Euro2020. Bem-vindos ao grupo da morte. Palavra aos selecionadores

Europeu de 2020 de futebol. Bem-vindos ao grupo da morte (sorteio ditou Portugal, França e Alemanha no mesmo grupo): as declarações dos selecionadores. 

Fernando Santos:

« Ninguém desejava estas equipas. Portugal não desejava, mas também Alemanha e França não desejavam Portugal. Do terceiro pote, ninguém queria Portugal. Foi o sorteio. Juntou dois favoritos e um candidato. Vamos preparar bem o torneio, vamos ver o que vai dar e lembrar que ainda há uma quarta equipa, que não sabemos quem será », afirmou Fernando Santos.

Fernando Santos afirmou que Alemanha e França eram as equipas indesejadas no sorteio mas lembrou que Portugal é uma seleção « difícil de vencer ».

Didier Deschamps:

Já Didier Deschamps, selecionador que perdeu o Euro2016 em casa para Portugal, espera uma França pronta o quanto antes.

« Este é o grupo mais difícil, mas temos de aceitá-lo, é como é. Será exigido que a seleção francesa esteja pronta o quanto antes. É um grupo difícil, em teoria, devido à qualidade dos adversários e dos seus últimos resultados », disse o selecionador francês.

Deschamps mostrou-se ainda desagradado por só saber o último adversário do grupo em março.

Joachim Löw

Quanto a Joachim Löw, selecionador alemão, também comentou o sorteio. O técnico sublinhou que preferia ter outros adversários mas quer passar da fase de grupos.

« Este é o grupo da morte. Os jogos em Munique serão uma festa, haverá muitas expetativas de vencer e seguir em frente. Para a nossa jovem equipa, este será um grande desafio mas também algo que motiva muito. É esta a recompensa por termos vencido o nosso grupo de qualificação », atirou.

 

Benfica segura liderança com goleada ao Marítimo e ‘hat-trick’ de Vinicius

O campeão Benfica segurou hoje a liderança da I Liga de futebol, ao golear o Marítimo, por 4-0, em jogo da 12ª jornada, disputado no Estádio da Luz e com um ‘hat-trick’ de Carlos Vinicius.

O avançado brasileiro marcou aos 17, 31 e 55 minutos, já depois de Pizzi ter inaugurado o marcador, aos oito, num jogo em que o médio benfiquista Gabriel foi expulso, por acumulação de amarelos, aos 60.

Os ‘encarnados’ lideram o campeonato com 33 pontos, mais cinco do que o FC Porto, que na segunda-feira recebe o Paços de Ferreira, enquanto o Marítimo, que estreou o treinador José Gomes, é 14.º classificado, com 11.

 

Jogos e Resultados da 12ª jornada da I Liga de futebol (horas de Paris):

 

– Sexta-feira, 29 nov:

Santa Clara – Boavista, 1-2 (0-2 ao intervalo)

 

– Sábado, 30 nov:

Moreirense – Desportivo das Aves, 3-2 (2-1)

Benfica – Marítimo, 4-0 (3-0)

Portimonense – Famalicão, 21:30

 

– Domingo, 01 dez:

Tondela – Belenenses, 16:00

Vitória de Setúbal – Vitória de Guimarães, 18:30

Gil Vicente – Sporting, 21:00

 

– Segunda-feira, 02 dez:

Sporting de Braga – Rio Ave, 19:45

FC Porto – Paços de Ferreira, 21:45

 

Alfa/Lusa.

 

 

O que leva os jovens a usarem tantas vezes a expressão « tipo »

Impulso provocado pelas redes sociais e pobreza lexical, segundo especialistas contactados pela Lusa, explicam o uso errado do substantivo masculino « tipo » nos diálogos informais entre os jovens portugueses, uma moda que chegou também já à banda desenhada.

 

 

Uma consulta ao dicionário eletrónico Priberam comprova-o, sendo descrito como « informal » na sua 16.ª definição da palavra, bem como figura em dois diálogos no último álbum da banda desenhada do Astérix « A filha de Vercingétorix ».

