Portuguesa é a melhor enfermeira no Reino Unido

Enfermeira portuguesa, Silva Nunes, foi de novo premiada no Reino Unido, agora pela inovação, criatividade e atenção no trabalho. De 33 anos e natural de Vila do Conte, chegou ao Reino Unido em 2014 para procurar trabalho na sua área porque não conseguiu encontrar um trabalho como enfermeira em Portugal

(Na foto: Sílvia Nunes quando recebeu no ano passado dois prémios regionais no mesmo concurso)

Alfa/Lusa

A portuguesa Sílvia Nunes foi galardoada com o prémio britânico Great British Care Awards, na categoria de melhor enfermeira pela inovação, criatividade e atenção no trabalho, anunciaram hoje os organizadores.

« A Sílvia representa o melhor da enfermagem num ambiente de lar. Ela é inovadora, criativa, apaixonada e faz tudo pelos residentes, famílias e pela sua equipa. Ela dá às pessoas o valor e a dignidade que elas merecem. Ela esforça-se para promover a enfermagem de alta qualidade dentro da sua equipa e é um excelente exemplo », disse a organização Care England.

Os prémios nacionais foram atribuídos numa cerimónia na sexta-feira com mais de um milhar de profissionais de enfermagem e cuidados de saúde em Birmingham que tinham sido vencedores nas suas respetivas regiões.

« “Não queria acreditar quando ouvi o meu nome, mas senti um orgulho enorme. Este prémio vem reconhecer todo o trabalho que tenho vindo a desenvolver como enfermeira desde que cheguei a Inglaterra”, disse à Lusa Sílvia Nunes.

A enfermeira portuguesa, de 33 anos e natural de Vila do Conte, chegou ao Reino Unido em 2014 para procurar trabalho na sua área porque não conseguiu encontrar um trabalho como enfermeira em Portugal.

Apesar das dificuldades iniciais com a língua inglesa, ao fim de cerca de um ano foi promovida a diretora clínica e em setembro de 2016 a diretora adjunta do lar Ford Place, especializado em cuidados paliativos.

No ano passado foi finalista não vencedora pelo segundo ano consecutivo dos « National Care Awards », também do Reino Unido.

Sporting vence Boavista com golo de grande penalidade aos 90+3 minutos

O Sporting venceu hoje por 2-1 no estádio do Boavista, em jogo da 25ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, graças a um golo de grande penalidade, marcado aos 90+3 minutos, pelo médio Bruno Fernandes.

No Estádio do Bessa, no Porto, o brasileiro Neris colocou os ‘axadrezados’ em vantagem logo aos três minutos, mas a equipa lisboeta restabeleceu a igualdade aos 17, graças a um autogolo do defesa boavisteiro Edu Machado, consumando a reviravolta no marcador já em período de compensação, por Bruno Fernandes, que concretizou o 13º tento na prova.

O Sporting manteve-se no quarto lugar, a três pontos de distância do Sporting de Braga, terceiro, que tinha vencido horas antes por 1-0 na receção ao Vitória de Guimarães, enquanto o Boavista, que tinha triunfado nos três últimos jogos em casa, caiu para a 12ª posição do campeonato.

 

Resultados da 25.ª jornada da I Liga de futebol:

– Sexta-feira, 08 mar:

Desportivo de Chaves – Rio Ave, 1-1 (0-1 ao intervalo)

– Sábado, 09 mar:

Marítimo – Moreirense, 3-2 (1-2)

Sporting de Braga – Vitória de Guimarães, 1-0 (1-0)

Boavista – Sporting, 1-2 (1-1)

– Domingo, 10 mar:

Portimonense – Nacional, 16:00

Santa Clara – Desportivo das Aves, 16:00

Vitória de Setúbal – Tondela, 18:30

Feirense – FC Porto, 21:00

– Segunda-feira, 11 mar:

Benfica – Belenenses, 21:15

 

Alfa/Lusa.

