Exclusivo. Mísia apresenta novo disco no Passagem de Nível (Alfa. Domingo, 12)

« Passagem de nível » na Rádio Alfa

 Domingo, 12 de Janeiro 2020. Entre as 12h00 e as 13h30

Destaques: 

Mísia faz a abertura do Festival « Au fil des Voix », dia 20 de Janeiro na Cigale. Concerto para apresentar o album « Pura Vida (Banda Sonora) ». António Zambujo também participa no espetáculo.

Fábio Lopez: o percurso de um jovem bailarino e coreógrafo português que criou, em 2015, a Compagnie Illicite Bayonne

Apresentação e coordenação: Artur Silva

Trump/Irão: Ano 2020 começou mal. Opinião

Donald Trump/Irão: uma decisão unilateral que põe em perigo a ordem internacional e a paz mundial.

O Mundo precisa de regras e não de perigosas decisões unilaterais.

Crónica para ouvir na sexta-feira, 10, na Rádio Alfa, Por Daniel Ribeiro

Criança encontrada morta no trem de aterragem de avião da Air France em Paris

Corpo de criança com cerca de dez anos foi encontrado num voo proveniente de Abidjan, na Costa do Marfim.

O corpo de uma criança foi encontrado no trem de aterragem de um avião da companhia Air France, que aterrou no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, vindo da Costa do Marfim.

A Air France confirma que o corpo sem vida de um passageiro clandestino foi descoberto no trem de aterragem do aparelho que fazia o voo AF 703 que liga Abidjan ao aeroporto Paris-Charles de Gaulle no dia 7 de janeiro de 2020″, escreveu a companhia no Twitter na manhã desta quarta-feira.

 

 

A Air France lamentou ainda este « drama humano » e revela que tem em curso um inquérito para apurar as circunstâncias do que aconteceu.

Segundo a AFP, a criança teria cerca de dez anos.

 

Alfa/AFP/TVI24.

Carlos Ghosn dá conferência de imprensa e passa ao ataque

Aquele que é já o mais famoso fugitivo do mundo decidiu abrir a caixa de pandora e passou ao ataque.

 

 

Tendo fugido do Japão, alegadamente, dentro de uma caixa de um instrumento musical, rumo ao Líbano, onde viveu desde os seis anos até ir para França estudar, Carlos Ghosn já tinha anunciado que iria falar, livremente, sobre o caso.

E menos de duas semanas da sua espetacular fuga, Ghosn disse que foi tratado de forma brutal e implacável pelas autoridades japonesas. “Fui brutalmente tirado do meu mundo, como eu o conheço. Fui roubado da minha família, meus amigos, das minhas comunidades e da Renault, Nissan e Mitsubishi!” Afirmações de Carlos Ghosn na primeira entrevista coletiva dada desde a sua prisão devido á acusação de ter perpetrado crimes financeiros.

O ex-executivo com 65 anos, passou a ter estatuto de fugitivo internacional, estando na casa de Beirute, alegadamente comprada pela Nissan, onde fez esta conferência. O brasileiro alega que foi derrubado por uma conspiração preparada na Nissan, tendo citado os nomes de alguns deles. “Eu estava pronto para me reformar antes de junho de 2018. Lamentavelmente, aceitei a oferta para continuar a integrar duas empresas (Renault e Nissan). Foi tudo pensado e alguns amigos japoneses pensaram que a única maneira de se livrar da influência da Renault na Nissan era se livrar de mim.”

Mas afinal, quem faz parte desta cabala que urdiram contra Carlos Ghosn? “Quem fez parte de tudo? Obviamente, o Hiroto Saikawa fazia parte do esquema. Mas há mais: Hari Nada e Toshiaki Onuma, pois eles mostraram isso. Mas há muitas mais pessoas implicadas, como por exemplo um dos membros do concelho, Masakazu Toyoda, que era o elo entre o conselho da Nissan e as autoridades japonesas.”

