Chelsea e Arsenal disputam hoje título da Liga Europa em final londrina

Os londrinos Chelsea e Arsenal disputam hoje a final da Liga Europa de futebol, em Baku, naquela que é a terceira final europeia disputada por dois emblemas ingleses.

As duas equipas da capital britânica vão encontrar-se apenas pela segunda vez em competições europeias, depois de em 2004 o Chelsea eliminar o Arsenal nos quartos de final da ‘Champions’.

Os ‘gunners’ têm um aliciante extra, uma vez que podem garantir um lugar na Liga dos Campeões para a próxima época, algo que os ‘blues’ conseguiram ao terminarem em terceiro lugar a Liga inglesa.

A equipa de Unai Emery ostenta um único triunfo europeu, a extinta Taça das Taças, em 1993/94, mas o técnico espanhol já venceu três vezes a prova, de forma consecutiva, num ‘imparável’ Sevilha de 2014 a 2016.

Do outro lado estará o Chelsea, que ainda não perdeu na prova esta época, a primeira sob o comando do italiano Maurizio Sarri, com 11 vitórias e três empates, procurando vencer a prova pela primeira vez desde 2012/13, numa final ganha ao Benfica (2-1), a qual juntaram a uma Liga dos Campeões e duas Taças das Taças.

O Arsenal não poderá, entre outros, contar com o avançado arménio do Arsenal, que se autoexcluiu devido à tensão política existente entre o Azerbaijão e a Arménia, enquanto no Chelsea a grande dúvida é a presença de Kanté, que se lesionou.

O início do jogo está marcado para as 20:00 e será arbitrado pelo italiano Gianluca Rocchi.

Alfa/Lusa.

Os vampiros do fisco português

Os Vampiros – Alfa/Expresso; Por David Dinis, diretor-adjunto

Já lá vão 55 anos desde que Zeca Afonso escreveu e cantou « Os Vampiros », já lá vão 45 desde que nos libertámos desses. Mas em Portugal parece sobrar uma certa cultura de impunidade no Estado que nos deve levar a cantar o que Zeca cantou então.

Ontem foi « o dia em que uma operação na autoestrada expôs o Fisco ao ridículo« . Foi o dia em que o Fisco foi para a autoestrada parar quem lhe apeteceu, para cobrar o imposto de circulação a quem não tinha pago. Não foi uma operação isolada: segundo o Diário de Notícias, foi a 5ª vez que o fizeram desde 7 de maio, segundo o Correio da Manhã foram mandadas parar 4500 viaturas, para apanhar 93 portugueses em falta – mesmo que só « por um dia ou dois » de atraso. Houve quem não quisesse (ou não pudesse) pagar de imediato e tivesse ficado com o carro apreendido.

Mas à 5ª vez o caso apareceu nas televisões, fez correr tinta nos jornais. O Ministério das Finanças mandou cancelar a operação. E o Fisco mandou dizer que nem sabia como os inspetores foram para a estrada cobrar dívidas – tendo 1001 meios alternativos para o fazer. O Governo reagiu à noite, com o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais a assumir que « a operação foi desproporcionada » e mandou fazer um inquérito para“para determinar todo o enquadramento da situação”. Descansem os senhores do Fisco: « Isso não implica pedir a cabeça [dos responsáveis] – tem de se dar a oportunidade para se melhorar”, garantiu o governante.

Sim, não haverá consequências, porque para o Governo a operação teve um objetivo « benigno » e « “não é este episódio que vai retirar excelência à AT”. Os juristas garantem que foi pura e simplesmente « ilegal », Para outros, foi até « medieval ». Há 55 anos, o Zeca disse as coisas de outra forma. Tantos anos depois do 25 de abril, às vezes parece que o Estado ainda pode tudo – e não deixa nada.

