Vitória de Guimarães vence Marítimo e isola-se no sexto lugar da I Liga

O Vitória de Guimarães isolou-se no sexto lugar da I Liga portuguesa de futebol, ao vencer em casa o Marítimo, por 1-0, em jogo da 24ª jornada.

O brasileiro Welthon marcou o único golo da partida, aos 64 minutos, permitindo aos vimaranenses isolar-se no sexto lugar, com 39 pontos, a três do Moreirense, que está no quinto lugar, que deverá dar acesso às competições europeias.

O Marítimo segue na 15ª posição, primeira acima da zona de despromoção, com 24 pontos, mais um do que Tondela, 16º e antepenúltimo.

Resultados da 24ª jornada da I Liga de futebol:

– Sexta-feira, 01 mar:

Desportivo das Aves – Boavista, 2-0 (0-0 ao intervalo)

– Sábado, 02 mar:

Nacional – Tondela, 3-2 (1-1)

Moreirense – Vitória de Setúbal, 1-1 (1-1)

FC Porto – Benfica, 1-2 (1-1)

– Domingo, 03 mar:

Desportivo de Chaves – Santa Clara, 0-0

Belenenses – Feirense, 4-0 (2-0)

Rio Ave – Sporting de Braga, 1-2 (0-0)

Sporting – Portimonense, 3-1 (2-1)

– Segunda-feira, 04 mar:

Vitória de Guimarães – Marítimo, 1-0 (0-0)

 

Programa da 25ª jornada:

– Sexta-feira, 08 mar:

Desportivo de Chaves – Rio Ave, 21:30

– Sábado, 09 mar:

Marítimo – Moreirense, 16:30

Sporting de Braga – Vitória de Guimarães, 19:00

Boavista – Sporting, 21:30

– Domingo, 10 mar:

Portimonense – Nacional, 16:00

Santa Clara – Desportivo das Aves, 16:00

Vitória de Setúbal – Tondela, 18:30

Feirense – FC Porto, 21:00

– Segunda-feira, 11 mar:

Benfica – Belenenses, 21:15

 

Alfa/Lusa.

 

Macron e a Europa. Um artigo do PR francês publicado em 28 países. Leia o texto na íntegra, em português

Macron sugere Conselho de segurança europeu “associando o Reino Unido”

Macron sugere Conselho de segurança europeu “associando o Reino Unido”

Alfa/Lusa/Presidência francesa
O Presidente francês Emmanuel Macron sugeriu hoje a formação de um “Conselho europeu de segurança interna que associe o Reino Unido”, para preparar “decisões coletivas da União Europeia (UE) na área da defesa.

Através de um artigo publicado em diversos meios de comunicação, Macron considera que a UE deverá dotar-se de um “tratado de defesa e de segurança” que definirá as obrigações dos países da UE em ligação com a NATO e os seus aliados europeus da União: “aumento das despesas militares, cláusula de defesa mútua operacional, Conselho de segurança europeu associando o Reino Unido”.

No seu artigo, o chefe do Eliseu propõe ainda um “Banco europeu do clima” para financiar a transição ecológica e ainda uma “revisão do espaço Schengen” para restabelecer “a liberdade em segurança”.

Macron preconizou em paralelo uma “polícia de fronteiras comum e um gabinete europeu de asilo, estreitas obrigações de controlo, uma solidariedade europeia com contribuição de cada país, sob autoridade de um Conselho europeu de segurança interna”.

“Nenhuma comunidade cria um sentimento de pertença se não tiver limites que a protejam”, defende Macron na sua tribuna publicada em 28 países, e que no seu país foi divulgada pelo Le Parisien e 28 títulos regionais franceses.

“A fronteira é a liberdade em segurança”, prossegue. “Devemos redefinir o espaço Schengen: todos os que pretendam participar devem cumprir as suas obrigações de responsabilidade (controlo rigoroso das fronteiras) e de solidariedade (uma mesma política de asilo, com as mesmas regras de acolhimentos e de recusa)”, acrescenta.