Portanto, “estou aqui para limpar o meu nome e todas as alegações são falsas e eu nunca deveria ter sido preso. Acreditem, senti.me como um refém num país que servi durante 17 anos! AO longo de 17 anos, fui visto como um modelo no Japão.”

Falando durante uma hora, Carlos Ghosn lembrou que estava a trabalhar na integração da Renault com a Nissan, mas com respeito pela autonomia de ambas as marcas. Também estava a trabalhar na negociação da fusão com a Fiat Chrysler Automobiles (FCA). O brasileiro entende que “a minha inimaginável provação é o resultado da ação de um punhado de indivíduos sem escrúpulos e vingativos. Todas as acusações são vazias e não têm base.”

No final do seu discurso, Ghosn voltou a dizer que os “executivos da Nissan conspiraram contra mim” alegando que uma das motivações para essa urdidura era o desempenho em queda da Nissan a partir de 2017. E porquê? “Em outubro de 2016 decidi retirar-me da Nissan, porque assinei um acordo com a Mitsubishi, mudando-me para o conselho de administração da Mitsubishi.” Ou seja, Carlos Ghosn não tinha nenhum cargo na Nissan no final de 2016, deixando implícito que os problemas da Nissan começaram depois da sua saída e que esta urdidura serviu para abafar esses problemas.

Carlos Ghosn voltou a falar sobre a sua prisão no aeroporto de Tóquio, lembrando que “fui interrogado oito horas sem a presença de um advogado e o promotor do ministério público disse-me, repetidamente, ‘as coisas vão piorar para si se não confessar os crimes’”, uma acusação grave que vem sublinhar as dúvidas existentes sobre o sistema judicial japonês. Orgulhoso de ter um rácio de condenação próximo dos 100%, as autoridades nipónicas acabam por atropelar os direitos dos acusados, permitindo a produção de prova sem mandato judicial e recorrendo a qualquer estratagema possível.

Para já, Carlos Ghosn continua a viver na capital do Líbano, Beirute, na mansão cor de rosa comprada, alegadamente, pela Nissan, respaldado pela falta de acordo de extradição para o Japão, tendo as autoridades do Líbano já anunciado que não têm intenção de o devolver ao Japão. Foi por isso que o brasileiro com cidadania libanesa e francesa, se sentiu à vontade para contar a sua parte da história.

Destaques da conferência de imprensa de Carlos Ghosn:

“Todas as acusações contra mim são infundadas”

“Porque razão estenderam a investigação, voltando a prender-me? Porque estavam todos empenhados em me manter em silêncio e expor o meu lado da história? Porque tentaram durante longos 14 meses arrasar comigo ao privarem-me de falar com a minha esposa?

“Um dos motivos desta cabala reside nos resultados em quebra da Nissan a partir de 2017, onde eu já não estava desde outubro de 2016, pois tinha assinado um contrato com a Mitsubishi e tornei-me presidente do conselho.”

“Quem é que ganha com tudo isto?”

“Em 2017, a aliança poderia ter chegado à liderança do mercado, pois eram três empresas em crescimento, lucrativas e estávamos a preparar a fusão com a FCA, negociando com John Elkann.!

“Já não há aliança, pois a FCA foi perdida e a oportunidade de ser o maior grupo mundial desapareceu.”

“Viraram a página errada, pois não há lucro, não há crescimento, não existe iniciativa estratégica, já não existe tecnologia, enfim, não há mais aliança. O que existe hoje é uma simulação de uma aliança.”

“Deixei o Japão porque queria justiça, sendo esta a única possibilidade de restabelecer a minha reputação. Se não conseguir no Japão, terei de o fazer em outro lugar!”

“Não estou aqui para explicar como sai do Japão. Estou aqui para falar sobre o porquê de ter saído. Estou aqui para lançar luz sobre um sistema que viola os princípios mais básicos, os direitos humanos. Estou aqui para limpar o meu nome. Estas alegações são falsas e nunca deveria ter sido preso.”

