A seleção portuguesa de futebol manteve-se hoje no quarto lugar do ‘ranking’ da FIFA, na última atualização antes do início do Mundial2018, que se disputa na Rússia, de 14 de junho a 15 e julho.
A ‘equipa das quinas’ mantém-se atrás da Alemanha, que mantém a liderança, do Brasil e da Bélgica, com quem empatou a zero num encontro particular no sábado.
A Espanha, primeira adversária de Portugal no Grupo B do Mundial2018, caiu do oitavo lugar para o 10.º, por troca com a Polónia, na única alteração no ‘top-10’ da hierarquia mundial.
Em relação aos outros adversários de Portugal, o Irão, de Carlos Queiroz, caiu para a 37.ª posição e foi ultrapassado pela Austrália (36.ª) como melhor equipa da Confederação Asiática, enquanto Marrocos subiu um posto para o 41.º lugar.
Além do Brasil, o país de língua oficial portuguesa mais bem colocado continua a ser Cabo Verde, apesar de ter caído para 65.º.
Em relação às 32 equipas que vão estar presentes no Mundial2018, a anfitriã Rússia é a pior posicionada, depois de ter descido para o 70.º posto.
Macron sobre uma conversa mal sucedida com Trump: “Se as pessoas soubessem como são feitas as salsichas…”
Alfa/Expresso
O tema da conversa eram as tarifas protecionistas agora impostas pelos EUA aos seus aliados mais próximos. O presidente norte-americano não terá gostado de ser criticado
(foto arquivo)
Há dias que havia informações de que uma recente conversa telefónica entre os presidentes de França e dos Estados Unidos tinha corrido mal. Emmanuel Macron esperava fazer valer a sua boa relação com Donald Trump para o convencer de que não havia nada a ganhar com uma guerra comercial entre os Estados Unidos e a Europa – designadamente, com taxas alfandegárias impostas unilateralmente pelos EUA ao arrepio de acordos comerciais há muito em vigor.
Trump, que reage mal às críticas, não terá apreciado a lição. As polémicas taxas entraram mesmo em vigor, e a União Europeia já anunciou retaliações. Agora Macron parece ter confirmado publicamente, embora de forma algo indireta, que a conversa de facto não correu bem.
Durante uma conferência de imprensa com o primeiro-ministro israelita, que está de visita a Paris, perguntaram ao presidente francês se era verdade, como afirmou a CNN na segunda-feira, que a conversa com Trump tinha sido terrível. Macron, que é conhecido por não fazer o tipo de confidências aos jornalistas que outros presidentes fazem e fizeram, respondeu invocando a figura de um famoso chanceler alemão do século XIX.
« Como Bismarck costumava dizer, se explicássemos às pessoas como são feitas as salsichas, é pouco provável que elas continuassem a comê-las. Portanto, eu gosto quando as pessoas veem a refeição pronta, mas não creio que os comentários de cozinha ajudem a criar a refeição ou a comê-la ».
Tradução: as relações internacionais tratam-se com a porta fechada. Ao público cabe apreciar, ou não, o resultado final. Para garantir que a mensagem era bem entendida, Macron acrescentou: « Aqui em Paris não fazemos comentários sobre como correu, ou quão quentes, frias, calorosas ou terríveis as coisas foram. Simplesmente vamos e fazemos as coisas ».
A União Europeia (UE) quer criar em todos os Estados-membros um sistema de alerta via telemóvel às populações para situações de emergência como incêndios ou atentados terroristas, e melhorar os serviços de localização de chamadas.
Esta decisão, tornada pública esta quarta-feira, está incluída no pacote legislativo sobre regras para telecomunicações e que foi acordado pelo Conselho da UE e o Parlamento Europeu.
O objetivo da medida é « aumentar a proteção dos cidadãos em situações de emergência », o que inclui, segundo um comunicado da Comissão Europeia, uma recolha mais precisa da localização de quem faz uma chamada de emergência, a inclusão de mensagens de texto e chamadas de vídeo nas comunicações de emergência e a criação de um sistema de transmissão pública de avisos para os telemóveis.
No que respeita à localização, o novo código para as comunicações eletrónicas prevê que a informação sobre a localização da chamada possa ser procurada através da rede usada e do próprio aparelho.
O código passa a incluir mensagens de texto ou de vídeo na categoria de chamadas de emergência.
