Marcelo lembrou mortos em La Lys como o maior luto militar

O Presidente da República lembrou hoje, em França, os mortos da Batalha de La Lys como « o maior luto militar » português desde Alcácer Quibir, e disse que não foi em vão mas a favor dos valores europeus.

 

Batalha de La Lys:

Marcelo Rebelo de Sousa disse que foi há 100 anos que a 2.ª divisão do Corpo Expedicionário Português « foi dizimada em oito horas » pelo ataque do exército alemão e que se viveu « o maior luto militar” desde Alcácer Quibir, em 1578.

Falando na presença do Presidente francês, Emmanuel Macron, e do primeiro ministro António Costa, no cemitério militar de Richebourg, norte de França, o chefe de Estado português disse que os soldados lusos lutaram por Portugal mas também pela França e por valores como « a democracia, a justiça na Europa e no mundo ».

Marcelo Rebelo de Sousa lembrou os ataques terroristas sofridos em França e disse que Portugal está unido aos franceses nessa « luta contra o terrorismo ».

O chefe de Estado lembrou também o jovem português baleado nos ataques que ocorreram a 23 de março em Carcassonne e Trèbes, no sul de França, provocaram cinco mortos, incluindo o atacante, e 15 feridos.

Marcelo Rebelo de Sousa apelou à defesa de uma Europa « sem fronteiras, sem exclusões ou intolerâncias e afirmemo-nos num mundo com valores humanistas mas verdadeiramente reformistas e progressistas ».

Os Presidentes de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, e de França, Emmanuel Macron, presidiram hoje, no cemitério militar de Richebourg, ao ponto alto das celebrações do centenário da Batalha de La Lys, que foi uma das mais mortíferas da história militar portuguesa.

Marcelo Rebelo de Sousa e Emmanuel Macron, bem como o primeiro-ministro, António Costa, chegaram diretamente de Paris após um pequeno-almoço de trabalho no Palácio do Eliseu, em Paris.

Antes dos discursos, tiveram lugar as honras militares, ouviram-se os hinos francês e português cantados por um grupo de 80 crianças e foi descerrada uma placa evocativa do centenário da Batalha de “La Lys” pelos dois chefes de Estado.

A Batalha de La Lys iniciou-se na madrugada do dia 09 de abril de 1918, sob nevoeiro intenso que se misturava com os gases tóxicos e o ribombar da artilharia alemã contra as forças aliadas, nas quais os portugueses estavam integrados, e que destruiu as comunicações dos portugueses.

Esta batalha fez mais de 7.000 baixas portuguesas.

Marcelo Rebelo de Sousa, perante o silêncio dos que o escutavam, afirmou que o “cemitério é uma “testemunha silenciosa, mas impressionante” e lembrou um dos heróis da batalha.

“Um de tantos outros heróis permaneceu qual lenda de modo particular na nossa memória. Aníbal Augusto Milhais ficou conhecido como o soldado ‘Milhões’, “o único soldado raso a receber até hoje a mais elevada condecoração portuguesa”, a Ordem Militar da Torre e Espada do valor lealdade e mérito entregue em pleno campo de batalha pelo chefe militar e futuro Presidente da República Portuguesa, o marechal Manuel Gomes da Costa.

No final, os chefes de Estado e o primeiro-ministro demoraram-se a falar com os convidados da cerimónia que os iam interpelando e acabaram por aceder a tirar ‘selfies’. Alfa/Lusa.

Bruno de Carvalho fala em traição de Marta Soares

O presidente do Sporting, Bruno de Carvalho, anunciou hoje o seu afastamento da rede social Facebook, seguindo a vontade “erradíssima” da maioria, numa publicação em que assinala a traição do presidente da Mesa da Assembleia Geral (AG).

Bruno de Carvalho/Sporting:

“A vida tem coisas engraçadas! Ontem [no domingo], o Jaime Soares dava-me palmadinhas nas costas, e desejava-me as melhoras e que hoje fosse um dia muito bom para mim e para a ‘Joaninha’. De repente, o poder caiu na rua e já veio atraiçoar quem sempre o defendeu. E colocou em perigo coisas importantíssimas da SAD. Os males do mundo, para os sportinguistas, são os meus facebooks…”, lê-se na mensagem de Bruno de Carvalho.

Nesta comunicação, o presidente ‘leonino’ dá conta da sua atuação na rede social, nomeadamente “situações gravíssimas que se vivem dentro e fora do clube”.

