TEMPESTADE 2.1 PODCAST – 24 DE JUNHO 2023:

“TEMPESTADE 2.1”

O programa dos luso-descendentes e dos luso-dependentes com a Cap Magellan.
Todos os Sábados, entre as 14h e as 16h, só… na Rádio Alfa.

A Léa, Julie, Toni e o Antonin agitaram mais uma tarde com

quizzs, música e atualidades.

Esta semana a equipa recebeu em estúdio amigos Loïc da conta @portuguesesdefranca e Julien da conta @lemeilleurduportugal!  e ainda Virginie @sweetysale_sweetysale que ofereceu um bolo.

Aqui fica a emissão

PASSAGE À NIVEAU – 25 JUIN 2023

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Domingo 25 de Junho 2023
Entre as 12h00 e as 14h00

Aqui fica a emissão:

Magina da Silva, « controverso » diretor nacional da PSP, com posto « dourado » em Paris

José Luís Carneiro, ministro da Administração Interna, preparou saída « dourada » (em Paris) para o controverso diretor nacional da PSP. A notícia é dada deste modo pelo jornal Diário de Notícias:

« Os três anos de comissão de serviço de Magina da Silva foram recheados de controvérsias, mas viu o seu mandato prorrogado por mais seis meses com a justificação da Jornada Mundial da Juventude. A tutela preparou uma saída ao nível dos seus dois antecessores: o posto de oficial de ligação em Paris, o « exílio dourado » para os chefes máximos da PSP. Estes postos são os mais concorridos pelos oficiais da PSP e GNR pelo elevado salário que auferem, cerca de 12 mil euros ».

Com efeito, informa o DN, o diretor nacional da PSP, Manuel Magina da Silva, será o próximo oficial de ligação do ministério da Administração Interna (MAI) em Paris (embaixada em França).

Marcelo diz que “é verdade” que Costa é “garante de estabilidade”

Marcelo diz que “é verdade” que Costa é “garante de estabilidade”

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, disse ontem que “é verdade” que o primeiro-ministro é “garante de estabilidade”, e recordou que já advertiu na tomada de posse para a importância de o Governo de maioria absoluta não mudar de rosto.

Em declarações aos jornalistas na cidade italiana de Palermo, Marcelo Rebelo de Sousa, quando questionado sobre a garantia deixada por António Costa de que não aceitará “uma missão que ponha em causa a estabilidade em Portugal”, designadamente um alto cargo na União Europeia na sequência das eleições de 2024, recordou as suas próprias declarações por ocasião da tomada de posse do atual Governo, em março de 2022, e o compromisso assumido pelo chefe de Governo.

“Lembram-se de que eu, no discurso de posse, tive ocasião de dizer uma coisa muito simples, que abrange isso e abrange muito mais. Eu disse que quando se tem uma maioria absoluta, e a maioria absoluta foi largamente obtida pelo papel do líder do partido que a obteve, ganha-se condições de estabilidade, fica-se independente de terceiros, e a maioria só depende de si própria, para tudo”, declarou.

Marcelo reforçou que a maioria “só depende de si própria para a Europa, para a educação, para a saúde, para a segurança social, para a habitação”.

“E foi isso que eu disse e é aquilo que eu penso: nestes anos até 2026, para bem e para mal, aquilo que vier a acontecer está nas mãos da maioria absoluta. Ela só depende de si própria e isso naturalmente cobre a situação de que falou, mas cobre tudo aquilo que vier a fazer ou não”, reforçou.

Questionado sobre se foi importante a mais recente “clarificação” do primeiro-ministro, dada no domingo ao jornal Público, Marcelo lembrou que, quando alertou para a importância de não haver mudanças na liderança do Governo a meio do caminho, “o senhor primeiro-ministro usou da palavra e definiu a sua posição sobre a sua matéria”.

“Ora, o Governo foi constituído há um ano e uns meses, e, portanto, há um ano e uns meses que os portugueses sabem, por um lado, qual é a posição do Presidente, por outro lado qual a posição do primeiro-ministro e do Governo”, disse.