O sistema público de alerta via telemóveis permitirá, por seu lado, que « cidadãos e viajantes estejam informados sobre ameaças iminentes ou em curso na área onde estão localizados ».
Após os atentados de março de 2016, a Bélgica criou um sistema de alerta rápido – BE-Alert – através do qual, por inscrição, os cidadãos sejam informados através de um SMS sobre situações de perigo.
Os utilizadores das redes sociais têm vindo a manifestar o seu desagrado em relação ao preço da camisola mais cara, que é a utilizada pelos jogadores.
A camisola oficial da Seleção Nacional está à venda na loja oficial da Nike e no site da Federação Portuguesa de Futebol por 140 euros, o que tem motivado duras críticas nas redes sociais.
« A camisola de futebol 2018 Portugal Vapor Match Home para homem é a mesma camisola usada pelos profissionais em campo. Conta com tecnologia Nike VaporKnit para oferecer respirabilidade excecional e mobilidade leve », pode ler-se no site da marca.
Entre as principais características, a marca destaca o « ajuste estreito », que permite que o corpo se mova livremente, e « as mangas raglã », que possibilitam uma amplitude de movimentos natural.
Há uma versão mais barata
Nas redes sociais, os utilizadores vão mostrando o seu desagrado. Mas a verdade é que a Nike tem também disponível um outro modelo, a versão Stadium, que está à venda por 85 euros. O preço elevado da versão Match explica-se pelo facto de ser igual à que os jogadores utilizam em campo, sendo mais cara devido aos materiais e à tecnologia.
As instituições europeias alcançaram um pré-acordo para limitar o preço das chamadas de um país da União Europeia para outro, um pacote de medidas proposto pelos eurodeputados.
A partir de 15 de maio de 2019, o custo de uma chamada de um país da União Europeia (UE) para outro será limitada a 19 cêntimos por minuto e o de uma mensagem SMS não poderá ser superior a seis cêntimos, segundo um acordo alcançado esta a noite, depois de 12 horas de debate entre os negociadores do Parlamento Europeu e os dos 28 países da UE, em Bruxelas.
« Nós chegámos a acordo sobre o facto que os operadores não podem cobrar custos excessivos aos utilizadores quando estes telefonam ou enviam um SMS a partir do seu país de origem para um outro Estado membro da UE através de um telemóvel ou de um telefone fixo », declarou a espanhola Pilar del Castillo, uma das negociadoras do parlamento.
Este acordo político surge um ano depois da supressão do ‘roaming’.
Os operadores históricos europeus criticaram o pacote adotado esta noite, considerando que é uma « cortina de fumo » política, que esconde os fracassos da UE em se entender sobre medidas muito mais importantes que facilitariam os investimentos indispensáveis para inovações de alta tecnologia.
« O objetivo principal da proposta inicial da Comissão Europeia (CE) era melhorar significativamente o clima de investimento para a implantação de novas redes e capacitar os usuários de todos os serviços de comunicação », disse num comunicado a ETNO, federação europeia que inclui a Orange ou a Deutsche Telekom.
Esta « ocasião, única em dez anos, foi perdida », adianta a ETNO.
Este acordo preliminar ainda tem de ser aprovado definitivamente pelos 28 Estados membros e pelo PE.
Cerca de 80 pessoas voltaram a manifestar-se hoje no centro de Paris, « contra a alienação » da sucursal francesa da Caixa Geral de Depósitos (CGD), naquela que é a oitava semana de greve no banco público em França.
Esta é a quarta manifestação em duas semanas e a primeira de três protestos agendados para esta semana, tendo-se realizado na rua La Fayette, em frente à sede da Federação Bancária Francesa, entre apitos, músicas tradicionais portuguesas, bandeiras de Portugal e cartazes com as frases « A Caixa unida jamais será vendida » e « En grève » [« Em greve »].
« O slogan principal é ‘Não à alienação’. A alienação é o desaparecimento da Caixa em França. A Caixa é um banco de Estado, estamos a servir a comunidade portuguesa. Fora o medo pelo emprego, fora o afeto pelo nosso trabalho e pela nossa clientela, somos portugueses, e o que eles estão a fazer vai danifiar Portugal », afirmou à Lusa Manuela dos Santos, membro da comissão dos trabalhadores da sucursal francesa da CGD.
Manuela dos Santos explicou que o protesto em frente à Federação Bancária Francesa pretende « chamar a atenção das autoridades bancárias francesas », para uma « situação completamente anormal », e sublinhou que « a lei francesa prevê que as instituições representativas do pessoal têm de ser informadas sobre o projeto de reestruturação » e « essa lei não foi respeitada ».
