assembleia da República antes de deixar o cargo, dentro de 15 dias no congresso, em Aveiro, que vai eleger o seu sucessor.

Para Cristas, “é dever do CDS dizer a verdade às pessoas”, “é dever do CDS não baixar os braços” e “fazer renovadamente o trabalho de construção de uma alternativa”.

Dez anos depois de ter entrado na Assembleia da República como deputada dos centristas, recordou que a sua intervenção foi “precisamente na área do Orçamento e das Finanças”.

“O que ouvi então, infelizmente, é bastante semelhante ao que ouvi ontem. O que aconteceu a seguir é conhecido”, afirmou a líder centrista demissionária, quando o Governo era já liderado pelo PS e por António Costa, depois de criticar a proposta do Orçamento para este ano.

Para o futuro, Cristas, que vai manter-se como vereadora do CDS na câmara de Lisboa, prometeu continuar “a acreditar na força criadora das pessoas”.

“Continuo a acreditar que temos um país maravilhoso com pessoas extraordinárias, que com o enquadramento certo, com a ajuda certa – que muitas vezes é simplesmente a não desajuda por parte do Estado – podemos construir um país” liderante em vários domínios e verdadeiramente sustentável em todas as suas dimensões”, disse.

Após as eleições de 06 de outubro, em que o CDS perdeu 13 deputados, ficando com apenas cinco, e 4,2% dos votos, Assunção Cristas anunciou que deixaria a liderança do partido no congresso, entretanto marcado para 25 e 26 de janeiro, em Aveiro.

França: a face oculta da reforma do sistema de pensões. Opinião

França: a face oculta da reforma do sistema de pensões. Por Cristina Semblano

Sob uma aparência tecnicista, o que se pretende de facto com a reforma do sistema de pensões é gravar na pedra critérios de cálculo que organizam o seu depauperamento. É a filosofia de todo um sistema, considerado como um dos melhores do mundo, em que a taxa de pobreza dos reformados é das mais baixas, que se pretende assim radicalmente alterar.

In Público de 10/01. Por Cristina Semblano, economista, dirigente do Bloco de Esquerda, assistente na Universidade Sorbonne Nouvelle, funcionária da CGD e autarca na região parisiense

Medida emblemática do programa de Emmanuel Macron, a reforma do sistema de pensões – na base do mais longo movimento de greve e de contestação social das últimas décadas em França – é a gota de água que fez transbordar o copo do descontentamento de largas camadas da população, escaldadas com sucessivas reformas organizando a sua crescente precarização, entre as quais as dos dois outros ramos, saúde e desemprego, da segurança social.

Nesta altura do quinquénio, poucos serão com efeito os que ainda não compreenderam que o novo mundo prometido por Macron é de facto a continuação – mas a uma velocidade inédita – do antigo mundo e que a reforma do sistema de pensões – conduzida sob os auspícios da equidade, transparência e responsabilidade (leia-se, necessidade de assegurar o equilíbrio financeiro do sistema) – constitui de facto a crónica não anunciada da sua diminuição programada.

Com efeito, sob pretexto de acabar com os 42 regimes de reforma existentes actualmente em França e, nomeadamente, os regimes especiais de que beneficiam trabalhadores das empresas e da administração públicas [1], o governo quer passar a um regime universal por pontos, em que o valor do ponto, negociado em sede de concertação social, sob controlo do parlamento, será, de facto, fixado pelo governo em função do equilíbrio das finanças públicas [2].

No contexto de políticas económicas aliando um crescimento anémico a um desemprego de massa, e da vontade do governo de manter o actual peso das despesas com reformas no PIB (13,8% em 2018) ao mesmo tempo que organiza a diminuição de recursos (não substituição de funcionários, congelamento do respectivo índice de remuneração…), o valor das pensões só pode diminuir e isto tanto mais quanto o rácio inactivos/activos deverá aumentar em cerca de 20% nos próximos anos.

segundo factor que contribuirá para a diminuição do valor das pensões é o facto de o período de trabalho de referência para a determinação das mesmas passar a ser o conjunto da carreira contributiva, contrariamente aos actuais 25 anos mais favoráveis no sector privado ou aos seis últimos meses no sector público. É, com efeito, quase uma constante que os salários vão aumentando ao longo da carreira, e que o facto de considerar o conjunto desta contribuirá para esmagar a média.

