FC Porto empata no Bessa e pode ‘cair’ do pódio da I Liga

O FC Porto ficou-se hoje por um empate a um golo no dérbi portuense, no reduto do Boavista, e tem em risco a queda do pódio, à 16ª jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Toni Martínez marcou, aos 23 minutos, o golo dos ‘dragões’, que só tinham perdido pontos fora na Luz e em Alvalade, e Bruno Lourenço faturou, aos 28, para os anfitriões, que subiram, para já, ao 10.º lugar, mesmo somando o 11.º jogo seguido sem vencer.

Os comandados de Sérgio Conceição ficaram a cinco pontos do Sporting, que goleou em casa o Estoril Praia (5-1), a um do Benfica, de visita no sábado a Arouca, e só com mais três do que o Braga, que será terceiro se vencer sábado na receção ao Vitória.

 

Resultados da 16ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Sexta-feira, 05 jan:

Sporting – Estoril Praia, 5-1 (2-0 ao intervalo)

Boavista – FC Porto, 1-1 (1-1)

 

– Sábado, 06 jan:

Estrela da Amadora – Vizela, 16:30

Farense – Gil Vicente, 16:30

Arouca – Benfica, 19:00

Sporting de Braga – Vitória de Guimarães, 21:30

 

– Domingo, 07 jan:

Rio Ave – Portimonense, 19:00

Famalicão – Desportivo de Chaves, 21:30

 

– Segunda-feira, 08 jan:

Moreirense – Casa Pia, 21:15

 

Com Agência Lusa.

 

 

Sporting consolida liderança da I Liga ao golear Estoril Praia

O Sporting consolidou hoje a liderança da I Liga portuguesa de futebol, ao golear em casa o Estoril Praia por 5-1, mantendo-se 100% vitorioso em casa, no jogo de abertura da 16ª jornada.

Marcus Edwards, aos 21 e 45+2 minutos, Pedro Álvaro, aos 51, na própria baliza, Pedro Gonçalves, aos 69, e Trincão, aos 78, marcaram os golos dos ‘leões’, enquanto Cassiano apontou o tento dos ‘canarinhos’, aos 82.

Na classificação, o ‘onze’ de Rúben Amorim passou a somar 40 pontos, contra 36 do Benfica (joga sábado em Arouca) e 34 do FC Porto (atual ainda hoje no reduto do Boavista), enquanto o Estoril Praia manteve-se com 17, para já em nono.

 

Com Agência Lusa.

Eleições: Parlamento recomenda ao Governo campanhas de sensibilização junto dos emigrantes

Eleições: Parlamento recomenda ao Governo campanhas de sensibilização e esclarecimento junto dos emigrantes

A Assembleia da República recomendou hoje ao Governo que realize ações de sensibilização junto das comunidades de portugueses no estrangeiro, no âmbito de campanhas de esclarecimento eleitoral para as legislativas antecipadas de 10 de março.

O texto comum, apresentado pela Comissão de Negócios Estrangeiros a partir de projetos de resolução (sem força de lei) de PSD e PAN, foi aprovado por unanimidade.

“Eleição após eleição a nossa legislação eleitoral tem-se revelado incapaz de assegurar uma participação eleitoral significativa. Tal é bem patente nos números da abstenção das eleições para a Assembleia da República, ocorridas em 2022, em que cerca de 5,2 milhões dos eleitores e eleitoras não exerceram o seu direito de voto (48,58%), naquela que foi a segunda taxa de abstenção mais elevada em eleições legislativas da nossa democracia”, justifica o texto.

A resolução salienta que a abstenção “é ainda mais evidente no caso dos portugueses residentes no estrangeiro onde as taxas de abstenção rondaram os 89%”.

“As eleições para a Assembleia da República de 2022 ficaram, também, marcadas pela declaração de nulidade da eleição nas assembleias de voto do círculo eleitoral da Europa e consequente repetição do ato eleitoral, que deixou clara a necessidade de se garantir uma legislação eleitoral que incentive a participação dos portugueses residentes no estrangeiro no processo eleitoral”, refere-se.

