Estádio da Luz interditado por quatro jogos

O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol aplicou esta terça-feira uma interdição do Estádio da Luz por quatro jogos. O Benfica já anunciou que vai apresentar uma providência cautelar com efeitos imediatos junto do Tribunal Arbitral do Desporto.

A decisão do Conselho de Disciplina da Federação prende-se com uma queixa apresentada pelo Sporting na temporada 2016/17 por apoio a claques não legalizadas.

No sítio oficial, o Benfica já reagiu afirmando que vai apresentar uma providência cautelar com efeitos imediatos junto do Tribunal Arbitral do Desporto.

« A Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD informa que irá apresentar uma providência cautelar junto do Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) com efeitos imediatos da decisão proferida pelo Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol, com base num processo aberto pela Comissão de Instrução da Liga Portugal que decreta a interdição do Estádio da Luz por 4 jogos », pode ler-se.

O clube da Luz alegou que considera inaceitáveis as explicações do Conselho de Disciplina para fazer valer a interdição do estádio.

« Consideramos totalmente inaceitáveis e injustificáveis as razões invocadas para tal decisão e estamos convictos de que conseguiremos fazer valer as nossas razões no decurso deste processo ».

Alfa/Lusa/RTP.

Governo lança guia fiscal para os emigrantes

O Governo vai lançar um guia fiscal para as comunidades portuguesas, para esclarecer dúvidas sobre o regresso a Portugal e a dupla tributação, anunciou hoje no Luxemburgo o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, António Mendonça Mendes.

O guia, que deverá estar concluído até 10 de junho, vai estar disponível « em formato digital », no Portal das Finanças, e será « distribuído aos postos consulares portugueses », explicou hoje António Mendonça Mendes, no final de uma visita ao Luxemburgo, em que acompanhou o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Luís Carneiro.

O objetivo é « esclarecer dúvidas sobre como evitar a dupla tributação », fornecer informação sobre os benefícios fiscais para quem deseje investir no país ou esclarecer os emigrantes portugueses que regressam a Portugal, precisou António Mendes Mendonça.

O secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, que participou na segunda-feira no encontro « Diálogo com as Comunidades », disse à Lusa que confirmou que « existe falta de informação e dificuldade em compreender essa mesma informação », tanto sobre como evitar a dupla tributação, como no regresso a Portugal de emigrantes reformados, que podem beneficiar de isenção de impostos durante dez anos, se pedirem o estatuto de residente não habitual.

« Não é um estatuto apenas para os estrangeiros, mas também para todos os portugueses que regressam com a sua pensão a Portugal », esclareceu, sublinhando que « qualquer cidadão português que queira regressar pode também agendar uma ida à sua repartição de Finanças para perceber qual é o seu enquadramento e ver todas as opções do ponto de vista fiscal ».

O Governo vai também organizar em abril sessões de esclarecimento no Luxemburgo sobre fiscalidade, « nesse mesmo esforço de aumentar a informação ».

« Verificámos neste ‘Diálogo com as Comunidades’ que é importante organizar sessões de esclarecimento, porque eram dúvidas que a comunidade tinha, que possam informar as pessoas sobre os seus direitos, para evitar que sejam duplamente tributadas, mas também informações sobre a forma como se devem relacionar com a administração fiscal portuguesa e luxemburguesa », precisou.

A central sindical luxemburguesa pedira em junho de 2017 que o Governo organizasse « conferências de informação » para os emigrantes que decidem regressar a Portugal, recordando que estes poderiam recorrer ao estatuto de residente não habitual no país para obter isenção fiscal durante uma década, uma vantagem que muitos desconhecem.

Alfa/Lusa.

FC Porto perde por 2-1 em Roma nos ‘oitavos’ da Liga dos Campeões

O FC Porto perdeu por 2-1 com a Roma, em jogo da primeira mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões de futebol, disputado no Estádio Olímpico, na capital italiana.

O avançado Nicolò Zaniolo marcou os dois golos da equipa italiana no curto espaço de seis minutos, aos 70 e 76, mas o campeão português reduziu de imediato, aos 79, por intermédio do avançado espanhol Adrián López, que tinha substituído pouco tempo antes o argelino Brahimi, lesionado.