Este esmagamento será tanto mais importante quanto se trate de trabalhadores com interrupções nos percursos profissionais, devido a contingências da vida (doença prolongada, desemprego de longa duração, trabalho parcial…) ou a normas socioculturais que devolvem às mães a educação dos filhos. Por esta razão, e porque alimentam massivamente os tempos parciais impostos e o sistema do precariado, as mulheres serão as grandes perdedoras da reforma, contrariamente às afirmações do governo de que só têm a lucrar com ela.

Enfim, terceiro e importante factor constitutivo do movimento de baixa programada das pensões, a fixação de uma idade dita de equilíbrio, que será de 64 anos, a título indicativo, em 2024, à qual estará associado um sistema de penalizações em caso de reforma antecipada (e de bónus, no caso contrário). Essa idade de equilíbrio será revista em função do aumento da esperança de vida, prevendo-se que se estabeleça em 66,25 anos para a geração de 1990 e começará a ser implementada a partir de 2022, com o acrescento de quatro meses ao ano à actual idade legal de 62 anos.

Dizer, como o governo, que a idade legal se mantém e que os activos poderão escolher o momento de se reformarem constitui o cúmulo do cinismo, sabendo que a penalização, que será de 5% ao ano, terá maior impacto nas categorias socioprofissionais com mais baixos rendimentos e percursos mais acidentados. Mas o cinismo é ainda maior quando se sabe que, hoje, metade das pessoas já não estão em actividade quando chega a idade de se reformarem e que a usura ou desgaste profissional sobrevêm bem antes desta idade nas carreiras mais penosas, as que acarretam também, na maioria dos casos, uma esperança de vida substancialmente menor.

Sob uma aparência tecnicista, o que se pretende de facto com a reforma do sistema de pensões – que nenhum problema estrutural de financiamento justifica [3] – é gravar na pedra critérios de cálculo que organizam o seu depauperamento. Valor do ponto e idade de equilíbrio serão as variáveis de ajustamento do sistema num contexto marcado pela ausência de políticas activas de emprego e a recusa de aumento dos recursos (via subida das taxas contributivas [4]) que permitam fazer face às futuras evoluções demográficas.

É a filosofia de todo um sistema, considerado como um dos melhores do mundo, em que a taxa de pobreza dos reformados é das mais baixas, que se pretende assim radicalmente alterar. Tem razão o governo ao dizer que o sistema de reforma por repartição não está em causa com a introdução do sistema por pontos. Mas a diminuição do valor da pensão que ele vai engendrar para os futuros reformados [5] vai compelir os que puderem a optar por planos de reforma por capitalização [6].

O projecto de reforma do sistema de pensões em França inscreve-se, assim, na trajectória do cumprimento do desígnio ideológico do Estado neoliberal: organizar o seu próprio saque, por forma a entregar o respectivo espólio ao capitalismo financeirizado.

[1] Os regimes ditos especiais abrangem, actualmente, apenas 1,5% da população activa
[2] Para acalmar a ira social, o governo prometeu garantir o valor do ponto. Ora, como reza o explícito título de um artigo do economista Michel Husson, “Garantir o valor do ponto não garante nada”, já que, ao afirmar que os activos terão doravante a possibilidade de escolher em que altura e com que rendimento irão para a reforma, o relatório Delevoye sobre a reforma do sistema confessa a necessidade de uma arbitragem entre idade da reforma e valor da pensão
[3] O sistema encontra-se, de facto, quase equilibrado, sendo o défice vindouro, apresentado no estudo do Alto Comissariado para as Reformas, fruto das convenções contabilísticas adoptadas, o que levou alguns a falar de défice imaginário
[4] Invocando a necessidade de preservar a competitividade da economia francesa, o governo recusa subir a taxa de quotizações, a qual se manterá nos actuais 28% em média
[5] Avalia-se na ordem dos 20%, em média, a baixa da taxa de substituição, ou seja, a relação entre o valor da pensão e o último salário auferido na vida activa
[6] De notar que o plano do governo integra a abertura à capitalização já que, pela parte do salário superior a 10.000 euros ilíquidos (contra 27.016 actualmente), os assalariados deixarão de poder descontar para o regime geral, devendo subscrever produtos de poupança-reforma sob a forma de aplicações financeiras.

Desde há 60 anos que não há em Paris uma Casa de Fados como a de Clara d’Ovar. Opinião

Por que não há uma verdadeira Casa de Fados em Paris? A última, realmente digna desse nome e famosa, foi a da fadista Clara d’Ovar.

