Incêndio na Notre-Dame extinto, 14 horas depois

Mais de 14 horas depois, incêndio na Notre-Dame está extinto

O incêndio deflagrou esta segunda-feira pouco depois das 18h30 e devastou grande parte da Catedral.

No entanto, segundo as autoridades, a estrutura e as duas torres principais estão sólidas.

O grande pináculo das traseiras da Catedral desabou em chamas.

Desconhecem-se as causas do fogo, mas foi aberto um inquérito. Para já, aponta-se para um acidente. Parte do templo estava em obras.

Presidente Emmanuel Macron prometeu uma reconstrução rápida do monumento.

Notre-Dame: Fogo na catedral « sob controlo » e « parcialmente extinto »

O incêndio que devastou a catedral de Notre-Dame, em Paris, na segunda-feira, está « parcialmente extinto », anunciou hoje a brigada de bombeiros da capital francesa, após várias horas de combate às chamas.

« O fogo está completamente sob controlo. Está parcialmente extinto, há ainda incêndios residuais para extinguir », explicou o tenente-coronel Gabriel Plus, porta-voz do Corpo de Bombeiros de Paris.

O incêndio na catedral de Notre-Dame, um dos edifícios icónicos de Paris e da arte gótica, começou na segunda-feira, cerca das 18:50 (17:50 em Lisboa).

Os bombeiros anunciaram já que a estrutura está “preservada na sua globalidade”, com o combate às chamas a envolver centenas de efetivos.

A Procuradoria de Paris disse que os investigadores estavam a considerar o incêndio como um acidente.

No local, o Presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou que o pior tinha sido evitado e prometeu que a catedral do século XII será reconstruída.

A tragédia de Notre-Dame gerou mensagens de pesar e de solidariedade de chefes de Estado e de Governo de vários países, incluindo Portugal, bem como do Vaticano e da ONU.

« Majestoso e sublime edifício », como escreveu em 1831 o escritor francês Victor Hugo no seu romance “Notre-Dame de Paris”, a catedral foi construída em 1163 e iniciou a função religiosa em 1182.

 

Alfa/Lusa

Em carne viva. “Todos chorámos”

“Todos chorámos”. Incêndio da Catedral Notre-Dame emociona Paris e o mundo. Quando o grande pináculo das traseiras da Catedral se desmoronou, em chamas, ouviu-se um clamor de dor no centro da capital francesa. “Ó!… Não!”, exclamaram em coro milhares de pessoas, turistas e franceses, que assistiam, incrédulas, ao terrível incêndio. Horas depois, a “maire” de Paris, Anne Hidalgo, que tinha estado antes com o PR Emmanuel Macron, disse: “Todos chorámos”. O monumento ficou em carne viva

Alfa/Expresso. Por Daniel Ribeiro (adaptado)

Às 23 horas desta segunda-feira, cerca de 4h30 depois do início do incêndio, este já estava em vias de ser controlado, mas ainda se ouviam cânticos religiosos nas ruas de Paris.

A igrejas tocaram os sinos e os católicos rezaram e cantaram por Notre-Dame, a simbólica Catedral e monumento que, certamente por ser de entrada gratuita (só o seu rico museu, no interior, era de entrada paga), é o mais visitado de França e que ficou quase completamente devastada.

As causas do incêndio ainda não eram conhecidas a essa hora e apontava-se para um acidente, talvez ligado às obras de restauro na nave central, que estavam em curso. Só dentro de algum tempo se saberá exatamente o que provocou a tragédia.

Toda a gente se emocionou, das milhares de pessoas que encheram pontes, ruas e praças nos arredores da Ilha da Cité (onde está a Catedral), aos políticos, governantes, polícias e bombeiros.

O próprio Presidente Emmanuel Macron (que adiou a sua prevista comunicação ao país para tentar resolver a dura crise dos “coletes amarelos”) estava visivelmente comovido quando se referiu, às 23h30, à Notre-Dame como o “epicentro” da vida francesa. O chefe de Estado prometeu a reconstrução rápida do templo.

Enquanto ele falava, os bombeiros (foram mobilizados 400 para combater as chamas) ainda estavam em ação e multidões continuavam presentes nos arredores do Chatelet, das praças do Hotel de Ville e de Saint-Michel. Turistas estrangeiros e franceses continuavam a fotografar e a filmar – e muitos deles choravam.

