O desporto amador e as equipas das Associações portuguesas de França em destaque. Um programa de Sousa Gomes.
Desporto Associativo, todos os Sábados, entre as 17h e as 18h (redifusão às 2h, na noite de segunda para terça-feira).
Ouça aqui:
Desporto Associativo, todos os Sábados, entre as 17h e as 18h (redifusão às 2h, na noite de segunda para terça-feira).
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Os programas foram interrompidos de forma abrupta. Neste sábado, 29 de novembro, os locais parisienses da France Télévisions, situados no 15º bairro, foram evacuados após um alerta à bomba, informa a franceinfo no início da noite.
“Vamos ser obrigados a interromper a nossa emissão devido a um alerta à bomba”, declarou em direto Jean-Christophe Galeazzi, apresentador da emissão, quando um alarme soou.
O jornalista Alban Mikoczy publicou no X (antigo Twitter) imagens da evacuação: “Estávamos a seguir a emissão da franceinfo, mas tivemos de sair para a rua por causa de um alerta à bomba. A polícia teve de verificar a situação”, explicou.
As autoridades enviaram equipas, incluindo cães farejadores, para realizar o ‘levantamento’ de dúvida.
Este incidente recorda situações recentes em outros media franceses, evidenciando a vulnerabilidade das redações perante ameaças externas e o impacto imediato que têm na transmissão de informação ao público.
Com Agências.
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ESPAÇO ABERTO AO MOVIMENTO ASSOCIATIVO – 16 DE NOVEMBRO 2025
O inglês James Tavernier deu vantagem aos anfitriões, aos 45+3 minutos, na transformação de uma grande penalidade, e o espanhol Gabri Martinez empatou, aos 69, oito minutos depois de o uruguaio Rodrigo Zalazar ter sido expulso, com cartão vermelho direto.
Com este empate, os minhotos, que tinham perdido na jornada anterior na receção aos belgas do Genk, por 4-3, ocupam o sétimo lugar, com os mesmos 10 pontos do FC Porto, oitavo, ambos em posição de acesso direto aos oitavos de final, enquanto o Rangers, que também ficou reduzido a 10 devido ao duplo cartão amarelo a Diomande, aos 90+5, somou o primeiro ponto e subiu ao 33.º posto.
Resultados da quinta jornada da fase de liga da Liga Europa de futebol:
– Quinta-feira, 27 nov:
FC Porto, Por – Nice, Fra, 3-0
Lille, Fra – Dínamo Zagreb, Cro, 4-0
Aston Villa, Ing – Young Boys, Sui, 2-1
Roma, Ita – Midtjylland, Din, 2-1
Feyernoord, Hol – Celtic, Esc, 1-3
Ludogorets, Bul – Celta Vigo, Esp, 3-2
PAOK Salónica, Gre – Brann, Nor, 1-1
Fenerbahçe, Tur – Ferencváros, Hun, 1-1
Viktoria Plzen, Che – Friburgo, Ale, 0-0
Maccabi Telavive, Isr – Lyon, Fra, 0-6
Rangers, Esc – Sporting de Braga, Por, 1-1
Betis, Esp – Utrecht, Hol, 2-1
Go Ahead Eagles, Hol – Estugarda, Ale, 0-4
Genk, Bel – Basileia, Sui, 2-1
Bolonha, Ita – Salzburgo, Aut, 4-1
Estrela Vermelha, Ser – Steaua Bucareste, Rom, 1-0
Nottingham Forest, Ing – Malmo, Sue, 3-0
Panathinaikos, Gre – Sturm Graz, 2-1
Com Agência Lusa.
Dois golos de Gabri Veiga, o primeiro logo aos 19 segundos e o segundo aos 33, e um de Samu, aos 61, na conversão de uma grande penalidade, permitiram o regresso às vitórias dos comandados pelo italiano Francesco Farioli, depois da derrota em Nottingham (2-0) e do empate na visita ao Utrecht (1-1).
Com este triunfo, os ‘dragões’ subiram provisoriamente ao quinto lugar, com 10 pontos, enquanto o Nice permanece no 36.º e último lugar, ainda sem qualquer ponto, tal como os escoceses do Rangers, ainda hoje anfitriões do Sporting de Braga.
Com Agência Lusa.
Um golo de Anísio Cabral, ainda na primeira parte, aos 32 minutos, decidiu o encontro a favor da equipa das ‘quinas’.
Atual campeã europeia, a seleção portuguesa já tinha assegurado a melhor participação de sempre na competição, superando o terceiro lugar de 1989, então disputado no escalão de sub-16, com o atual selecionador Bino Maçães no elenco luso.
Portugal chegou à final à quarta presença, em 20 edições, depois do terceiro lugar em 1989, na Escócia, e de ter sido eliminado nos quartos de final em 1995, no Equador, e 2003, na Finlândia.
No percurso para o jogo decisivo, a seleção lusa eliminou o Brasil nas meias-finais, no desempate por grandes penalidades (6-5, após empate 0-0), depois de ter afastado a Suíça (2-0), nos ‘quartos’, o México (5-0), nos ‘oitavos’, a Bélgica (2-1), nos 16 avos de final, e de ter terminado no segundo lugar do Grupo B, atrás do Japão (derrota por 2-1) e à frente de Marrocos e Nova Caledónia, que goleou por 6-0 e 6-1, respetivamente.
A equipa das ‘quinas’ tornou-se na 11.ª seleção campeã mundial no escalão, a sétima com um título, ao suceder à Alemanha, campeã em 2023, no historial, que continua a ser dominado pela Nigéria (1985, 1993, 2007, 2013 e 2015), com mais um cetro do que o Brasil (1997, 1999, 2003 e 2019).
Este é o terceiro título de campeão do mundo conquistado por Portugal, depois dos triunfos nos Mundiais de sub-20, em 1989, na Arábia Saudita, e 1991, em Portugal, em ambos os casos sob a orientação de Carlos Queiroz.
Apesar da derrota, a Áustria protagonizou a sua melhor campanha de sempre, depois de nas duas presenças anteriores, em 1997, no Egito, e em 2013, nos Emirados Árabes Unidos, não ter superado a fase de grupos, nem vencido qualquer dos seis jogos.
O médio do FC Porto Mateus Mide, autor de quatro golos e duas assistências, recebeu das mãos do espanhol Xavi Hernández o troféu de melhor jogador do torneio.
No ‘pódio’, Mide, de 17 anos, contou ainda com o austríaco Johannes Moser, melhor marcador da prova, no segundo lugar e com o defesa Mauro Furtado, do Benfica, eleito melhor jogador da final, em terceiro.
Nos oito jogos que disputou, o médio ofensivo dos ‘dragões’ marcou à Suíça, ‘bisou’ frente a Marrocos e ‘faturou’ ainda com a Nova Caledónia.
A bola de prata, atribuída ao segundo melhor marcador do torneio, foi para Anísio Cabral, avançado do Benfica que marcou o único golo da final, o seu sétimo na competição, e que apenas foi superado, na lista de melhores marcadores, por Johannes Moser, com oito.
Romário Cunha, do Sporting de Braga, venceu o troféu de melhor guarda-redes do Mundial de sub-17, categoria na qual Portugal já tinha sido campeão da Europa.
Com Agência Lusa.