Portugueses ‘loucos e apaixonados’ pelos Telemóveis

O total de telemóveis vendidos no ano passado atingiu cerca de 2 milhões e 400 mil equipamentos, segundo informações avançadas pelo Correio da Manhã. Este dado revela uma forte procura por dispositivos móveis no mercado português, refletindo a crescente dependência e necessidade de tecnologia no quotidiano.

O preço médio dos telemóveis adquiridos pelos consumidores portugueses foi de 440 euros. Este valor reflete não apenas a procura por modelos mais sofisticados, mas também a entrada de tecnologias avançadas, como a inteligência artificial, que têm sido cada vez mais integradas nos novos dispositivos. Os fabricantes chineses dominaram as preferências dos consumidores nacionais, com destaque para a marca Honor, que se destacou como a que mais viu crescer as suas vendas.

Em comparação com o ano anterior, o preço médio dos telemóveis subiu 56 euros, o que demonstra uma tendência crescente no aumento dos custos destes equipamentos.

Especialistas da indústria, como o vice-presidente da divisão de telemóveis da IDC Europa, destacam que o aumento contínuo do preço dos dispositivos pode ser atribuído, em parte, à incorporação de tecnologias mais avançadas, como a inteligência artificial, que têm um impacto direto no custo de produção e, por consequência, no valor de venda ao consumidor.

A expectativa para este ano é que os preços continuem a subir, seguindo a tendência observada, à medida que mais inovações tecnológicas, como melhorias na inteligência artificial e novos recursos, se integrem aos dispositivos móveis. As marcas que conseguirem alavancar estas inovações de forma eficaz poderão continuar a conquistar uma fatia significativa do mercado português.

Em resumo, o mercado de telemóveis em Portugal segue uma trajetória de crescimento tanto em volume de vendas como em valores, com a tecnologia avançada a desempenhar um papel fundamental na procura e na definição de preços. A preferência por marcas como a Honor, que tem vindo a conquistar os consumidores portugueses, é um reflexo direto das mudanças e das expectativas do mercado em constante evolução.

Com SicNotícias e Correio da Manhã.

Diego, filho da cantora Lio, morre aos 21 anos de forma trágica

Uma tragédia atinge a cantora Lio. Segundo informações da revista Paris Match, o seu filho Diego, de 21 anos, faleceu em circunstâncias insuportáveis. O seu corpo foi encontrado na tarde de domingo, na estrada do Noyer du Chat, perto do aeroporto Roissy-Charles-de-Gaulle.

O filho mais novo de Lio terá desaparecido no fim de semana, tendo fugido no seu próprio carro. Ele terá comprado um « jerrycan » de gasolina num posto da rede Total localizado perto da área aeroportuária, com o cartão bancário da sua mãe.

De acordo com várias fontes, terá imolado-se (com o líquido inflamável, ateou fogo a si mesmo). A sua mãe teria comunicado o seu desaparecimento preocupante à polícia.

Foi aberta uma investigação para esclarecer as circunstâncias desta morte trágica.

Rádio Alfa

Jean-Louis Debré, antigo presidente do Conselho Constitucional e da Assembleia Nacional, morreu aos 80 anos

Jean-Louis Debré, antigo ministro do Interior e presidente do Conselho Constitucional, morreu aos 80 anos. Era próximo do presidente Jacques Chirac.

Jean-Louis Debré morreu na noite de segunda para terça-feira, 4 de março, apurou a BFMTV, confirmando informações da Paris Match e da LCI.

Ministro do Interior de Jacques Chirac de 1995 a 1997, foi presidente da Assembleia Nacional de 2002 a 2007 e depois do Conselho Constitucional de 2007 a 2016.

O Presidente da Assembleia Nacional prestar-lhe-á homenagem esta terça-feira, às 15h00.

 

 

Com Imprensa.

Von der Leyen divulga plano para mobilizar 800 mil ME para defesa europeia

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou hoje, em Bruxelas, querer mobilizar 800 mil milhões de euros para investimento na defesa europeia.

O plano « Rearmar a Europa », disse hoje a líder do executivo comunitário numa declaração à imprensa sem direito a perguntas, ambiciona mobilizar « 800 mil milhões de euros (ME) em despesa de defesa para uma Europa segura e resiliente ».

Este plano, cujos traços largos von der Leyen referiu, implica ainda a disponibilização de 150 mil milhões de euros de financiamento para os 27 Estados-membros da União Europeia (UE), que deverão ainda poder reafetar fundos, como os de Coesão, para investimento na defesa e rearmamento.

Salientando “a grave natureza das ameaças” que a UE enfrenta, Ursula von der Leyen acrescentou que “a Europa está preparada para agir com a decisão e a velocidade requerida”, devendo responder a necessidades de curto e longo prazo.

Bruxelas propôs uma flexibilização das regras orçamentais para incentivar o investimento na defesa sem desencadear um procedimento por défice excessivo.

“Se os Estados-membros aumentassem as suas despesas com a defesa em 1,5% do PIB, em média, isso poderia criar uma margem orçamental de cerca de 650 mil milhões de euros durante um período de quatro anos”, referiu também a responsável europeia.

