Governo confirma morte de cidadã portuguesa no incêndio em bar suíço

O Governo português confirmou e lamentou a morte da cidadã portuguesa que estava desaparecida após o incêndio ocorrido numa estância de esqui em ‘Crans-Montana’, na Suíça, na noite do fim de ano.

“O Ministério dos Negócios Estrangeiros confirma e lamenta profundamente a morte da cidadã de nacionalidade portuguesa, Fany Pinheiro Magalhães, que estava desaparecida na sequência da tragédia ocorrida em Crans-Montana, na Suíça. Quer as autoridades suíças, quer o Estado português já apresentaram condolências à família”, indica o executivo num curto comunicado.

No incêndio ficou também ferida uma outra cidadã portuguesa, que se encontra, contudo, livre de perigo.

O anúncio do Governo português surge no mesmo dia em que a polícia suíça identificou mais 16 vítimas do incêndio da véspera de Ano Novo em Crans-Montana, elevando o número de vítimas confirmadas para 24, de um total de 40 mortos.

Com a vítima portuguesa, o total sobe para 25 corpos identificados.

 

Presidente da República lamenta morte de portuguesa no incêndio em bar suíço:

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, lamentou hoje a morte da cidadã portuguesa que estava desaparecida após o incêndio ocorrido numa estância de esqui em Crans-Montana, na Suíça, na noite do fim de ano.

“O Presidente da República falou esta manhã ao telefone com o irmão de Fany Pinheiro Magalhães, a portuguesa confirmada falecida na tragédia do incêndio de um bar na Suíça na passagem do ano, a quem apresentou condolências e solidariedade nacional”, refere uma nota publicada no site da Presidência da República.

 

Primeiro-ministro manifesta condolências pela morte de portuguesa no incêndio em bar suíço:

O primeiro-ministro manifestou hoje “profunda solidariedade” e condolências à família, amigos e comunidade portuguesa na Suíça pela morte da cidadã portuguesa que estava desaparecida após o incêndio em bar suíço na noite do fim de ano.

“Recebi com pesar a notícia da morte da cidadã de nacionalidade portuguesa, Fany Pinheiro Magalhães, que estava desaparecida na sequência da tragédia ocorrida em Crans-Montana, na Suíça. Deixo à família, amigos e a toda a comunidade portuguesa na Suíça um abraço de profunda solidariedade e as nossas condolências”, escreve Luís Montenegro na rede social X.

A morte da cidadã portuguesa que estava desaparecida após o incêndio ocorrido numa estância de esqui em Crans-Montana, na Suíça, na noite do fim de ano, foi confirmada hoje pelo Governo português.

 

Com Agência Lusa.

Venezuela: Exército reconhece Delcy Rodríguez como Presidente interina

O exército venezuelano reconheceu hoje a vice-presidente do país, Delcy Rodríguez, como Presidente interina, anunciou o ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, um dia após o chefe de Estado, Nicolás Maduro, ter sido capturado por militares dos Estados Unidos.

Numa declaração lida, o general citou a decisão do Supremo Tribunal ordenando a Delcy Rodríguez que assuma o poder por 90 dias, noticiou a agência EFE.

Na mesma declaração, em que exigiu a libertação de Nicolás Maduro, o ministro da Defesa também denunciou o assassinato « a sangue frio » de alguns membros da equipa de segurança.

De acordo com a Europa Press, Padrino López revelou numa conferência de imprensa que na madrugada de sábado os militares norte-americanos prenderam Maduro « após ter assassinado a sangue frio grande parte da sua equipa de segurança, soldados e cidadãos inocentes ».

O ministro enfatizou ainda que as Forças Armadas garantem a continuidade constitucional ao empossar Delcy Rodríguez como Presidente interina.

« As Forças Armadas Nacionais Bolivarianas, em perfeita unidade com o povo, garantiram a continuidade democrática da Venezuela e continuarão a fazê-lo. Porque a ordem e a paz são o nosso porto seguro, como disse Bolívar », afirmou Padrino na declaração, em que manifestou apoio à decisão do Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela e ao agendamento da cerimónia de posse da nova Assembleia Nacional para segunda-feira, 05 de janeiro.