« Estou tipo atrasado », « vou para as aulas tipo à tarde » ou « a professora disse tipo ‘calem-se' », são exemplos de frases que vão sendo cada vez mais ouvidas nas conversas entre juvenis.

A Lusa foi à procura de explicações para o uso de uma palavra que ameaça, pela longevidade, tornar-se na bengala linguística mais utilizada pelos jovens portugueses e que começa a fazer-se ouvir, também, na geração acima.

Ana Maria Brito, professora de linguística da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, explicou que a « expressão ‘tipo’ está muito vulgarizada nas camadas juvenis e que, provavelmente, surgiu da expressão ‘tipo de’ que, a pouco e pouco, perdeu as proposições ».

« Está a tornar-se num bordão da fala, mais do que outros, como o ‘pronto’ ou o ‘pois’, transformando-se num marcador discursivo », acrescentou a docente, sustentando que em termos de oralidade « são precisos bordões e marcadores discursivos para estruturar o pensamento ».

Admitindo tratar-se de uma « moda », o facto de « não ouvir » esse linguajar em contexto de aula prova que os estudantes « são capazes de mudar o ‘chip’ e deixar de o dizer quando querem », argumentou Ana Maria Brito.

Sobre o facto de a expressão começar a ser utilizada pela geração acima « também não constitui problema », explicando-o pelo facto de estes « quererem aproximar-se dos filhos para que estes percebam que acompanham determinadas modas e, inconscientemente, adotam variados tiques, o que não significa que seja para ficar ».

« O português está em grande mudança, impulsionado pela globalização », disse a docente, que se afirmou « mais preocupada com uma certa pobreza lexical dos jovens e o uso de certos estrangeirismos desnecessários ».

José Manuel Resende, professor de Sociologia na Universidade de Évora, traz um novo olhar sobre o uso da expressão, apontando-a a « um empobrecimento do uso da língua, tanto nas formas de escrever como de falar, fruto da aceleração do tempo impulsionado pelas redes sociais, o que obriga a uma economia da linguagem para comunicar ».

Em declarações à Lusa, o docente explicou que em termos comportamentais « usar a linguagem como a expressão associada à corporalidade é um elemento de identificação de uns em relação aos outros »

« Não consigo avaliar se há alguma variabilidade conforme o grau de instrução, mas sei de sobrinhos e sobrinhas que usam o ‘tipo’ com os familiares num contexto de efervescência cerimonial, como um ritual identificativo, quando a mensagem tem de ser aceleradamente transmitida », contou.

Para Conceição Pereira, professora de 11.º ano de História na Escola Secundária de Gondomar, a expressão « continua a ouvir-se em contexto de aula, mas já começa a passar de moda », revelando que escuta a verbalização « há cerca de cinco ou seis anos » e que são os alunos « mais jovens que mais a usam ».

« Ao nível do voluntariado, trabalho com miúdos de 11, 12 anos e o recurso à palavra ‘tipo’ é uma constante », disse, admitindo haver alunos que não recorram à bengala « se em casa tiverem um ambiente sociocultural de um nível um bocadinho acima, em que essa linguagem não entre ou os pais chamem a atenção ».

Recém-chegado ao ensino superior, Francisco Dolgner, de 18 anos e no 1.º ano do Curso de Engenharia de Minas e Geoambiente da Faculdade de Engenharia da UP, confessou à Lusa que usa a palavra « desde o 5.º ano ».

« Não sei como começou, mas acho que colou ao ouvir os outros falar », disse, explicando que em contexto de aula « quando algum(a) professor(a) faz uma pergunta que exige uma resposta mais elabora, em 90% das vezes esta começa com o recurso à palavra ‘tipo' ».

E acrescentou: « Mesmo na sala de aula, num contexto mais informal, acabo por usar o ‘tipo’, mas em orais faz-se um esforço para não o usar, o que não quer dizer que não surja uma vez por outra ».

 

 

Alfa/Lusa.