O espaço Schengen é uma zona de livre circulação, onde os controlos fronteiriços são abolidos em tempo normal. É atualmente integrado por 26 países, incluindo 22 membros da UE.

A França restabeleceu os controlos nas fronteiras na sequência dos atentados de 13 de novembro de 2015. Desde então têm sido sistematicamente renovados, semestralmente, uma decisão justificada pela ameaça terrorista.

Leia a versão em português do texto original do Presidente francês:

Por um Renascimento europeu

Cidadãos da Europa,

Se tomo a liberdade de dirigir-me diretamente a vós, não é tão-somente em nome da história e dos valores que nos unem. É porque a situação é de urgência. Dentro de algumas semanas, as eleições europeias serão decisivas para o futuro do nosso continente.

Jamais desde a Segunda Guerra mundial afigurou-se tão necessária a Europa. Contudo, jamais a Europa esteve em situação tão perigosa.

O Brexit é o símbolo desse perigo. Símbolo da crise da Europa, que não soube atender as necessidades de proteção dos povos face aos grandes choques do mundo contemporâneo. Símbolo, também, da armadilha europeia. Não é a pertença à União europeia a armadilha; são a mentira e a irresponsabilidade que a podem destruir. Quem disse a verdade aos Britânicos sobre o seu futuro após o Brexit? Que lhes falou da perda do acesso ao mercado europeu? Quem evocou os riscos para a paz na Irlanda com a volta à fronteira do passado? O recuo nacionalista nada propõe; apenas rejeita, não projeta. E esta armadilha ameaça toda a Europa: os exploradores da ira, sustentados pelas falsas informações, prometem mundos e fundos.

Face a essas manipulações, devemos manter-nos em pé. Orgulhosos e lúcidos. Dizer antes de mais o que é a Europa. É um sucesso histórico: a reconciliação de um continente devastado, num projeto inédito de paz, de prosperidade e de liberdade. Jamais o esqueçamos. E esse projeto continua a nos proteger hoje : que país pode enfrentar, sozinho, as estratégias agressivas de grandes potências? Quem pode almejar ser soberano, sozinho, perante os gigantes do setor digital? Como resistiríamos às crises do capitalismo financeiro sem o euro, que é uma força para toda a União? A Europa significa também milhares de projetos do quotidiano que transformaram a face dos nossos territórios, este liceu renovado, aquela estrada construída, o acesso rápido à Internet a chegar, por fim. Este combate exige um compromisso a cada dia, pois a Europa e a paz não são dados adquiridos. Em nome da França, travo este combate sem descanso para fazer progredir a Europa e defender o seu modelo. Mostrámos que aquilo que era considerado inalcançável, a criação de uma defesa europeia ou a proteção dos direitos sociais, era possível.

Mas é preciso fazer mais, mais depressa. Pois existe a outra armadilha, a do status quo e da resignação. Perante os grandes choques do mundo, os cidadãos tantas vezes nos dizem: “Onde está a Europa? O que faz a Europa?”. Para eles, ela se transformou num mercado sem alma. Ora, a Europa não é meramente um mercado, é um projeto. Um mercado é útil, mas não deve fazer esquecer a necessidade de fronteiras que protegem e de valores que unem. Os nacionalistas enganam-se quando afirmam defender a nossa identidade com o recuo da Europa; pois é a civilização europeia que nos reúne, nos liberta e nos protege. Contudo, aqueles que não querem que nada mude também se enganam, pois negam os temores que os nossos povos sentem, as dúvidas que solapam as nossas democracias. Estamos a viver um momento decisivo para o nosso continente; um momento em que, coletivamente, devemos reinventar política e culturalmente as formas da nossa civilização num mundo em transformação. Chegou a hora do Renascimento europeu. Por isso, resistindo às tentações do recuo e das divisões, proponho-vos construirmos junto este Renascimento em torno de três ambições: a liberdade, a proteção e o progresso.

