Desporto Associativo – 19 Outubro 2024

Um programa de Sousa Gomes. O desporto amador e as equipas das Associações portuguesas de França em destaque.

Desporto Associativo, todos os Sábados, entre as 17h e as 18h (redifusão às 2h, na noite de segunda para terça-feira).

Ouça aqui:

Portugal. Luís Montenegro abre Congresso do PSD em Braga com discurso otimista

O PM e líder social-democrata, Luís Montenegro, defendeu a ação do seu Governo na abertura do Congresso do PSD em Braga.

O 42.º Congresso do seu partido arrancou a meio da manhã de hoje, em Braga, num palco com o slogan “Portugal no bom caminho”.

« Nós fazemos a diferença », disse Montenegro.

Moçambique/Eleições: Advogado de Venâncio Mondlane e mandatário do Podemos mortos a tiro

Moçambique/Eleições: Advogado de Venâncio Mondlane e mandatário do Podemos mortos a tiro em Maputo

 

Elvino Dias, advogado do candidato presidencial Venâncio Mondlane, e Paulo Guambe, mandatário do Podemos, partido que o apoia, foram mortos na sexta-feira à noite, no centro de Maputo, por indivíduos desconhecidos que dispararam sobre a viatura em que seguiam.

Fonte do Serviço Nacional de Investigação Criminal (Sernic) confirmou hoje o homicídio de ambos, acrescentando que a Polícia da República de Moçambique vai pronunciar-se sobre o caso nas próximas horas.

O crime aconteceu na Avenida Joaquim Chissano, centro de Maputo, com fontes no terreno a relatarem uma emboscada por homens armados à viatura em que ambos seguiam, depois das 23:00 locais (menos uma hora em Lisboa), tendo sido disparados vários tiros que acabaram por atingir os dois ocupantes mortalmente.

A Ordem dos Advogados de Moçambique convocou esta manhã, para as 11:00 locais uma conferência de imprensa sobre este caso.

Durante toda a madrugada circularam em Moçambique vídeos de extrema violência das duas vítimas e da viatura atingida aparentemente por mais de duas dezenas de tiros.

O advogado Elvino Dias, conhecido defensor de casos de direitos humanos em Moçambique, era assessor jurídico de Venâncio Mondlane e da Coligação Aliança Democrática (CAD), formação política que apoiou inicialmente aquele candidato a Presidente da República de Moçambique, até a sua inscrição para as eleições gerais de 09 de outubro ter sido rejeitada pela Comissão Nacional de Eleições (CNE).

Venâncio Mondlane viria depois a ser apoiado na sua candidatura pelo partido Povo Otimista para o Desenvolvimento de Moçambique (Podemos), cujo mandatário nacional das listas às legislativas e provinciais, Paulo Guambe, também seguia na viatura alvo do crime.

As eleições gerais de 09 de outubro incluíram as sétimas presidenciais – às quais já não concorreu o atual chefe de Estado, Filipe Nyusi, que atingiu o limite de dois mandatos – em simultâneo com as sétimas legislativas e quartas para assembleias e governadores provinciais.

A CNE tem 15 dias, após o fecho das urnas, para anunciar os resultados oficiais das eleições, data que se cumpre em 24 de outubro, cabendo depois ao Conselho Constitucional a proclamação dos resultados, depois de concluída a análise, também, de eventuais recursos, mas sem um prazo definido para esse efeito.

As comissões distritais e provinciais de eleições já concluíram o apuramento da votação das eleições gerais de 09 de outubro, que segundo os anúncios públicos dão vantagem à Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo, partido no poder) e ao candidato presidencial que o partido apoia, Daniel Chapo, com mais de 60% dos votos, embora o candidato presidencial Venâncio Mondlane conteste esses resultados, alegando com os dados das atas e editais originais da votação, que recolhe em todo o país.