“Esta medida permitirá que os Estados-Membros aumentem significativamente as suas despesas com a defesa sem desencadear o procedimento por défice excessivo”, referiu.

O plano – que será ainda hoje enviado às 27 capitais da UE com vista a ser debatido no Conselho Europeu extraordinário de quinta-feira – permitirá ainda enviar rapidamente ajuda militar à Ucrânia, após Washington ter decidido cancelar a enviada pelos Estados Unidos.

 

UE deve mobilizar « imensos recursos » para rearmamento – Von der Leyen.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, desafiou hoje os líderes da União Europeia (UE) a mobilizarem “os imensos recursos” europeus para defender a democracia, num plano de rearmamento assente em cinco pilares.

Numa carta enviada às capitais dos Estados-membros no âmbito do Conselho Europeu extraordinário, agendado para quinta-feira, Von der Leyen desafia os chefes de Estado e de Governo a “enfrentar o momento, mobilizar os imensos recursos da Europa, convocar o espírito coletivo para defender a democracia”.

A Comissão Europeia propõe aos Estados-membros que o orçamento da União Europeia (UE) financie em 150 mil milhões de euros o investimento em defesa em domínios como a aérea, sistemas de artilharia, mobilidade militar e outros.

A reafetação de fundos da Política de Coesão para ajudar empresas no setor da defesa, a contratação de linhas de crédito junto do Banco Europeu de Investimento e a mobilização de capitais privados são outros pilares apontados pela Comissão Europeia.

Após o Presidente Donald Trump ter anunciado a suspensão da ajuda militar dos EUA à Ucrânia, que se defende há três anos de uma invasão russa, von der Leyen salientou, na carta que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, também recebeu, que a UE aprecia o apoio dado durante décadas à segurança europeia por Washington, reiterando a intenção de manter “laços fortes” com os EUA.

O plano Rearmar a Europa ambiciona mobilizar 800 mil milhões de euros para investimento na defesa europeia e prevê a disponibilização imediata de ajuda à Ucrânia.

Pedro Nuno Santos pediu audiência ao Presidente da República

O líder do PS, Pedro Nuno Santos, anunciou hoje que pediu uma audiência ao Presidente da República e que lhe comunicou antecipadamente a decisão de pedir uma comissão de inquérito ao caso da empresa do primeiro-ministro.

“Antes desta comunicação tive oportunidade já de pedir ao senhor Presidente da República uma audiência e de conversar com o senhor Presidente sobre as razões desta minha declaração, desta decisão que o PS toma e acaba de anunciar”, disse aos jornalistas o líder socialista no final da reunião do Secretariado Nacional do partido.

Questionado sobre o facto de Marcelo Rebelo de Sousa ainda não se ter pronunciado sobre a atual situação política, Pedro Nuno Santos disse respeitar “os ‘timings’ do senhor Presidente da República e o papel institucional que tem no sistema democrático”.

Sobre o facto de Luís Montenegro não ter falado com o chefe de Estado nem antes nem depois da comunicação ao país de sábado, o líder do PS defendeu apenas que “as relações institucionais entre um Governo, um primeiro-ministro ou mesmo um líder da oposição com o Presidente da República são cruciais para o bom funcionamento da nossa democracia”.

“Foi sempre assim durante os governos do PS e é assim com o PS na oposição”, disse ainda.

Sobre a data do encontro, Pedro Nuno Santos escusou-se a responder com o argumento de que “quem marca a audiência é o Presidente da República”.

De acordo com a SIC, o Presidente da República não foi ouvido por Luís Montenegro no dia da declaração ao país, tendo o chefe do executivo ligado para o Palácio de Belém cerca de meia hora depois de se ter dirigido ao país, mas então Marcelo Rebelo de Sousa já não atendeu.

« O primeiro-ministro tem direito de não ligar mas podia ouvir a minha opinião”, cita a estação de televisão.

No sábado à noite, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, admitiu avançar com uma moção de confiança ao Governo se os partidos da oposição não esclarecessem se consideram que o executivo “dispõe de condições para continuar a executar” o seu programa, após ter sido noticiado que a Spinumviva, empresa detida pela sua mulher e filhos, recebe uma avença mensal de 4.500 euros do grupo Solverde.

Pouco depois, o PCP anunciou que iria apresentar uma moção de censura ao Governo – texto que já foi conhecido no domingo – defendendo que “não está em condições de responder aos problemas” de Portugal e “não merece confiança”, mas sim censura.

O secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, disse que não iria viabilizar a moção de censura do PCP, considerando que os comunistas tinham “mordido o isco lançado pelo Governo”, mas afirmou que, se o Governo apresentar uma moção de confiança, o PS a chumbaria, frisando que não tem confiança no executivo de Luís Montenegro.

Depois destas declarações, o ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, disse que, caso a moção de censura anunciada pelo PCP seja rejeitada no parlamento, “não há uma justificação” para o Governo apresentar uma moção de confiança.

Já no domingo, o Livre pediu uma audiência ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, por considerar que está em causa o regular funcionamento das instituições, com um “Governo que não está nem morto, nem vivo”.

 

Com Agência Lusa.

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