« O Governo bolivariano garantirá a governabilidade do país », disse, acrescentando que as Forças Armadas « continuarão a empregar todas as suas capacidades disponíveis para a segurança, a manutenção da ordem interna e a preservação da paz ».

O ministro exortou ainda a população a « não ceder às tentações da guerra psicológica, das ameaças e do medo » por parte dos Estados Unidos e a « retomar as atividades económicas, de trabalho e todas as demais, incluindo a educação, nos próximos dias ».

« A nação precisa voltar a pautar-se pela sua Constituição », vincou.

Os Estados Unidos lançaram no sábado “um ataque em grande escala contra a Venezuela”, capturando o Presidente venezuelano e a mulher, e anunciaram que vão governar o país até se concluir uma transição de poder.

Entretanto, o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela entregou a presidência interina à vice-presidente executiva, Delcy Rodriguez, « de forma a garantir a continuidade administrativa e a defesa integral da nação ».

Delcy Rodriguez será a primeira mulher na história do país a liderar o executivo.

A comunidade internacional tem-se dividido entre a condenação da ação dos Estados Unidos e o júbilo pela queda de Maduro.

 

Trump ameaça Delcy de « pagar mais caro » do que Maduro se « não fizer o que deve »

O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avisou hoje que a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, « pagará mais caro do que Maduro » se « não fizer o que deve ».

« Reconstruir o país não é uma coisa má », afirmou Trump à revista The Atlantic, um dia depois de militares norte-americanos terem capturado o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, em Caracas, para o julgar nos Estados Unidos.

A Venezuela, concluiu, está « em falência » e o « país é uma catástrofe em todos os domínios ».

 

Com Agência Lusa.

Venezuela: Maduro deve responder por crimes contra a Humanidade – Missão independente da ONU

A missão internacional independente da Venezuela, do Conselho dos Direitos Humanos da ONU, afirmou hoje que o Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, também deve responder por crimes contra a Humanidade.

Em comunicado, esta missão internacional considerou que a operação militar dos Estados Unidos na Venezuela, que levou à captura de Nicolás Maduro, é ilegal e viola o direito internacional, mas não atenua a responsabilidade do chefe de Estado venezuelano “por anos de repressão e violência que constituem crimes contra a Humanidade”.

“O povo venezuelano exige e merece soluções plenamente conformes com o direito internacional”, acrescentou aquela missão internacional independente, que é chefiada pela jurista portuguesa Marta Valiñas.

Esta missão independente da Organização das Nações Unidas (ONU) manifestou ainda “profunda preocupação pela possibilidade de ocorrem novas e graves violações dos direitos humanos nos próximos dias e semanas, neste contexto de aumento de instabilidade” na Venezuela.

A missão internacional foi criada em 2019 no seio do Conselho de Direitos Humanos da ONU para investigar violações das liberdades fundamentais na Venezuela desde 2014.

Nicolás Maduro e a mulher, Cilia Flores, foram hoje detidos na residência presidencial em Caracas, no âmbito de uma operação militar dos Estados Unidos na Venezuela.

O Governo venezuelano denunciou a « gravíssima agressão militar » dos Estados Unidos e decretou o estado de exceção, enquanto o Presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que irá governar o país até se concluir uma transição de poder.

Trump admitiu uma segunda ofensiva contra o país se for necessário.

O Presidente venezuelano foi transportado para Nova Iorque, onde deverá comparecer, nos próximos dias, num tribunal federal para responder a acusações de narcoterrorismo, segundo as agências internacionais.

A comunidade internacional tem-se dividido entre a condenação aos Estados Unidos e saudações pela queda de Maduro e o secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou “profunda preocupação” com a recente “escalada de tensão na Venezuela”, alertando que a ação militar dos Estados Unidos poderá ter “implicações preocupantes” para a região.