“Não cedo um milímetro no meu amor a este clube, à sua defesa, mas para mim terminou de vez esta guerra surda de vos querer manter informados pelo meu único canal de informação próprio, o meu Facebook. E estou ansioso por ver esse exército pronto para a luta, essa militância inquestionável, onde desde rivais, políticos, comunicação social, Ministério Público, Clubes, Liga, Federação, entre tantos, vão estar-se nas tintas, como sempre estiveram, até chegar esta direção”, escreveu Bruno de Carvalho.

O presidente do Sporting diz esperar que o seu afastamento da rede social satisfaça os adeptos, ironizando: “E eu que sempre julguei que seria o sermos campeões em tudo. Ingénuo! Quinta-Feira lá nos veremos, com assobios mas sem insultos. Eu quero é que o Sporting ganhe o resto… O resto é isso mesmo, efémero…”.

“Eu não quero mais enxovalhos em prol de quem não merece. Querem viver na ignorância e sem defesa à altura das necessidades do nosso clube? Se o Sporting fica mais forte desta forma, seja feita a vontade da maioria. Para mim ficará a missão de gerir o clube da forma que acham melhor. Erradíssima, mas o clube é vosso”, prosseguiu.

Bruno de Carvalho antevê que o Sporting volte a ser “um clube submisso, calado, sem expressão e sem voz”.

“A voz incómoda. A voz que se opõe, com frontalidade, contra tudo e contra todos. Que nunca terá o amor dos jogadores, pois como disse Adrien, ‘defendo o Sporting sempre’. Vamos novamente perder todo o respeito que, aos poucos, estávamos a ganhar em alguma comunicação social e em muitos stakeholders [acionistas]. Isso vai morrer. Os jogadores e treinadores hoje estão aqui e amanhã ali. Não podem nunca, com a conivência de adeptos, ‘ganharem’ ao seu presidente. Agora, quando quiserem sair é fácil, fazem um Instagram e recebem uma ovação de pé”, refere.

O presidente da AG do clube, Jaime Marta Soares, considerou hoje “esgotadas as hipóteses de manutenção” de Bruno de Carvalho na presidência do Sporting, em declarações à rádio TSF, admitindo convocar uma reunião magna “para fazer regressar a paz ao Sporting”.

Em resposta, Bruno de Carvalho disse que a direção vai pedir a marcação de uma AG, acrescentando que o líder deste órgão social do clube é um “foco de problemas”, que “criou a maior confusão vista na história do Sporting ao conduzir de forma infantil e incompetente uma AG”, levando-o a “defender um homem que não tem defesa possível”.

No domingo, igualmente no Facebook, Bruno de Carvalho tinha salientado a “total solidariedade”, por telefone, de Jaime Marta Soares, assim como dos presidentes do Conselho Fiscal e Disciplinar do clube, Nuno Silvério Marques, e do Conselho Fiscal e Disciplinar da SAD, Rui Moreira Carvalho.

Mais tarde, após a vitória da equipa de futebol do Sporting frente ao Paços de Ferreira, por 2-0, num jogo em que os jogadores ‘leoninos’ foram aplaudidos e o presidente assobiado, Bruno de Carvalho acusou os adeptos ‘verde e brancos’ de serem “ingratos e de memória curta”, remetendo os pedidos de demissão para as reuniões magna do clube.

Bruno de Carvalho criticou na quinta-feira as exibições de alguns jogadores do Sporting, a seguir à derrota em casa do Atlético de Madrid (2-0), na Liga Europa.

Na sexta-feira, 19 jogadores do plantel, entre os quais Rui Patrício, William Carvalho, Fábio Coentrão, Coates, Gelson Martins e Bruno Fernandes, divulgaram um comunicado em que manifestaram « desagrado » com as críticas do presidente do clube.

Em resposta, Bruno de Carvalho partilhou um texto no Facebook, visível para os seus amigos na rede social, em suspendia os jogadores que subscreveram o comunicado e fazia saber que teriam de enfrentar a disciplina do clube.

No sábado, o treinador da equipa, Jorge Jesus, afirmou que os futebolistas não receberam qualquer nota de suspensão por parte do clube e garantiu que Bruno de Carvalho lhe deu « liberdade para convocar os jogadores » que entendesse para o jogo de domingo com o Paços de Ferreira, da 29.ª jornada da I Liga de futebol, o que aconteceu, com os ‘leões’ a vencerem por 2-0. Alfa/Lusa.

