Sporting vence Famalicão e amplia diferença na liderança da I Liga

O Sporting reforçou hoje a liderança da I Liga de futebol, ao vencer na visita ao Famalicão, por 0-1, em jogo em atraso da 20ª jornada, ampliando para sete pontos a diferença para o segundo classificado Benfica.

No Estádio Municial de Famalicão, Pedro Gonçalves fez, aos 20 minutos, o único golo do jogo da ronda 20, inicialmente agendado para 03 de fevereiro e que foi adiado por falta de policiamento.

Com o triunfo de hoje, o Sporting somou a sexta vitória consecutiva no campeonato e passou a ter 77 pontos, mais sete do que o Benfica, enquanto o Famalicão vê interrompida uma série de quatro jogos sem derrotas e mantém-se em oitavo, com 35.

 

Programa da 30ª jornada:

– Sexta-feira, 19 abr:

Rio Ave – Arouca, 21:15

 

– Sábado, 20 abr:

Moreirense – Gil Vicente, 16:30

Boavista – Estrela da Amadora, 19:00

Sporting de Braga – Vizela, 21:30

 

– Domingo, 21 abr:

Desportivo de Chaves – Estoril Praia, 16:30

Famalicão – Portimonense, 16:30

Casa Pia – FC Porto, 19:00

Sporting – Vitória de Guimarães, 21:30

 

– Segunda-feira, 22 abr:

Farense – Benfica, 21:15

 

Com Agência Lusa.

Tribuna Desportiva – 15 Abril 2024

Um programa de Manuel Alexandre com Armindo Faria, Marco Martins e Eric Mendes. Atualidade Desportiva, Entrevistas, Comentários, Crónicas e Reportagens.

Tribuna Desportiva é um programa desportivo da Rádio Alfa às Segundas-feiras, entre as 21h e as 23h. Redifusão às zero horas, na noite de quarta para quinta-feira (seguinte).

Tribuna Desportiva é um dos programas mais antigos da Rádio Alfa.

Primeira hora:

 

Segunda hora:

 

Átila Fontinha (USCL) e Tiago Castro (USL) na Tribuna Desportiva

 

Chama olímpica é acesa em Olímpia e começa caminho rumo a França

A chama olímpica foi hoje acesa na antiga cidade de Olímpia e começou agora um longo périplo até à chegada a Paris para os Jogos Olímpicos de 2024, que começam daqui a 101 dias.

 

Após duas edições — Jogos Tóquio2020 e de inverno Pequim2022 — em que a cerimónia foi afetada pela covid-19, o acender da chama recuperou o seu simbolismo e grandiosidade, com mais um milhar de pessoas a assistir, entre as quais o presidente do Comité Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach.

Junto às ruínas com 2.600 anos do templo a Hera, a ‘suma sacerdotisa’, interpretada pela atriz grega Mary Mina e vestida com um traje tradicional da Grécia Antiga, acendeu a pira, com recurso ao sol e a um espelho cilíndrico, num processo que já era conhecido pelos gregos da antiguidade.

No final da cerimónia, a ‘suma sacerdotisa’ pousou a chama numa das pedras das ruínas do templo da antiga cidade que é considerada o berço dos Jogos da Antiguidade e acendeu a tocha que estava nas mãos de Stefanos Douskos.

O remador grego, medalha de ouro em Tóquio2020, começou o percurso da tocha com um ramo de oliveira na mão e depois de ser libertada uma pomba branca, símbolos da paz, passando-a depois à ex-nadadora Laure Manaudou, após passar junto ao monumento a Pierre de Coubertin, pai dos Jogos Olímpicos da era moderna.

A campeã olímpica dos 400 metros livres em Atenas2004 será a primeira francesa a transportar a tocha olímpica para os Jogos Paris2024, que se disputam de 26 de julho a 11 de agosto.

O percurso da chama vai agora percorrer durante 11 dias a Grécia antes de partir para Paris, num caminho com passagens por vários locais históricos franceses, assim como pela Polinésia Francesa, onde se vão disputar as provas de surf.

 

Com Agência Lusa.

 

TEMPESTADE 2.1 PODCAST – 13 DE ABRIL 2024 – ANNIE CICATELLI

 

« O programa dos lusodescendentes e lusodependentes da Cap Magellan, todos os sábados das 14h às 16h só… na Rádio Alfa!
A Léa, a Julie, o Toni e o Edouard agitaram mais uma tarde com música, cultura e atualidades.
Esta semana em estúdio esteve a Annie Cicatelli, artista de croché apaixonada pelo Brasil. Partilhamos uma conversa sobre a vida no Brasil, país no qual viveu vários anos e onde foi criada. « 

25 Abril: Os discos proibidos que saíram do armário da rádio portuguesa

25 Abril: Os discos proibidos que saíram do armário da rádio portuguesa

O 25 de Abril abriu as portas de um armário onde estavam os discos proibidos de passar na rádio e que nesse “dia inicial inteiro e limpo” puderam finalmente tocar, marcando o início de uma revolução musical em Portugal.