 

Com Agência Lusa.

 

Vinte e três mortos em mais de 2.000 acidentes em oito dias das operações de Ano Novo

Vinte e três pessoas morreram e 51 ficaram gravemente feridas na sequência de 2.382 acidentes de viação ocorridos nos últimos oito dias, segundo os balanços da GNR e da PSP relativos às operações de Ano Novo.

As duas forças policiais registaram ainda, no total, 629 feridos leves nos 2.382 acidentes de viação ocorridos nas estradas do país entre 27 de dezembro de 2025 e as 23:59 de sábado, segundo comunicados divulgados hoje pela GNR e PSP.

A GNR registou no sábado quatro vítimas mortais em acidentes rodoviários ocorridos em São Martinho do Peso, no distrito de Bragança, em Gandra, no distrito de Braga, em Palmela, do distrito de Setúbal, e em Martilongo, no distrito de Faro.

Estes acidentes envolveram um atropelamento, duas colisões e um despiste, elevando para 17 o total de mortos sob a jurisdição da GNR, aos quais se somam os seis registados pela PSP nos últimos oito dias.

Neste período, a GNR assinalou 1.412 acidentes, dos quais resultaram 17 vítimas mortais, 36 feridos graves e 373 feridos leves, segundo os dados provisórios da Operação “Natal e Ano Novo 2025/2026”.

Os militares fiscalizaram 70.347 condutores, dos quais, 857 conduziam com excesso de álcool e, destes, 398 foram detidos por conduzirem com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l. Foram ainda detidas 140 pessoas por conduzirem sem habilitação legal.

Detetarem ainda 8.801 contraordenações rodoviárias, das quais 1.392 por excesso de velocidade, 459 por excessos de álcool, 244 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou cadeirinha, 197 por uso do telemóvel a conduzir, 1.403 por falta de inspeção obrigatória e 373 por falta de seguro obrigatório.

Por sua vez, a PSP registou, no decorrer da segunda fase da Operação Polícia Sempre Presente – Festas em Segurança 2025-2026, 970 acidentes, dos quais resultaram 267 feridos (15 graves e 252 ligeiros) e seis vítimas mortais.

Relativamente à prevenção e fiscalização nas estradas, a PSP fiscalizou 12.168 condutores e controlou 26.104 viaturas por radar, sendo detetadas 2.886 infrações.

Das contraordenações rodoviárias detetadas, a polícia realça 372 por falta de inspeção obrigatória, 349 por excesso de velocidade, 135 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório, 85 por excesso de álcool, 58 por uso indevido do telemóvel na condução e 27 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças.

Durante a operação, a PSP realizou 516 detenções em todo o país, a maioria (315) por crimes rodoviários, nomeadamente 161 por condução em estado de embriaguez, 125 por falta de habilitação legal para conduzir e 29 por outros crimes rodoviários.

Vinte e sete pessoas foram detidas por crimes contra a propriedade (furtos e roubos) e 49 por suspeita de tráfico de droga, tendo sido apreendidas 20.338 doses individuais.

Foram ainda apreendidas seis armas de fogo, 21 armas brancas, 23 munições e seis outras armas, quer como medida cautelar, quer no seguimento das 13 detenções efetuadas por posse de arma proibida. Foram ainda apreendidos 19.432 artigos de pirotecnia.

Desde o início da segunda fase da operação, no âmbito das ações de fiscalização de controlo da fronteira aérea, a PSP deteve 13 pessoas por situação ilegal no país, controlou 320.849 cidadãos estrangeiros e elaborou 36 participações e 60 autos de notícia por contraordenação no âmbito da lei dos estrangeiros.

“Foram ainda realizadas 46 recusas de entrada em território nacional e 15 notificações de abandono voluntário”, lê-se no comunicado.

 

Com Agência Lusa.