Venâncio Mondlane garantiu na quinta-feira, na Beira, centro de Moçambique, que após o anúncio dos resultados das eleições gerais vai recorrer ao Conselho Constitucional, com as atas e editais originais da votação.

“Neste momento estamos a fazer, a nível nacional, a agregação dos editais originais. Estamos a tirar cópias, estamos a fazer o ‘scan’, para termos o registo também digital de todo o material e estamos enviando pouco a pouco para Maputo, para ver se depois do anúncio dos resultados nacionais pela CNE a gente tenha condições para rapidamente apresentar o recurso ao Conselho Constitucional”, afirmou, em declarações aos jornalistas.

Alfa/ com Lusa

José Cesário destaca contributo da comunidade portuguesa no Canadá 

José Cesário destaca contributo da comunidade portuguesa no Canadá 

 

O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, José Cesário, fez hoje um balanço “muito positivo” da sua visita ao Ontário, destacando o papel central da comunidade portuguesa no desenvolvimento socioeconómico da província.

A presença de José Cesário coincidiu com a inauguração da nova sede do sindicato LiUNA Local 183, o maior sindicato da construção da América do Norte, com mais de 70 mil membros, onde também participaram o Primeiro-Ministro do Canadá, Justin Trudeau, e o Premier do Ontário, Doug Ford.

Em declarações à Lusa, o secretário de Estado sublinhou a importância do evento para a visibilidade da comunidade portuguesa na região. “A presença de altos responsáveis políticos do Canadá demonstra o reconhecimento do contributo significativo que a comunidade portuguesa tem dado, em particular no setor da construção”, afirmou.

José Cesário destacou ainda a liderança de Jack Oliveira, dirigente do Local 183, e sublinhou a “dedicação e o trabalho incansável” dos membros do sindicato, muitos deles de origem portuguesa. “Esta inauguração é uma prova de que a nossa comunidade consegue alcançar grandes feitos, seja em Portugal ou no estrangeiro”, acrescentou.

A visita de três dias incluiu encontros com vários dirigentes comunitários e visitas a projetos que beneficiam diretamente a comunidade luso-canadiana. Um dos principais focos foi a verificação do progresso nas melhorias dos serviços consulares na região, uma questão que José Cesário considerou “prioritária”.

“Fico satisfeito ao ver que algumas das medidas que implementámos para agilizar o funcionamento dos consulados estão a ter efeito. Houve claros avanços desde a minha última visita, o que me deixa confiante quanto ao futuro”, disse.

A agenda do secretário de Estado incluiu também reuniões com empreendedores portugueses em Mississauga, Brampton e Toronto, onde foram discutidos diversos projetos de investimento e solidariedade.

Entre os projetos em destaque estão o Magellan Community Center e a iniciativa das Portas da Cidade de Ponta Delgada, em Toronto e em Brampton, respetivamente.

Outro tema abordado foi a mobilização dos lusodescendentes para a vida comunitária.

“Precisamos de garantir que os jovens lusodescendentes se envolvem cada vez mais nas nossas associações e na vida comunitária em geral. É fundamental para a continuidade do nosso legado”, afirmou José Cesário.

A visita terminou com a cerimónia de inauguração das novas instalações do sindicato Local 183, em Vaughan, um evento que reforçou a ligação entre Portugal e a diáspora portuguesa no Canadá.

Alfa/ com Lusa

Israel volta a atacar Guterres porque « não saudou a eliminação do arquiterrorista »

Israel volta a atacar António Guterres.

Depois de ter confirmado a morte do líder do Hamas, Yahya Sinwar, na Faixa de Gaza, o Governo israelita tornou a criticar o secretário-geral das Nações Unidas, sublinhando que António Guterres « não saudou a eliminação do arquiterrorista ».

De facto, o ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Israel Katz, voltou hoje a atacar o secretário-geral da ONU, António Guterres, por « não mostrar satisfação pela eliminação do arquiterrorista Yahya Sinwar”.