Euro2020. Portugal integrado no grupo F, juntamente com França e Alemanha

A seleção portuguesa de futebol, detentora do título, ficou hoje inserida no grupo F do Campeonato Europeu de 2020, juntamente com Alemanha, França, campeã mundial, e uma seleção vinda do ‘play-off’, ditou o sorteio realizado em Bucareste.

A última seleção a integrar o grupo será conhecida no dia 31 de março de 2020, a sair do lote entre Islândia, Roménia, Bulgária e Hungria, sendo que, caso seja a Roménia a vencedora, esta será integrada no grupo C.

 

 

 

GRUPO A: Turquia, Itália, País de Gales e Suíça

GRUPO B: Dinamarca, Finlândia, Bélgica e Rússia

GRUPO C: Holanda, Áustria, Ucrânia e vencedor do play-off D

GRUPO D: Inglaterra, Croácia, República Checa e vencedor do play-off C

GRUPO E: Espanha, Suécia, Polónia e vencedor do play-off B

GRUPO F: França, PORTUGAL, Alemanha e vencedor do play-off A

 

Play-offs (26-31 de março de 2020):

Play-off A: Islândia, Bulgária, Hungria e Roménia

Play-off B: Bósnia Herzegovina, Eslováquia, República da Irlanda e Irlanda do Norte

Play-off C: Escócia, Noruega, Sérvia e Israel

Play-off D: Geórgia, Macedónia do Norte, Kosovo e Bielorrússia

 

Alfa/Lusa.

Petição sobre o ensino do português como língua materna

No dia que marca o aniversário da morte do poeta Fernando Pessoa, lança-se uma petição que tem como objetivo o ressurgimento do ensino de português como língua materna junto das crianças e jovens portugueses e lusodescendentes residentes no estrangeiro.

A petição “Português para Todos – Pelo direito das nossas crianças e jovens a um Ensino de Português no Estrangeiro de qualidade e gratuito” será lançada no sábado dia 30 de novembro de 2019, às 16h locais, no Square Fernando Pessoa, em Bruxelas.

Os subscritores da petição “Português para Todos” consideram que as decisões políticas que foram e estão a ser tomadas têm progressivamente levado à extinção do ensino de português como língua materna para os filhos e descendentes de emigrantes. Por este e outros motivos devidamente explicitados na petição, os peticionários irão solicitar à Assembleia da República, caso conseguirem o número de assinaturas necessárias, as seguintes alterações:

  • A adoção de políticas para o ensino de português no estrangeiro nos ensinos básico e secundário que saibam distinguir as políticas de língua e educação num contexto da internacionalização, nomeadamente o ensino de português como língua estrangeira, das políticas de língua e educação destinadas às Comunidades Portuguesas, mais precisamente, o ensino de português como língua materna;
  • A mudança da tutela do Ensino de Português no Estrangeiro, vertente de língua materna, do Ministério dos Negócios Estrangeiros para o Ministério da Educação;
  • revogação da propina (taxa de inscrição) para todos os jovens portugueses e lusodescendentes que frequentem ou venham a frequentar o EPE;
  • A expansão da Rede do EPE, vertente de língua materna, para jovens portugueses e lusodescendentes, dentro e fora da Europa.

Esta é uma matéria que toca diretamente cada uma e cada um dos 5 milhões de portugueses que vivem fora do país, mas também os 10 milhões de portugueses que vivem em Portugal, razão pela qual subescreveram e/ou apoiaram a petição, até à data de hoje, membros ativos nas Comunidades Portuguesas e demais apoiantes residentes em Portugal, entre os quais: conselheiras e conselheiros das comunidades portuguesas eleitos dentro e fora da Europa, dirigentes de associações de pais e demais associações portuguesas no estrangeiro, professores e alunos da rede oficial do ensino de português no estrangeiro, dirigentes de sindicatos, professores universitários residentes em Portugal, autarcas e deputados portugueses eleitos dentro e fora de Portugal e ex-candidatos à Assembleia da República pelos círculos da Emigração.