No entanto, com a dissolução do parlamento anunciada para 15 de janeiro, os procedimentos legislativos foram interrompidos, pelo que o parlamento considera que se “adensa a necessidade de que o Governo assegure a promoção de medidas de sensibilização e informação junto das comunidades de portugueses residentes no estrangeiro por forma a evitar a repetição dos incidentes ocorridos nas eleições de 2022, que só descredibilizaram o processo eleitoral e são convidativos ao aumento da abstenção”.

Com esse objetivo, o parlamento recomenda ao Governo que “sejam asseguradas ações de sensibilização junto dos eleitores residentes no estrangeiro, assegurando a difusão atempada e objetiva de informação específica relacionada com as formas de voto possíveis, prazos fixados e os procedimentos a adotar, nomeadamente no que diz respeito ao voto presencial e ao voto por correspondência, nos consulados de Portugal espalhados pelo mundo”.

Em 2022, o Tribunal Constitucional determinou a repetição das eleições no círculo da Europa, determinada pelo Tribunal Constitucional por terem sido misturados votos válidos com votos nulos em 151 mesas de voto.

Alfa/ com Lusa

Portugal. PS (Nuno/Carneiro), PSD/CDS… a grande partilha dos lugares do poder. CHEGA à espreita

 

Alfa – Daniel Ribeiro (Lisboa). Opinião

PS (Pedro Nuno Santos/José Luís Carneiro), PSD/CDS (Luís Montenegro/Nuno Melo)… Portugal, a grande partilha dos lugares do poder, com o partido CHEGA e a instabilidade à espreita. 

A dois meses das eleições legislativas antecipadas, os principais partidos da área do poder em Portugal, concluem este fim de semana em reuniões magnas e num Congresso (caso do PS), os acordos entre fações e partidos coligados para a distribuição dos lugares do poder.

Na nova Aliança Democrática (PSD/CDS), está feito: O CDS terá garantido o regresso ao Parlamento português com, pelo menos, dois deputados.

No PS, o Congresso deste fim de semana deverá concretizar o que foi previamente negociado: o líder, Pedro Nuno Santos, confirmará a ideia da unidade partidária e partilhará o poder com José Luís Carneiro com 35% dos lugares na direção do partido para este último.

É o fim de semana de todas as decisões sobre a partilha do poder em Portugal, na perspetiva da direita e dos socialistas.

Quanto ao CHEGA, em ascenção clara segundo últimas sondagens, tem reuniões magnas marcadas para o próximo fim de semana.

Nesta altura, é muito incerto prever o que sairá das eleições legislativas de 10 de março. A conquista de uma maioria absoluta pela esquerda ou pela direita parece improvável.

Neste caso, o Presidente Marcelo, que dissolveu um Parlamento com maioria absoluta favorável ao PM António Costa, ficará em dificuldades e poderá ter mesmo de convocar novas eleições porque o PSD de Montenegro recusa, até agora, qualquer aliança de poder com o Chega.

Neste sentido, as perspetivas de instabilidade política para Portugal, nos próximos meses, são muitos prováveis…

 

 

 

 

 

‘Rei’ Eusébio partiu há uma década

Eusébio da Silva Ferreira, aquele que ganhou o direito de ser apelidado como o ‘rei’ do futebol português, morreu faz hoje uma década, deixando de luto Portugal e, em particular, a ‘nação’ benfiquista.

Vítima de uma paragem cardiorrespiratória, pelas 04:30 do dia 05 de janeiro de 2014, o ‘pantera negra’ morreu aos 71 anos como uma ‘lenda’, numa notícia que correu os ‘quatro cantos’ do mundo e foi comentada por todos, nomeadamente os ‘gigantes’, o “irmão” Pelé e Maradona, que, entretanto, já se ‘juntaram’ ao português.

Pelo que fez ao serviço do Benfica, entre 1960/61 e 1974/75, e da seleção de Portugal, de 1961 a 1973, numa década e meia prodigiosa, apesar de muito prejudicada pelas lesões, invariavelmente mal curadas, Eusébio é considerado um dos melhores futebolistas da história.