Defender a nossa liberdade

O modelo europeu assenta na liberdade humana, na diversidade das opiniões, da criação. A nossa liberdade primeira é a liberdade democrática, a de escolher os nossos dirigentes apesar de potências estrangeiras procurarem, a cada eleição, influenciar os nossos votos. Proponho a criação de uma Agência europeia de proteção das democracias que providenciará peritos europeus para cada Estado membro para proteger o seu processo eleitoral contra os ciberataques e as manipulações. Neste espírito de independência, também devemos proibir o financiamento dos partidos políticos europeus por potências estrangeiras. Devemos banir da Internet, com regras europeias, todos os discursos de ódio e de violência, pois o respeito pelo indivíduo é o alicerce da nossa civilização de dignidade.

Proteger o nosso continente

Fundada com base na reconciliação interna, a União europeia esqueceu-se de olhar para as realidades do mundo. Nenhuma comunidade é capaz de suscitar um sentimento de pertença se não possuir limites que ela protege. A fronteira representa a liberdade com segurança. Logo, devemos repensar o espaço Schengen : todos os que querem ser parte desse espaço devem cumprir obrigações de responsabilidade (controlo rigoroso das fronteiras) e de solidariedade (a mesma política de asilo, com as mesmas regras de acolhimento e de recusa). Uma polícia de fronteiras comum e um serviço europeu de asilo, estritas obrigações de controlo, uma solidariedade europeia para a qual contribui cada país, sob a autoridade de um Conselho europeu de segurança interna: acredito, face às migrações, numa Europa que protege ao mesmo tempo os seus valores e as suas fronteiras.

As mesmas exigências devem-se aplicar à defesa. Foram realizados importantes progressos nos últimos dois anos, mas precisamos de um rumo claro: um tratado de defesa e de segurança deverá definir as nossas obrigações indispensáveis, em cooperação com a OTAN e os nossos aliados europeus: aumento das despesas militares, cláusula de defesa mútua operacionalizada, Conselho de segurança europeu associando o Reino Unido para preparar as nossas decisões coletivas.

As nossas fronteiras também devem garantir uma concorrência equitativa. Que potência no mundo aceita continuar as suas trocas com quem não respeita nenhuma das suas regras? Não podemos suportar sem nada dizer. Devemos reformar a nossa política de concorrência, repensar a nossa política comercial: punir ou proibir na Europa as empresas que prejudicam os nossos interesses estratégicos e os nossos valores essenciais, como as normas ambientais, a proteção dos dados e o justo pagamento do imposto; e assumir, nas indústrias estratégicas e nos nossos concursos públicos, uma preferência europeia, tal como o fazem os nossos concorrentes americanos ou chineses.

Resgatar o espírito de progresso

A Europa não é uma potência de segunda categoria. A Europa toda é uma vanguarda: sempre soube definir as normas do progresso. Por isso, ela deve propugnar um projeto de convergência mais do que de concorrência: a Europa, onde foi criada a segurança social, deve construir para cada trabalhador, de Leste a Oeste e de Norte a Sul, um escudo social que garanta a mesma remuneração no mesmo local de trabalho e um salário mínimo europeu, adaptado a cada país e discutido coletivamente a cada ano.

Resgatar o progresso significa também liderar o combate ecológico. Como poderemos encarar os nossos filhos se não reduzirmos também a nossa dívida climática? A União europeia deve determinar a sua ambição – 0 carbono em 2050, reduzir pela metade os pesticidas em 2025 – e adaptar as suas políticas a essa exigência: um Banco europeu do clima para financiar a transição ecológica; uma força sanitária europeia para reforçar os controlos dos nossos alimentos; contra a ameaça dos lobbies, uma avaliação científica independente das substâncias perigosas para o ambiente e a saúde… Esse imperativo deve nortear toda a nossa ação; desde o Banco central até a Comissão europeia, desde o orçamento europeu até o plano de investimento para a Europa, todas as nossas instituições devem inserir o clima no âmago do seu mandato.

