A estupidez, a maldade, a piedade e também a saudade. Opinião

 

Alguns casos da atualidade na cultura, na política ou na sociedade que originam reflexões ao cronista sobre a estupidez, a maldade, a piedade e também a saudade.

Crónica de Ricardo Figueira, jornalista da Euronews, para ouvir na sexta-feira, 31, na Rádio Alfa.

Ou ouça aqui:

 

 

« Alô Consulado » (n°3) – Consulado em casa – ALFA 10/13

Alô Consulado‘ é uma rubrica mensal do ALFA 10/13. Uma vez por mês, a Rádio Alfa recebe o Miguel Costa, adido social do Consulado Geral de Portugal em Paris.

 

Entrevista conduzida por Didier Caramalho no ALFA 10/13 do dia 30 de março de 2023.

Jair Bolsonaro regressou ao Brasil três meses depois de ter ido para os Estados Unidos

Três meses após ter ido para os Estados Unidos depois de perder a reeleição para a presidência, Jair Bolsonaro voltou nesta quinta-feira, 30/03, ao Brasil.

O seu objetivo será de liderar a oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Mas terá alguns problemas pela frente, designadamente processos judiciais.

Bolsonaro aterrou em Brasília onde foi recebido na sede do seu partido extremista pela direção partidária.

O antigo presidente vai ser nomeado presidente honorário do seu partido.

Papa Francisco hospitalizado com infeção respiratória

Papa Francisco hospitalizado com infeção respiratória

 

email sharing buttonAlfa/ com Lusa
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whatsapp sharing buttonO Vaticano anunciou que Papa Francisco foi ontem internado devido a uma infeção respiratória e que precisará de ficar “alguns dias” no hospital, noticiou a televisão pública britânica BBC.

Esta informação surge após uma versão inicial do porta-voz do Vaticano, Matteo Bruni, indicando que Jorge Bergoglio, de 86 anos, seria internado no hospital Gemelli na tarde de ontem para realizar “alguns exames previamente marcados”, mas sem referir o motivo.

Outras fontes do Vaticano já tinham acrescentado que o Papa poderia passar alguns dias hospitalizado e que as suas audiências agendadas para quinta e sexta-feira haviam sido canceladas, mas que, no próximo domingo, tem prevista a missa de domingo de Ramos.

A imprensa italiana já tinha publicado que o Papa revelara, ao fim da manhã de ontem, “dificuldades respiratórias” e tinha sido transportado de ambulância para o hospital.

Por seu lado, o diário Corriere della Sera noticiou que o Papa fora hospitalizado devido a “problemas cardíacos e dificuldades respiratórias”, mas acrescentava que a situação “não é preocupante”.

Já Il Messaggero indicou que, após a sua tradicional audiência das quartas-feiras, Francisco apresentou dificuldades respiratórias “consideradas alarmantes pelos médicos do Vaticano”.

Contudo, a mais recente informação, fornecida pela agência de notícias italiana ANSA, refere que Francisco não tem qualquer problema cardíaco, que todos os exames marcados – que hoje concluiu – estavam relacionados com o aparelho respiratório e que o seu estado de saúde não inspira preocupação.

Expressando alívio, o seu gabinete já tinha divulgado que Francisco tinha feito uma Tomografia Axial Computorizada (TAC) ao tórax cujo resultado não se revelou preocupante.

O Papa removeu uma parte de um pulmão quando era jovem devido a uma infeção respiratória, o que explica a forma como fala, quase sussurrando.

Fontes médicas precisaram que os níveis de oxigénio no sangue do Papa estão bem e que este fez os exames necessários para excluir problemas de saúde mais graves.

Numa entrevista recente à agência de notícias norte-americana Associated Press, Francisco revelou que tinha voltado a sofrer de diverticulite, o problema que o levara a submeter-se, em 2021, a uma intervenção cirúrgica em que lhe foi retirada uma parte do cólon, mas que estava bem de saúde.

Desde então, o seu único problema de saúde visível era no joelho direito, obrigando-o a deslocar-se de cadeira de rodas, tendo em diversas ocasiões afirmado que não quer ser operado, devido à reação negativa que teve à anestesia na cirurgia de 2021.

Francisco afirmou já que poderá abdicar do cargo, como fez o seu antecessor, Bento XVI, se o seu estado de saúde o impedir de continuar a fazer o seu trabalho.

Nesse sentido, o Papa revelou, em dezembro de 2022, que assinou uma carta de demissão para ser usada caso ele fique incapacitado de desempenhar as suas funções por motivos de saúde.