Numa lista recentemente publicada pela revista inglesa de futebol FourFourTwo, e liderada pelo argentino Lionel Messi, o ‘pantera negra’ surge em 16.º, sendo que nesta publicação, ou em qualquer outra, o seu nome é invariavelmente referido como um dos ‘maiores’, alguém incontornável e consensual.

Com o aparecimento de Cristiano Ronaldo, perdeu, para quase todos, o estatuto de melhor português de sempre, mas está por cima em muitos ‘capítulos’, como na grande montra, os Mundiais, em que, em apenas uma edição, fez mais do que CR7 em cinco, ao conduzir Portugal a inédito bronze e somar nove golos, em seis jogos, face aos oito do ainda ‘capitão’ da seleção lusa, em 22 encontros.

O terceiro lugar do ‘magriços’ em Inglaterra é a ‘cara’ de Eusébio, que, desde aí, passou a ser um ‘mito’ em terras de ‘sua majestade’, onde, aliás, Portugal só chegou pelos seus sete golos na qualificação, dos nove apontados pelo conjunto das ‘quinas’.

O ‘rei’, que acabou a sua carreira na seleção lusa com 41 golos em 64 internacionalizações ‘AA’, só pôde brilhar nesse Mundial, já que não esteve em mais nenhuma fase final, quando lá chegar não era, para Portugal, o ‘passeio’ de hoje em dia.

Eusébio não teve mais esse palco, mas, internacionalmente, também brilhou intensamente com a camisola do Benfica, num trajeto que teve como ponto alto o ‘bis’ no 5-3 ao Real Madrid, do seu ídolo Di Stéfano, na final da Taça dos Campeões de 1962.

Na prova ‘rainha’ da UEFA, o ‘pantera negra’ ajudou os ‘encarnados’ a atingir mais três finais – todas perdidas -, totalizando 46 golos, registo que ainda o colocam no 12.º lugar da tabela dos melhores marcadores da competição.

A prova do que fez nos anos 60 do século passado também pode ser ‘medida’ por sete aparições no ‘top 8’ da Bola de Ouro do France Football – então só para europeus -, com destaque para a vitória de 1965 e os segundos lugares de 1962 e 1966.

Para a sua ‘vitrina’ também entraram duas edições da ‘Bota de Ouro’, prémio para o melhor marcador dos diversos campeonatos europeus, nas épocas de 1967/68 (42 golos) e 1972/73 (40).

Se foi um fenómeno no meio internacional, rivalizando – em momentos distintos – com Di Stéfano, Pelé, Bobby Charlton, Beckanbauer, Puskás ou Cruyff, Eusébio nunca teve rival interno, já que, por ‘cá’, foi, incomparavelmente, o melhor do seu tempo.

Assim, não é de estranhar que seja, ainda hoje, o recordista de títulos na I Liga portuguesa de futebol, com um total de 11, para os quais contribuiu com 317 golos, em 301 jogos, à ‘bonita’ média de mais de um tento por encontro.

Melhor marcador do clássico com o FC Porto, com 25 golos, e segundo melhor, atrás de Peyroteo, do dérbi com o Sporting, ao totalizar 27, é também o recordista no que respeita a troféus de melhor marcador do campeonato português, com sete.

Nascido em 25 de janeiro de 1942, em Lourenço Marques, agora Maputo, Eusébio da Silva Ferreira morreu há uma década, com 71 anos, mas a história não se apaga e o seu legado será eterno, mesmo que sejam cada vez menos os que possam dizer que, um dia, viram jogar Eusébio, que, um dia, viram jogar o ‘rei’.

 

Com Agência Lusa.

Israel. Refém na Faixa de Gaza dado como desaparecido tem nacionalidade portuguesa

Refém na Faixa de Gaza dado como desaparecido tem nacionalidade portuguesa – embaixador de Israel em Portugal

 

Um dos três reféns israelitas na Faixa de Gaza que estavam até hoje dados como desaparecidos tem nacionalidade portuguesa, revelou o embaixador israelita em Lisboa, Dor Shapira.