O progresso e a liberdade significam poder viver dos proventos do seu trabalho : para criar empregos, a Europa deve antecipar. Por isso é que ela deve não apenas regulamentar os gigantes do setor digital, com a criação de uma supervisão europeia das grandes plataformas (sanções aceleradas em caso de violação da concorrência, transparência dos seus algoritmos…), mas também financiar a inovação dotando o novo Conselho europeu da inovação com um orçamento comparável àquele dos Estados Unidos, para conduzir as novas ruturas tecnológicas, como a inteligência artificial.

Uma Europa que se projeta no mundo deve estar voltada para África, com a qual devemos formar um pacto de futuro. Assumindo um destino comum, apoiando o seu desenvolvimento de maneira ambiciosa e não defensiva: investimento, parcerias universitárias, educação das raparigas…

Liberdade, proteção, progresso. Devemos construir sobre esses alicerces um Renascimento europeu. Não podemos deixar os nacionalistas sem solução explorar a ira dos povos. Não podemos ser os sonâmbulos de uma Europa amolecida. Não podemos permanecer na rotina e nas proclamações. O humanismo europeu é uma exigência de ação. E por toda parte os cidadãos exigem participar na mudança. Até ao fim do ano, com os representantes das instituições europeias e dos Estados, organizemos uma Conferência para a Europa a fim de propor todas as mudanças necessárias para o nosso projeto político, sem tabu, nem mesmo a revisão dos tratados. Esta Conferência deverá associar painéis de cidadãos, auscultar os académicos, os parceiros sociais, os representantes religiosos e espirituais. Definirá um roteiro para a União europeia traduzindo em ações concretas essas grandes prioridades. Haverá divergências, mas será melhor uma Europa parada ou uma Europa que progride por vezes em ritmos diferentes, mas permanecendo aberta a todos?

Nesta Europa, os povos reassumirão verdadeiramente o controlo do seu destino; nesta Europa, o Reino Unido, tenho certeza, encontrará o seu devido lugar.

Cidadãos da Europa, o impasse do Brexit é uma lição para todos. Devemos sair dessa armadilha, e dar um sentido às eleições vindouras e ao nosso projeto. Cabe a vós decidirem se a Europa, os seus valores de progresso, devem ser mais do que um parêntese na história. Eis a escolha que vos proponho, para traçarmos juntos o caminho rumo a um Renascimento europeu.

Emmanuel Macron

Juiz adia início da instrução do ataque à academia de Alcochete

 O juiz Carlos Delca adiou o início da fase instrutória do processo do ataque à Academia do Sporting, em Alcochete, prevista começar na quarta-feira, em Lisboa, disse hoje à agência Lusa o Tribunal de Instrução Criminal do Barreiro.

O processo pertence ao Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Barreiro, mas, por razões de logística e de instalações, o juiz Carlos Delca determinou que a instrução, fase facultativa em que um juiz de instrução criminal decide se o processo segue e em que moldes para julgamento, decorra na nova sala do Campus da Justiça, no Parque das Nações, em Lisboa.

Contactado hoje pela Lusa, fonte do TIC do Barreiro indicou que a sessão de quarta-feira “ficou sem efeito”, devido ao facto de um dos advogados ter pedido o afastamento do juiz Carlos Delca, não havendo, para já, uma nova data para o início da fase de instrução, que assim fica “suspensa”.

Fonte judicial explicou à Lusa que o incidente de recusa suscitado por este advogado vai ser agora analisado e decidido pelo Tribunal da Relação de Lisboa.

Para quarta-feira estavam agendados interrogatórios a três dos arguidos.

Carlos Delca – que foi o juiz da fase de inquérito e será o juiz desta fase instrutória – tinha marcado para 13 de março, às 10:00, a audição do antigo presidente do Sporting Bruno de Carvalho e a inquirição de testemunhas por si indicadas.

A fase de instrução foi requerida por mais de uma dezena de arguidos, entre os quais o ex-presidente do Sporting e o antigo oficial de ligação aos adeptos do clube Bruno Jacinto.