« São os mordomos
Do universo todo
Senhores à força
Mandadores sem lei

Enchem as tulhas
Bebem vinho novo
Dançam a ronda
No pinhal do rei »

Costa defende que é « altura de mudar » após 15 anos da Comissão nas mãos do PPE

Costa e Macron parecem continuar em sintonia na União Europeia

Emmanuel Macron e António Costa estão no mesmo comprimento de onda e querem um presidente com experiência executiva à frente da Comissão Europeia. Foto CHRISTOPHE PETIT TESSON / EPA

Tal como defendera à chegada ao Conselho, António Costa considerou que o presidente da Comissão deve preencher o que classificou com « um requisito básico: ter uma forte experiência executiva, quer a nível nacional, quer, desejavelmente, a nível europeu »

Alfa/Lusa

O primeiro-ministro português, António Costa, defendeu esta terça-feira no Conselho Europeu, em Bruxelas, que o socialista Frans Timmermans é o melhor candidato à presidência da Comissão Europeia, até porque « chegou a altura de mudar » após 15 anos de hegemonia do PPE.
« Depois de pelo menos 15 anos consecutivos de presidentes do PPE, creio que chegou a altura de mudar », disse António Costa, no final de uma cimeira informal de chefes de Estado e de Governo da União Europeia, que marcou o arranque das negociações em torno das designações para os cargos institucionais de topo, com destaque para a presidência da Comissão, liderada nos últimos 15 anos por José Manuel Durão Barroso (2004-2014) e Jean-Claude Juncker, ambos do Partido Popular Europeu (PPE).

Admitindo que, « perante a nova realidade parlamentar », saída das eleições europeias, « é manifesto que é necessário um acordo político alargado » em torno de um candidato que possa assegurar uma maioria estável, tanto no Conselho Europeu como no Parlamento Europeu, já que PPE e Socialistas deixaram de ter uma maioria – sendo por isso necessário um acordo entre estas forças e os Liberais e eventualmente os Verdes -, Costa apontou que hoje não foram discutidos nomes, apenas perfis, mas nem aí houve consenso.

Tal como defendera à chegada ao Conselho, António Costa considerou que o presidente da Comissão deve preencher o que classificou com « um requisito básico: ter uma forte experiência executiva, quer a nível nacional, quer, desejavelmente, a nível europeu », mas revelou que os chefes de Estado e de Governo do PPE relativizaram esse requisito (que o seu ‘Spitzenkandidat’, Manfred Weber, não cumpre).

« Os primeiros-ministros de uma família política não valorizaram especialmente a necessidade de haver uma experiência executiva anterior quer a nível nacional, quer a nível europeu, o que foi um bocado surpreendente, tendo em conta que, pelo menos que eu me recorde, desde o presidente Jacques Delors (1985-1995) não houve qualquer presidente da Comissão que não tivesse previamente experiência, no mínimo governamental, no seu Estado-membro de origem », observou.

António Costa sublinhou, no entanto, a vontade consensual de todos os líderes em chegarem a um acordo que permita a designação de um nome na próxima cimeira, agendada para 20 e 21 de junho, apontando que o presidente do Conselho, Donald Tusk, irá ao longo dos próximos dias e semanas desenvolver contactos bilaterais com os 28 e com os negociadores das famílias políticas com assento no Parlamento Europeu, em busca de uma solução que permita em junho ao Conselho chegar a acordo.

Esse acordo compreenderá não apenas o nome a designar para a presidência da Comissão, mas também para os três outros altos cargos institucionais da UE — presidência do Conselho Europeu (que deverá ser ocupada por alguém que seja ou já tenha sido chefe de Estado ou de Governo), presidência do Parlamento Europeu (que cabe à assembleia eleger) e Alto Representante para a Política Externa.
Reiterando que « seria muito mau se não se conseguisse chegar a uma solução em junho, com condições de ser aprovada no Parlamento Europeu », António Costa disse que o desejo de todos é que seja cumprido o « calendário normal », de modo a que a nova Comissão Europeia possa entrar em funções, como previsto, em 01 de novembro próximo.

Para tal, é necessário que o Conselho designe em junho (na cimeira de 20 e 21) o candidato a presidente da Comissão, para que em julho o novo Parlamento Europeu o possa eleger, em agosto e setembro o presidente designado forme a sua equipa de comissários, sujeita a audições e votação no Parlamento em setembro e outubro, para a entrada em funções no início de janeiro.

Liga das Nações. Rúben Neves diz que Portugal está proibido de errar e que é « perfeito » jogar em casa

O médio Rúben Neves afirmou hoje que é « perfeito » para Portugal jogar a fase final da Liga das Nações de futebol em casa e assumiu que a seleção lusa está impedida de errar, se quiser conquistar o troféu.

« É uma competição diferente do que estamos habituados. Temos todas as condições para nos podermos preparar muito bem e sabemos que não há margem de erro. É uma competição para ganhar », afirmou Rúben Neves em conferência de imprensa, minutos antes do segundo treino de Portugal na Cidade do Futebol, em Oeiras.