António Macedo é um homem da rádio e não esconde o entusiasmo ao recordar os dias loucos da música que se seguiram ao 25 de Abril, uma revolução que acompanhou primeiro em Angola, antes de regressar a Portugal, em 1975.

À Lusa, o radialista que durante anos foi a voz do “Programa da Manhã”, na Antena Um, afirmou que o que mais mudou na rádio após o 25 de Abril é que “o que estava proibido deixou de estar proibido – e havia muita canção, muitas canções proibidas”.

Na Rádio Renascença, por exemplo, havia uma lista de canções proibidas e, na emissora nacional radiodifusão, os discos eram mesmo riscados com um prego.

Após o 25 de Abril, foi possível libertar as canções todas que estavam proibidas, que eram mesmo muitas, e que “eram canções de combate, que denunciavam, de uma maneira ou outra, sobretudo a guerra colonial, mas também o estado em que vivíamos, o chamado Estado Novo, que era um estado policial, uma ditadura, em que não havia liberdade de opinião, liberdade de imprensa, liberdade de expressão e as outras liberdades todas, incluindo a liberdade cívica”.

“As canções que estavam proibidas eram canções que tratavam disso, de poetas como Manuel Alegre, como o disco do Adriano Correia de Oliveira (“Canto e as Armas”), cujas músicas estavam todas proibidas, ou o “Cantaremos”, que também tinha várias faixas interditas.

Inclusive a “Lágrima de preta”, um poema do António Gedeão e música de José Niza, e que “é uma das mais espetaculares pérolas da música portuguesa”, estava proibida, tal como numerosas de José Afonso, a começar, como é lógico, pela “Vampiros”, porque era “um grande hino da sociedade”.

António Macedo ilustra a madrugada da libertação com um episódio ocorrido nas ocupadas instalações do Rádio Clube Português: “O técnico de som José Ribeiro, hoje reformado, arrombou o armário onde estavam os discos proibidos e entregou-os a quem estava a fazer a emissão. É uma imagem que diz tudo. Aqueles discos foram para a cabine, onde não tinham lugar, tinham lugar num armário, que estava a fechado à chave”.

Os discos ficaram à disposição, embora os militares tenham optado pelas marchas militares, mas após o golpe consumado, esses discos começaram a rodar.

Na altura ainda em Angola, António Macedo foi-se apercebendo através dos relatos dos companheiros que existia uma “sede brutal de dar o direito às pessoas de conhecerem aquilo que as pessoas não sabiam que existia”.

“Foi um bombardeamento de canções de intervenção, de protesto, do que estava proibido e o que foi gravado imediatamente a seguir ao 25 de Abril”, indicou.

E explicou: “Os estúdios, as editoras, estavam mais viradas para a circunstância de, no encadeamento de liberdade, dar a possibilidade de, em liberdade, os que tiveram tantas músicas proibidas, poderem gravar em liberdade”.

Simultaneamente, começam também a gravar os que vinham da música rock, da música elétrica, como o Fernando Tordo, o Paulo de Carvalho, o Carlos Mendes, e surgem nomes do passado que “gravam coisas novas para um novo tempo, o tempo da liberdade”, como o António Calvário que alcança grande êxito com o tema “Mocidade”, disse.

“Aumentou brutalmente a diversidade da música portuguesa que passava na rádio”, ao mesmo tempo que os músicos da parte elétrica começaram a gravar mais, e tudo isso vai “desembocar no período do final dos anos 70, início dos anos 80 [do século XX], do chamado ‘boom’ do rock português, com o Rui Veloso logo à cabeça”.

Para o radialista, “tudo isso foi possível por causa do 25 de Abril”.

Desafiado a escolher a banda sonora da liberdade, António Macedo põe duas a tocar: A canção da liberdade, enquanto conceito, e a canção da sua liberdade.

A primeira é a “Liberdade”, de Sérgio Godinho, na qual o artista canta que « só há liberdade a sério quando houver a paz, o pão, habitação, saúde, educação ».

A canção da sua liberdade é a “Canção com Lágrimas”, de Manuel Alegre e de António Correia de Oliveira.

“É uma canção que me põe sempre a chorar e é a canção da minha liberdade. É a canção da minha vida, é a canção que antes do 25 de Abril nunca pude passar na rádio – porque fala da guerra e da morte na guerra – e foi a primeira canção que a 25 de Abril eu passei na rádio”, recorda.