Macron destaca amizade entre Portugal e França

O Presidente francês, Emmanuel Macron, destacou hoje, no Cemitério Militar Português de Richebourg, « a amizade entre Portugal e França » numa intervenção na cerimónia evocativa do centenário da Batalha de La Lys.


 

Batalha de La Lys:
Emmanuel Macron discursou depois do Presidente português e recordou que no cemitério de Richebourg que “estão perto de 2.000 soldados portugueses” que lutaram numa “guerra absurda” que, aos “olhos europeus” de hoje se apresenta como uma “guerra dolorosamente fratricida”.

“Temos esta amizade entre Portugal e França, esta amizade profunda e sólida, cimentada por milhares de portugueses e franceses de origem portuguesa cuja energia e trabalho fortificam a nossa nação diariamente, cimentada por este sangue vertido, por estes jovens que aqui vieram defender a nossa liberdade e a nossa Europa”, acentuou.

O Presidente francês sublinhou que a cerimónia evoca a “memória de todos os soldados portugueses”, desde os que “combateram com as forças aliadas em França, mas também em Angola e Moçambique”, e acrescentou que a Batalha de La Lys, em 09 de abril de 1918 – na qual os portugueses foram destroçados pelas tropas alemãs – é simbolicamente “o equivalente para os portugueses da batalha de Verdun para os franceses”.

“Centenas de soldados portugueses morreram nesse dia, ao realizarem corajosamente uma batalha desigual que opôs 20.000 dos seus a mais de 50.000 alemães que aí agarravam a sua última oportunidade para ganhar a guerra antes da chegada dos esforços dos Estados Unidos. Foram, no total, 7.000 soldados portugueses que foram mortos, feridos e capturados num só dia negro, o mais mortífero da Grande Guerra para o vosso povo”, afirmou.

Emmanuel Macron apontou o cemitério militar português em França como “um símbolo de amizade e de solidariedade europeia e não de rancor nacionalista”, manifestando o desejo de que “nunca mais um europeu seja obrigado a tomar as armas e a matar o seu vizinho, que nunca mais os povos e as nações da Europa não tenham que se afrontar em guerras intestinais”.

O chefe de Estado francês declarou ainda que se deve “continuar a fazer da Europa o sonho de um continente que viveu um pesadelo”, que o “passado comum confirma que é preciso um futuro partilhado”, algo que é um dever para “a história, os mortos e a juventude”.

“Cem anos depois, o contraste entre a Europa de 1918, traumatizada por quatro anos de uma guerra até então incomparável e amputada da sua juventude, e a Europa de 2018, democrática, em paz há mais de 70 anos, deve exaltar as nossas convicções, as nossas ambições europeias. Não podemos habituar-nos a esta Europa em que vivemos como se não fosse o fruto do que construímos no tempo e o fruto do sangue vertido”, defendeu.

Macron advertiu que essas lições devem ser recordadas “num momento em que a Europa duvida de si mesma” e em que “os seus povos exprimem o medo do futuro colocando-se nas mãos de dirigentes que se alimentam da angústia”, considerando que “o nacionalismo tem uma triste memória do sangue vertido”.

“A Europa pode ser aperfeiçoada, nós sabemo-lo. A Europa deve ser objeto de reformas, trabalhamos nisso e trabalhamos em estreita colaboração com Portugal em muitos projetos da maior importância. Trabalhamos com o conjunto dos nossos aliados”, acrescentou, terminando o discurso com um “Viva Portugal, viva a França e viva a amizade entre Portugal e a França”.

Hoje, as comemorações do centenário da batalha de La Lys incluem também a inauguração da exposição “Racines” sobre descendentes de soldados portugueses, em Richebourg, uma cerimónia militar junto ao Monumento aos Mortos, em La Couture, o descerrar de placas em Arras e Lille e visitas a exposições nessas cidades.

Este domingo, Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa estiveram em Paris para descerrar uma placa, na Avenue des Portugais, em “homenagem aos combatentes da Grande Guerra” e participaram numa cerimónia militar de homenagem ao Soldado Desconhecido no Arco do Triunfo, perante largas dezenas de portugueses. Alfa/Lusa.