Desde o fim da tarde, mesmo jornalistas não conseguiram reter as lágrimas enquanto entrevistavam pessoas destroçadas, a rezar, ou quando encaravam alguns fiéis a chorar e a tremer, em choque, quase em transe.

Muitos dos que assistiram, no local, à destruição quase total do interior da Catedral e observaram a nuvem de fumo e de cinza que cobriu a zona mais central de Paris, eram estrangeiros.

Todo o mundo chorou por Notre-Dame. Macron e Hidalgo receberam aliás mensagens calorosas de todo o lado.

Mas o que este repórter nunca esquecerá é o sofrido clamor que ouviu nesta segunda-feira quando o pináculo das traseiras caiu. “Ó!… Não!”.

Foi um grito doloroso e espontâneo que parecia vir de uma multidão com uma só alma. A Catedral de Notre-Dame, que nesta segunda-feira ficou quase completamente destruída, é um tesouro da humanidade, muito mais do que um símbolo da fé ou de Paris. O que aconteceu foi um drama para o mundo inteiro.

O BEIJO ENTRE MESSI E RONALDO NA FRANCE FOOTBALL

É uma imagem que ameaça fazer furor nas redes sociais. A edição desta semana da France Football apresenta um desenho de um beijo entre Cristiano Ronaldo e o Lionel Messi.

Uma imagem que pretende recriar o célebre beijo entre os líderes comunistas Leonidas Brejnev (União Soviética ) e Erich Honecker (República Democrática Alemã) em 1979. A fotografia ficou célebre e originou um mural em 1989, aquando da queda do muro de Berlim.

A ilustração surge associada à seguinte pergunta: «Crisitano Ronaldo ou Messi? Escolha um lado». A publicação gaulesa reuniu um painel de antigos internacionais que esgrimiram argumentos a favor de Ronaldo e Messi.

 

 

Alfa/ABola.pt

Incêndio na Catedral Notre-Dame de Paris. “Uma dor que nos trespassa o olhar” – PR Marcelo

O incêndio continuava às 19h28 locais. Foi declarado pouco mais de meia hora antes. E era violento. Primeias fotos do grave incêndio. A Catedral estava em obras. Desconhecem-se as causas do incêndio. Devido ao incêndio, Presidente Emmanuel Macron adia comunicação ao país, prevista para as 20 horas, sobre a crise dos « coletes amarelos ». Às 20 horas locais o incêndio continuava, gravíssimo, e os bombeiros não conseguiam intervir. « Catástrofe, a esta hora (20h21 locais), não sabemos onde vai parar o fogo », diz Hermano Sanches Ruivo, autarca em Paris. Às 20h30, bombeiros no interior da Catedral para tentar salvar obras de arte. Às 21h09 locais, mensagem do PR português:

“Uma dor que nos trespassa o olhar”: Marcelo escreve a Macron

Marcelo enviou mensagem a Macron:

“Caro Presidente Macron, meu Amigo:

Uma dor que nos trespassa o olhar e logo nos marca a alma, Paris sempre Paris ferida na sua Catedral em chamas, um símbolo maior do imaginário coletivo a arder, uma tragédia francesa, europeia e mundial.

De Lisboa um abraço sentido,
Marcelo Rebelo de Sousa”.

“Hoje à noite, todos os parisienses choram”.

O tom geral é de pesar e tristeza. “Hoje à noite, todos os parisienses choram”, escreveu no Twitter a presidente da Câmara de Paris, Anne Hidalgo.

 

Rali Dakar troca América do Sul pela Arábia Saudita em 2020

O Rali Dakar, a prova rainha de todo-o-terreno mundial, vai realizar-se na Arábia Saudita em 2020, deixando a América do Sul ao fim de 10 anos, anunciou hoje a organização.

 

 

“Depois de 30 anos a descobrir África e de 10 anos maravilhado com as paisagens sul-americanas, o maior rali do mundo vai escrever um novo capítulo nos profundos e misteriosos desertos do Médio Oriente, na Arábia Saudita”, indica o comunicado da ASO, adiantando que o acordo assinado é válido por cinco anos.

A prova foi criada em 1978 sob a designação Paris-Dakar, disputada entre a capital francesa e senegalesa, e teve várias alterações ao longo do tempo, como a partida de Lisboa em 2006 e 2007, antes de se mudar para a América do Sul, por razões de segurança, relacionadas com o fenómeno do terrorismo, que levaram ao cancelamento da edição de 2008.