Em janeiro deste ano, o TIC do Barreiro declarou a especial complexidade do processo da invasão à Academia do Sporting, pedida pelo Ministério Público, o que, consequentemente, dilatou o prazo de prisão preventiva dos arguidos.

Esta decisão teve como consequência direta o alargamento do prazo (até 21 de setembro deste ano) para que o TIC do Barreiro profira a decisão instrutória (se o processo segue para julgamento), sem que 23 dos arguidos sejam colocados em liberdade.

Os primeiros 23 detidos pela invasão à academia e consequentes agressões a técnicos, futebolistas e outros elementos da equipa ‘leonina’, ocorridas em 15 de maio do ano passado, ficaram todos sujeitos à medida de coação de prisão preventiva em 21 de maio.

Em 15 de novembro, exatamente seis meses após o ataque à academia, a procuradora Cândida Vilar (que será a procuradora do Ministério Público na fase de instrução), do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, deduziu acusação contra 44 arguidos, incluindo o ex-presidente do Sporting Bruno de Carvalho e ‘Mustafá’, líder da claque Juventude Leonina.

Dos 44 arguidos do processo, 38 mantêm-se sujeitos à medida de coação mais gravosa: a prisão preventiva. Os restantes seis arguidos estão em liberdade, incluindo Bruno de Carvalho e o líder da claque ‘Juve Leo’, que estão ambos obrigados a apresentações diárias às autoridades.

O antigo oficial de ligação aos adeptos do clube Bruno Jacinto está entre os arguidos presos preventivamente, sendo acusado da autoria moral do ataque, tal como Bruno de Carvalho e ‘Mustafá’.

Aos arguidos que participaram diretamente no ataque, o MP imputa-lhes a coautoria de crimes de terrorismo, 40 crimes de ameaça agravada, 38 crimes de sequestro, dois crimes de dano com violência, um crime de detenção de arma proibida agravado e um de introdução em lugar vedado ao público.

Bruno de Carvalho, ‘Mustafá’ e Bruno Jacinto estão acusados, como autores morais, de 40 crimes de ameaça agravada, 19 de ofensa à integridade física qualificada, 38 de sequestro, um de detenção de arma proibida e crimes que são classificados como terrorismo, não quantificados. O líder da claque Juventude Leonina está também acusado de um crime de tráfico de droga.

Vocalista dos Prodigy Keith Flint morre aos 49 anos

O vocalista da banda britânica Prodigy Keith Flint morreu hoje, aos 49 anos, segundo confirmação da polícia do Essex citada pela imprensa do Reino Unido.

Flint foi encontrado inconsciente em casa, sem que a sua morte esteja a ser tratada como suspeita, referiu um porta-voz da polícia.

Keith Flint era uma das vozes dos The Prodigy, a par de Maxim, e rosto principal do trio que se completava com Liam Howlett, adquirindo uma maior dimensão e protagonismo aquando do lançamento do disco “The Fat of the Land”, do qual foi extraído o ‘single’ “Firestarter”, cujo vídeo o tinha como figura central.

A banda, que passou por Portugal várias vezes, a última das quais no ano passado no cartaz do North Music Festival, no Porto, estava neste momento a promover o disco “No Tourists”, lançado em novembro, tendo agendada uma digressão pelos Estados Unidos em maio, para além de múltiplas participações em festivais de verão também já marcadas.

Criados em 1990 no Essex por Howlett, os Prodigy tornaram-se um fenómeno global com o lançamento do terceiro disco, “The Fat of the Land”, em 1997, que vendeu mais de dez milhões de cópias em todo o mundo, causando impacto com temas como “Smack My Bitch Up” ou “Breathe”.

 

 

 

Alfa/Lusa.

Novo. « Je vais bien, et vous? ». Os sintomas de um AVC? As vacinas valem a pena? Especialistas falam de saúde na Alfa

A partir da próxima quinta-feira, 07, às 11h30. « Je vais bien, et vous? ».