Imprensa das comunidades vai passar a ter acesso à publicidade institucional do Estado – Paulo Pisco

« APROVADA LEI QUE ASSEGURA ACESSO DA IMPRENSA DAS COMUNIDADES À PUBLICIDADE DO ESTADO », informa o deputado socialista Paulo Pisco, que assina em nome do PS um comunicado do partido sobre o assunto.

« O Projeto de Lei do PS que assegura o acesso às campanhas de publicidade institucional do Estado aos órgãos de comunicação social das comunidades foi hoje (ontem) aprovado na Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto, depois da discussão na especialidade de algumas propostas de alteração de outros partidos », lê-se no comunicado.

Ainda segundo a mesma nota, enviada por mail, no final dos trabalhos, « o deputado do PS, Paulo Pisco, primeiro subscritor da iniciativa legislativa, que contou com a colaboração dos deputados  socialistas Rosário Gamboa, Carla Sousa e Pedro Delgado Alves, considerou que a aprovação da lei é muito importante não apenas para a sustentabilidade da imprensa das comunidades, mas também para reforçar o esclarecimento, dinamização, coesão e capacidade de afirmação dos portugueses residentes no estrangeiro. Também o Estado e as suas instituições beneficiam com o facto de as suas campanhas poderem ser melhor direcionadas e terem mais impacto nas comunidades, chegando a mais destinatários ».

Para beneficiarem da publicidade institucional o PS informa que os jornais, revistas, publicações digitais, televisões ou rádios das comunidades, terão de estar registados na Entidade Reguladora da Comunicação Social e são abrangidos tantos os que têm sede no estrangeiro como em Portugal.

No preâmbulo do Projeto de Lei do PS lê-se: “Informar sobre temas do interesse da comunidade, preservar e divulgar a língua portuguesa, chegar aos lusodescendentes, promover a cultura e as tradições, dar a conhecer o movimento associativo, incentivar a participação cívica e política nos países de acolhimento e para as eleições em Portugal, revelar as personalidades que se destacam na comunidade na vida económica, política, cultural, científica ou desportiva, dar voz às mulheres e aos jovens, são dimensões e funções sociais relevantes que fazem parte das preocupações da comunicação social da diáspora, de capital importância para as nossas comunidades e para o país”.

Esta alteração à lei 96/2015, que apenas contemplava a imprensa local e regional, acaba assim com uma discriminação que deixava de fora os órgãos de comunicação social da diáspora no acesso à publicidade institucional do Estado.

Uma visita positiva do líder do PSD, Luís Montenegro, à diáspora. « Quem não é visto não é sentido ». Opinião

(Na foto de Manuel Alexandre: delegação do PSD – José Cesário, Carlos Gonçalves, Luís Montenegro – e o jornalista Ricardo José, na Rádio Alfa, durante a visita do líder do partido à comunidade portuguesa em França).

Luís Montenegro esteve em França, em visita à comunidade portuguesa.

Uma visita positiva do líder do PSD, Luís Montenegro, à diáspora, diz o cronista.

« Quem não é visto não é sentido », afirma Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal.

Crónica para ouvir na quinta-feira, 30, na Rádio Alfa.

Ou ouça aqui:

 

Entrevista. Sindicato confirma greve nos consulados entre os dias 3 e 24 de abril

Negociações sindicato/Governo sobre revisão das tabelas salariais não travaram convocação da greve.

Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas (STCDE) mantêm convocação para greves entre os dias 3 e 24 de abril.

Volte a ouvir aqui a entrevista de Artur Silva a Rosa Teixeira Ribeiro, secretária-geral do STCDE, no programa Passagem de Nível de domingo passado:

 

 

 

Inez de Castro, la Reine morte. Exposition Archéologie.s 2 – Une Reine en cloche, par Lídia Martinez. Maison du Portugal

Vernissage de l’exposition, le 12 avril, à 18 h 30′, à la maison du Portugal, cité universitaire, 76, Bd Jourdan, 75014, Paris. Une nouvelle série de céramiques, tableaux et objets, liés au projet des Archéologie.s d ‘Inez de Castro, la Reine morte.
Le 12 avril à 18h30 à la Maison du Portugal :
Exposition Archéologie.s 2 – Une Reine en cloche, par Lídia Martinez.
Texte de l’artiste:
« J’inscris sur l’os mon écriture inépuisable d’amours inattendus, le frais chemin de la littérature. À chaque lettre envoyé, mon corps a été gémir au fond du chemin, là où le puissant cri du paon, ne laisse aucune place aux murmures passagers. Inez revient, c’est le chemin du retour qui nous incite à épuiser sans cesse, l’espace de l’attente ».
« La Reine en cloche est une présentation en petites mises en scène de poupées en céramique, de dessins, d’objets brodés et de peintures. Lors du vernissage, des lectures des Lettres d’amour de Pedro et Inez accompagneront le dévoilement de l’exposition.
En partenariat avec la Chaire Lindley Cintra de l’Université Paris Nanterre et par le Lectorat de Langue et culture portugaise de l’Université Paris 8 de Camões – Instituto da Cooperação e da Língua ».