 

Comunidades, Cônsul Mónica Lisboa… Sumário do Passagem de Nível de domingo, 20/10. Entrevistas

« Passagem de nível » na Rádio Alfa. Domingo 20 de outubro de 2024. Entre as 12h00 e as 14h00

–Mónica Lisboa, a nova Cônsul-Geral de Portugal em Paris, entrevista em directo nos estúdios a partir das 12h00 para debater várias questões:
Atendimento consular, número de funcionários, Movimento associativo, Apoio Social…

-O Plenário do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP) decorreu nos dias 8, 9 e 10 de outubro em Lisboa, agora os Conselheiros voltam ao terreno…
Convidados:
Teresa Fontão, Conselheira na Área Consular de Bordéus
Vitor Oliveira, Conselheiro na Área Consular de Toulouse

-A crise é cada vez maior no sector da Habitação em França e as orientações do Orçamento Geral do Estado para 2025 apresentado pelo governo de Michel Barnier é motivo de preocupação para a Confédération Nationale du Logement (CNL)
Convidado: Alain Gaulon, da Fédération C.N.L. du Val-de-Marne

Música:

–José Vianna da Motta : Poemas Pianísticos – Volume 2 será apresentado no dia 30 de outubro na Fundação Calouste Gulbenkian em Lisboa.
O pianista e investigador João Costa Ferreira lança este ano um disco com as 12 primeiras gravações, a nível mundial, de obras inéditas do compositor. Um disco MPMP, Património Musical Vivo

 

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Artur Silva - Passagem de NÍvel
Podcast – Passagem de Nível

-Emissão com redifusão na noite de 3ª para 4ª feira, entre as 0h00 e as 2h00 e em podcast www.radioalfa.net

Portugal. Líder do PS propõe viabilização do orçamento através da abstenção

OE2025: Líder do PS propõe viabilização do orçamento através da abstenção 

 

O líder do PS, Pedro Nuno Santos, anunciou ontem à noite que vai propor à Comissão Política Nacional que o partido se abstenha na votação do Orçamento do Estado para 2025 (OE2025), quer na generalidade quer na votação final global.

Em conferência de imprensa na sede do partido, o líder do PS justificou esta decisão com duas razões: o facto de terem passado apenas sete meses sobre as últimas eleições e um eventual chumbo conduzir o país às terceiras legislativas em menos de três anos.

Pedro Nuno Santos começou por defender que « o normal » é que « o principal partido da oposição vote contra a proposta do Orçamento do Estado que o Governo entrega no parlamento », recordando que foi isso mesmo que o PSD fez nos últimos oito anos com os executivos socialistas.

« O PS parte, portanto, para a discussão do Orçamento do Estado na Assembleia da República sem um compromisso com o Governo. Mas queremos assumir um compromisso com os portugueses », afirmou.

De acordo com o líder do PS, há dois aspetos que não se pode ignorar, o primeiro dos quais « que passaram apenas sete meses sobre as últimas eleições legislativas » e « um eventual chumbo do orçamento poderia conduzir o país e os portugueses para as terceiras eleições legislativas em menos de três anos, sem que se perspetive que delas resultasse uma maioria estável ».

Considerando que os dois principais partidos não podem estar « comprometidos com a mesma governação » porque assim « estariam em risco de desgaste político simultâneo », Pedro Nuno Santos recusou a « tese daqueles que consideram que o PS deve viabilizar o orçamento do estado apresentado pelo PSD só para afastar o Chega da responsabilização política ».

« Essa tese elevada a doutrina, tornaria o PS refém do Chega, depositando neste partido, na prática, o poder de definir o sentido de voto do PS. No limite, condenaria o PS à viabilização sistemática dos orçamentos do estado dos governos minoritários do PSD », criticou.

O líder do PS condenou a « manifesta incapacidade da direita em construir uma solução de Governo maioritário », considerando que isso ficou patente no « episódio triste e de absoluta trapalhada entre PSD e Chega » para a escolha do presidente da Assembleia da República no início da legislatura.