Todas as quintas, às 11h30, tudo sobre a (sua) saúde. Especialistas falam sobre problemas concretos de saúde – vacinas, AVC, crises cardíacas, gripe, transplantes, sarampo, doenças raras e menos raras…

Durante 10 minutos, fique a saber, com médicos e especialistas, os sintomas das principais doenças, como reagir de imediato e, se possível, como evitar que elas se agravem.
Saiba como agir e quais são a prevenção e os tratamentos adequados.
Entrevistas conduzidas por Suzette Fernandes, representante de utentes no Hospital Henri Mondor – Créteil, co-presidente da associação E3M (em francês, Entraide aux Malades de Myofasciite à Macrophages) na região parisiense.
Programa « Je vais bien, et vous? » estará no ar a partir de quinta-feira, 07.
Temas em destaque no primeiro programa: crise cardíaca, AVC, angina do peito.
Redifusão na segunda-feira seguinte, às 14h30.
Todas as semanas. A sua saúde na Rádio Alfa.

80 empresas portuguesas na feira  Global Industrie, em Lyon

Comunicado oficial:

Mais de 80 empresas portuguesas participam na feira  Global Industrie, em Lyon 

A 2ª edição da feira Global Industrie, certame dedicado à fileira industrial, terá lugar de 5 a 8 de março, no parque de exposições EUREXPO, em Lyon. A feira conta com mais de 2 500 expositores de e são esperados cerca de 45 000 visitantes.

Neste evento reúnem-se quatro salões de referência na área industrial – Midest, Industrie, Tolexpo e SmartIndustries –  o que permite a concentração de todo o ecossistema industrial, toda a respectiva cadeia de valor e todas as fileiras utilizadoras/clientes do mesmo num certame de projeção e de notoriedade mundial.

A participação portuguesa é a terceira mais numerosa em termos de representações estrangeiras, após Espanha e Itália (ambas com 93 empresas/entidades),  e contará com 89 empresas/entidades,. A grande maioria dos expositores portugueses estará presente no salão Midest (86 expositores) e os restantes estão repartidos pelos salões Tolexpo (2 expositores) e Industrie (1 expositor).

Um grande número de empresas portuguesas participa na Global Industrie no âmbito de projetos de internacionalização dinamizados pelas associações AIMMAP – Associação dos Industriais Metalomecânicos, Metalúrgicos e Afins de Portugal, ANEME – Associação Nacional das Empresas Metalúrgicas e Electromecânicas, AIDA – Associação Industrial do Distrito de Aveiro,  e cofinanciados pelo programa Portugal 2020, havendo também a registar a presença do Cluster de Competitividade Engineering & Tooling From Portugal.

No dia 6 de março, o Secretário de Estado da Economia, João Neves, visitará esta feira, acompanhado pelo seu Chefe de Gabinete, Eduardo Augusto, Cônsul-geral de Portugal em Lyon, Luís Câmara, Delegado da AICEP em Paris, Rui Paulo Almas, e representantes das restantes entidades portuguesas presentes na mesma.

Bancos levam 1800 euros a cada português – Novo Banco pede milhões. Opinião

O Título é do jornal Correio da Manhã de hoje. O Estado português já injetou mais de 23 mil milhões na banca e ainda só recebeu de volta 7 mil milhões. É um saco sem fundo.

As ajudas ao sistema financeiro português já custaram aos contribuintes cerca de 17 200 milhões de euros, entre 2008 e 2018.

« Com o recém-anunciado pedido de 1149 milhões de euros do Novo Banco ao Fundo de Resolução, este ano a fatura pode chegar aos 18 350 milhões de euros, uma média de quase 1800 » – a pagar por cada português

Volte a ouvir aqui uma crónica da Rádio Alfa, difundida há quize dias, sobre os graves problemas que a Banca coloca a Portuga. O milagre econômico português ainda não chegou à Banca, por Daniel Ribeiro:

SÍNTESE: Sporting e Braga mantêm distâncias em campeonato com novo líder

O Sporting de Braga e o Sporting sairam hoje vencedores e mantiveram o terceiro lugar da I Liga separado do quarto por três pontos, numa 24ª jornada em que ganharam terreno ao FC Porto, graças ao Benfica, novo líder do campeonato.