“Após 90 dias de desaparecimento, a família de Idan Shtivi foi informada hoje de que ele foi raptado no festival de dança Nova e levado para Gaza”, afirmou o diplomata na sua conta na rede X.

Segundo o embaixador israelita, “Idan tem também nacionalidade portuguesa e o seu irmão e a sua mãe visitaram Portugal no mês passado para pedir ajuda a quem quer que seja para a sua libertação”.

Três israelitas dados como desaparecidos desde o ataque do movimento islamita palestiniano Hamas em 07 de outubro em Israel estão mantidos como reféns na Faixa de Gaza, anunciou hoje o Exército de Telavive.

“Três cidadãos desaparecidos até agora foram identificados como reféns e as suas famílias foram informadas”, disse o porta-voz do Exército, Daniel Hagari.

Este anúncio eleva para 132 o número de pessoas ainda mantidas como reféns na Faixa de Gaza desde o início da guerra entre Israel e o movimento islamita palestiniano Hamas, segundo dados das autoridades israelitas.

Familiares de Idan Shtivi, Tsachi Idan e Eli e Yossi Sharaby, reféns com nacionalidade portuguesa em posse do movimento Hamas desde os ataques em 07 de outubro em Israel, estiverem no mês passado em Lisboa, onde, no dia 06, deram uma conferência de imprensa dando conta do seu desespero e esperança e pedindo insistentemente esforços no sentido da sua libertação.

“É obrigação de Israel e de Portugal libertá-lo porque ele é cidadão português (…) Devo ter um sinal, um sinal dele de que está bem e dar também um sinal de que estamos bem, de que estamos a fazer tudo por ele”, afirmou Dalit, a mãe de Idan Shtivi, que estava entre os desaparecidos no festival Nova, no sul do país e onde o Hamas matou cerca de 260 pessoas.

Na véspera da conferência de imprensa, estes familiares de reféns reuniram-se na sinagoga de Lisboa para rezar pela sua libertação e o “fim do pesadelo”, reconstituindo à Lusa os acontecimentos de 07 de outubro.

Emocionado, Omri Shviti recordou aquele dia, quando o irmão, Idan, 28 anos, “o melhor amigo que se pode ter”, foi ao festival de música. Segundo relatos iniciais, teria tido um acidente de automóvel a tentar fugir dos terroristas e morrido quatro dias depois num hospital em Gaza, em resultado dos ferimentos.

Mas Omri Svhiti não queria acreditar: “Temos uma grande crença que ele está vivo e rezamos por isso todos os dias. Não queremos saber de política, nunca quisemos saber. Queremos é que ele volte para casa”, afirmou.

Após 07 de outubro, os combates só foram interrompidos durante uma semana – entre 24 e 30 de novembro – numa trégua mediada pelo Qatar, Egito e Estados Unidos, que incluiu a libertação de 105 reféns detidos pelo Hamas em troca de 240 prisioneiros palestinianos e a entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza.

O mais recente conflito entre Israel e o Hamas foi desencadeado pelo ataque sem precedentes do movimento islamita palestiniano em território israelita em 07 de outubro, massacrando cerca de 1.140 pessoas, na maioria civis mas também 400 militares, e levando mais de 200 reféns, segundo números oficiais de Telavive.

Em retaliação, Israel, que prometeu eliminar o movimento palestiniano considerado terrorista pela União Europeia e Estados Unidos, lançou uma ofensiva em grande escala na Faixa de Gaza, onde, segundo o governo local, já foram mortas mais de 22.000 pessoas – na maioria mulheres, crianças e adolescentes – e feridas acima de 57 mil, também maioritariamente civis.

O conflito provocou também cerca de 1,9 milhões de deslocados (cerca de 85% da população), segundo a ONU, mergulhando o enclave palestiniano sobrepovoado e pobre numa grave crise humanitária.