Portugal conquista 10 medalhas nos Europeus de atletismo de deficiência intelectual

Portugal conquistou este sábado 10 medalhas no segundo dia dos Campeonatos Europeus de atletismo de pista coberta da Federação Internacional para Atletas com Deficiência Intelectual (INAS), com destaque para a quinta medalha de Lenine Cunha.

Depois da ‘prata’ no triplo salto e no pentatlo, Cunha chegou à 200.ª medalha em provas internacionais com o ‘bronze’ nos 60 metros barreiras, antes de somar a 201ª e 202ª no salto em comprimento e na estafeta 4×200 metros, acompanhado por Carlos Freitas, Carlos Lima e Sandro Baessa.

Para o atleta luso, medalha de bronze nos Jogos Paralímpicos de Londres 2012, falta ainda a estafeta 4×400 metros e o salto em altura em Istambul para continuar a somar ‘metais’.

A portuguesa Carina Paim reforçou o domínio no contexto europeu dos 400 metros, uma vez que já tinha vencido no Europeu de 2018 e hoje voltou a ganhar a medalha de ouro, agora em pista coberta.

Ana Filipe também terminou em primeiro lugar, nos 60 metros barreiras, com um tempo de 9,96 segundos, e conseguiu depois nova medalha, desta feita de bronze, no salto em comprimento, a terceira na prova, após a prata no triplo salto no primeiro dia.

Sandro Baessa também ‘bisou’, com o bronze nos 400 metros, além da estafeta 4×200, e Afonso Roll sagrou-se vice-campeão dos 3.000 metros marcha, distância em que Joana Silva foi medalha de bronze, na prova feminina, já depois de também ter conseguido o terceiro lugar nos 3.000 metros corridos.

No primeiro dia, a comitiva lusa, de 11 atletas, conseguiu quatro medalhas em Istambul, elevando a 14 o número de ‘metais’ conseguidos ao segundo de quatro dias de prova, um valor já acima dos campeonatos de 2017, em Praga, quando alcançaram 13 medalhas.

Alfa/Lusa.

Marcelo, em Angola, elogia Costa. « Ti Célito » cativou angolanos

Marcelo em Angola elogia Costa: “Seguro de vida do Governo foi o que fez ao serviço do país ». No balanço de três anos de mandato – feito a partir de Luanda – o Presidente elogia o Governo. E diz que no caso de não se recandidatar não sairá em festa. Se quiser ficar em Belém, será discreto a partir do dia do anúncio para não prejudicar concorrentes. Quanto a Angola, voltará em breve. Só não quis dizer quando.

Alfa/Resumo de um trabalho de Vítor Matos no Expresso online

Nas diversas reportagens publicadas sobre a visita de Estado do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa a Angola, o Expresso considera que a visita do PR foi um sucesso.

Foi uma onda de afetos e de banhos de multidão nunca vistos naquele país africano. Uma das reportagens do Expresso dava conta da forma como Marcelo foi recebido pela população angolana com este título: O “querido Ti Célito”, camarada Presidente de « Portangola ».

No mais recente trabalho, Vítor Matos escreve:

Ao fim de três anos em Belém – que Marcelo comemora hoje -, este estilo passou a ser a marca da Presidência. Sem querer dizer qual o principal desafio até ao final do mandato, na conferência de imprensa de balanço da viagem a Angola, Marcelo não admitiu ter sido o seguro de vida do Governo socialista, e acabou a fazer um elogio a António Costa e à ‘geringonça’ no dia em que o Público escreve que pondera vir a apoiá-lo: « O seguro de vida do Governo foi a sua base de apoio parlamentar e aquilo que fez ao serviço do país, isso é que foi o seu seguro de vida”. Depois justificou que jamais pensou “questionar a estabilidade da legislatura através de crises políticas ou incidentes de percurso” e realçou que o facto de ter uma relação antiga com Costa ajudou: « Podemos sempre dizer que o facto de conhecermos os protagonistas políticos facilita a cooperação. Não se trata de descobrir as pessoas quando se conhece as pessoas à décadas”, afirmou aos jornalistas. »