Reino Unido e França lançaram ataques aéreos contra Estado Islâmico na Síria

O Governo do Reino Unido anunciou hoje o lançamento de ataques aéreos, em conjunto com a França, que tiveram como alvo os fundamentalistas do Estado Islâmico (EI) na Síria.

Num comunicado, o Ministério da Defesa britânico disse que, no sábado à noite, aviões militares dos dois países bombardearam uma instalação subterrânea no centro da Síria que tinha sido ocupada pelo EI.

« Os indícios iniciais são de que o alvo foi atingido com sucesso. Não há indicação de que o ataque tenha representado qualquer risco para os civis, e todas as nossas aeronaves regressaram em segurança », acrescentou o ministério.

 

Com Agência Lusa.

 Liga: Benfica vence Estoril com ‘hat trick’ de Pavlidis e aproxima-se do Sporting

Um ‘hat trick’ de Pavlidis permitiu hoje ao Benfica vencer 3-1 o Estoril Praia, na 17ª e última jornada da primeira volta da I Liga de futebol, voltando a encurtar para três pontos o atraso para o Sporting.

Uma grande penalidade, convertida aos 34 minutos, foi o ‘pontapé de saída’ para o ‘hat trick’ do grego, que recuperou a liderança dos melhores marcadores, agora com 17 golos, ao anotar mais dois, aos 45+1 e aos 80, tendo o Estoril, que vinha de dois triunfos seguidos, ainda ameaçado, quando João Carvalho, aos 45+3, reduziu para 2-1.

Com esta vitória, o Benfica mantém-se no terceiro lugar, agora com 39 pontos, menos três do que o segundo, o bicampeão Sporting, enquanto os ‘canarinhos’ seguem no nono lugar, com 20.

O jogador do Estrela da Amadora, Kikas (D), disputa a bola com o jogador do Sporting de Braga, Pau Victor (D), durante o jogo da 17ª jornada da Primeira Liga de Futebol, realizado no Estádio José Gomes, na Amadora, 03 de janeiro de 2026. ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

 

‘Chuva’ de golos resulta em empate no Estrela-Sporting de Braga

O Estrela da Amadora e o Sporting de Braga empataram hoje 3-3, resultado que deixa os ‘arsenalistas’ no quinto posto.

João Moutinho, aos 12 minutos, de grande penalidade, Fran Navarro (51) e Zalazar (64) foram os autores dos golos do Braga, que somou o terceiro jogo seguido sem vencer, enquanto, por parte do Estrela, que, pela primeira vez na presente edição da Liga, está há três jogos sem perder, marcaram Kikas (16), Jovane (69) e Marcus (73).

Com este empate, o Sporting de Braga falhou o ‘assalto’ ao quarto lugar, ocupado pelo Gil Vicente, com 28 pontos, com os ‘arsenalistas’ a somarem 27, enquanto o Estrela surge num tranquilo 10º lugar, com 19.

Resultados da 17ª jornada da I Liga portuguesa de futebol:

– Sexta-feira, 02 jan:

Gil Vicente – Sporting, 1-1 (0-1 ao intervalo)

Vitória de Guimarães – Nacional, 2-1 (0-0)

– Sábado, 03 jan:

Tondela – Arouca, 3-1 (2-1)

Estrela da Amadora – Sporting de Braga, 3-3 (1-1)

Benfica – Estoril Praia, 3-1 (2-1)

AVS – Moreirense, 21:30

 

– Domingo, 04 jan:

Rio Ave – Casa Pia, 16:30

Santa Clara – FC Porto, 19:00

Alverca – Famalicão, 21:30

 

Com Agência Lusa.

Venezuela: Estados Unidos vão dirigir o país – Trump

O Presidente norte-americano afirmou hoje que os Estados Unidos vão “dirigir a Venezuela” até estar concluída uma transição de poder e admitiu uma segunda ofensiva contra o país se for necessário.

« Vamos dirigir o país até que seja possível aos Estados Unidos proceder a uma transição segura, apropriada e sensata », disse Donald Trump, em conferência de imprensa, na Florida (sudeste).