“O Greg Kelly é um homem honrado e continua a ser vítima do sistema judicial japonês, sem mantido refém.”

“Fui julgado publicamente e presumido culpado face a tudo o mundo!”

“Esta fuga foi a decisão mais complicada da minha vida, mas estava a defrontar um sistema cuja taxa de condenação é de 99,4%, valor que será maior para os estrangeiros.”

“A perda de valor bolsista da Nissan desde a minha prisão atingiu uma cifra superior a 10 mil milhões de dólares. Perderam mais de 40 milhões de dólares por dia. Já o valor da Renault perdeu desde que estou preso cerca de 5 mil milhões de euros.”

“Isso faz parte do assassinato de personagem (as casas de Ghosn) e a imprensa engoliu o isco.”

“Pensava que o responsável pelo tribunal era o juiz, mas não, foi o promotor quem mandou em tudo, fazendo o que queria.”

“Estive no Japão 17 anos e messe tempo, fui um exemplo para os japoneses, mas de repente, caracterizaram-me como frio, ganancioso e ditador.”

“Eu adoro o Japão, gosto do povo do Japão. Porque é que o país me esta a retribuir com o mal? Não entendo!”

“Cometi um erro, não deveria ter ficado mais tempo.”

 

Alfa/Automais

 

 

Queda de avião matou mais de 170 pessoas. Maioria é iraniana e canadiana

O Boeing 737 despenhou-se pouco depois de descolar do aeroporto internacional Imam Khomeini, em Teerão. A maioria dos passageiros era de origem iraniana, mas seguiam a bordo 63 canadianos.

Um avião ucraniano com mais de 170 pessoas a bordo caiu perto da capital do Irão, causando a morte a todos os passageiros e tripulantes. Há vítimas de várias nacionalidades, mas a maioria é iraniana e canadiana. As causas do acidente ainda estão a ser investigadas, embora inicialmente se tenha atribuído a queda uma falha no motor.

O Boeing 737 da Ukraine International Airlines despenhou-se pouco depois de descolar do aeroporto internacional Imam Khomeini, em Teerão, às 2h40. Segundo agências internacionais, o avião caiu num terreno agrícola a sudoeste da capital. De acordo com o serviço FlightRadar24, o avião subiu até aos 7925 pés (2,4 km) de altitude, voando a 509 km/h (275 nós) antes de se despenhar.​

As duas caixas negras foram entretanto recuperadas, avança a televisão estatal iraniana citada pela Reuters — ambas ficaram danificadas, mas acredita-se que os dados ainda podem ser recuperados. No entanto, a tensão entre o Irão e os Estados Unidos pode dificultar a investigação, uma vez que vai criar obstáculos à colaboração entre Teerão, NTSB [responsável pela investigação de acidentes aéreos] norte-americana e a própria construtora, a Boeing.

De acordo com a lei internacional, a responsabilidade pela investigação é iraniana, mas as autoridades ucranianas podem também ser envolvidas. E, porque as empresas responsáveis pelo desenho e construção da aeronave e do motor são norte-americanas e francesas, também esses países podem vir a ser implicados.

 

 

O ministro dos Negócios Estrangeiros ucraniano Vadim Pristaiko​​, citado pela AFP e pela Reuters, avança a nacionalidade das 168 vítimas mortais. Pelo menos 82 eram iranianos, 63 canadianos, dez suecos, quatro afegãos, três alemães e três britânicos. A companhia aérea ucraniana, a Ukraine International Airlines já antes tinha confirmado que a bordo seguiam apenas 11 nacionais ucranianos, incluindo os nove membros da tripulação. A maioria dos passageiros seguia para outros voos de ligação em Kiev, acrescenta a companhia.

Os nomes das vítimas já foram, entretanto, tornados públicos pela companhia aérea. As vítimas tinham entre dois e 70 anos. Pelo menos 13 iranianos que seguiam naquele voo eram estudantes universitários da Universidade de Sharif, vocacionada sobretudo para os cursos de engenharia e tecnologia, em Teerão. A universidade publicou uma mensagem de condolências no seu site, com uma lista em actualização das vítimas com ligação à instituição de ensino.