Já depois de saber do regresso do Braga às vitórias – 2-1 na visita ao Rio Ave – o Sporting bateu em casa o Portimonense por 3-1, um dia após ao triunfo do Benfica no Dragão, por 2-1, que provocou a mudança no topo da classificação

Em Lisboa, os ‘leões’ pareciam ter resolvido cedo o encontro, com tentos de Diaby, de cabeça aos 10 minutos, e Raphinha, com remate entre o guarda-redes e o poste, aos 11, contudo o tento de Paulinho, com remate cruzado aos 30, devolveu os algarvios ao jogo.

A partida só ficou decidida ao minuto 90, com penálti convertido por Bruno Fernandes, que atingiu os 12 golos no campeonato.

Com o 49 pontos, o Sporting continua na quarta posição, a três do Sporting de Braga e agora a oito do FC Porto, enquanto saiu do ‘clássico’ no comando, com 57, mais dois do que os atual campeão nacional.

O Portimonense continua o pior período da época, com cinco derrotas nas últimas seis jornadas, mas manteve o décimo lugar, com 28 pontos, os mesmos do Rio Ave, nono.

O Sporting de Braga esteve em desvantagem em Vila do Conde frente ao Rio Ave, contudo a expulsão de Jambor (56) revelou-se decisiva na sua recuperação, consumada já na compensação, com golo de Wilson Eduardo, aos 90+1.

Carlos, aos 49, rematou à entrada da área para o 1-0, contudo Paulinho empataria aos 77, num jogo em que os ‘arsenalistas’ quebraram um ciclo de derrotas, com o Sporting (3-0) e o Belenenses (2-0) para a Liga, e com o FC Porto (3-0) para a Taça de Portugal.

O Belenenses goleou o lanterna-vermelha Feirense por 4-0, com golos do brasileiro Jonatan Lucca (05), Kikas (34 e 67) e Licá (84).

Os lisboetas são sétimos com os mesmos 36 pontos do Vitória de Guimarães, que é sexto e tem menos um jogo, enquanto o Feirense permanece no 18.º e último posto, com 14 pontos, após a sexta derrota seguida e sem vencer desde a segunda jornada.

Desportivo de Chaves e Santa Clara empataram 0-0, num desafio em que os insulares foram melhores na primeira parte e os transmontanos na segunda.

Os açorianos continuam no oitavo lugar, com 31 pontos, enquanto os flavienses, mais penalizados, ocupam a 17.ª e penúltima posição, com 20, a quatro da salvação.

A ronda encerra na segunda-feira, com a receção do Vitória de Guimarães ao Marítimo, 15.º, com 24 pontos.

Alfa/Lusa.

Marselha vence St Etiènne por 2-0, Mario Balotelloi marca e… partilha nas redes sociais

O Marselha recebeu e venceu o St. Étiènne por 2-0, no jogo que encerrou a jornada 27 da Ligue 1.

Os golos foram apontados por Mario Balotelli (12’) e Thauvin (21’), mas o grande destaque vai para o irreverente avançado italiano, que ao colocar o Marselha na frente do marcador pegou no telemóvel e gravou o festejo com os restantes colegas.

O vídeo, aliás, foi rapidamente publicado nas suas contas pessoais.

https://twitter.com/FinallyMario/status/1102336499171971072

MIGUEL CARDOSO JÁ NÃO É TREINADOR DO CELTA DE VIGO

Num curto comunicado, o Celta de Vigo anunciou o despedimento do treinador português Miguel Cardoso.

O clube espanhol agradeceu o trabalho feito pelo treinador e pela sua equipa técnica e deixou desejos de «êxitos futuros» ao técnico português.

https://twitter.com/RCCelta/status/1102296938391703554