Ouça aqui a última crónica de Carlos Pereira:

Chefes de diplomacia da UE discutem em Bruxelas tensão no Médio Oriente

Chefes de diplomacia da UE discutem em Bruxelas tensão no Médio Oriente

Chefes de diplomacia da UE discutem em Bruxelas tensão no Médio Oriente

Alfa/Lusa
Os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE) reúnem-se hoje em Bruxelas, num Conselho extraordinário convocado pelo chefe da diplomacia europeia para discutir a situação no Médio Oriente à luz da confrontação entre Estados Unidos e Irão.

A reunião foi convocada na passada segunda-feira pelo Alto Representante da UE para a Política Externa, Josep Borrell, com o propósito de “discutir os recentes desenvolvimentos no Iraque e no Irão” e o contributo que a União pode dar para ajudar a “inverter a escalada de tensões na região”.

O encontro, no qual Portugal estará representado pelo ministro Augusto Santos Silva, tem lugar numa altura em que a situação aparenta estar um pouco mais desanuviada, depois de o Presidente norte-americano, Donald Trump, ter declarado, na quarta-feira, que os Estados Unidos estão prontos a “abraçar a paz com todos os que a buscam » e a apostar na renegociação do acordo nuclear de 2015, afastando para já o cenário de um conflito militar.

Novas e « poderosas » sanções contra Teerão foram a resposta anunciada pela Casa Branca aos mísseis iranianos lançados horas antes contra duas bases iraquianas com tropas norte-americanas lá estacionadas, em Ain al-Assad (oeste) e Erbil (norte), que fizeram temer uma escalada da confrontação.

O ataque foi reivindicado pelos Guardas da Revolução iranianos como uma “operação de vingança”, em retaliação pela morte do general Qassem Soleimani, comandante da sua força Al-Quds, na sexta-feira, num ataque aéreo em Bagdade ordenado por Trump.

Também na quarta-feira, o colégio da Comissão Europeia debateu a situação, tendo a presidente do executivo comunitário, Ursula von der Leyen, sublinhado que “a União Europeia tem muito para oferecer”, enquanto facilitadora do diálogo entre todos os atores, já que “a sua voz é ouvida na região”.

“A crise atual afeta profundamente não só a região, mas todos nós, e o uso de armas deve parar agora para dar espaço ao diálogo. Exortamos todas as partes para fazerem todos os possíveis para retomar as conversações. A UE à sua própria maneira tem muito para oferecer. Temos relações estabelecidas e comprovadas pelo tempo com muitos atores na região para ajudar a travar a escalada (…) A UE está muito empenhada nesta área, pelo que a sua voz é ouvida”, declarou.

O chefe da diplomacia portuguesa, Augusto Santos Silva, também já comentou na última quarta-feira a situação, apelando à contenção de todos os envolvidos para evitar « uma espiral de violência » no Médio Oriente.

“As ações militares tomadas pelo Irão contra bases da coligação internacional [que luta contra o Estado Islâmico no Iraque] a que Portugal pertence merecem a nossa condenação, mas apelamos também a todos os envolvidos para que usem da máxima contenção para evitarmos uma espiral de violência no Médio Oriente e uma escalada que nos afastará mais de uma solução pacífica, sustentada e duradoura para a estabilidade” naquela região, disse o ministro, que participará hoje no Conselho, com início agendado para as 15:00 locais, 14:00 de Lisboa.

Avião ucraniano terá sido abatido por míssil iraniano de forma acidental

Pentágono e governo britânico dizem ter informações que o Boeing pode ter caído após ter sido atingido por um míssil do sistema de defesa antiaérea do Irão, de forma acidental. Trump também diz que tem as suas suspeitas: « Pode ter um erro do outro lado ».

O avião ucraniano que caiu em Teerão, causando a morte de 176 pessoas, foi atingido por um míssil do sistema de defesa antiaérea iraniano, avança a revista norte-americana Newsweek, citando uma fonte militar do Pentágono, um oficial dos serviços secretos americanos e um elemento dos serviços secretos do Iraque. Também a Sky News avança que o governo britânico confirma estar na posse de informações « muitos preocupantes » que apontam ter sido um míssil iraniano a provocar a queda do Boeing 737-800.

O voo 752 da Ukraine International Airlines, com o Boeing 737-800 em rota do Aeroporto Internacional de Teerão para Kiev, parou de transmitir dados alguns minutos após a descolagem e pouco depois do Irão lançar mísseis contra bases militares que alojam forças dos EUA no Iraque. Acredita-se que a aeronave tenha sido atingida por um míisil do sistema de mísseis terra-ar Tor-M1 construído na Rússia, conhecido pela NATO como ‘Gauntlet’, disseram os três oficiais à Newsweek.