Algumas imagens publicadas nas redes sociais mostram o avião, em chamas, a despenhar-se. “O fogo era tão intenso que não conseguimos salvar ninguém… Temos 22 ambulâncias, quatro autocarros ambulância e um helicóptero no local”, disse o chefe dos serviços de emergência iraniano, Pirhossein Koulivand, à televisão estatal.

O director do Gabinete do governador de Teerão, a cargo da gestão de crises, Mansour Darajati acrescentou à agência de notícias IRNA as equipas de resgate conseguiram recuperar os corpos, que não estão “em boas condições”, acrescentou a mesma fonte.

Incerteza sobre causa do acidente

Na primeira comunicação desta manhã, a embaixada ucraniana no Irão citava dados preliminares para afirmar que a causa do acidente era um problema no motor do avião. No entanto, na segunda comunicação do dia, a representação diplomática ucraniana recuou e omitiu a referência à falha no motor como causa do acidente — as primeiras informações não eram, alegadamente, oficiais.

Esta posição está em linha com o que alega o construtor do motor, a franco-americana CFM: “Não temos nenhuma informação neste momento. Qualquer especulação sobre a causa é prematura”, afirmou a empresa que é detida em conjunto pela General Electric e pela Safran, em comunicado.

Questionado em Kiev sobre a possibilidade de o avião ter sido abatido num ataque, o primeiro-ministro ucraniano Oleksii Honcharuk pede que não se “especule sobre a causa” até a mesma ser apurada oficialmente.

Ano começa mal para a Boeing

Em 2019, a Boeing suspendeu, pela primeira vez em 20 anos, a produção de um modelo das suas aeronaves: o modelo Boeing 737 Max 8, o fatídico modelo que provocou dois acidentes aéreos no espaço de meio ano.

A decisão foi tomada na sequência de dois acidentes mortais com aviões desse modelo. O primeiro aconteceu em Outubro de 2018, na Indonésia. O avião seguia com 189 pessoas a bordo e despenhou-se no Mar de Java, poucos minutos depois de ter levantado voo. Não houve sobreviventes.

Menos de seis meses depois, em Março de 2019 aconteceu o segundo acidente, desta vez na Etiópia. À semelhança do primeiro, o aparelho despenhou-se apenas seis minutos depois de ter partido de Addis-Abeba. Mais uma vez, não houve sobreviventes.

Na sequência deste último acidente, vários países proibiram que o aparelho voasse no seu espaço aéreo e várias companhias aéreas cancelaram os pedidos de produção dos 737 Max. A decisão fez-se sentir nas contas da fabricante norte-americana: os lucros da empresa caíram 13% nos primeiros três meses de 2019.

As investigações ao acidente de Addis-Abeba mostraram que a falha não havia sido humana, mas dos sistemas de controlo de navegabilidade.

O avião que caiu nesta quarta-feira não era, no entanto, do mesmo modelo. “O voo foi operado num Boeing 737-800 com a matrícula UR-PSR. A aeronave foi construída em 2016 e foi entregue directamente à companhia pelo construtor”, informa a Ukraine International Airlines.

A companhia aérea ucraniana afirma que o avião passou a última revisão técnica, que aconteceu na última segunda-feira, dia 6 de Janeiro. Citada pela Reuters, a companhia aérea ucraniana defende-se dizendo que este era um dos seus “melhores aviões” e que os pilotos que comandavam a aeronave eram dos mais experientes. Não havia qualquer indício de potencial avaria antes da descolagem.

Os voos da Ukraine International Airlines com destino a Teerão estão suspensos indefinidamente, “com efeitos imediatos”, acrescenta a empresa em comunicado.

A companhia está a tentar contactar os familiares das vítimas. Vai ser aberta uma investigação pelas autoridades ucranianas e iranianas, junto da companhia aérea e fabricante do avião.