De 2009 a 2018, a corrida disputou-se na Argentina, Chile, Peru, Bolívia e Paraguai e em 2019 decorreu pela primeira vez apenas num país, com todas as 10 etapas (ao invés de 14) a decorrerem em solo peruano.

O novo diretor da prova, o francês David Castera, mostrou-se entusiasmado e “inspirado” pela “geografia monumental e que conduz a percursos desafiantes” do território saudita, que espera poderem enaltecer “as qualidades de desporto, navegação e superação” inerentes à prova.

“O nosso país é apaixonado por desporto e o nosso objetivo estratégico é alimentar esse apetite à medida que avançamos para realizar a nossa visão até 2030, na qual o desporto é um dos pilares”, explicou, citado em comunicado, o príncipe Abdulaziz bin Turki Al Faisal Al Saud, presidente da entidade responsável pelo desporto na Arábia Saudita.

Alfa/Lusa.

Anda tudo « doido » com « A Guerra dos Tronos ». O Expresso falou com o elenco

O vício está de volta: falámos com o elenco de “A Guerra dos Tronos”

Emilia Clarke interpreta Daenerys Targaryen e Kit Harington é Jon Snow em “A Guerra dos Tronos”

FOTO HELEN SLOAN/HOME BOX OFFICE, INC.

“A Guerra dos Tronos” tem os dias contados e a última temporada estreia-se pela primeira vez em televisão e em streaming, no Syfy e na HBO Portugal. Em tempo de despedidas, o Expresso falou com o elenco

Alfa/Expresso. Por João Miguel Salvador. (Publicado no Expresso online no dia 13, às 23h)

O tempo é de despedidas. São as últimas entrevistas sobre o maior projeto em que estiveram envolvidos na última década. E são também as últimas emoções para aqueles que acompanham “A Guerra dos Tronos” desde o início — e recordam como a série que se tornou gigante não começou com um fulgor tão grande assim. Ou que quando leram os livros há mais de 20 anos não acreditaram que fosse possível fazer-lhe justiça no pequeno ecrã. A maior parte destes acabou por render-se à série que David Benioff e D. B. Weiss desenvolveram a partir dos livros de George R.R. Martin, ganhando permissão para ir até além destes (muito por culpa do autor, que foi adiando a escrita e lançamentos de outros volumes). Com o passar dos anos e o crescimento do sucesso, a responsabilidade também aumentou e isso é algo que todo o elenco destaca ao falar com o Expresso.

Ler os guiões da última temporada “foi um alívio”, confessa John Bradley, para quem era importante que o final estivesse em linha com o todo. “Estamos com esta história há tanto tempo que queria que o final correspondesse às expectativas. Não podemos esquecer-nos de que alguns programas bons têm finais que desiludem.” Não foi o caso. “As pessoas começaram a ler os livros nos anos 1990 e agora queríamos dar um desfecho à história.”

Desafiada a descrever os últimos meses de produção de “A Guerra dos Tronos” — cujas gravações terminaram já em julho —, Hannah Murray conta que “a atmosfera nesta última temporada era completamente eletrizante e excitante”, dando depois alguns pormenores sobre o que se pode esperar destes episódios finais. “Todas as storylines vão convergir, pelo que houve muita gente no set em cada dia. Houve um grande envolvimento de grupo.” Para lá deste, também o lado individual teve a sua importância: “Há sempre mais e mais para saber sobre cada personagem”, considera John Bradley, e isso é notório se se tiver em conta um arco narrativo desta dimensão. “Havia muito para saber sobre cada um, mas agora esse desenvolvimento ao longo de uma década acabou.” O facto de não terem sabido desde o início que “A Guerra dos Tronos” teria uma duração tão grande pode até ter dado uma ajuda na construção das personagens —“Não sabíamos que teríamos tanto tempo para desenvolver algo tão complexo como esta série”, garante Emilia Clarke (Daenerys Targaryen) —, que são hoje bem diferentes do que eram na primeira temporada.

Dizer adeus a uma personagem é sempre um desafio, mas quando está em causa quase uma década de trabalho a ligação torna-se ainda maior. “É difícil deixar os personagens, parece que os estás a abandonar. Sentes que ainda existem em algum lado”, explica o ator que deu corpo a Sam (Samwell Tarly). Gwendoline Christie (que interpretou Brienne de Tarth) teve uma experiência semelhante à de Bradley. “Fazer parte de ‘A Guerra dos Tronos’ foram oito anos da minha vida. Nunca tive algo assim. Desenvolve-se uma relação muito intensa com a personagem”, expressa, e no fim houve suor e lágrimas. Literalmente. Ao Expresso, Gwendoline Christie recorda que terá chorado durante duas horas após a sua última cena, no camarim. “É um sentido de perda gigante e senti que o devia deixar sair. Tinha a necessidade de libertar-me dela e fazer o seu luto.”