Se quiser apoiar esta iniciativa, poderá contribuir assinando a petição clicando aqui.

Para visitar a página internet da petição, clique aqui.

Contacto: comunidades.portuguesparatodos@gmail.com / +32 486 36 12 00 (Pedro Rupio)

Esta informação foi-nos enviada por Pedro Rupio, Conselheiro da Comunidades, 36 anos, residente na Bélgica – http://www.pedrorupio.pt/content/pedro-rupio-conselheiro-efetivo 

Franceses continuam a ser os que mais compram casas em Lisboa

« 343,9 milhões de euros foi o valor investido por estrangeiros na compra de casa em Lisboa, nos primeiros seis meses de 2019, cerca de um terço do total de €1,02 mil milhões registado pela Confidencial Imobiliário. No conjunto do ano passado, a procura de habitação por estrangeiros atingiu os €694,3 milhões » – informa o Expresso na sua edição deste sábado.

Confira os números aqui:

NACIONALIDADES QUE MAIS COMPRAM EM LISBOA

Quota de mercado e preço médio da compra no 1º semestre de 2019

França/tensão social. Previstas grandes dificuldades para circular a partir do dia 5

Tensão social de regresso a França com greves e manifestações a partir de cinco de dezembro. Franceses e Governo prevêem dificuldades complicadas. Volte a ouvir aqui a última crónica de Daniel Ribeiro:

 

Emigração de médicos portugueses volta a disparar

Êxodo na Saúde – um trabalho do Expresso, por VERA LÚCIA ARREIGOSO. O ano deverá terminar com quase 400 pedidos para exercer no estrangeiro. A fuga de especialistas do SNS só foi maior em 2015

Mais médicos portugueses estão a emigrar

(Um artigo para ler na íntegra e na verão original, com mais fotos e entrevistas em expresso.pt, semanário versão digital ou na versão impressa do jornal)

 Precisamos recuar até aos anos da crise em Portugal para somar tantos médicos a caminho de sistemas de saúde estrangeiros. Até ao final do ano, os pedidos de certificados para exercer medicina fora do país deverão ficar perto de 400, pouco menos do que o recorde de 475 registado em 2015. As razões de quem sai são variadas, mas há uma comum a todos: a degradação das condições de trabalho no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O prognóstico da emigração médica poderá vir até a ser o mais negativo de sempre. Entre janeiro e agosto deste ano, e sem incluir os dados da região Norte — solicitados e sem resposta —, tinham chegado à Ordem dos Médicos (OM) 253 pedidos, 230 só na delegação Sul. A manter-se a média mensal de 32 solicitações, 2019 terminará com 381 saídas, a que se juntarão outras no Norte, com um número expressivo de profissionais. Contas feitas, não será difícil ultrapassar o valor mais elevado de sempre, as 475 saídas em 2015.

As opções para trabalhar fora do país não faltam e vão ser ainda mais. A Comissão Europeia estima que no próximo ano a Europa terá uma carência de 230 mil médicos. Ou seja, 13,5% das necessidades assistenciais dos europeus estarão por assegurar. Por exemplo, o atual primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, já prometeu contratar seis mil médicos em 2020 caso seja reeleito. Entre os candidatos vão estar muitos portugueses, pois o Reino Unido tem sido um dos seus destinos de eleição.

(…)

Entre os clínicos que informaram a Ordem sobre o local de destino, surgem outros países da União Europeia, como Alemanha, Irlanda, França ou Bélgica; mas também Suíça, Brasil, EUA, Canadá, Austrália ou até Suazilândia. Outro dado novo é que a emigração inclui agora profissionais em todas as fases da carreira, incluindo seniores com décadas de SNS.