Alfa/ com Lusa

Óbito/Delors: Marcelo, Cavaco e Durão Barroso na cerimónia de homenagem em Paris

Óbito/Delors: Marcelo, Cavaco e Durão Barroso na cerimónia de homenagem nesta sexta-feira, 05, em Paris 

 

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o anterior chefe de Estado, Cavaco Silva, e o ex-presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, vão participar na sexta-feira na cerimónia fúnebre de homenagem ao político francês Jacques Delors, em Paris.

De acordo com uma nota publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, a convite do Presidente francês, Emmanuel Macron, Marcelo Rebelo de Sousa vai representar Portugal “na cerimónia fúnebre de homenagem a Jacques Delors, que foi presidente da Comissão Europeia de 1985 a 1995, incluindo o momento da adesão de Portugal às então Comunidades Europeias”.

O chefe de Estado português vai ser acompanhado pelo anterior Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva, “que foi primeiro-ministro durante todo o período dos mandatos de Jacques Delors à frente da Comissão Europeia” e por Durão Barroso, que à semelhança de Delors “também presidiu à Comissão Europeia durante dez anos”, ambos “igualmente convidados pelo Presidente francês”.

O antigo presidente da Comissão Europeia Jacques Delors, que morreu em 27 de dezembro aos 98 anos, vai ser homenageado na sexta-feira, em Paris, numa cerimónia presidida pelo Presidente francês, Emmanuel Macron.

A cerimónia decorrerá às 11:00 locais (10:00 de Lisboa) no Palácio dos Inválidos (Hôtel des Invalides, um dos monumentos mais prestigiados de Paris), segundo informou a Presidência francesa.

Alfa/ com Lusa (que cita o Presidência francesa)

Taça de França. « Num só jogo, é possível eliminar o Marselha » – Tino da Rocha

O US Thionville Lusitanos (N3) vai defrontar o Marselha nos 32 avos de final da Taça de França.

O jogo terá lugar no próximo domingo às 14h30 no estádio Saint-Symphorien na cidade de Metz.

A Rádio Alfa recebeu nos estúdios o empresário português Vitorino da Rocha (Tino da Rocha como gosta de ser apelidado), Presidente Honorário e um dos grandes ‘obreiros’ na criação e sucessivas transformações por que passou a equipa.

Tino da Rocha começou por falar do adversário do próximo domingo, o gigante Olympique de Marseille.

 

Foto. facebook.com/USTHIONVILLELUSITANOS

O Presidente Honorário de 66 anos de idade, chegou a França (norte) com 13 anos e foi para Thionville aos 28. Originário de Arcozelo, Vila Nova de Gaia (distrito do Porto), Tino da Rocha explicou como é que o Clube se formou e passou por algumas ‘fusões’.

 

O Thionville Lusitanos é um clube ligado à comunidade portuguesa, perfeitamente inserido no tecido futebolístico francês.

Tino da Rocha falou também das dificuldades em atraír jogadores portugueses ou lusodescendentes para a região, mas ‘torce’ o nariz quando se diz que o Clube, agora é mais francês que português.

 

Tino da Rocha também falou da admiração que teve e tem pelos Lusitanos de St Maur e pelo ambiente português que se vive à volta do Clube.

 

Tino da Rocha, presidente honorário do Thionville Lusitanos.

O Thionville Lusitanos respira ‘saúde’ na N3 francesa (equivalente à quinta divisão). Lidera o grupo I com 21 pontos e menos 3 jogos que os seus mais diretos prosseguidores. Na Taça de França eliminou o Annecy da Ligue II por 2-1 e tem agora a ‘montanha’ chamada Marselha

 

Tino da Rocha antes terminar a entrevista não esqueceu todos aqueles que trabalham na ‘sombra’ em prol do clube mas sempre muito importantes no desenvolvimento e evolução do US Thionville Lusitanos.

 

 

O Thionville Lusitanos vai defrontar o Marselha nos 32avos de final da Taça de França, no próximo domingo às 14h30 no estádio Saint-Symphorien na cidade de Metz.