Crise das reformas. Central sindical CFDT confirma convite da primeira-ministra francesa para reuniões com sindicatos

Centrais sindicais convidadas por primeira-ministra francesa para reunião, indica a moderada CFDT.

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whatsapp sharing buttonA primeira-ministra francesa, Élisabeth Borne, convidou ontem, em plena crise de contestação contra a revisão da lei das pensões, as centrais sindicais de França para uma reunião na próxima semana, indicou o secretário-geral da CFDT, Laurent Berger.

O convite, dirigido às oito organizações da central sindical, propõe três horários na segunda-feira, na terça ou na quarta para “uma reunião” com a primeira-ministra, sem fornecer mais pormenores.

Ontem decorreu em todo o país a 10.ª jornada de greves e manifestações contra a revisão da lei das pensões, num clima de tensão e impasse no diálogo entre o Governo do Presidente, Emmanuel Macron, e os sindicatos, e marcada por atos de violência que resultaram em 128 detenções em várias cidades.

Este convite da chefe do executivo surge depois de as centrais sindicais francesas terem anunciado, ao fim do dia de hoje, uma 11.ª jornada de greves e manifestações à escala nacional para 06 de abril (quinta-feira).

A oposição a esta reforma emblemática do segundo mandato presidencial de cinco anos de Emmanuel Macron, que aumenta a idade mínima de reforma sem penalizações financeiras de 62 para 64 anos, tornou-se mais radical desde que o Governo fez aprovar o diploma sem votação no parlamento (um procedimento consagrado na Constituição francesa), depois de duas moções de censura que pretendiam derrubá-lo terem sido chumbadas, a 20 de março.

Até então pacíficas, as manifestações passaram a ser marcadas por cada vez mais violência em todo o país, com muitos polícias, guardas-republicanos, vândalos e manifestantes feridos, vitrinas partidas, estabelecimentos comerciais saqueados, incêndios ateados em edifícios públicos e nos sacos de lixo acumulados nas ruas, após mais de três semanas de greve dos serviços de recolha (que os sindicatos do setor já anunciaram que termina na quarta-feira).

Paralelamente, bloqueios de estradas, piquetes de greves e manifestações prosseguem há dias, perturbando o abastecimento de combustíveis a algumas regiões do país e em certos eixos rodoviários ou depósitos de armazenamento.

A circulação ferroviária sofreu fortes perturbações, e a aviação civil pediu às companhias aéreas para cancelarem uma parte dos seus voos previstos para quinta e sexta-feira, em especial com partida do aeroporto de Paris-Orly, devido à greve dos controladores de tráfego aéreo.

Embora mantendo-se inflexível quanto à reforma, o Governo proclama o seu desejo de “apaziguamento”, tendo a primeira-ministra anunciado que iria iniciar na próxima segunda-feira, 03 de abril, um período de três semanas de consultas com deputados, partidos políticos, dirigentes locais e parceiros sociais – âmbito em que se insere o convite endereçado à central sindical mais progressista, a Confederação Francesa Democrática do Trabalho (CFDT).

Laurent Berger tinha já afirmado querer “uma pausa” nesta reforma e já hoje tinha pedido ao executivo que criasse um mecanismo de “mediação” para “encontrar uma saída”.

Por seu lado, o dirigente da Confederação Geral do Trabalho (CGT), Philippe Martinez, indicou que esta vai “escrever ao Presidente da República”, Emmanuel Macron, para lhe pedir, mais uma vez, “para suspender o seu projeto”, enquanto algumas vozes da oposição de esquerda, como o líder comunista Fabien Roussel, acusam Macron de contar com que a opinião pública se vire contra um movimento de contestação social violento e que isso acabe por enfraquecê-lo.

Crise social em França: Macron, um presidente que conhece mal o seu país. Opinião

França: Greves e manifestações contra a reforma do sistema de pensões.

Crise social: Emmanuel Macron, um presidente que conhece mal o seu país.

Crónica de Daniel Ribeiro para ouvir na Rádio Alfa na quarta-feira, 29.

Ou ouça aqui:

 

 

 

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