O FC Porto, líder da I Liga portuguesa, recebe a Roma, quinta classificada do campeonato italiano, em 06 de março, na segunda mão dos oitavos de final da principal prova europeia de clubes, no Estádio do Dragão, em jogo com início às 21:00.

No outro jogo do dia o Paris SG venceu em Inglaterra o Manchester United por 2-0, golos de Kimpempe e Mbappé. Segunda mão também a 06 de Março.

https://twitter.com/UEFAcom_fr/status/1095441836578140161

Alfa/Lusa.

Comunidades portuguesas na Europa pedem ao Governo políticas ativas para jovens

O Conselho Regional da Europa (CRE) do Conselho das Comunidades Portuguesas propôs hoje ao Governo políticas ativas para a juventude lusodescendente, que considerou ser « por vezes esquecida », e alertou para « a ausência de medidas sólidas e eficazes ».

Em comunicado, o CRE, que advoga a « afetação de recursos ao movimento associativo de jovens lusodescendentes e a todas as instituições portuguesas com ações ligadas à juventude », defende « uma política corajosa para a juventude portuguesa e lusodescendente, alicerçada num projeto a curto, médio e longo prazos ».

Pretende-se « garantir a defesa dos direitos desta população, por vezes esquecida – nomeadamente por não constituir, na sua maioria, um público de eleitores e não ser dessa feita considerado como prioritário – e da qual depende, de facto, o futuro das comunidades portuguesas ».

O CRE alerta para « a ausência de medidas sólidas e eficazes para os jovens portugueses e lusodescendentes que residem fora do território nacional e que carecem de medidas específicas e adequadas às suas vivências ».

O órgão regional do Conselho das Comunidades Portuguesas assinala ainda que muitos jovens não beneficiam « de cidadania plena por não serem eleitores » e sublinha que « a sua participação cívica deve ser, entretanto, promovida e desenvolvida com vista a formar os cidadãos de amanhã e também para que lhes seja dada a possibilidade de ter uma voz ativa sobre as políticas que lhes dizem diretamente respeito e que têm um impacto sobre as suas vidas ».

Num conjunto de recomendações ao Governo, o CRE sugere a realização de uma « campanha de sensibilização sobre os direitos e deveres cívicos dos jovens e subsequente instituição de direitos que facilitem a participação cívica dos jovens nos processos decisórios e democráticos ».

O CRE apresenta igualmente como propostas a « promoção da representatividade nos órgãos do Conselho das Comunidades Portuguesas », a « criação de redes informais entre jovens, nas diversas estruturas de caráter comunitário ou social », a instituição de « ações de sensibilização e formação aos programas de mobilidade europeus e de criação de projetos associativos » e o « desenvolvimento de ações de sensibilização a problemáticas da vida em sociedade que dizem respeito a qualquer tipo de discriminação, quer seja de género, étnico-raciais, de orientação sexual ou de deficiência ».

« A juventude, nomeadamente os lusodescendentes, constitui um referente insubstituível na prossecução de objetivos de afirmação futura da identidade portuguesa e do prolongamento de Portugal e da Língua e Cultura Portuguesas no mundo. É fundamental conquistar os lusodescendentes para o êxito de qualquer política global para as comunidades portuguesas », refere-se no comunicado.

O CRE lembra que, « tal como em Portugal », os lusodescendentes « têm uma taxa de acesso ao ensino superior, inferior aos níveis europeus, o que, depois, tem impacto no tipo de emprego, no nível de salários, na taxa de desemprego e na capacidade de ser uma voz ativa na sociedade ».

Por isso, « deverá haver uma interconexão com as iniciativas já existentes a nível europeu como os programas Erasmus ou Erasmus+, que, muitas vezes, são desconhecidos tanto pelos jovens como pelas estruturas passíveis de os acolher ».

Alfa/Lusa.

Miguel Oliveira `veste` de azul e laranja na estreia em MotoGP

O piloto português Miguel Oliveira mostrou-se esta terça-feira « muito satisfeito » com o aspeto da KTM da equipa Tech3 com que fará a estreia no Mundial de MotoGP, cujas novas cores foram reveladas hoje.

https://twitter.com/_moliveira88/status/1095348581630918657

 

« Estou muito satisfeito com as novas cores, a mota é incrível », disse o piloto português, à margem de uma cerimónia que decorreu na sede da KTM em Mattighofen, na Áustria.

Nas cores da equipa que faz alinhar Miguel Oliveira predomina o azul, com algum laranja nas laterais (a cor da KTM) e o símbolo da marca de bebidas energéticas que patrocina a equipa em cinzento, à semelhança do que acontece com a escuderia Toro Rosso da Fórmula 1. Uma conjugação de cores que se distingue do laranja e preto da equipa oficial da marca austríaca.

« O aspeto de todo o equipamento é incrível, muito diferente daquele ao qual estou habituado », sublinhou Miguel Oliveira, acrescentando: « É um projeto bonito que a KTM e a Red Bull montaram, pois ter duas equipas de fábrica na grelha de partida é um fator único e demonstra, claramente, que a KTM quer dominar esta categoria a breve prazo, assim como as corridas de velocidade em geral », comentou o piloto da Almada.

Miguel Oliveira mostrou-se ainda « orgulhoso » e « privilegiado » por fazer parte deste projeto.

Já o diretor da equipa Tech3, o francês Hervé Poncharal, diz que as novas cores tornam a mota « muito elegante », o que « para um francês é sempre importante », brincou.

« Claro que o fundamental para uma mota de corridas é ser rápida e estamos a trabalhar nisso. Os testes que fizemos em Sepang [na Malásia], há alguns dias, foram interessantes. Mas, se a mota for rápida e bonita, é um bónus », precisou o dono da formação apoiada pela KTM.

A prova de estreia do piloto português no Mundial de MotoGP acontece a 10 de março no Qatar.

Alfa/Lusa.

PE aprova novo Mecanismo Europeu de Proteção Civil

O Parlamento Europeu (PE) aprovou hoje por ampla maioria o novo Mecanismo Europeu de Proteção Civil, que reforça a capacidade da União Europeia (UE) em matéria de prevenção e resposta a catástrofes, como incêndios florestais e inundações.

A legislação relativa ao novo Mecanismo Europeu de Proteção Civil, aprovada em plenário por 620 votos a favor, 22 contra e 35 abstenções, prevê a criação de uma reserva de ativos a nível europeu para responder a catástrofes, incluindo aviões de combate aos incêndios florestais, bombas de água especiais, equipas de busca e salvamento em meio urbano, hospitais de campanha e equipas médicas de emergência.

Aqueles meios irão complementar os recursos nacionais e serão geridos a nível da UE.

A UE irá ainda intensificar o apoio aos Estados-Membros para melhorarem a gestão dos riscos e para reforçarem as medidas nacionais existentes, através de ações como o envio de missões de peritos, um mecanismo de consulta e a criação de uma Rede Europeia de Conhecimentos sobre Proteção Civil.

A decisão hoje aprovada pelo PE já foi acordada com os Estados-Membros, faltando apenas a sua aprovação pelo Conselho e publicação no Jornal Oficial da UE para que possa entrar em vigor.

A iniciativa de reforçar a proteção civil da UE foi apresentada pela Comissão Europeia em 23 de novembro de 2017, na sequência dos incêndios florestais de 2017 no sul da Europa, e em particular em Portugal, onde morreram mais de 100 pessoas, para « fazer face a catástrofes naturais cada vez mais complexas e frequentes”.

Alfa/Lusa.

Escândalo da CGD. Governador do Banco de Portugal contaminado. Opinião

Carlos Costa, um governador contaminado. Opinião, por Vítor Matos, editor de política do Expresso. 

Carlos Costa esteve lá. O governador do Banco de Portugal viu, cheirou e tocou. Estava dentro da Caixa, quando os milhões passavam por debaixo de narizes sensíveis que não farejavam o risco. Em Portugal começa a haver um historial endémico de figurões que não sabem, não se lembram, não percebem nem imaginavam o que se passava sob as suas sensíveis narinas. Pouco se saberia, se não fosse a pressão pública, da imprensa ou do Parlamento (apesar das imperfeições, este arremedo de democracia ainda vai funcionando).

Segundo uma investigação que fez capa da revista Sábado da semana passada, Carlos Costa esteve pelo menos em quatro reuniões do Conselho Alargado de Crédito da CGD. Numa dessas reuniões, foi aprovada a efetivação de um empréstimo de 150 milhões de euros ao empresário Manuel Fino para comprar ações da Cimpor. O atual governador do Banco de Portugal – administrador da CGD entre abril de 2004 e setembro de 2006 – esteve presente em pelo menos três reuniões que avalizaram este crédito e outros empréstimos arriscados ao grupo Investifino. Também votou favoravelmente o crédito de 170 milhões para a compra do empreendimento do Vale do Lobo, no Algarve. Em finais de 2015, a Investifino devia 138 milhões de euros à Caixa, que então previa a perda de 133 milhões. O regabofe foi total, mas de 2000 a 2013 ninguém deu por nada. Auditores e supervisores incluídos. O que se passa na Caixa fica dentro da Caixa seria uma boa máxima de outros tempos, mas 5 mil milhões de recapitalização depois, é impossível continuar de olhos fechados. É preciso responsabilizar quem facilitou cada euro de crédito sem critério.

A Sábado perguntou ao Governador se pedia escusa para apreciar os casos relacionados com a Caixa. O governador não respondeu. Uns dias depois, acabou por anunciar o pedido de escusa para não “participar nas decisões do Banco de Portugal decorrentes das conclusões desta auditoria [da EY à Caixa]”. Caixa fechada, Caixa aberta: agora com os males à solta, é impossível voltar a metê-los lá dentro. Percebe-se porque é que tentaram por tudo esconder a auditoria. Contamina tudo.

Se o governador do banco central pede escusa para avaliar um caso é porque está contaminado. Porque se sente contaminado. Ou por saber que a perceção geral é que está contaminado. O resto da sua equipa, que tomará as decisões, sentirá toda a liberdade e independência para censurar o chefe se os factos o obrigarem? O Bloco de Esquerda acha que não e defende a exoneração do governador: “Alguém pode garantir que Carlos Costa é idóneo para ser governador do Banco de Portugal? Quem é que pode neste momento garantir que tem idoneidade e condições?”, questionou ontem Mariana Mortágua. A suspeita quanto à sua idoneidade é, em si, incompatível com as funções que desempenha”.

A questão é que o governador é “inamovível”, ou seja, ninguém o pode despedir. Aliás, o Diogo Cavaleiro escreve no Expresso Diário que nunca aconteceu na Europa o que o BE quer em Portugal: afastar o governador de um banco central. A formulação legal na legislação europeia é genérica: “Um governador só pode ser demitido das suas funções se deixar de preencher os requisitos necessários ao exercício das mesmas ou se tiver cometido falta grave”.

O PCP também já veio dizer que está disponível para acompanhara exoneração de Carlos Costa. E o CDS também se junta à esquerda: “É indiscutível que a exoneração de Carlos Costa tem de se colocar”, diz o deputado João Almeida. O Governo reagiu com uma fórmula redonda, deixando as decisões para depois da investigação concluída: o secretário de Estado Adjunto e das Finanças, Ricardo Mourinho Félix, disse que estão a ser apuradas responsabilidades, do ponto de vista criminal, contraordenacional e civil. “Serão tiradas todas as consequências sem olhar a quem”. Para o PSD, o pedido de exoneração de Carlos Costa é “desproporcionado”. Os sociais-democratas querem apurar responsabilidades « rapidamente » mas « de forma tranquila ».

Elisa Ferreira, vice-governadora do Banco de Portugal, não pedirá escusa da análise à auditoria sobre a CGD, como fez Carlos Costa. O seu marido foi vice-presidente da espanhola La Seda, que recebeu créditos do banco público que resultaram em enormes prejuízos para a CGD.

Resumindo, Carlos Costa vai estar debaixo de fogo e mais fragilizado no último ano do seu mandato. Se o cumprir até ao fim.

Gael Monfils é o quinto nome confirmado para o Estoril Open

O tenista francês Gael Monfils é o quinto jogador confirmado para a quinta edição do Millennium Estoril Open, que vai decorrer no Clube de Ténis do Estoril, entre 27 de abril e 05 de maio.

Depois do sul-africano Kevin Anderson, do grego Stefanos Tsitsitas, do australiano Alex Di Minaur e do português e campeão em título João Sousa, a organização 3Love anuncia a participação do gaulês, 33.º colocado no ‘ranking’ mundial no único torneio português do circuito ATP.

« Mal posso esperar por jogar, pela primeira vez, o novo torneio no Estoril. Vários colegas deram-me as melhores referências. Espero que os meus fãs portugueses e a comunidade francesa radicada em Portugal possam vir ver-me jogar. Vou tentar corresponder às suas expectativas », avançou Monfils, numa mensagem enviada à organização.