Porto regressa às vitórias e continua a um ponto do Benfica

Porto regressa às vitórias e continua a um ponto do Benfica

O FC Porto manteve-se a um ponto do líder e tetracampeão em título Benfica, ao receber e bater o Desportivo das Aves por 2-0, em encontro da 29ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Em vésperas da deslocação à Luz e depois do desaire por 2-0 com o Belenenses, no Restelo, a formação de Sérgio Conceição venceu com tentos madrugadores dos brasileiros Alex Telles, aos oito minutos, de grande penalidade, e Otávio, aos 11.

Na classificação, os ‘dragões’ seguem no segundo posto, com 73 pontos, contra 74 do Benfica, que no sábado venceu por 2-1 em Setúbal.

O Sporting reforçou o terceiro lugar da I Liga portuguesa de futebol, ao vencer em casa o Paços de Ferreira por 2-0, num encontro disputado sob um ambiente tenso, no Estádio José Alvalade.

Em plena ‘guerra’ entre o presidente, assobiado por grande parte dos adeptos, e os jogadores, maioritariamente aplaudidos, os ‘leões’ lograram o triunfo, com tentos do holandês Bas Dost, aos 20 minutos, e do costa-riquenho Bryan Ruiz, aos 65.

Na tabela, o Sporting passou a contar 68 pontos, seguindo a seis do líder Benfica, cinco do FC Porto e com mais três do que o Sporting de Braga, enquanto o Paços de Ferreira, com o central Rui Correia na baliza a partir dos 82 minutos, por lesão de Mário Felgueiras, manteve-se no 14º lugar, com 28, quatro acima da ‘linha de água’. Alfa/Lusa.

Resultados da 29ª jornada da I Liga:

– Sexta-feira, 06 abr:

Vitória de Guimarães – Rio Ave, 3-0

– Sábado, 07 abr:

Tondela – Portimonense, 2-2

Estoril Praia – Marítimo, 1-1

Feirense – Sporting de Braga, 2-2

Vitória de Setúbal – Benfica, 1-2

– Domingo, 08 abr:

Desportivo de Chaves – Belenenses, 1-1

FC Porto – Desportivo das Aves, 2-0

Sporting – Paços de Ferreira, 2-0

– Segunda-feira, 09 abr:

Moreirense – Boavista, 1-0.

Marcelo e Costa recebidos pelo Presidente francês

Marcelo e Costa recebidos pelo Presidente francês

O chefe de Estado português, Marcelo Rebelo de Sousa, e o primeiro-ministro, António Costa, vão ser recebidos pelo Presidente francês, Emmanuel Macron, em Paris, na segunda-feira, informou o Palácio do Eliseu.

O encontro foi já confirmado pelo Presidente da República português, numa nota colocada no ‘site’ da instituição na Internet.

Numa nota enviada à agência Lusa, o Palácio do Eliseu refere ainda que o Presidente francês vai também estar na segunda-feira no cemitério militar português de Richebourg, no norte de França, ao lado de Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa por ocasião do centenário da Batalha de La Lys, travada em 09 de abril de 1918, em plena I Guerra Mundial.

A Presidência portuguesa indica também que Marcelo e Costa terão na segunda-feira um “pequeno-almoço de trabalho” com Emmanuel Macron no Palácio do Eliseu, em Paris, às 08:00.

Os dois chefes de Estado e o primeiro-ministro português seguem depois para o norte de França, onde vão decorrer as celebrações do centenário da participação portuguesa na Batalha de La Lys, na I Guerra Mundial.

“O Presidente da República [francesa] e o Presidente da República portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, vão deslocar-se a Richebourg (Pas-de-Calais), segunda-feira, 09 de abril, no âmbito do centenário da Batalha de La Lys”, lê-se na nota de imprensa do Palácio do Eliseu.

Às 10:20 está prevista a chegada dos dois Presidentes à entrada do cemitério de Richebourg e às 10:25 têm lugar as honras militares.

Segundo a mesma nota, às 10:30 tem lugar a cerimónia com hinos nacionais cantados por crianças de quatro classes de escolas primárias das localidades de Richebourg e de Vieille-Chapelle, será descerrada uma placa comemorativa do centenário e serão proferidos os discursos dos Presidentes da Repúblicas portuguesa e francesa.

Depois serão ainda colocadas coroas de flores, homenageados os mortos e assinado o livro de ouro, estando o fim da cerimónia programado para as 11:15 com a partida de Emmanuel Macron, que já não vai participar no resto da agenda portuguesa de comemorações do centenário da Batalha de La Lys.

Alfa/Lusa.