 

Entrevista de Manuel Alexandre.

Manuel Alexandre (Foto. Débora Serrano).

Portugal. PSD e CDS-PP aprovam em Conselho Nacional coligação Aliança Democrática

PSD e CDS-PP aprovam hoje em Conselho Nacional coligação Aliança Democrática

 

 

PSD e CDS-PP reúnem hoje, 04/01, os Conselhos Nacionais dos dois partidos para aprovar a constituição da coligação pré-eleitoral Aliança Democrática, que incluirá também o PPM, para concorrer às próximas eleições legislativas e europeias.

As reuniões destes dois órgãos máximos entre congressos vão decorrer ao mesmo tempo, a do PSD em Braga e a do CDS-PP em Lisboa, ambas com início marcado para as 21:00.

De acordo com fontes da coligação, o CDS-PP assegurou dois lugares elegíveis, um na lista por Lisboa e o outro pelo Porto, mas pode conseguir eleger mais deputados nestes círculos se o resultado for melhor face ao das últimas eleições legislativas.

Já o PPM terá um lugar de difícil eleição na lista por Lisboa, o 21.º.

O presidente do CDS-PP, Nuno Melo, já indicou numa entrevista que será, nas próximas legislativas de março, um dos candidatos a deputado pelo partido, que garante o regresso à Assembleia da República com este acordo de coligação.

Na última vez que PSD e CDS-PP concorreram juntos a eleições legislativas, com a coligação “Portugal à Frente”, em 2015, conseguiram eleger 18 deputados por Lisboa e 17 mandatos pelo Porto.

Nas últimas eleições legislativas, em 2022, o PSD elegeu 13 deputados pelo círculo de Lisboa e 14 pelo Porto.

Já o CDS-PP perdeu a representação parlamentar pela primeira vez, uma vez que não conseguiu eleger nenhum deputado.

Para dia 15 de janeiro, estão marcadas novas reuniões do Conselho Nacional dos dois partidos, para aprovar as listas de candidatos a deputados, que têm de ser entregues até dia 29.

PSD e CDS-PP anunciaram em 21 de dezembro do ano passado que irão concorrer coligados às eleições legislativas de março e às europeias de junho com uma coligação pré-eleitoral, que recupera o nome Aliança Democrática (a designação das primeiras coligações celebradas entre PSD e CDS-PP nos anos 80) e que vai incluir « personalidades independentes ».

Na quarta-feira, foi anunciado que também o PPM integrará esta coligação pré-eleitoral, já aprovada pelos órgãos do partido.

Esta é a quarta vez que PSD e CDS-PP irão juntos a votos em legislativas.

Aquando do anúncio, através de um comunicado conjunto, PSD e CDS-PP indicaram que vão valorizar e acolher, entre outras, as ideias do « Manifesto por uma Alternativa Reformista e Moderada », subscrito por « mais de 100 personalidades notáveis da sociedade portuguesa » a apoiar um eventual novo executivo liderado pelos sociais-democratas e pelo seu presidente, Luís Montenegro.

A AD « propõe-se oferecer aos portugueses uma efetiva mudança política e de políticas », prometendo « muito mais ambição para elevados níveis de prosperidade, de crescimento da economia e dos rendimentos e oportunidades para todos os portugueses ».

Na nota, os líderes do PSD e do CDS-PP, Luís Montenegro e Nuno Melo, comprometeram-se ainda com uma « coragem reformista » com o objetivo de fomentar « a competitividade das empresas, a qualificação dos portugueses, a inovação e geração de valor acrescentado, o reforço do Portugal empreendedor e exportador, a valorização do mundo rural, que salve e reabilite o Estado Social do definhamento em curso, e que assegure a todos os portugueses a saúde, educação e habitação acessíveis e com qualidade ».

A futura AD terá « forte consciência social e baseada na dignidade da pessoa humana, para combater a pobreza, reativar a mobilidade social, valorizar a família, retomar a exigência na educação e que volte a confiar nas instituições sociais do terceiro setor », lia-se.

Alfa/ com Lusa