 

Alfa/Lusa/Jornal Público.

 

Jesualdo Ferreira no Santos gaba « amigo » Jorge Jesus e elogia Ricardo Quaresma

O treinador Jesualdo Ferreira evitou hoje comparações com o “amigo” e novamente rival Jorge Jesus, admitindo igualmente admiração por Ricardo Quaresma, sem revelar se o quer ver no Santos.

“Eu e o Jorge Jesus somos amigos e dos mais titulados em Portugal. Fomos adversários muitas vezes. Tenho consideração e estima muito grande por ele. Conheço as suas qualidades. É muito competente, obstinado, sabe o que quer”, resumiu, referindo-se ao treinador do Flamengo.

Jesualdo Ferreira, que falava durante a sua apresentação como treinador do Santos, do Brasil, contornou paralelismos com o técnico campeão do ‘Brasileirão’, preferindo que sejam os outros a fazê-lo depois de se focarem em si e no seu trabalho.

“Já viram Jesus e aguardem uns tempos para me verem a mim e tirar conclusões. Tem a sua forma e estilo, goste-se ou não. Eu não tenho nada a ver. Sou mais velho. Ele tem mais cabelo. Ele tem uma forma de ver o futebol muito parecida, mas há detalhes que não são iguais”, acrescentou, esquivando-se a comparações.

A derradeira questão da conferencia de imprensa que durou cerca de uma hora, teve a ver com Ricardo Quaresma, futebolista com 36 anos com quem trabalhou no FC Porto e que atualmente representa os turcos do Kasimpasa.

“Os adeptos femininos andam loucos com o Ricardo? É uma referência muito importante na minha vida e eu na dele. Juntos, ganhámos bastante coisas. Fez no FC Porto a melhor época da sua carreira. Ele sabe isso. É campeão Europeu por Portugal. Tem uma personalidade muito especial”, disse.

Sem revelar se está interessado na sua contratação, como avança a imprensa brasileira – “também já percebi que há uma grande onda nas redes sociais, com muitas mulheres a comentar” -, Jesualdo Ferreira foi pródigo em elogios ao seu antigo pupilo.

“Um talento que foi crescendo ao longo da sua vida e marcou de forma clara o futebol português, pela sua genialidade. Não falei nada com a direção sobre o Ricardo. Provavelmente vamos falar dele, mas não mais do que isso”, assumiu, sem esclarecer se é um desejo para a sua equipa.

Rui Águas, António Oliveira e Daniel Gonçalves serão os adjuntos do ‘professor’, numa equipa técnica completada pelo preparador físico José Pedro Pinto e pelo analista de desempenho Pedro Bouças.

“Estes são os meus companheiros. Vamos para a luta e espero ganhar”, vincou, admitindo ter recebido há cinco anos o primeiro convite para orientar o Santos, desafio que não pôde aceitar.

 

 

Aos 73 anos, negou que estava determinado a reformar-se quando surgiu o convite, realçando a vontade que tem de conquistar títulos pelo clube que imortalizou Pelé.

“Não estava reformado. Só o estamos quando não temos capacidade ou quando ninguém nos reconhece capacidade. Tenho experiência e sabedoria. A idade é apenas um dado no BI”, avisou.

O presidente do Santos, José Carlos Peres, destacou o “dia importante” para o Santos, ofertando ao português a camisola 10 com o seu nome, “pois o papel do técnico é tão ou mais importante do que qualquer jogador”.

O dirigente quer mais do que o segundo lugar no campeonato, que foi conquistado pelo Flamengo de Jorge Jesus, avisando para o necessário “período de adaptação” de Jesualdo à realidade brasileira, a duas semanas de começarem os jogos oficiais.

“Tenho plena certeza da experiência e bom humor do professor, uma pessoa fantástica. Está toda a gente a apaixonar-se por ele. Precisamos do apoio de todos, pois vamos ter competições difíceis”, concluiu.