O chefe de Estado insistiu que os portugueses também “sabem que, em relação ao que se passa este ano, e que se passará em 2024 e 2025, e até naturalmente ao termo da vigência do ciclo governativo, a maioria absoluta tem na sua mão, e em exclusivo, a chave para o que vier a acontecer, bem ou mal, em termo de estabilidade”.

“Portanto, quando se diz que a maioria e o seu líder são garante de estabilidade é verdade, no sentido que não dependem de nenhum outro partido, de nenhum outro conjunto de partidos. O que acontecer depende só da maioria e do seu líder”, completou.

Por fim, quando questionado sobre se seria importante para Portugal voltar a ocupar um alto cargo na União Europeia, Marcelo escusou-se a comentar, recordando que já na última sexta-feira explicou que responder a essa questão “implicaria falar da Europa e de Portugal na Europa a um ano das eleições europeias, e portanto seria prematuro e pouco adequado estar a falar de uma realidade que só faz sentido sequer falar nela, como é que vai ser o futuro da Europa, o que é que os europeus querem da Europa, em junho do ano que vem”.

O primeiro-ministro, António Costa, disse que não está disponível para vir a ocupar qualquer cargo na União Europeia, depois das eleições de junho de 2024, escreveu no domingo o jornal Público.

Numa resposta ao jornal, em reação à notícia de que Bruxelas vai pressionar o primeiro-ministro português a ir para o Conselho Europeu, António Costa explicou que não aceitará qualquer missão que ponha em causa a estabilidade do país.

“Eu sou o garante da estabilidade. Já expliquei a todos que não aceitarei uma missão que ponha em causa a estabilidade em Portugal. Alguma vez eu poria em causa a estabilidade que tão dificilmente conquistei?”, questionou.

O Público escreve ainda que a indisponibilidade do primeiro-ministro para ocupar cargos europeus se prende “com a sua preocupação em não criar crises políticas em Portugal”.

O jornal acrescenta ainda outros fatores, entre eles a ideia de que António Costa “está 100% focado em cumprir o mandato de primeiro-ministro até ao final da legislatura, que termina após as legislativas de setembro ou outubro de 2026, e em levar a cabo os objetivos a que se propõe, nomeadamente a estabilização orçamental portuguesa”.

Proença avança com processos judiciais para defender reputação da Liga de clubes

A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) vai avançar com ações judiciais contra o ex-presidente da Assembleia Geral (AG) Mário Costa e outras entidades que tenham causado danos à reputação do organismo, anunciou hoje o presidente, Pedro Proença.

A medida insere-se no âmbito do alegado envolvimento do ex-dirigente Mário Costa e da academia BSports, no concelho de Famalicão, num esquema de tráfico de seres humanos, que, segundo Pedro Proença, exige uma « reação e atuação firme » por parte da LPFP.

“Iremos consultar e mandatar juristas e outras entidades que julguemos adequadas para interpor, requerer e promover quaisquer ações, atos e diligências ordenadas ao apuramento e eventual responsabilização das pessoas e entidades por condutas lesivas do bom nome, honra e imagem da LPFP”, anunciou o líder do organismo, no final da AG, que hoje decorreu no Porto.

Dentro dessas medidas, Pedro Proença detalhou “ações judiciais ao ex-presidente da AG [Mário Costa] e a todas outras e quaisquer entidades que venham a ser responsabilizadas, por danos reputacionais causados à LPFP ou por omissão de informações relevantes prestadas sob compromisso de honra”.

O presidente da entidade responsável pelas competições de profissionais de futebol em Portugal garantiu ainda que a LPFP “vai solicitar que seja constituída assistente em todos os processos relacionados com este caso” e “avançar com um processo contra a BSports por utilização indevida de uma denominação patenteada pela LPFP”.