O médio do Wolverhampton, que tem 10 jogos pela seleção nacional, confessou que espera « brevemente » marcar o seu primeiro golo com a camisola das ‘quinas’ e considerou que Portugal pode beneficiar de jogar a Liga das Nações em casa.

« Jogar em Portugal é perfeito. Temos um excelente público e esperamos que o estádio esteja cheio para nos ajudarem a chegar ao grande objetivo », disse o jogador de 22 anos.

Apesar de ter tido uma época desgastante em Inglaterra, Rúben Neves negou qualquer tipo de desgaste e admitiu que é positivo para os jogadores que a primeira semana de trabalho seja em regime aberto, com os jogadores a terem apenas que se apresentar nos treinos.

« Isso é muito bom para nós. Estamos na fase final da época e é muito importante aproveitar o máximo de tempo com a família. Foi uma excelente escolha do selecionador e da equipa técnica. É uma grande ajuda para os jogadores. Todos temos a responsabilidade que estamos ao encargo da seleção, mesmo podendo ir a casa », referiu o jogador formado no FC Porto.

Portugal, campeão europeu em título, defronta a Suíça nas meias-finais da Liga das Nações, em 05 de junho, no Estádio do Dragão, no Porto, em jogo com início às 20:45. Um dia depois, Inglaterra e Holanda disputam a outra meia-final, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, também às 20:45.

Os vencedores disputam a final da primeira edição da Liga das Nações, em 09 de junho, no Estádio do Dragão, em encontro com início às 20:45, enquanto os vencidos decidem no mesmo dia a atribuição dos terceiro e quarto lugares, no Estádio D. Afonso Henriques, às 16:00.

Alfa/Lusa.

Mundial sub-20. Portugal perde com Argentina na segunda jornada por 2-0

Portugal perdeu hoje com a Argentina, por 2-0, em jogo da segunda jornada do Grupo F do Mundial de sub-20 de futebol, com a equipa sul-americana a garantir o apuramento para os oitavos de final.

Em Bielsko-Biala, na Polónia, Adolfo Gaich (33 minutos) e Patricio Pérez (84) marcaram os golos da seleção argentina, que passou a somar seis pontos, mais três do que Portugal, enquanto África do Sul e Coreia do Sul, que se defrontam hoje, ainda não pontuaram.

Portugal fecha a fase de grupos frente à África do Sul, na sexta-feira, com um triunfo a garantir o apuramento à ‘equipa das quinas’.

 

GRUPO F (em Bielsko-Biala e Tychy):

 

1ª Jornada:

– Sábado, 25 mai:

Portugal – Coreia do Sul, 1-0

Argentina – África do Sul, 5-2

 

2ª Jornada:

– Terça-feira, 28 mai:

Portugal – Argentina, 0-2

África do Sul – Coreia do Sul, 0-1

Classificação: J V E D GOLOS P

1. Argentina 2 2 – – 7-2 6 (+)

2. Coreia do Sul 2 1 – 1 1-1 3

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3. Portugal 2 1 – 1 1-2 3

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4. África do Sul 1 – – 1 2-5 0

Por disputar:

 

3ª Jornada:

– Sexta-feira, 31 mai:

Coreia do Sul – Argentina, 20:30

África do Sul – Portugal, 20:30

 

(+) Apurados para os oitavos de final.

Nota: Horas em Paris. Qualificam-se para os oitavos de final os dois primeiros classificados de cada um dos cinco agrupamentos e ainda os quatro melhores terceiros.

 

Alfa/Lusa.

 

Roland Garros. João Sousa eliminado na primeira ronda também em pares

O tenista português João Sousa, ao lado do argentino Leonardo Mayer, foi hoje eliminado na primeira ronda de pares de Roland Garros, segundo Grand Slam de 2019, ao perder frente ao finlandês Henri Kontinen e ao australiano John Peers.

No encontro com os oitavos cabeças de série daquela variante, Sousa e Mayer não tiveram grandes hipóteses, tendo perdido por duplo 6-4, em uma hora e 16 minutos.

João Sousa, número um nacional e 70.º colocado do ranking mundial, já tinha sido afastado na primeira ronda de singulares, na segunda-feira, ao perder frente ao espanhol Pablo Carreño Busta, 57.º da hierarquia da ATP, pelos parciais de 6-3, 6-1 e 6-2.

Alfa/Lusa.