« Nesse momento, coube ao PS responder com sentido de estado e salvar o parlamento de uma vergonha institucional. Estamos hoje perante o mesmo cenário », comparou.

Recordando a disponibilidade do PS « para negociar uma solução mínima que permitisse abrir uma exceção » quanto ao « normal posicionamento » de votar contra e », assim, evitar uma crise política ao fim de pouco mais de seis meses das últimas eleições », Pedro Nuno Santos referiu que esta negociação foi feita apresentando « apenas duas exigências » que eram « o abandono das propostas do governo para o IRS jovem e para o IRC », tendo ainda apresentado três propostas nas áreas da habitação, da saúde e das pensões.

« No decurso das negociações, o Governo acabou por recuar de forma substancial no IRS jovem e parcialmente no IRC. Não foi uma vitória do PS, foi uma vitória para o País. Só por isto valeu a pena a decisão de negociar », enfatizou.

O líder do PS ressalvou que as « condições de base » do PS não foram respeitadas na totalidade e que os socialistas, « num último esforço », apresentaram uma contraproposta que permitia chegar a um acordo.

« Como sabem, a nossa contraproposta não foi aceite pelo governo e as nossas três propostas nas áreas da habitação, saúde e pensões também não », lembrou.

A Comissão Política Nacional vai deliberar na segunda-feira sobre esta proposta do secretário-geral do PS quanto à votação no OE2025.

Alfa/ com Lusa

Paris acolheu última conferência sobre 50 anos do 25 de abril antes de colóquio internacional – reportagem

REPORTAGEM: Paris acolheu última conferência sobre 50 anos do 25 de abril antes de colóquio internacional

 

Por Maria Constantino, da agência Lusa

A última conferência do ciclo “O corpo nos seus movimentos, resistência, dissidência e protesto – Ecos do abril português”, decorreu ontem em Paris, antes do colóquio internacional em novembro sobre os 50 anos do 25 de abril.

“Organizei este evento com um laboratório de investigação sobre as culturas de língua portuguesa, Portugal, Brasil e todas as outras. Este ano é o cinquentenário do 25 de abril e, evidentemente, tínhamos que também marcar esta temporalidade importante e resolvemos também trabalhar sobre as questões do corpo resistente, do corpo em movimento”, disse à Lusa Graça dos Santos.

Para a investigadora da Universidade de Paris-Nanterre, onde é também vice-presidente da Cultura, da Vida Comunitária e da Extensão e diretora do Centro de estudos interdisciplinares do mundo lusófono (CRILUS), “um corpo em movimento é tanto um corpo que se move, portanto, nas artes, cinema, teatro, música, mas é também um corpo em movimento social, em movimento protestatório e em movimento estético”.

A conferência “Os corpos dos outros e o 25 de abril de 1974 – A restituição da memória e as gerações que se seguiram” trata-se de um trabalho experimental da investigadora convidada Margarida Calafate Ribeiro, desafiada por outros investigadores, entre os quais Graça dos Santos.

Apesar da chuva forte que atingiu Paris durante a tarde, cerca de duas dezenas de pessoas deslocaram-se à Fundação Casa das Ciências do Homem (FMSH) para ouvir a conferência em francês, organizada pela Biblioteca Gulbenkian de Paris e pela Universidade de Paris-Nanterre.

“Foi um grande desafio, porque eu nunca tinha pensado muito nesta questão do corpo em relação a estes movimentos todos”, disse à Lusa Margarida Calafate Ribeiro, professora e coordenadora de investigação no Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, referindo que esta conferência é “algo muito significativo”, porque funciona como uma oficina de conhecimento.

Durante a apresentação, Margarida Calafate Ribeiro mostrou registos fotográficos do antes e do pós-revolução em Portugal e nas antigas colónias, nomeadamente dos “retornados”, bem como filmes e música mais recentes das gerações que já não viveram a revolução.