Pedro Proença anunciou também que vai promover uma “auditoria forense, através de uma entidade externa”, para “identificar responsabilidades legais, criminais e patrimoniais que resultem desse relatório”.

“Olhando para este caso percebemos que os mecanismos de escrutínio que implementámos na LPFP, apesar de nos terem garantido certificações de normas anticorrupção e boa governação, carecem de reforço e de atualização”, afirmou.

Nesse âmbito, Pedro Proença anunciou ainda que, “em conjunto com os clubes, serão reforçados os mecanismos de escrutínio prévio da idoneidade de todos membros dos órgãos sociais, direção e direção Executiva, assim como de todos os funcionários e colaboradores da LPFP”.

“Temos obrigação de tentar blindar a LPFP de quem lhe possa, de alguma forma, causar danos. Não deixaremos passar sem ação firme, eficaz e imediata quem não quer servir o futebol profissional, mas antes servir-se dele em nome de interesses particulares”, completou.

O dirigente reiterou que foi « totalmente surpreendido » com as suspeitas que recaem sobre ex-presidente da AG Mário Costa neste caso de alegado tráfico  de seres humanos.

« Nem eu, nem nenhum elemento da minha direção executiva tínhamos conhecimento das atividades empresariais do ex-presidente da AG. Também não conhecíamos a BSports ou a sua atividade, desconhecendo ainda hoje qualquer pormenor relacionado com a mesma, à exceção das notícias que temos acompanhado pela comunicação social », concluiu.

 

LPFP prevê distribuir verba recorde superior a nove milhões de euros aos clubes

A Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPF) anunciou hoje que o seu plano de atividades e orçamento para 2023/24 contempla a maior distribuição de sempre de verbas às sociedades desportivas, superior a nove milhões de euros (ME).

O documento, que foi aprovado por unanimidade em Assembleia Geral do organismo realizada hoje, no Porto, apresentou uma previsão de resultados operacionais superior a um milhão de euros (1,11 ME) e com receitas globais acima dos 26 ME (26,48 ME).

« Mantém-se o caminho da sustentabilidade e desenvolvimento da LPFP que marcou os últimos quatro anos e afirma-se, em definitivo, como grande motor do desenvolvimento do futebol português, pois este orçamento para 2023/24 prevê ainda a maior distribuição de sempre às sociedades desportivas, acima dos nove milhões de euros », pode ler-se num comunicado enviado pela entidade.

De referir que o documento compila, pela primeira vez, o orçamento da LPFP, como também das entidades associadas ao seu grupo empresarial, como a Fundação do Futebol, a Liga Portugal Business School, a Liga Portugal Centralização, a Liga Portugal Comercial e Liga Portugal Infraestruturas.

O plano de atividades para 2023/24 baseia-se no plano estratégico desenhado pela LPFP para os próximos quatros anos, espelhando vetores chave como « o adepto como eixo central do espetáculo desportivo, a valorização das competições profissionais, a LPFP como agente central de crescimento do futebol profissional em Portugal, a internacionalização da marca LPFP, a centralização dos direitos audiovisuais e a diminuição dos custos de contexto do futebol profissional ».

 

Com Agência Lusa.

Rússia: Rebelião visou « salvar » Wagner e não golpe de Estado – Prigozhin

O líder da Wagner, Yevgeny Prigozhin, justificou hoje a “rebelião” do grupo com a necessidade de “salvar” a organização, rejeitando ter tentando um golpe de Estado e adiantando que 30 dos seus mercenários morreram em confrontos com militares russos.

“O objetivo da marcha era evitar a destruição do grupo Wagner », disse Prigozhin numa mensagem áudio de 11 minutos, em que quebrou o silêncio que mantinha desde sábado, quando recuou na « marcha sobre Moscovo », sem revelar onde se encontra, embora o Kremlin tenha garantido ao líder da organização paramilitar a possibilidade de se deslocar para a Bielorrússia.

Segundo Prigozhin, o grupo Wagner “estava ameaçado de desmantelamento pelas autoridades” russas.