O Presidente norte-americano acrescentou que Washington estava pronta a lançar « um segundo ataque mais importante se necessário ».

Por outro lado, indicou que autorizava as companhias petrolíferas norte-americanas a deslocarem-se para a Venezuela para explorar as reservas maciças de petróleo bruto do país.

« As nossas grandes companhias petrolíferas norte-americanas, as mais importantes do mundo, vão deslocar-se ao local, gastar milhares de milhões de dólares, reparar infraestruturas gravemente danificadas, infraestruturas petrolíferas e começar a gerar rendimentos para o país », disse.

Depois da saída do Presidente Nicolás Maduro do país, Trump frisou que os Estados Unidos querem « paz, liberdade e justiça para o grande povo da Venezuela e isso inclui muitos venezuelanos que agora vivem nos Estados Unidos e querem regressar à Venezuela ».

Na conferência de imprensa, na presença do secretário de Estado, da Defesa e do diretor da agência dos serviços secretos CIA, Trump adiantou que, depois da captura de Maduro e da sua mulher Cilia Flores, não é possível arriscar que « alguém que não tenha o bem do povo venezuelano em mente tome o controlo da Venezuela ».

« Tivemos décadas disso e não vamos deixar que volte a acontecer », concluiu.

Maduro e Cilia Flores foram detidos numa operação relâmpago noturna das forças especiais, encontrando-se sob custódia norte-americana no navio USS Iwo Jima, à espera de serem levados para Nova Iorque onde enfrentam acusações por narcoterrorismo.

Hoje de manhã, Donald Trump anunciou um “ataque em grande escala” na Venezuela para a captura do chefe do Estado venezuelano, Nicolás Maduro, que foi retirado à força do país.

O Governo de Caracas denunciou uma « gravíssima agressão militar » dos Estados Unidos, após explosões na capital do país, Caracas, durante a noite, e decretou o estado de exceção.

 

Com Agência Lusa.

Gerentes do bar são acusados de homicídio por negligência

As autoridades suíças anunciaram, neste sábado, 3 de janeiro, a abertura de uma instrução penal contra os dois gerentes franceses do bar Le Constellation, na estância de Crans-Montana, na Suíça. O bar foi devastado por um incêndio na noite de Ano Novo, que provocou 40 mortos e 119 feridos.

 

Segundo o comunicado da polícia do cantão do Valais, os primeiros elementos da investigação levaram à abertura do processo penal. Os gerentes são agora acusados de homicídio por negligência, ofensas corporais por negligência e incêndio por negligência.

Com Agências.

Trump diz que Maduro não terá sucessor do seu regime

O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que os Estados Unidos não deixarão nenhum membro do regime venezuelano suceder ao seu homólogo, Nicolás Maduro.

“Não podemos correr o risco de deixar alguma outra pessoa tomar o seu lugar e prosseguir o seu caminho”, afirmou, numa entrevista à Fox News a propósito da captura de Maduro, em Caracas.

Os Estados Unidos da América (EUA), acrescentou, estão “muito envolvidos” no futuro da Venezuela e “querem a liberdade para o povo”.

Na entrevista dada esta manhã, Donald Trump adiantou que os Estados Unidos irão tomar “decisões sobre os próximos passos da Venezuela”, reiterando não poder “correr o risco de deixar outra pessoa assumir o poder e simplesmente dar continuidade ao que ele [Maduro] deixou, ou deixou inacabado”.

De acordo com a agência EFE, Trump afirmou que terá de « considerar » se apoiará a vencedora do Prémio Nobel da Paz e líder da oposição, María Corina Machado, como líder de uma transição na Venezuela.

Com a captura de Nicolás Maduro, Trump e os seus aliados consideram a audaciosa operação militar “um grande sucesso”.

“Foi uma operação brilhante, na verdade”, disse Trump ao The New York Times, pouco depois de as forças norte-americanas terem abandonado o espaço aéreo venezuelano.