Português baleado no ataque no sul de França já saiu do coma

Português baleado no ataque no sul de França já saiu do coma

A Secretaria de Estado das Comunidades disse ontem à Lusa que recebeu a informação de que o português baleado no atentado terrorista no sul de França já saiu do coma, garantindo que está em contacto com a família.

“O secretário de Estado das Comunidades tem estado em contacto permanente com a família e confirmamos que recebemos a mesma informação que foi avançada pela família à imprensa francesa, que o português saiu do coma”, disse à Lusa fonte da Secretaria de Estado das Comunidades.

Renato Silva, de 26 anos, ficou ferido no atentado que ocorreu no sul de França a 23 de março e está internado no centro hospitalar de Perpignan, a cerca de 850 quilómetros a sul de Paris.

O jovem estava em coma induzido, com uma bala alojada do cérebro.

Os ataques, que ocorreram a 23 de março em Carcassonne e Trèbes, no sul de França, provocaram cinco mortos, incluindo o atacante, e 15 feridos.

O português foi baleado por Radouane Lakdim, quando estava no seu carro, tendo o passageiro que se encontrava com ele morrido na sequência dos tiros do atacante, que roubou a viatura e disparou sobre militares a caminho do supermercado onde viria a fazer uma tomada de reféns. Alfa/Lusa.

Sporting perde com Atlético de Madrid por 2-0

Sporting perde com Atlético de Madrid por 2-0

O Sporting foi derrotado pelo Atlético de Madrid, por 2-0, em jogo da primeira mão dos oitavos de final da Liga Europa em futebol, sofrendo a 13ª derrota em 16 jogos em Espanha.

O espanhol Koke, ainda dentro do primeiro minuto, e o francês Antoine Griezmann, aos 40, marcaram os golos do triunfo dos ‘colochoneros’.

Resultados dos quartos de final da Liga Europa em futebol (horas em Paris).

Primeira mão:

– Quinta-feira, 05 abr:

Leipzig, Ale – Marselha, Fra, 1-0

Arsenal, Ing – CSKA Moscovo, Rus, 4-1

Atlético de Madrid, Esp – Sporting, Por, 2-0

Lazio, Ita – Salzburgo, Aut, 4-2

Segunda mão:

– Quinta-feira, 12 abr:

Marselha, Fra – Leipzig, Ale, 21:05

CSKA Moscovo, Rus – Arsenal, Ing, 21:05

Sporting, Por – Atlético de Madrid, Esp, 21:05

Salzburgo, Aut – Lazio, Ita, 21:05.

A segunda mão dos quartos de final da Liga Europa está marcada para 12 de abril, na qual o treinador do Sporting, Jorge Jesus, não poderá utilizar Fábio Coentrão e Bas Dost, castigados. Alfa/Lusa.

Paris Saint-Germain vence Mónaco por 3-0

Paris Saint-Germain vence Mónaco por 3-0

O Paris Saint-Germain conquistou hoje a Taça da Liga francesa pela oitava vez, quinta de forma consecutiva, ao derrotar na final o Mónaco, treinado por Leonardo Jardim, por 3-0.

Em Bordéus, numa reedição da final da temporada transata, o PSG voltou a não ter dificuldades para erguer o troféu, entrando a ganhar com o golo de grande penalidade de Cavani, aos oito minutos, depois de falta sofrida por Mbappé.

Aos 21, o avançado francês, ex-jogador do Mónaco, desmarcou o argentino Di María para o segundo golo, sem que os monegascos tivessem reagido ao tento inaugural.

Só depois do 2-0 é que a equipa de Leonardo Jardim começou a aparecer, e aos 34, João Moutinho desmarcou Rony Lopes, que picou por cima de Trapp, mas a bola saiu a ‘roçar’ o poste da baliza dos parisienses, no primeiro lance de perigo dos monegascos, protagonizado pelos dois jogadores lusos em campo.

Três minutos depois, o extremo português cruzou para o cabeceamento do colombiano Falcao, com o ‘capitão’ dos monegascos a marcar, mas o tento foi anulado após consulta do vídeoárbitro.

Aos 41, tanto Rony Lopes, o jogador mais em evidência do lado do Mónaco, como Lemar testaram Trapp, que se opôs aos dois remates e impediu o 2-1.

No segundo tempo, Emery acertou as marcações dos parisienses, exploradas no final da primeira parte, e o jogo tornou-se mais equilibrado, sem tantas oportunidades claras de golo.