Mas nem todos reagem da mesma forma e o luto da personagem parece ter sido mais simples para Hannah Murray. “Já foi há quase um ano e eu até já estava a trabalhar num filme em simultâneo. Claro que isso ajudou a seguir em frente.” Para a atriz, a quem diziam que “nunca iria estar em nada que fosse uma referência cultural tão grande como ‘Skins’”, há sempre algo no futuro, e é assim que olha para o fim de um capítulo da carreira. Não é a única e o grande protagonista da série também sabe que em determinado momento é preciso desligar. Kit Harington, que desenvolveu a série “Gunpowder” enquanto dava vida a Jon Snow, “decidiu fazer uma peça de teatro oito dias por semana, no West End. Tens de encontrar uma saída”. E essa é a questão depois de algo desta dimensão.

Para Liam Cunningham, o Ser Davos Seaworth da ficção, trata-se de um “projeto irrepetível na carreira”, pelo que só pede uma oportunidade de fazer uma série que “seja metade desta”. Segundo o ator, “é praticamente impossível voltar a reunir uma equipa como a de ‘A Guerra dos Tronos’ numa produção com esta dimensão”. Rory McCann concorda. Considera que esteve envolvido “num dos melhores programas de televisão de sempre” pelo que há mais razões para festejar do que chorar. “Podemos estar um pouco tristes, mas cumprimos com o objetivo”, expressa o ‘Cão de Caça’.

Ao contrário do que aconteceu até aqui, a última temporada de “A Guerra dos Tronos” — que “é mesmo boa”, palavra de Daenerys Targaryen — estreia-se em Portugal também em streaming, através da recém-lançada plataforma da HBO Portugal, mas isso não impede que a estreia televisiva aconteça através do canal Syfy. Desta vez, a estreia acontece mundialmente à mesma hora em simulcast com os Estados Unidos, algo que Hervé Payan, CEO da HBO Europe, já tinha garantido (também para evitar que a pirataria disponibilize o episódio antes dos meios oficiais). Ao contrário do que se chegou a julgar, os seis derradeiros capítulos vão estrear-se ao ritmo de um por semana e o final está marcado para a noite de 19 para 20 de maio. Depois disso, a versão televisiva da criação de George R.R. Martin chega ao fim. Mas já há spin-offs a caminho.

A GUERRA DOS TRONOS
De David Benioff e D.B. Weiss
Com Emilia Clarke, Kit Harington, Peter Dinklage, Lena Headey, Maisie Williams
Syfy e HBO, estreia na madrugada de amanhã para segunda-feira, 2h
(Temporada 8)

O Expresso viajou a convite do Syfy e da HBO Portugal 

Liga. Benfica bate Vitória de Setúbal (4-2) e recupera liderança

O Benfica segurou a liderança da I Liga portuguesa de futebol, em igualdade com o FC Porto, ao vencer em casa o Vitória de Setúbal, por 4-2, em jogo da 29ª jornada.

No Estádio da Luz, em Lisboa, Rafa (02 e 36 minutos), João Félix (56) e Seferovic (67), melhor marcador do campeonato, com 19 golos, fizeram os tentos do Benfica, que ainda viu Pizzi desperdiçar uma grande penalidade (29). Nuno Valente (39) e Jhonder Cádiz, de grande penalidade (88), marcaram para os sadinos.

Um dia depois de o FC Porto ter ascendido provisoriamente ao comando no sábado, ao vencer no terreno do Portimonense (3-0), o Benfica somou a quarta vitória seguida e atingiu também os 72 pontos, tendo vantagem no confronto direto com os ‘dragões’.

O Vitória de Setúbal, que vinha de dois triunfos consecutivos, caiu para o 13º lugar, com 31 pontos, menos um do que Boavista e Portimonense e quatro acima da zona de despromoção.