Segundo a agência AP, com a operação na Venezuela, Trump cumpriu uma promessa, detalhada na sua Estratégia de Segurança Nacional publicada no mês passado, de afirmar o domínio dos EUA no Hemisfério Ocidental.

 

Edmundo González deve assumir presidência « de imediato » – líder opositora

A líder da oposição na Venezuela, María Corina Machado, defendeu hoje que o antigo candidato opositor Edmundo González Urrutia deverá “assumir de imediato” o mandato presidencial, após os Estados Unidos terem capturado o líder venezuelano, Nicolás Maduro.

“Esta é a hora dos cidadãos. Os que arriscaram tudo pela democracia no 28 de julho [de 2024]. Os que elegemos Edmundo González Urrutia como legítimo Presidente da Venezuela, que deve assumir de imediato o seu mandato constitucional e ser reconhecido como comandante supremo das Forças Armdas nacionais”, afirmou María Corina, distinguida com o Nobel da Paz 2025, num comunicado divulgado nas redes sociais.

 

Trump diz que Maduro está a bordo de navio de guerra americano

O Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, afirmou hoje que Nicolás Maduro e a mulher estão a bordo de um navio de guerra americano e que o seu homólogo será julgado em Nova Iorque.

Donald Trump disse também hoje ter assistido ao vivo à operação para capturar e retirar da Venezuela o seu homólogo, Nicolás Maduro: « Eu assisti, literalmente, como se estivesse a assistir a um programa de televisão », disse, em entrevista à Fox News, citado pela agência Associated Press (AP).

« Assistimos numa sala e acompanhámos todos os detalhes », acrescentou, segundo a Agência France-Presse (AFP), sem especificar quem mais estava presente.

Donald Trump adiantou ainda, na entrevista telefónica, que Maduro foi capturado quando se encontrava « num local muito bem guardado, como uma fortaleza ».

O Presidente dos Estados Unidos afirmou que um helicóptero do seu país foi alcançado durante o ataque lançado sobre a Venezuela, mas conseguiu regressar à base “com êxito”.

Segundo Trump, nenhum americano terá sido morto durante o ataque e dois militares foram feridos, “mas já se recuperaram e estão bem”.

 

Com Agência Lusa.

Trump afirma que Maduro foi capturado após ataque em grande escala dos EUA

O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que o homólogo da Venezuela, Nicolás Maduro, foi capturado e retirado à força do país, após os Estados Unidos terem realizado um “ataque em grande escala” no país.

Na plataforma Truth Social, Trump adiantou que o Presidente da Venezuela e a respetiva mulher foram transportados para fora do país – o destino não foi revelado – pelas tropas norte-americanas.

“A operação foi realizada em conjunto com as autoridades policiais dos Estados Unidos”, referiu Trump na mensagem na rede social Truth Social, em que indicou que daria mais informações hoje numa conferência de imprensa às 11:00 de Mar-a-Lago, na Florida (17:00 em Paris).

Na plataforma Truth Social, Trump adiantou que o Presidente da Venezuela e a respetiva mulher foram transportados para fora do país.

Embaixada em Caracas pede aos portugueses para ficarem em casa após ataques dos EUA

As autoridades portuguesas apelaram hoje à comunidade portuguesa na Venezuela para se manter “tranquila e em casa”, após ataques aéreos dos Estados Unidos.

“A embaixada de Portugal em Caracas e os consulados-gerais em Caracas e Valência apelam à comunidade portuguesa na Venezuela para se manter tranquila e em casa, atendendo ao estado de emergência declarado pelas autoridades venezuelanas”, lê-se num comunicado à comunidade portuguesa residente na Venezuela.

Os consulados-gerais portugueses na capital venezuelana e em Valência disponibilizaram “canais destinados a situações urgentes », nomeadamente contactos telefónicos, correio eletrónico ou através da plataforma de mensagens Whatsapp, « reforçando o compromisso do Estado português com a proteção e assistência” dos cidadãos nacionais.

 

Com Agência Lusa.