Desde o início da greve, em 17 de abril, a intersindical FO-CFTC, que apoia a paralisação, e a comissão de negociação dos trabalhadores em greve, têm apontado como uma das principais reivindicações o acesso ao plano de reestruturação do banco público, visto que, em 2017, foi acordada com a Comissão Europeia a redução da operação do banco fora de Portugal (nomeadamente Espanha, França, África do Sul e Brasil) como contrapartida da recapitalização da CGD.
Entretanto, os membros da comissão de negociação dos trabalhadores em greve e os sindicatos que apoiam o movimento foram notificados para comparecer a uma audiência no Tribunal de Grande Instância de Paris, a 12 de junho, por alegado « delito do abuso do direito de greve », algo que para Manuela dos Santos é « um ataque à Constituição francesa e ao direito de greve ».
Em 12 de junho, a Justiça francesa também se deve pronunciar sobre « o pedido para que o plano de reestruturação seja entregue às instituições representativas do pessoal », uma ação que já tinha dado entrada junto no Tribunal de Grande Instância de Paris e que foi apresentada pela comissão de trabalhadores.
A continuação da greve, iniciada em 17 de abril, é votada quase diariamente na sede da CGD em Paris, onde o banco continua aberto, apesar de estar a funcionar com « serviços menos que mínimos », de acordo com Manuela dos Santos.
Há novas manifestações esta quinta-feira, no Consulado-Geral de Portugal, com a presença do deputado de Bloco de Esquerda Moisés Ferreira, membro das duas comissões parlamentares de inquérito à CGD, e esta sexta-feira junto à Embaixada de Portugal, no dia em que há uma receção de comemoração do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Na segunda-feira, a intersindical FO-CFTC enviou à Comissão de Orçamento, Finanças e Modernização Administrativa um « pedido de uma audiência urgente para apresentar a situação da Caixa Geral de Depósitos em França e as soluções que urge adotar ».
A greve na sucursal em França da Caixa Geral de Depósitos, que tem 48 agências e mais de 500 trabalhadores, foi apoiada pela intersindical francesa FO-CFTC, mas não foi seguida pelos sindicatos CGT e CFDT.
Em 10 de maio, o presidente executivo da CGD, Paulo Macedo, afirmou querer manter a operação da CGD em França e adiantou que está a negociar isso com as autoridades, apesar de ter sido também acordada a sua venda, mas acrescentou que isso só acontecerá se a « operação for sustentável, rentável e solidária » com os esforços feitos pelo banco. Na terça-feira, o gestor recusou comentar a continuação dos
Em 24 de maio, o Governo aprovou os cadernos de encargos com as condições para a venda dos bancos da CGD na África do Sul e em Espanha, segundo comunicado de Conselho de Ministros.
A tradução para francês é do professor Dominique Stoenesco e « O Soldado Sabino » foi o primeiro livro escrito por Nuno Gomes Garcia editado em Portugal. Lançou, depois, « O Dia em que o Sol se Apagou » e « O Homem Domesticado ».
Em França, a obra chama-se « Sabino, ou les tribulations d’un soldat portugais dans la Grande Guerre » e foi publicado pelas Éditions Petra.
Nuno Gomes Garcia anima na Alfa o programa semanal « O livro da semana » (com difusão às quartas e aos domingos), no qual entrevista escritores portugueses e de todo o universo da lusofonia.
Por ocasião do lançamento da edição francesa de « O Soldado Sabino » o jovem escritor participará, com o tradutor Dominique Stoenesco, no domingo, 10 de junho, no programa « Passagem de nível », de Artur Silva.
O Dia de Portugal em França. Uma crónica desencantada do jornalista Carlos Pereira, diretor do Lusojornal, sobre as comemorações do 10 de junho em França. Este ano, a receção para assinalar o Dia de Portugal, de Camões e das Comunidadesna Embaixada de Portugal em França, é na sexta-feira, dia 8.
Para ouvir, na Rádio Alfa, alguns minutos antes das 7, 9, 11, 15, 17 e 19 horas.
Declarada a guerra comercial entre os Estados Unidos e a Europa. Compreenda o que na realidade se passa, quem realmente perde e quem ganha. Volte a ouvir aqui a última crónica do economista Pascal de Lima.
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