(…)

O expresso relata vários casos e as razões da escolha da emigração são sobretudo ligadas aos ritmos de trabalho e ao nível do salários. É o caso do médico Alberto de Sousa, que se instalou em França:

« Com 35 anos e especialista em medicina geral e familiar, Alberto de Sousa está em França desde 2015. Trabalhou num centro de saúde na área de Viseu depois de especializar-se e durante mais de um ano esperou para entrar no SNS. Acabou por ser levado para o estrangeiro. “Em França já tinha um contrato — há hospitais públicos a contratar empresas para recrutarem especialistas — e em Portugal ainda nem sequer tinha aberto o concurso.”

“Com o ritmo de trabalho que tinha em Portugal não iria chegar com saúde aos 65 anos: racionar exames, fazer consultas de 15 minutos, não ter carreira, assumir uma lista de 1900 doentes e pedir uma consulta de outra especialidade e ter de esperar meses. Em França, decido quantos dias por semana quero trabalhar e em diferentes estruturas, no caso em regime livre como médico de família e a coordenar cinco lares da comunidade intermunicipal”, explica.

O salário também é outro. “Um médico ganha dois mil euros líquidos no início da carreira numa área urbana e cinco mil numa região carenciada, tendo isenção fiscal durante cinco anos. Em regime livre, como aqui funciona a medicina geral e familiar, trabalham-se quatro dias, veem-se 30 doentes e a remuneração ronda sete mil euros líquidos.” O médico conhece colegas portugueses em todo o mundo e muitos em França, como uma antiga diretora de anestesiologia da Maternidade Alfredo da Costa, Lisboa. “É grave quando também saem seniores.”

Continue a ler em expresso.pt, semanário versão digital)

«Sou fã da língua de Camões» João Correia dos GNTK em entrevista na Rádio Alfa

GNTK é o nome do projeto que nos envereda por uma viagem musical de sons Pop, Hip Hop ou ainda Rnb. O primeiro trabalho vai estar em destaque no programa Back Stage da Rádio Alfa.

João Correia e Diogo Fernandes são os mentores desta banda de Vieira de Leiria que nos últimos anos  tem lançado uma série de temas com letras impactantes e destinadas à consciencialização dos problemas que afectam a sociedade em que nos movemos.

Há as verdades duras e cruas, mas também há o amor como fonte inesgotável de inspiração e que acaba sempre por tocar alguém em determinado momento da sua vida.

Seja em jeito de denúncia, de perda ou de celebração, será sempre em português.

 

 

Outubro de 2017 deixou marcas nas terras de Portugal e nas mentes das pessoas, os incêndios que devastaram o pinhal de Leiria tocaram de perto os membros dos GNTK, houve medo, houve desespero, e, para João Correia, houve também a necessidade de passar para o papel e para a música o trauma que ficou.

 

 

Adamastor é um grito de revolta, e é, também, humildemente, a vontade de dar voz a todos aqueles que outras vozes tentam calar.

 

Quer conhecer melhor os GNTK ? Então não perca a entrevista a João Correia no programa Back Stage com Ester de Sousa.

Para ouvir este sábado 30 de Novembro a partir das 15 horas (14 h em Portugal) na Rádio Alfa.

« Municipais » francesas, cultura e solidariedade no Passagem de Nível de domingo, 01/12

« Passagem de nível » na Rádio Alfa.

Domingo, 1 de Dezembro 2019. Entre as 12h00 e as 13h30

Alguns dos temas:

-« Municipais » Março 2020: o lusodescendente João Martins Pereira é o cabeça da lista Ecologique et Solidaire (PS, PCF, Générations) em Charenton-le-Pont (94)

-Lançada a Campanha de Natal da Santa Casa da Misericórdia de Paris para recolher géneros alimentícios e de higiene

-Téléthon 2019: a Association Hirond’ailles e a Radio Alfa organizam o Lusotopithon entre as 21h dia 6 de Dez até às 11h do dia 7 de Dez, nas instalações da Radio Alfa
Convidadas:
Suzette Fernandes, Associação Hirond’ailles
@Nathalie Afonso, artista plástica

-Da Hora, é o titulo do mais recente CD de Vitor Meirelles, autor, compositor e interprete brasileiro

Apresentação e coordenação: Artur Silva