Alfa/ com Lusa

Macron revela planos alternativos para cerimónia de inauguração dos Jogos Olímpicos

Emmanuel Macron já tinha assegurado dispor de opções para a cerimónia de inauguração, mas é a primeira vez que se refere a cenários alternativos. Jogos Olímpicos começam a 26 de julho, em Paris.

O presidente francês revelou esta segunda-feira planos alternativos para a cerimónia de inauguração dos Jogos Olímpicos, como limitá-la no espaço ou fazê-la no Estádio de França, mostrando-se convencido de que a poderá realizar no Sena, apesar da ameaça terrorista. Os Jogos Olímpicos acontecem entre 26 de julho e 11 de agosto, em Paris, França.

Apesar de Emmanuel Macron já ter assegurado no passado dispor de diversas opções para a cerimónia de inauguração, esta é a primeira vez que se refere a cenários alternativos. “A cerimónia que planeamos é uma estreia mundial. Temos de a realizar e vamos realizá-la. (…) Mas temos plano B e plano C e preparamo-los em paralelo”, relatou, em entrevista à televisão BFMTV.

Macron fez referência a duas hipóteses: realizar a cerimónia nos jardins do Trocadero, que no plano inicial seria o ponto final do desfile das delegações pelo Sena, ou fazê-la no Estádio de França, em Saint-Denis, a norte de Paris, que acolherá as provas de atletismo.

A cerimónia de abertura, prevista para dia 26 de julho, será a primeira realizada fora de um estádio. Cerca de 10.500 atletas desfilarão pelo coração da capital francesa em barcos no rio Sena, ao longo de um percurso de seis quilómetros.

Para limitar os riscos de segurança, Macron admite que os organizadores decidam encurtar o itinerário do desfile ou transferi-la para o Estádio de França, tornando-a num evento mais convencional.

A organização planeava originalmente uma grandiosa cerimónia de abertura para até 600 mil pessoas, a maioria assistiria gratuitamente nas margens do rio Sena. Contudo, as preocupações de segurança e logística levaram o governo francês a reduzir progressivamente as suas ambições. No início deste ano, o número total de espetadores foi reduzido para cerca de 300 mil.

O governo francês também decidiu que os turistas não terão acesso gratuito para assistir à cerimónia de abertura, por questões de segurança. O acesso gratuito será apenas para convidados.

 

Com Agência Lusa e BFMTV.

ESPAÇO ABERTO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO – 13 DE ABRIL 2024

 

Todas as semanas a equipa do Espaço Aberto recebe em estúdio as associações lusófonas para a divulgação de seus eventos.

Divulgue os seus ligando: 01 45 10 98 60

BASTIDORES – 13 DE ABRIL 2024 – GRUPO MUSICAL BORA LÁ

 

«Bastidores » Conversas com artistas na Rádio Alfa. Apresentação: Sónia Marinho.

Todos os Sábados das 16h às 17h – Esta Semana o grupo Bora lá.

O Livro da Semana: “Anno Domini, 1348”, Sérgio Luís de Carvalho.

O Livro da Semana, próximas edições: 

17, 21 e 25 de ABRIL: SÉRGIO LUÍS DE CARVALHO, autor de “ANNO DOMINI, 1348”

O LIVRO DA SEMANA, às quartas (13h30), aos domingos (14h30) e às quintas (03h). Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.

Ou ouça aqui:

 

 

1348 foi o ano mais traumático da história europeia. E é este ano que trata o primeiro romance de Sérgio Luís de Carvalho, recentemente reeditado, mas publicado originalmente em 1990, depois de ter ganhado o Prémio Literário Ferreira de Castro.

Este romance histórico, com o título “Anno Domini, 1348”, é talvez o grande romance português que retrata a Peste Negra, tal como ela foi, não fosse o Sérgio, além de romancista, um consagrado medievalista com ampla obra publicada sobre a Idade Média.

E a nós, que até já tivemos direito à nossa pandemia, é-nos talvez difícil imaginar o impacto brutal da epidemia do século XIV, período pré-científico no qual os caprichos divinos tudo explicava. Nesse tempo, não se conhecia o infinitamente pequeno, como sejam as bactérias ou os vírus, e a epidemia acabou por matar mais de metade da população europeia. À Peste, juntaram-se a fome e as guerras endémicas. E eis a razão pela qual os historiadores chamam a este período “A grande crise do século XIV” que, por incrível que pareça, deixou as sementes para a modernidade europeia.

“Anno Domini, 1348” é então narrado por João Lourenço, o protagonista, que era um tabelião, que realmente existiu em Sintra, tendo sido vitimado pela Peste Negra, como o atesta a documentação da época.

Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com Sérgio Luís de Carvalho e descubra um romance que também foi publicado em França, com o título ”Le bestiaire inachevé”, tendo sido muito bem recebido pela crítica.

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