Aos 73, Rony Lopes foi substituído por Diakhaby e, seis minutos depois, foi Moutinho a abandonar o campo, no caso de maca, depois de uma entrada dura de Kimpembe.

Mbappé voltou a ‘brilhar’ ao desmarcar Cavani aos 85 minutos, com o avançado uruguaio a fazer o quarto ‘bis’ nas últimas cinco finais da Taça da Liga.

O Paris Saint-Germain ampliou o recorde de vitórias na competição, com oito cetros, enquanto o Mónaco igualou o Lyon na lista de equipas que mais vezes foram finalistas vencidas, com quatro derrotas em finais. Alfa/Lusa.

Porto perde com Belenenses e cede a liderança da I Liga ao Benfica

Porto perde com Belenenses e cede a liderança da I Liga ao Benfica

O FC Porto perdeu para o Benfica a liderança da I Liga portuguesa de futebol, ao perder em casa do Belenenses, por 2-0, no jogo que fechou a 28ª jornada.

Os brasileiros Nathan (10 minutos) e Maurides (70) marcaram os golos do conjunto do Restelo, que já não derrotava os ‘dragões’ há mais de 16 anos.

O FC Porto sofreu a segunda derrota consecutiva como visitante, depois de ter perdido com o Paços de Ferreira (1-0), na 26.ª jornada, naquela que foi a sua primeira derrota no campeonato.

Com este resultado, o FC Porto manteve-se com os mesmos 70 pontos, menos um do que o Benfica, que tinha vencido no sábado o Vitória de Guimarães, por 2-0, com um ‘bis’ de Jonas.

Na terceira posição está o Sporting, a seis pontos do Benfica, depois de ter sido batido na visita a casa do Sporting de Braga, quarto, por 1-0.

Com triunfo sobre os ‘dragões’, o Belenenses subiu ao 11º lugar, com 32 pontos, já a nove da zona de despromoção. Alfa/Lusa.

Resultados da 28ª jornada:

– Quinta-feira, 29 mar:

Desportivo das Aves – Vitória de Setúbal, 1-4

– Sexta-feira, 30 mar:

Marítimo – Feirense, 4-1

Rio Ave – Estoril Praia, 2-0

Boavista – Tondela, 1-1

– Sábado, 31 mar:

Portimonense – Moreirense, 4-3

Paços de Ferreira – Desportivo de Chaves, 2-0

Benfica – Vitória de Guimarães, 2-0

Sporting de Braga – Sporting, 1-0

– Segunda-feira, 02 abr:

Belenenses – FC Porto, 2-0.

Nordahl Lelandais admitu ter matado um militar

Nordahl Lelandais admitu ter matado um militar

Nordahl Lelandais, o autor confesso da morte da lusodescendente Maëlys de Araújo, no verão passado em França, admitiu hoje que matou um militar, dado como desaparecido, em abril de 2017, noticia a AFP, citando uma fonte próxima do processo.

O ex-treinador de cães do Exército, de 35 anos, foi conduzido hoje por investigadores ao local onde foram descobertos os ossos do cabo Arthur Noyer, um militar de 23 anos.

Nordahl Lelandais admitiu ter contratado o soldado, mas negou sempre qualquer responsabilidade pela sua morte.

Os investigadores deslocaram-se hoje a Cruet, uma pequena cidade dos Alpes, a cerca de vinte quilómetros de Chambéry.

Foi neste local que as autoridades judiciais disseram ter encontrado, com a ajuda de um popular, os restos do crânio do cabo Noyer, refere a AFP, adiantando que outros ossos foram descobertos naquele lugar.

Esta descoberta conduziu, em dezembro, à acusação (indiciação) do suspeito, que se baseia, principalmente, em perícias telefónicas.

O cabo Arthur Noyer, um membro dos caçadores alpinos, desapareceu na noite de 11 para 12 de abril de 2017 perto de Chambéry depois de sair de uma discoteca.

No que diz respeito à menor lusodescendente, depois de meses de silêncio e da descoberta de novas pistas, Nordahl Lelandais confessou em fevereiro que matara « acidentalmente » Maëlys, de oito anos, que desaparecera durante um casamento no verão passado.

Dois dias depois de confessar ter matado Maëlys de Araújo, Lelandais foi hospitalizado em meados de fevereiro.

Neste caso, ele é acusado de assassínio, refere a agência noticiosa francesa. Alfa/Lusa.