A avaliação do oficial do Pentágono, diz a Newsweek, é de que o desastre foi acidental, com o míssil a atingir por erro o avião. O Comando Central militar dos EUA recusou comentar o assunto à Newsweek .

Já a Sky News cita fonte do gabinete de Boris Johnson. O governo britânico estará a analisar relatórios que apontam no mesmo sentido. No desastre morreram três britânicos.

Trump tem suspeitas

Donald Trump comentou esta quinta-feira à tarde o incidente e afirmou que tem « suspeitas » e acrescentou que « alguém pode ter um erro do outro lado ».

 

 

Oleksiy Danilov, do conselho de segurança ucraniano, também admite que a queda pode ter sido provocada por um míssil, embora tenha declarado à AFP que estão a ser exploradas várias teses.

A Ucrânia enviou para Teerão uma equipa de 45 investigadores para estudar as causas do desastre aéreo.

Com a chegada prevista para esta quinta-feira, a equipa de peritos ucranianos espera poder participar no inquérito em curso, em particular « na descodificação das caixas negras » do avião, referiu o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, num momento em que as autoridades iranianas estão a recusar o acesso às caixas negras do avião do fabricante norte-americano Boeing.

Segundo Sergei Danylov, alguns dos peritos ucranianos que estarão no Irão participaram na investigação do caso do voo MH17, da companhia aérea Malaysia Airlines, abatido em 17 de julho de 2014 por um míssil quando sobrevoava um território controlado por separatistas pró-russos no leste ucraniano.

 

Alfa/ DN

 

 

 

Raquel Tavares anuncia fim da carreira

Em entrevista no programa de Cristina Ferreira, esta manhã na SIC, a fadista explicou que esta é a decisão mais difícil que já tomou, mas que se segue a um ano muito complicado e a uma profunda insatisfação com a vida artística.

“O ritmo da vida artística é tão rápido que deixei de ter vida. Cheguei a uma fase em que estava doente. Já estava incapaz há muito tempo. Já estava para lá do meu limite há muito tempo”, afirmou emocionada a cantora, que diz ter dado o seu último concerto em outubro, nos Armazéns do Chiado, em Lisboa.

Nos últimos meses, Raquel Tavares atuou várias vezes doente, com febre, tendo também perdido dez quilos e sofrido com outros sintomas. “Neste momento cantar é uma coisa que me faz mal. Na minha cabeça, este é um ponto final”, garante.

 

Mostrando-se grata por todas as oportunidades e pelo apoio que lhe foi prestado, a artista frisou: “Antes de sermos artistas, somos pessoas. Eu não sou uma figura pública, gosto é de cantar. Chego a casa e sinto-me muito sozinha. Aos 35 anos, o que é que eu tenho? Tu tens um filho, eu não tenho. Tu tens uma mãe em casa, eu não tenho. Estamos rodeados de gente, a gritar, mas ninguém nos ouve”.

O mais recente álbum de Raquel Tavares, “Raquel”, inclui o sucesso ‘Meu Amor de Longe’, escrito por Jorge Cruz.

 

 

Alfa/Blitz.

Dois discos póstumos de David Bowie serão editados este ano

Dois discos com temas do músico britânico David Bowie, que morreu em 2016, serão editados este ano a título póstumo, revelou a editora Parlophone Records.

Citada pelo jornal The Guardian, a editora explicou que os dois registos são EP e um deles, « Is it any wonder? », inclui versões nunca antes editadas de canções gravadas por Bowie nos anos 1990.

Uma das canções deste EP, « The man who sold the world », foi divulgada na quarta-feira, para assinalar aquele que seria o 73.º aniversário do músico.

O outro EP sairá em abril, por ocasião do Record Store Day, tem por título « The ChangesNowBowie », é ao vivo e foi gravado em 1996 durante ensaios para um concerto que Bowie preparou para celebrar 50 anos em Nova Iorque.

A edição dos dois discos alimentam uma « lucrativa carreira póstuma do cantor », escreveu o jornal britânico.

David Bowie morreu a 10 de janeiro de 2016, dois dias depois de ter celebrado 69 anos com a edição de um álbum, « Blackstar ».

Segundo o Guardian, as vendas póstumas dos seus álbuns aumentaram mais de 5.000% nos Estados Unidos e as estatísticas de escuta de canções na plataforma Spotify subiram 2.700%. Só na semana em que morreu, venderam-se 682.000 exemplares de álbuns de David Bowie.

Desde 2016, a Parlophone Records, à qual a família de Bowie licenciou os direitos de edição, lançou seis álbuns ao vivo do músico.

 

 

Alfa/Lusa.