 

Pode ver ou rever a conferência.

 

 

Alfa/Lusa.

Trump diz que o Irão está a recuar e anuncia mais sanções económicas

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse que Washington ainda está a estudar retaliações pelo ataque iraniano desta madrugada contra instalações norte-americanas no Iraque, mas que quer a paz.

 

 

Donald Trump diz que ainda estão em aberto as opções de resposta ao Irão, mas que, para já, os EUA vão intensificar sanções económicas contra o Irão, como retaliação contra os ataques iranianos com mísseis que esta madrugada atingiram duas bases militares que albergam soldados norte-americanos no Iraque.

Durante uma comunicação ao país, ao lado de chefes militares e altos funcionários do seu Governo, Trump disse que os ataques iranianos desta madrugada não provocaram vítimas e fizeram “danos materiais mínimos” e considera que o Irão está a recuar no conflito.

“Eles parecem estar a retirar. E isso é bom”, afirmou o Presidente norte-americano.

 

Alfa/Lusa.

Clara d’Ovar e sua famosa casa de fados de Paris que, infelizmente, não deixou descendência à altura. Crónica

Clara d’Ovar: história de uma fadista e, sobretudo, de uma casa de fados de Paris, que foi importante há dezenas de anos, mas não teve a descendência que merecia na capital francesa.

Hoje, Paris não tem, mas precisaria de ter, uma verdadeira Casa de Fados, diz Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal.

Crónica para ouvir esta quinta-feira, 09, na Rádio Alfa.

Xutos & Pontapés regressam à liderança do Top Nacional

“40 Anos a Dar no Duro”, coletânea dos Xutos, volta ao primeiro lugar da tabela de vendas nacional.

« 40 Anos a Dar no Duro », dos Xutos & Pontapés, regressou esta semana à liderança do top nacional de vendas, arredando « Thanks for the Dance », álbum póstumo de Leonard Cohen, para a sétima posição.

« Fine Line » de Harry Styles sobe ao segundo lugar e « Aqui Está-se Sossegado » de Camané e Mário Laginha mantém-se no último lugar do pódio. A única nova entrada da semana pertence a Noble, com o álbum « Honey » a estrear-se no 11º lugar.

1. Xutos & Pontapés – « 40 Anos a Dar no Duro »
2. Harry Styles – « Fine Line »
3. Camané & Mário Laginha – « Aqui Está-se Sossegado »
4. Carlos do Carmo – « Oitenta »
5. Elas – « 9 »
6. Dulce Pontes – « Best Of »
7. Leonard Cohen – « Thanks for the Dance »
8. Nick Cave & The Bad Seeds – « Ghosteen »
9. Diogo Piçarra – « South Side Boy »
10. Coldplay – « Everyday Life »

O dueto de Piruka e Bluay, ‘Louco’, segura a liderança da tabela de streaming, com ‘Dance Monkey’, de Tones and I, a surgir logo atrás, na segunda posição, e ‘Highest in the Room’ de Travis Scott a reentrar no top 10, diretamente para o terceiro lugar.

1. Piruka & Bluay – ‘Louco’
2. Tones and I – ‘Dance Monkey’
3. Travis Scott – ‘Highest in the Room’
4. Giulia Be – ‘Menina Solta’
5. Julinho KSD – ‘Hoji N’ka ta Rola’
6. BISPO feat. Ivandro – ‘Essa Saia’
7. Plutónio – ‘Somos Iguais’
8. Julinho KSD – ‘Vivi Good’
9. Arizona Zervas – ‘Roxanne’
10. Aragão – ‘Tranquilo’

 

Alfa/Blitz.

Donald Trump ultrapassou os limites. Opinião, por Luísa Semedo

Bom ano 2020 para todos, mesmo para o PR americano, Donald Trump, que já ultrapassou os limites. Ouça aqui a última crónica de Luísa Semedo, escritora, doutorada em ética e política e presidente para a Europa do Conselho das Comunidades: