Federação Internacional de Ténis apoia árbitro português Carlos Ramos

A Federação Internacional de Ténis (ITF) respaldou hoje a atuação do árbitro Carlos Ramos no incidente protagonizado pela norte-americana Serena Williams, na final feminina do Open dos Estados Unidos.

Em comunicado, a ITF destaca o trajeto e a correcta atuação do árbitro português, face à atitude daquela tenista, na final que veio a perder ante a japonesa Naomi Osaka.

« Carlos Ramos é um dos árbitros mais experientes e respeitados no ténis. As decisões (…) estavam de acordo com as regras pertinentes e foram reafirmadas com a decisão da organização do US Open em multar Serena Williams pelas três ofensas que fez », refere o comunicado.

De acordo com a ITF, “é compreensível que este incidente grave e lamentável deva provocar um debate”.

“Ao mesmo tempo, é importante recordar que o senhor Ramos assumiu as suas funções como funcionário de acordo com o regulamento correspondente e atuou sempre com profissionalismo e integridade », reforçou a ITF.

Serena Williams, recordista de títulos em Grand Slams (com 23), provocou um incidente polémico na final feminina, protestando de forma intensa e reiterada e insultou mesmo Carlos Ramos, a quem chamou « ladrão e mentiroso ».

No sábado, a japonesa Naomi Osaka conquistou o seu primeiro título do ‘Grand Slam’, ao vencer Serena Williams por 6-2 e 6-4, na final do Open dos Estados Unidos.

Alfa/Lusa.

Portugal bate Itália por 1-0 e já lidera Grupo 3 da Liga A da Liga das Nações

A seleção portuguesa de futebol estreou-se hoje da melhor forma na Liga das Nações, nova competição da UEFA, ao vencer em casa a Itália por 1-0, em encontro do Grupo 3 da Liga A, que já lidera isolada.

Um golo de André Silva, o seu 13º em 28 internacionalizações ‘AA’, aos 48 minutos, selou o segundo triunfo de Portugal em sete jogos oficiais com os transalpinos, mais de 61 anos depois do 3-0 no Estádio Nacional, a 26 de maio de 1957, na corrida ao Mundial58.

Com este triunfo, Portugal soma três pontos, contra um de Itália e Polónia, formações que haviam empatado 1-1 em solo italiano na sexta-feira.

Alfa/Lusa/RTP.

Salva portuguesa do século XVI premiada na Bienal de Paris

Uma salva portuguesa de cobre esmaltado e dourado do século XVI com armas reais, apresentada pela Galeria São Roque, ganhou o prémio de « Objeto de Exceção » da Bienal de Paris, uma das mais conhecidas feiras de antiquários do mundo.

O ‘Prix de La Commission Biennale de Paris 2018 de l’Objet d’Exception’ foi recebido com « um grande orgulho e uma grande vitória », disse à Lusa Mário Roque, diretor da São Roque Antiguidades e Galeria de Arte, de Lisboa, a única galeria portuguesa presente na bienal parisiense.

« Tem sido um sucesso e foi um sucesso de tal maneira que obtivemos o prémio da melhor peça da bienal deste ano. É uma salva do século XVI em esmalte com as armas reais portuguesas. Nunca na história da arte portuguesa houve uma peça nossa e que tenha a ver com a nossa história que vá para uma feira internacional e que tenha sido premiada. Eu acho que para a arte portuguesa é uma grande vitória », afirmou.

Esta é a segunda vez que a galeria São Roque participa na Bienal de Paris, que decorre no Grand Palais até 16 de setembro.

No ‘stand’ da galeria, entre as cerca de 70 peças de arte portuguesa dos séculos XVI e XVII ligada à expansão marítima estão, por exemplo, um cofre indo-português de Guzerate, em madrepérola, tartaruga e montagens de prata, uma caixa de marfim e prata sino-portuguesa e uma caixa do Pegu com um verso da carta de Ceuta de Camões, todas do século XVI.

No ano passado, a galeria lisboeta já tinha apresentado cerca de 70 peças e este ano decidiu fazer a mesma aposta face ao « sucesso e entusiasmo » da edição anterior em que foi considerada « dos melhores ‘stands’ pela comunicação social » e despertou o interesse para « uma arte que é talvez um bocadinho desconhecida » em França.

Este ano, a arte da expansão portuguesa começa a ser mais conhecida, uma « vitória » para Mário Roque que destaca que a sua participação não tem um objetivo « só comercial » porque a aposta é « divulgar a arte portuguesa ».

« Tem sido uma grande vitória e um grande orgulho para nós. É que os franceses, pela primeira vez, começam a reconhecer a arte portuguesa », acrescentou, sublinhando que a contribuir para esse reconhecimento esteve o catálogo que editou, no ano passado, para a bienal, com quase 400 páginas sobre a história da arte portuguesa do século XV ao século XVIII, ilustrado com obras que estiveram em exposição.

Este ano, a galeria voltou a editar um catálogo com cerca de 100 peças – 70 das quais em exposição – e que foi intitulado « Portugal, O Primeiro Império Global », no qual é ilustrada a história das Descobertas e se argumenta que Portugal « foi o primeiro império a fazer a globalização do mundo todo ».

Mário Roque editou, ainda, o livro « Lisboa na Origem da Chinoiserie. A Faiança Portuguesa do Século XVII », sobre a coleção de faianças da sua galeria, porque estas peças portuguesas « foram as primeiras ‘chinoiseries’ na Europa », algo que « até em Portugal a maior parte das pessoas não sabe ».

« As ‘chinoiserie’s são os objetos que são feitos na Europa com motivos chineses. Nós tínhamos o gosto por tudo o que vinha do Oriente e os nossos oleiros começaram a fazer, baseados nos desenhos chineses, as suas peças. O sucesso foi tanto que começaram a exportar para toda a Europa. A maior parte dessas faianças chegavam a Hamburgo e depois eram distribuídas pela Europa », contou o galerista.

O galerista acrescentou que tem batalhado por este reconhecimento, para o qual diz ter contribuído a exposição que fez, há dois anos, na Galeria Mendes, em Paris, intitulada « Un siècle en blanc et bleu – Les arts du feu dans le Portugal du XVIIe siècle » (« Um século a branco e azul – As artes do fogo em Portugal no século XVII »).

Em março, a galeria vai apresentar « sete a oito peças » de faiança portuguesa numa exposição sobre porcelana chinesa dessa época no Musée Guimet, em Paris.

Os catálogos « Portugal, O Primeiro Império Global » e « Lisboa na Origem da Chinoiserie. A Faiança Portuguesa do Século XVII » vão ser apresentados na Embaixada de Portugal, em Paris, esta quinta-feira.

Alfa/Lusa.

Em defesa do árbitro Carlos Ramos, acusado de ser « ladrão » por Serena Williams

Carlos Ramos ajuizou a final do US Open entre Serena Williams e Naomi Osaka e foi acusado de ser « mentiroso » e « ladrão ».

Paulo Cardoso, presidente do conselho de arbitragem da Federação Portuguesa de Ténis, defendeu Carlos Ramos, árbitro que ajuizou a final do US Open entre Serena Williams e Naomi Osaka e que foi fortemente criticado pela tenista norte-americana.

Serena Williams, antiga número um mundial, apelidou o juiz português de « ladrão e mentiroso », acusou-o de sexismo e exigiu um pedido de desculpas quando Carlos Ramos penalizou a tenista por ter recebido instruções do treinador. Depois dos insultos, o árbitro castigou Williams com um jogo para Osaka, que viria a vencer a final.

Entretanto a Associação de Ténis Feminino (WTA) pediu hoje igual tratamento para todos os competidores e treinadores dos circuitos de ambos os sexos, após o incidente na final do Open dos Estados Unidos.

“A WTA acredita que não deve haver diferença nos padrões de tolerância proporcionados às emoções expressas por homens e mulheres e estamos comprometidos em trabalhar com o desporto para garantir que não haja discriminação. Não acreditamos que isso tenha sido feito sábado à noite”, disse Steve Simon, diretor-geral do organismo.

Na final com Naomi Osaka, a norte-americana Serena Williams foi punida com três violações de conduta pelo árbitro português Carlos Ramos, num jogo vencido pela jovem nipónica por esclarecedores 6-2 e 6-4.

Serena Williams agrediu verbalmente o árbitro, chamando-o de “mentiroso e ladrão”, por este a punir por ter recebido instruções da bancada – o treinador de Serena confirmou que o fez, embora diga que a sua pupila não o ouviu – e acusou-o de “sexismo”.

A Pro Tour feminina solidarizou-se também.

O campeão masculino, o sérvio Novak Djokovic, igualmente castigado no passado pelo juiz luso, entende que o castigo não deveria ter sido tão duro.

“Podia ter sido diferente, mas não mudou o rumo da partida”. Na minha opinião talvez tenha sido desnecessário. Todos temos as nossas emoções, principalmente quanto lutamos por um título do Grand Slam”, disse.

Ainda assim, o terceiro jogador do ranking discorda que haja tratamento diferente dos árbitros para homens e mulheres.

“Não vejo as coisas da mesma forma do senhor (Steve) Simon. Realmente não. Acho que homens e mulheres são tratados desta ou daquela forma dependendo da situação. É difícil generalizar as coisas, realmente. Acho que não é necessário haver este debate”, concluiu.

Alfa/Lusa/RDP.

 

Encontrado corpo do português desaparecido na Bélgica

Encontrado corpo do português desaparecido na Bélgica desde quinta-feira. Segundo a imprensa local, o português de 21 anos terá sido visto pela última vez na universidade onde estudava na capital belga.

Alfa/Lusa/Expresso

O corpo de um jovem estudante português que estava desaparecido desde quinta-feira em Bruxelas foi encontrado no domingo à noite, noticia hoje a imprensa belga.

O corpo de Miguel Amorim de Lemos foi encontrado por pessoas que passeavam na floresta de Soignes, uma grande área florestal na capital belga, junto à qual o seu telemóvel tinha sido utilizado pela última vez e onde a polícia tinha já feito uma batida.

Segundo os relatos, a autópsia terá lugar ainda hoje para averiguação das circunstâncias da morte.

A polícia federal belga tinha lançado no sábado um apelo para encontrar o jovem de 21 anos, visto pela última vez na Universidade Livre de Bruxelas, onde estudava.

De acordo com as autoridades belgas, Miguel Amorim Lemos foi visto pela última vez na quinta-feira de manhã, na universidade.

Por volta das 11h00 locais de quinta-feira (10h00 em Lisboa), atendeu um telefonema.

O estudante, filho de pais portugueses, é descrito como tendo 1,97 metros, uma estrutura física magra, cabelos encaracolados e olhos castanhos.

Na altura do desaparecimento, o jovem vestia calças de ganga, uma camisola verde com um desenho, e um casaco e uma mochila castanhos.

O comunicado das autoridades belgas precisava que Miguel Amorim Lemos, que vivia na região da Valónia, a cerca de 40 quilómetros de Bruxelas, tinha por hábito passear na zona da floresta de Soignes.

Ataque à facada em Paris: sete pessoas feridas

Sete pessoas ficaram feridas, quatro delas com gravidade, depois de terem sido agredidas à facada neste domingo à noite no XIX bairro de Paris.

O homem, armado com uma faca e uma barra de ferro foi detido.

A polícia indica que « nada permite por agora definir o ataque como terrorista ».

Foi aberto um inquério por « tentativas de homicídios voluntários ».

O atacante começou por apunhalar três pessoas junto a um cinema e, apesar de algumas pessoas o terem tentado dominar, conseguiu escapar para atingir pouco depois dois turistas ingleses. Um destes últimos ficou ferido no peito.

Outra das suas vítimas foi gravemente atingida por uma facada na cabeça. O agressor, também ferido, foi finalmente detido por uma equipa da Brigada Anti-Criminalidade da polícia nacional (BAC).

Segundo fontes da polícia, citadas pela imprensa francesa, o atacante é maior e de nacionalidade afegã.

 

Jovem português continua desparecido na Bélgica

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Embaixada diz estar em contacto com autoridades belgas sobre estudante português (21 anos) desaparecido desde quinta-feira.

Um estudante português de 21 anos, Miguel Amorim Lemos , residente na Bélgica, está  desaparecido desde quinta-feira.

O jovem foi visto pela última vez na Universidade Livre de Bruxelas, onde estuda.

A embaixada portuguesa em Bruxelas diz não ter mais informações e estar em contacto com as autoridades belgas.

Miguel Amorim Lemos, com altura de 1,97 m, olhos castanhos e cabelo castanho encaracolado, tinha uma mochila quando desapareceu. A polícia diz que era habitual encontrá-lo a caminhar na floresta de Soignes e em Auderghen.

O estudante, filho de pais portugueses, é descrito como tendo uma estrutura física magra.

Na altura do desaparecimento, o jovem vestia calças de ganga, uma camisola verde com um desenho, e um casaco e uma mochila castanhos.

Liga das Nações: Giroud oferece vitória à França

A França venceu este domingo a Holanda por 2-1, no Stade de France, em jogo a contar para a Liga A-grupo 1, da Liga das Nações.

A campeã do mundo foi a primeira a marcar no encontro por intermédio do jovem Kylian Mbappé (14), que finalizou de forma fácil, após cruzamento de Blause Matuidi.

A seleção Laranja meteu o ‘pé no acelerador’ na segunda parte conseguiu chegar à igualdade graças ao golo de Ryan Babel (67), jogador que já tinha marcado contra Portugal no passado mês de março.

Mas os bleus ainda tinham uma carta para jogar e foi lançada ao minuto 75 da partida, vinda do pé esquerdo de Olivier Giroud, que correspondeu de forma perfeita a um cruzamento de Benjamin Mendy, carimbando o triunfo.

Didier Dechamps, o técnico francês, estava muito feliz no final dapartida com este triunfo caseiro, no regresso ao Stade de France após a conquista do título mundial.

Com este resultado, a França ascende à liderança do Grupo 1, com quaro pontos, mais três que a Alemanha (menos um jogo).

A Holanda está no terceiro e último lugar do grupo ainda sem pontos conquistados.

Frederico Varandas define como prioridade unir o Sporting

 O 43º presidente da história do Sporting, Frederico Varandas, apontou hoje a união do clube como o primeiro objetivo do seu mandato.

Um dia depois de ter sido eleito, na cerimónia de posse, Auditório Artur Agostinho do Estádio José Alvalade, em Lisboa, Frederico Varandas recuperou o mote da sua campanha.

“A minha primeira prioridade é unir o Sporting Clube de Portugal. Ontem [no sábado] começámos a vencer o maior adversário que já tivemos na nossa história: o Sporting fraturado. Hoje é um novo dia e uma nova era de um Sporting unido. Enquanto não formos unidos, não vamos conseguir bater os nossos rivais”, destacou.

Perante centenas de sócios que quiseram assistir à cerimónia e ouvir as suas primeiras palavras, o novo presidente do Sporting foi aplaudido efusivamente e correspondeu com um discurso curto mas emocionado.

Com alguns momentos em que não conseguiu esconder a emoção, Frederico Varandas prometeu desempenhar as suas funções nos próximos quatro anos com « brio, coragem e competência », classificando como um « privilégio poder servir o melhor clube do mundo ».

O novo presidente da Mesa da Assembleia Geral do clube, Rogério Alves, aproveitou a ocasião para deixar ainda algumas palavras sobre o passado recente do Sporting e que levou a este ato eleitoral.

« Não queremos nunca mais vivermos as horas que vivemos no passado. Foi para evitar isso que se fizeram estas eleições e foi através deste ato democrático que os sócios escolheram para dirigir o clube o corajoso e o resiliente, Frederico Varandas », afirmou o advogado.

Frederico Varandas foi eleito com 42,32% dos votos (8.717 votantes), contra os 36,84% (9.735) alcançados por João Benedito, segundo candidato mais votado.

José Maria Ricciardi teve 14,55% dos votos, superando as listas encabeçadas por José Dias Ferreira (2,35%), Fernando Tavares Pereira (0,9%) e Rui Jorge Rego (0,51%). Foram ainda registados 2,2% de votos em branco e 0,31% nulos.

Este foi o ato eleitoral do clube com maior afluência de sempre, com 22.510 sócios votantes, 19.159 de forma presencial e 3.351 por correspondência, de um total de 51.009 com direito a voto.

Alfa/Lusa.

Fernando Santos diz que Itália “continua a ser um histórico mundial”

O selecionador português de futebol afirmou hoje que a Itália “continua a ser um histórico mundial, apesar de ter falhado o Mundial2018, e revelou que o ‘onze’ luso será semelhante ao apresentado no particular com a Croácia (1-1).

« Tanto a Croácia como a Itália são duas grandes seleções. A Itália é um histórico mundial e não é por não ter estado presente no último Mundial que deixa de o ser. O jogo com a Croácia era particular, não tinha pontos. Este jogo já se insere numa nova competição. Espero que a minha equipa esteja ao seu nível », afirmou Fernando Santos, em conferência de imprensa.

O técnico fazia a antevisão da partida com os transalpinos, que marca a estreia de Portugal no Grupo 3 da Liga das Nações A, na segunda-feira, sendo que a ‘squadra azzurra’ empatou o primeiro jogo, a receção à Polónia (1-1).

“Acho que vai ser um grande jogo. Sabemos o valor da equipa da Itália. Na primeira parte, a Polónia conseguiu criar mais problemas à Itália em transições. Na segunda parte, a Itália foi mais forte, mais pressionante e chegou ao empate. A Itália tem essa vontade enorme de mostrar a sua mais-valia, depois de ter falhado o Mundial », referiu.

O selecionador nacional destacou, entre outros, o médio italo-brasileiro Jorginho, que trouxe “características de jogo diferentes” à formação comandada por Roberto Mancini, bem como Lorenzo Insigne e Federico Chiesa.

Apesar de considerar que « não há favoritos neste tipo de competições », Santos admitiu que « o apoio do público pode dar alguma vantagem » a Portugal, que não deverá apresentar-se com uma equipa titular muito distante da que defrontou a Croácia: « Não espero muitas alterações. »

Com alguns jornalistas italianos presentes na conferência de imprensa, acabou por surgir uma questão sobre a falta de golos de Cristiano Ronaldo nos primeiros três jogos oficiais pela Juventus, algo que Fernando Santos desvalorizou.

« Esperem um bocadinho e vão ver os golos que ele vai marcar », atirou, de pronto.

Já Pepe disse esperar « um jogo difícil » perante a Itália e mostrou-se « bastante feliz » por ter atingido as 100 internacionalizações por Portugal, no recente particular com a Croácia.

« Nunca pensei que pudesse fazer tantos jogos, até porque temos uma profissão arriscada, com lesões e épocas desgastantes. Ainda cheguei lá. Estou bastante feliz por representar a seleção portuguesa, isso, sim, um sonho », salientou.

Aos 35 anos, o central do Besiktas, que já leva cinco golos esta temporada, um dos quais no empate de Portugal com a Croácia, disse que « o trabalho em cada treino e a atenção elevada na hora de recuperar » são a base para a longevidade na carreira e no rendimento.

Por outro lado, Pepe deixou elogios à nova geração de jogadores que começa a surgiu na seleção principal, entre os quais os centrais Pedro Mendes e Rúben Dias, este último com quem já formou parceria no eixo defensivo.

« Portugal é que sai mais beneficiado. Esta geração vem com muita qualidade. Uma das virtudes do Rúben é a humildade, quer sempre aprender. O futuro passa por eles. Espero que o futuro seja bastante risonho para todos eles e para nós, portugueses », concluiu.

Portugal recebe a Itália na segunda-feira, a partir das 20:45 (Paris), no Estádio da Luz, em Lisboa, num encontro que será dirigido pelo escocês William Collum.

Alfa/Lusa.