ESCÂNDALO NO FUTEBOL ESPANHOL! VÁRIOS JOGADORES E DIRIGENTES DETIDOS POR MANIPULAÇÃO DE RESULTADOS

Os jogadores Raúl Bravo e Carlos Aranda estão entre os detidos. Presidente do Huesca também foi detido pelas autoridades espanholas.

Rebentou o escândalo no futebol espanhol. De acordo com a informação veiculada esta manhã pela ‘Servimedia’, vários jogadores foram detidos pelas autoridades por alegada manipulação de resultados no primeiro e segundo escalão do futebol espanhol para obter benefícios em apostas.

Um dos detidos, o ex-jogador do Real Madrid Raúl Bravo, seria o cabecilha desta organização criminosa, tendo ainda sido detidos Borja Fernández, do Valladolid, Ínigo López, jogador do Deportivo, Samuel Saiz, jogador do Getafe, por empréstimo do Leeds, e Carlos Aranda, ex-jogador de várias equipas da primeira divisão.

Já a agência Efe cita fonte policiais para avançar que estão a decorrer investigações sobre esta operação e que os detidos são suspeitos de organização criminosa, corrupção, branqueamento de capitais e manipulação de resultados desportivos.

Para além de jogadores, as autoridades também prenderam Agustín Lasaosa, presidente do Huesca, e Juan Carlos Galindo, chefe dos serviços médicos do clube de Navarra.

Diz o jornal ‘El Mundo’ que os detidos utilizavam os familiares diretos para fazerem as apostas. Um dos envolvidos é o pai de Carlos Aranda, jogador formado no Real Madrid.

A polícia espanhola começou esta operação desde as primeiras horas da manhã, a partir de uma denúncia que, segundo a EFE, foi apresentada em maio de 2018, sobre a manipulação de resultados num jogo, no final da última temporada desportiva.

Escreve a imprensa espanhola que o jogo que desencadeou toda esta operação foi o Sociedad Deportiva Huesca-Club Gimnàstic de Tarragona (0-1), da 41.ª jornada da temporada passada na Segunda Divisão de Espanha.

Nesse dia, escreve o jornal Marca, houve um volume anormal de apostas e de dinheiro nesse jogo, quando o resultado estava 0-0 ao intervalo. Muitos apostadores colocarem muito dinheiro na derrota do Huesca frente ao Nástic, equipa de Tarragona que estava a 29 pontos da formação de Aragão, que tinha garantido a subida à Primeira Divisão na ronda anterior. Hora e meia antes do início do jogo, começaram a surgir apostas suspeitas vindas da Ásia e também da Ucrânia.

Nesse encontro, o Nástic era quem mais queria ganhar, escreve o jornal Marca, até porque era a equipa que precisava da vitória já que lutava pela permanência. Com a derrota, o Huesca perdeu a liderança da Segunda Liga.

Diz ainda a Marca que há outros oito jogos suspeitos que estão a ser investigados, embora não sejam jogos nem da Primeira nem da Segunda Ligas espanholas.

Mas o programa ‘Espejo Público’ de Antena3 escreve que o jogo entre o Valladolid e o Valencia, da última jornada da Liga Espanhola desta época, está também sob suspeita.

Diz o mesmo programa que o ‘arranjo’ do resultado terá sido feito entre jogadores e não entre clubes. O Valencia precisava de vencer para garantir o 4.º lugar, que dá acesso à Liga dos Campeões e acabou mesmo por ganhar por 2-0.

 

https://twitter.com/EspejoPublico/status/1133309415459885056

 

Quem são os jogadores envolvidos no caso?

Raul Bravo: o antigo defesa central é tido como o cabecilha do grupo. Formado no Real Madrid, retirou-se do futebol há duas temporadas, depois de ter sido campeão da Europa em 2002 com os madrilenos. Jogou ainda no Olympiacos, Numancia,  Rayo Vallecano, Beerschot de Amberes, Córdoba.

Borja Fernandez: acaba de colocar um ponto final na carreira, aos 38 anos, depois de ajudar o Valladolid a garantir a permanência na Liga Espanhola. Este médio também foi formado no Real Madrid, jogou ainda no Getafe, Corunha, Almeria, Eibar, entre Primeira e Segunda Ligas.

Iñigo López: central de raiz, foi jogador-chave na subida do Alcorcón à Segunda Liga Espanhola. Jogou no Granada em La Liga. Atuou ainda na Grécia, no PAOK de Salónica, antes de voltar à Espanha para jogar no Celta, Córdoba, Huesca, Extremadura. Neste momento representa o Deportivo da Corunha.