(…)

« Depois de ter dito ao Expresso este sábado que a criação de um clima de “otimismo” tinha sido o seu legado até agora na Presidência, reafirmou que os piores momentos que viveu em Belém foram os fogos: “As tragédias do verão e do começo do outono de 2017” (que o levou a forçar a saída da ministra da Administração Interna). Depois, desfiou um rol de aspetos positivos: “A saída do processo do défice excessivo, a saída da crise, a afirmação de Portugal nas instituições europeias, nos mercados internacionais, a presidência do Eurogrupo, o momento único da eleição do secretário-geral das Nações Unidas ou da Organização para as Migrações”. E ainda a vitória no euro ou na Eurovisão. Mais o “muito positivo”: “A noção de que os portugueses olham para o futuro com confiança – apesar das tensões e dos problemas e preocupações com o que se pode passar na Europa ou no mundo. Apaziguamento e estabilização é positivo ». »

Leia mais em expresso.pt

« Vão às manifestações, mas saiam antes do fim, por causa da violência » – Jérôme Rodrigues

Volte a ouvir aqui a entrevista exclusiva, nesta sexta-feira, à Rádio Alfa, do « colete amarelo » luso-francês, Jérôme Rodrigues. Muito motivado, apesar de ter perdido um olho, o conhecido « colete » condena a violência dos dois lados e dá conselhos aos manifestantes:

 

Viva Conan Osíris – opinião, por Ricardo Figueira

Viva o absurdo e Conan Osíris. « Às vezes também me apetece partir o telemóvel ». Volte a ouvir aqui a crónica desta sexta-feira, 08, do cronista Ricardo Figueira, da Euronews, em Lyon:

Portugal é o quinto país com menor nível de discriminação das mulheres. França é quarta

OCDE considera Portugal o quinto país com menor nível de discriminação contra mulheres.

Segundo um relatório publicado nesta sexta-feira, Portugal fica atrás da Suíça, Dinamarca, Suécia e França.

Portugal está com efeito em quinto lugar no Índice de Género e das Instituições Sociais da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) graças aos muito baixos níveis de discriminação, refere um relatório publicado nesta sexta-feira.

Segundo o estudo, as mulheres são sobretudo discriminadas no seio da família.

Encontro lusófono « “Força das Mulheres” este sábado em Paris

O encontro “Força das Mulheres”, organizado pela associação CCPF (Coordenação das Colectividades Portuguesas em França), é neste sábado, dia 9 de março, na Casa de Portugal, na Cidade Internacional Universitária de Paris, a partir das 14 horas.

Na reunião, a favor dos direitos das mulheres, participam  mulheres lusófonas que falarão da condição da mulher na Europa.

A deputada europeia Liliana Rodrigues e a Presidenta do Conselho Regional da Europa do CCP, Luísa Semedo, falarão sobre o assunto.

Outras mulheres do mundo associativo e empresarial têm intervenções programadas, nomeadamente,  entre outras, a Presidenta da Associação das Hirond’Ailes, Suzette Fernandes e a Presidenta da Associação cabo-verdiana ACRIDES-Associação Crianças Desfavorecidas, Lourença Tavares.

Está prevista também uma comunicação sobre « a luta das mulheres brasileiras contra Bolsonaro » com a intervenção de Rebeca Lang.

No fim dos discursos e do debate é anunciado um momento musical e gastronómico.

DAMIEN DA SILVA: « SERIA UM SONHO VESTIR A CAMISOLA DA SELEÇÃO NACIONAL »

O franco-português de 30 anos, Damien da Silva, tem estado em destaque na equipa do Rennes nesta época 2018/2019. O defesa-central, que chegou livre durante o verão de 2018 proveniente do Caen, era uma opção para a defesa, no entanto transformou-se num elemento indispensável e num titular indiscutível do Stade Rennais.