Já o diretor do torneio, João Zilhão, não poderia estar mais satisfeito com a confirmação daquele que considera ter « uma personalidade carismática » e ser um dos jogadores « mais populares » do ATP.

« É com o maior prazer que anunciamos a presença de um dos mais fascinantes tenistas da história da modalidade. Há muito tempo que desejávamos contar com a participação do Gael Monfils, com a sua personalidade carismática e ténis acrobático, que vai, com certeza, deliciar não só o público em geral como os aficionados mais jovens em particular. O Gael Monfils é um dos mais populares tenistas do circuito e vai seguramente oferecer-nos momentos inolvidáveis no Clube de Ténis do Estoril », afirmou.

Alfa/Lusa.

Árbitro Jesús Manzano no Galatasaray-Benfica, Turpin no Sporting-Villarreal da Liga Europa

 O espanhol Jesús Gil Manzano foi o árbitro nomeado para o Galatasaray-Benfica e o francês Clément Turpin para o Sporting-Villarreal, ambos da primeira mão dos 16 avos da Liga Europa de futebol, informou hoje a UEFA.

Manzano, árbitro internacional desde 2014, reencontra o Benfica, depois de ter estado na última época na derrota das ‘águias’ em casa diante do Basileia (2-0), na sexta e última jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões.

O árbitro espanhol dirige na quinta-feira a visita do Benfica ao Galatasaray, em Istambul (18:55 horas de Paris), depois de as duas equipas terem sido relegadas da Liga dos Campeões, ao terminarem em terceiro lugar nos respetivos agrupamentos.

Os turcos ficaram atrás do FC Porto, com quem perderam os dois jogos, e do Schalke 04, enquanto o Benfica foi terceiro no grupo em que se qualificaram Bayern Munique e Ajax.

Também na quinta-feira, no Estádio José Alvalade (21:00), Sporting e Villarreal encontram-se, ambos provenientes da fase de grupos da Liga Europa, com os ‘leões’ como segundos no seu grupo, atrás de Arsenal, e os espanhóis vencedores do seu.

O jogo contará com o árbitro Clément Turpin, naquela que será a quarta vez que o francês estará num jogo da equipa ‘leonina’.

Na última época, Turpin esteve no empate em Alvalade na ‘Champions’ entre Sporting e Juventus (1-1), em 2014/15 em novo empate na competição, em casa do Maribor (1-1), e em 2011/12 numa vitória em casa com o Vaslui (2-0), mas na Liga Europa.

Alfa/Lusa.

UEFA decreta minuto de silêncio por Emiliano Sala nas competições europeias

A UEFA decretou hoje um minuto de silêncio pelo futebolista Emiliano Sala, a realizar em todos os jogos da Liga dos Campeões e da Liga Europa, que se realizam até quinta-feira.

Para além do minuto de silêncio, as equipas que jogam esta semana na Liga dos Campeões e na Liga Europa terão a opção de usar uma braçadeira preta em memória do jogador argentino.

O recentemente reeleito presidente da UEFA, Aleksander Ceferin, expressou as suas “mais sinceras condolências à família e entes queridos de Emiliano Sala pela sua perda”.

O presidente, recentemente reeleito por mais quatro anos, apelou ainda a todos os adeptos de futebol do continente europeu que “prestem homenagem à sua memória nos próximos dias”.

O jogador de 28 anos faleceu no passado dia 21 de janeiro, quando o avião em que viajava caiu no Canal da Mancha.

O corpo do futebolista foi encontrado dentro da avioneta, a 67 metros de profundidade, a norte da ilha de Guernsey, em 03 de fevereiro, sendo identificado quatro dias depois.

De momento, não há informação sobre o paradeiro de David Ibbotson, que pilotava o aparelho.

Sala tinha assinado contrato com o Cardiff City, por quem não chegou a ser apresentado. O clube galês homenageou-o no sábado com um minuto de silêncio, antes do jogo contra o Southampton.

O FC Porto joga hoje em Roma para a primeira mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões e, na quinta-feira, na primeira mão dos 16 avos de final da Liga Europa, o Benfica joga no reduto do Galatasaray e o Sporting recebe o Villarreal.

Alfa/Lusa.