“O 25 de abril é uma data histórica, mas é uma data viva, onde todos os portugueses, brancos, mestiços, negros, indianos, etc., colocam sempre a sua esperança”, acrescentou Margarida Calafate Ribeiro, referindo que “é uma data de luta pela democracia, não exclusivamente europeia, mas da democracia em geral, e sobretudo é um lugar de colocação de novas questões”.

Para a investigadora do CES, que trabalha a questão da descolonização, das memórias e das pós-memórias do 25 de abril, foi um desafio “pensar como é que estes corpos estão, como é que eram no antigo regime, como é que eles depois se apresentam no 25 de abril, há uma diferença geracional enorme, e depois também no chamado retorno”.

Além disso, também teve de pensar “como é que estes corpos estão tão segregados e quase embalados com as próprias bagagens das pessoas, como é que eles se espalham no território português, e as diferenças que há entre se são corpos brancos, mestiços ou negros”, concluindo que na narrativa do retorno não foram incluídos “os corpos negros que vieram”.

Estes corpos vindos de África vieram para “um território com duas particularidades, um país pobre, que estava a sair de uma ditadura e que estava em processo revolucionário”, mas estas pessoas “voltaram de um território que era uma colónia, não era um país”, por isso não se tratando de imigração.

Já para Graça dos Santos, “cada vez que se fala do 25 de abril são homens, a mulher migrante é sempre a esposa do homem, não é considerada por si própria”, por essa razão no trabalho que desenvolve também enquanto encenadora na sua companhia de teatro bilingue francês-português Cá e Lá tenta ter « ousadia » na forma como aborda estas questões com os jovens.

“Aqui em França nunca se falou tanto de Portugal como este ano, com esta questão do 25 de abril, e em geral também se abriu para outras temáticas que não eram evidentes. Mas eu continuo sempre a alimentar a ausência de mulheres, não há praticamente nada sobre as mulheres”, afirmou Graça dos Santos, referindo que as mulheres não são “figuras de proa”.

A investigadora, que se considera “um produto” do 25 de abril apesar de se ter mudado em criança para a França, defende que é necessário “fazer uma espécie de reverberação entre este acontecimento com o nosso presente”, o que tentaram fazer com o ciclo de 12 conferências, com a parte artística e com o colóquio.

Entre os dias 07 e 09 de novembro, a Contemporânea, maior biblioteca europeia de arquivos sobre a história contemporânea, na Universidade de Paris-Nanterre, a Casa de Portugal – André de Gouveia e Casa do Brasil, Cidade Internacional Universitária de Paris receberão o grande colóquio “Ecos de abril em França, visões e movimentos do passado e do presente”.

“São três dias em que não vamos só fazer algo que seria de arquivos, de história, de testemunhos, também queremos que se projete para o futuro, e vamos ter uma tarde toda só com jovens investigadoras”, afirmou Graça dos Santos, revelando alguns temas como “As porteiras de Paris”, conhecida profissão das mulheres portuguesas emigradas, e “A memória dos pais relacionadas com a migração”.

Nova Cônsul-Geral em Paris, Mónica Lisboa: entrevista em direto na Rádio Alfa – domingo, 20, às 12h

Nova Cônsul-Geral em Paris, Mónica Lisboa, em entrevista em direto na Rádio Alfa, no domingo, 20, a partir das 12h – no programa Passagem de Nível, de Artur Silva

 

Alguns dos temas que estarão em foco na entrevista: 

-Percurso pessoal, formação académica com presença da Língua francesa e carreira
diplomática

-Mónica Lisboa é primeira mulher à frente do Consulado-Geral de Portugal em Paris

-Os desafios da área consular de Paris que é extensa e com realidades diferentes

-Movimento associativo em declínio (número de associações ativas dividido por dois em
pouco mais dez anos)

-Atendimento consular : número de funcionários, os problemas do agendamento…

-Apoio Social, Adido da Segurança Social…