 

Resultados da 29ª jornada da I Liga:

– Sexta-feira, 12 abr:

Desportivo de Chaves – Belenenses, 2-2 (1-1 ao intervalo)

– Sábado, 13 abr:

Santa Clara – Moreirense, 1-1 (1-1)

Portimonense – FC Porto, 0-3 (0-1)

Desportivo das Aves – Sporting, 1-3 (1-2)

– Domingo, 14 abr:

Marítimo – Feirense, 2-0 (2-0)

Rio Ave – Vitória de Guimarães, 2-1 (1-0)

Boavista – Nacional, 1-0 (1-0)

Sporting de Braga – Tondela, 3-0 (1-0)

Benfica – Vitória de Setúbal, 4-2 (2-1)

 

Programa da 30ª jornada:

– Sexta-feira, 19 abr:

Vitória de Setúbal – Portimonense, 16:30

Tondela – Boavista, 16:30

Nacional – Sporting, 19:00

Vitória de Guimarães – Desportivo das Aves, 21:30

– Sábado, 20 abr:

Moreirense – Desportivo de Chaves, 16:30

Belenenses – Rio Ave, 16:30

Feirense – Sporting de Braga, 19:00

FC Porto – Santa Clara, 21:30

– Segunda-feira, 22 abr:

Benfica – Marítimo, 21:15

 

Alfa/Lusa.

Ligue 1. Lille ‘atropela’ Paris SG (5-1) e impede festa do título

O Lille recebeu e ‘atropelou’ autênticamente o PSG por 5-1, no jogo que encerrou a 32ª jornada do campeonato francês. José Fonte e Xeka foram titulares na equipa da casa, com Rui Fonte a ser lançado no segundo tempo.

A partida começou com um autogolo de Meunier (7’) que deu vantagem ao Lille. Bernat esteve no melhor e no pior do PSG, já que aos 11’ empatou para a equipa da capital francesa, sendo que, acabou por ser expulso, dando início ao descalabro do emblema parisiense.

Pepe (51’), Bamba (65’), Gabriel (71’) e José Fonte (84’) deram expressão à surpreendente goleada de um Lille, que não vencia o PSG desde 2012.

Com este resultado, o Lille manteve-se no segundo lugar com 64 pontos e encurtou distâncias para o líder PSG (81). Ainda não foi desta que a equipa da cidade luz festejou o seu título.

 

https://twitter.com/losclive/status/1117542088172810241

 

Resultados 32ª jornada

 

Sexta-feira

 

Dijon – Amiens, 0-0

Nantes – Lyon, 2-1;

 

Sábado

 

Marselha – Nimes, 2-1

Estrasburgo – Guingamp, 3-3

Mónaco – Reims, 0-0

Caen – Angers, 0-1;

 

Domingo

 

Montpellier – Toulouse, 2-1

Rennes – Nice, 0-0

Saint-Etienne – Bordéus, 3-0

Lille – PSG, 5-1

 

Classificação

Equipa Jogos Pontos
1.PSG 31 81
2.Lille 32 64
3.Lyon 32 56
4.Saint-Éttine 32 53
5.Marselha 32 51
6.Montpellier 32 48
7.Reims 32 48
8.Nie 32 48
9.Estrasburgo 32 44
10.Nimes 32 43
11.Rennes 32 43
12.Angers 31 41
13.Bordéus 32 38
14.Toulouse 32 35
15.Nanees 31 34
16.Mónaco 32 32
17.Amiens 32 32
18.Dijon 32 25
19.Guingamp 32 24
20.Caen 32 23

Foto: Jornal L’équipe.

Portugal perde com a França e adia apuramento para o Europeu de andebol

Portugal perdeu por 33-24 com a França, em Estrasburgo, na quarta jornada do grupo 6 de apuramento para o Europeu de andebol de 2020, numa partida em que os gauleses ‘vingaram’ a derrota sofrida em Guimarães (33-27).

Apesar da derrota, Portugal mantém intacta a hipótese de qualificação para a fase final do Europeu, que está à distância da conquista de um ponto nos dois jogos restantes no grupo, frente às seleções da Roménia e da Lituânia.

Portugal esteve na discussão do jogo durante 45 minutos, dispondo mesmo de três oportunidades para passar para o comando do marcador, mas a França teve um final demolidor, com um parcial de 10 golos marcados e apenas dois sofridos.

Depois da surpreendente derrota na quinta-feira, em Guimarães (33-27), a França, seis vezes campeã mundial, três europeia e duas olímpica, assumiu a liderança do grupo 6, com os mesmos seis pontos de Portugal.

Alfa/Lusa.