Carlos Aranda: é o jogador recorde da Liga Espanhola, já que nenhum outro jogou em tantas equipas da Primeira Divisão em Espanha. Passou por oito formações: Osasuna, Zaragoza, Albacete, Sevilla, Villarreal, Levante, Granada e Numancia.

 

Alfa/Lusa/Sapodesporto.pt

Oficial. André Villas-Boas é o novo treinador do Marselha

André Villas-Boas é o novo treinador do Marselha. O treinador português assinou contrato por 2 temporadas.

A imprensa francesa fala num salário de sete milhões de euros por época, baixando significativamente o salário que auferiu no Shanghai SIPG, que rondava os 12 milhões de euros.

Ricardo Carvalho, segunda a Rádio Renascença, vai estrear-se no banco de suplentes, como adjunto de Villas-Boas. Será o primeiro cargo do antigo defesa-central, que pendurou as botas no final de 2017, no Shanghai SIPG, na altura treinado por Villas-Boas.

O Marselha terminou a última temporada no 5º lugar da Ligue 1, fora das competições europeis, dado às conquistas das taças pelo Rennes e Estrasburgo.

O treinador português, será apresentado amanhã (quarta-feira 29 de Maio) às 10h.

 

https://twitter.com/OM_Officiel/status/1133372365801443328

 

Alfa/L’équipe/RR.

Miguel Cardoso é o novo treinador do AEK Atenas

O português Miguel Cardoso vai ser o treinador do AEK Atenas nas próximas duas épocas, até 2021, anunciou hoje o clube grego na conta oficial na rede social Twitter.

O terceiro classificado do campeonato grego da temporada passada apostou no técnico luso, de 47 anos, que em março tinha deixado o Celta de Vigo, do campeonato espanhol, e se prepara para viver a terceira experiência fora de Portugal.

A época 2018/19 foi algo atribulada para Miguel Cardoso, já que a tinha iniciado nos franceses do Nantes, onde ficou até outubro, altura em que deixou a equipa na zona de despromoção.

“Este é um dia de enorme orgulho. Hoje, torno-me treinador principal do AEK Atenas e junto-me à família do clube. A união está na base deste clube e também é fundamental para mim. Contem comigo”, assinalou o técnico.

Miguel Cardoso, que vai ser apresentado na quinta-feira, é o terceiro treinador português do AEK, depois de Fernando Santos (2001/02 e 2004/06) e de José Morais (2016/17).

No clube helénico, Miguel Cardoso vai ser acompanhado por Nuno Batista, Daniel Correia, António Calado e Francisco Costa, que completam a sua equipa técnica.

O AEK tem no plantel os jogadores portugueses Hélder Lopes e André Simões.

Alfa/Lusa.

Voto de emigrantes aumentou 142%. Em Paris houve 4 vezes mais votantes

Voto de emigrantes aumentou 142%. Recenseamento automático é « muito significativo ». Em Paris, houve quatro vezes mais votos do que nas últimas eleições europeias.

O recenseamento automático dos emigrantes portugueses foi decisivo, afirma o secretário de Estado das Comunidades.

José Luís Carneiro indica que houve « um aumento de cerca de 142% da participação dos cidadãos portugueses no estrangeiro. » Trata-se de uma subida « de cinco mil para 13.000 portugueses a participar », acrescenta o governante.

« Claro que a abstenção aumentou muito significativamente, mas não nos podemos esquecer de que nós tínhamos apenas 318.000 portugueses recenseados, e passámos a ter 1.431.000 », acrescentou o secretário de Estado das Comunidades.

Espera-se agora um forte aumento da votação nas legislativas, porque os portugueses residentes no estrangeiro também poderão votar por correspondência. « Contrariamente às Europeias e às Presidenciais, em que o voto continua a ser presencial, nas eleições legislativas, há duas modalidades de voto concomitantes: a modalidade de voto por correspondência, em que os cidadãos recebem o envelope com o boletim de voto nos correios, e têm apenas de os levantar, e presencialmente, se solicitarem aos postos consulares e diplomáticos », explicou José Luís Carneiro.

Para já, salienta o governante,  « foi possível duplicar, triplicar e até quadruplicar a participação dos eleitores em vários Estados ».

« Em Paris, nós tivemos quatro vezes mais votos do que nas últimas eleições europeias », realçou o secretário de Estado.