 

Com Agência Lusa.

Bruno de Moura Ferreira, Presidente da Câmara de Mondim de Basto, na Rádio Alfa

Mondim de Basto em destaque na localidade de Saint-Avertin, durante este fim de semana.

No quadro da celebração dos 20 anos da geminação de Mondim de Basto com Saint-Avertin, nos arredores de Tours, uma delegação da Câmara de Mondim de Basto chefiada pelo seu Presidente, Bruno de Moura Ferreira estará presente dias 24 e 25 de junho na localidade francesa, participando na Festa dos Horizontes.

Aproveitando a ocasião,o autarca visitou os estudios da Rádio Alfa e deu uma entrevista,durante a qual falou das potencialidades do Concelho,de novos projetos turisticos,sem esquecer os emigrantes mondinenses.

Entrevista conduzida por Ricardo José

Conservadores vencem por larga margem eleições na Grécia

(Foto de abertura publicada no Diário de Notícias)

Kyriakos Mitsotakis consolida a sua liderança na Grécia após ter conquistado com o seu partido de direita a maioria absoluta nas eleições deste domingo, 25. 

Kyriakos Mitsotakis, um conservador que impulsionou o relançamento da economia após a derrocada financeira, é também acusado de graves atentados ao Estado de direito.

Venceu este domingo, 25, as eleições legislativas na Grécia e por uma larga margem.

Com efeito a Nova Democracia (ND) recolheu 40,55% dos votos, mais do dobro que o seu principal adversário, o Syriza (esquerda) de Alexis Tsipras, segundo resultados parciais correspondentes a mais de 97% dos votos.

Este resultado permitirá a Mitsotakis cumprir um novo mandato como primeiro-ministro.

« Le roi Sébastien de Venise : histoire d’une rumeur » – O Livro da Semana

O Livro da Semana, próximas edições:

28 junho, 2 e 4 de julho: ANDRÉ BELO, AUTOR DE « LE ROI SÉBASTIEN DE VENISE : HISTOIRE D’UNE RUMEUR »

O LIVRO DA SEMANA, às quartas (12h30), aos domingos (14h30) e às terças (01h30). Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.

« Le roi Sébastien de Venise : histoire d’une rumeur », da autoria do historiador André Belo, parte de uma constatação: o rei português D. Sebastião, figura mitológica da cultura portuguesa, morreu de facto na batalha de Alcácer Quibir, no dia quatro de agosto de 1578.

André Belo refere que essa morte nunca foi colocada em causa na época. Mas de onde vem então esse mito segundo o qual o rei D. Sebastião regressará numa noite de nevoeiro para salvar Portugal?

Conhecida em França como “La bataille des trois rois” – além do rei português, morreram também dois reis marroquinos neste fatídico dia – esta batalha deixou marcas na História de Portugal.

Símbolo maior do começo da decadência imperial portuguesa, esta derrota militar que decorreu perto da cidade marroquina de Ksar-el-Kibir teve consequências desastrosas na História portuguesa. Além de ter colocado um ponto final ao expansionismo português no norte de África, o desastre de Alcácer Quibir levou à perda da independência nacional entre 1580 e 1640. Período de União Ibérica em que os muitos inimigos de Espanha se tornaram automaticamente inimigos de Portugal.

Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com André Belo e descubra a batalha de Alcácer Quibir que está, há 445 anos, marcada a ferro e fogo na memória coletiva portuguesa. 

JO24. França não é melhor do que Qatar. Escândalos nas obras envolvem portugueses. Opinião

Grandes empreitadas em França.

Jogos Olímpicos Paris 24 – JO24.

França não é melhor do que Qatar.

Escândalo no trabalho das empreitadas envolvem portugueses e outros estrangeiros.

Crónica de Artur Silva, jornalista da Alfa, para ouvir na segunda-feira, 26.

Ou ouça aqui:

 

Artur Silva - Passagem de NÍvel

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