 

 

No Campeonato francês da primeira divisão, a Ligue 1, o Rennes tem andado no meio da tabela classificativa, no entanto noutras competições, a equipa da Bretagne tem tido sucesso. Na Taça de França, o clube do central Damien da Silva está nas meias-finais e defronta o Lyon no início de março para um lugar na final, e na Liga Europa, o Stade Rennais, pela primeira vez na sua história, apurou-se para os oitavos de final, aliás nesta quinta-feira, dia 7 de março, decorre a primeira mão com a equipa da Bretagne a receber os Britânicos do Arsenal.

Damien da Silva, que já realizou 37 jogos nesta época com o Stade Rennais e apontou 3 golos, admitiu em declarações ao LusoJornal que gostaria de ter uma oportunidade de representar a Seleção Nacional, ele que se impõe em todos os clubes onde chega quase ‘subestimado’.

 

Cada vez que chega num clube é para ser ‘mais’ uma opção, e acaba sempre por ser um titular indiscutível, o Damien é sempre subestimado?

Sinto-me bem nesse papel. Cada vez que chego a um clube, é para ser ‘mais’ uma solução, e não para ser um titular indiscutível. Eu gosto de estar nessa situação porque consigo subir etapa por etapa e chegar a clubes cada vez melhores. Gosto desses desafios, isso motiva-me. Gosto de mostrar que, cada vez que chego a um clube, consigo elevar o meu nível de jogo. Pouco importa para mim ser subestimado, o mais importante para mim é no fim provar que tenho o nível para estar no clube.

 

No Rennes é um elemento indispensável e ganhou mais visibilidade…

Com as competições europeias, a equipa tem mais visibilidade e eu também tenho mais visibilidade, é uma realidade. É o que eu queria. Caen é um clube que respeito muito, e tenho orgulho em ter representado esse clube, mas não tem a mesma visibilidade que um clube como o Rennes. Queria essa visibilidade, e espero atingir objetivos ainda mais altos.

 

Ser convocado para representar a Seleção portuguesa, seria esse o sonho ‘mais alto’?

Se a oportunidade aparecer, eu quero agarrá-la, nunca escondi essa vontade, esse sonho. Penso de vez em quando nisso, e acho que nunca é tarde. José Fonte chegou tarde à Seleção, é um exemplo para mim, e acredito que posso chegar lá. Ele é um grande defesa e muitas pessoas não entendem porque não foi convocado antes. Eu acredito que pode ser igual para mim, há muitos jogadores que chegam ‘tarde’ às Seleções. Eu estou a chegar tarde ao mais alto nível, mas acredito, e penso, que posso representar a Seleção portuguesa. Portugal tem grandes jogadores, mas gostaria de ter pelo menos uma oportunidade para mostrar o meu valor, nem que seja uma vez. Posso não conseguir afirmar-me, mas talvez consiga. É um verdadeiro desafio. Eu darei tudo se for convocado, para estar ao nível da Seleção. Espero merecer um dia essa oportunidade, trabalho para isso todos os dias. Seria um sonho vestir a camisola da Seleção nacional.

 

Artigo/Entrevista de Marco Martins-Lusojornal.

Novo. « Paris, Lisboa », de Salvador Sobral. Ouça o primeiro single

Chegou o novo single de Salvador Sobral, ‘Anda Estragar-me os Planos’. Ouça-o aqui

Alfa/Blitz/Expresso

O primeiro olhar sobre o novo álbum do cantor português

Foi disponibilizado esta sexta-feira o primeiro single do novo álbum de Salvador Sobral, « Paris, Lisboa », que será editado no dia 29 de março.

O tema tem como título ‘Anda Estragar-me Os Planos’ e pode ser escutado em todas as plataformas habituais.

A canção foi originalmente composta por Francisca Cortesão e Afonso Cabral, com vista à sua interpretação por Joana Barra Vaz na edição de 2018 do Festival da Canção.

Já o vídeo, animado, foi realizado pelos catalães Sol Domínguez e Juan Daniel González. Veja aqui: