« Être ornithologue, c’est être dans un état d’accueillance, être à la recherche des épiphanies que sont les oiseaux », Jean-Noël Rieffel

L’ornithologue Jean-Noël Rieffel, directeur de l’OFB de la région Centre-Val de Loire et vétérinaire de formation, était l’invité de l’ALFA 10/13 ce jeudi. Il est l’auteur de “Éloge des oiseaux de passage” et “Aimer comme un albatros” aux éditions Les Équateurs.

Entretien avec Didier Caramalho dans l’ALFA 10/13 du 02 avril 2026 :

 

Chez Jean-Noël Rieffel, l’observation des oiseaux relève d’une manière d’être au monde.

Dans Éloge des oiseaux de passage, l’auteur célèbre l’avifaune comme une source intarissable d’émerveillement. Chaque apparition, chaque chant, chaque vol est une invitation à entrer dans un état permanent de poésie, où le regard se fait plus attentif et plus compatissant.

Avec Aimer comme un albatros, le regard de Jean-Noël Rieffel, affûté par des années d’observation, se pose sur une interrogation plus intime : comment survivre à un amour déchu ? Les oiseaux deviennent alors des repères décisifs, tout comme la Loire, paysage familier du directeur de l’OFB de la région Centre-Val de Loire. Et au fil de la lecture s’impose une présence, à la fois évidente et salvatrice : celle de Maurice Genevoix, dont l’œuvre accompagne la reconstruction de Jean-Noël Rieffel.

Deux essais autobiographiques, deux moments d’introspection qui invitent à observer autrement ce qui nous entoure. Un véritable coup de cœur dans l’ALFA 10/13.

Didier Caramalho

Constituição/50 anos: Presidente da República diz que é o incumprimento do texto que traz frustração aos portugueses

O Presidente da República, António José Seguro, considerou hoje que não é a Constituição que impede a resolução dos problemas da vida dos portugueses e que a frustração que as pessoas sentem é com o incumprimento do texto fundamental.

Na sessão solene comemorativa do 50.º Aniversário da Constituição da República Portuguesa, no parlamento, António José Seguro defendeu que a “frustração que muitos dos portugueses sentem não é a da Constituição”, mas a “do seu incumprimento” e da « incapacidade de vários poderes em concretizarem, de forma efetiva, os direitos que ela consagra ».

Para o Presidente da República, não é texto fundamental que “impede a resolução” dos problemas concretos da vida dos portugueses.

Seguro iniciou a intervenção com um agradecimento e homenagem aos deputados constituintes e aos capitães de abril e, no final, recebeu palmas de pé dos deputados no hemiciclo, à exceção da IL e do CDS-PP, que também aplaudiram, mas sentados, e o Chega, que não aplaudiu.

« Tal como disse Adriano Moreira, uma Constituição mais se faz do que se escreve. E temos muito para fazer. Os portugueses guardam pela Constituição um apreço vigilante. Orgulham-se do que ela diz, mas inquietam-se com o que ela ainda não faz », salientou.

Seguro assinalou que « não tem poder legislativo nem executivo », mas recordou o seu juramento há menos de um mês, também no parlamento, na sua tomada de posse como Presidente da República: « tudo farei para defender, cumprir e fazer cumprir a Constituição da República Portuguesa”.

« No quadro das minhas competências, trabalharei em cooperação com os outros órgãos de soberania para que os desígnios do Estado Social não sejam letra morta e se consubstanciem em melhores condições de vida para os portugueses, a começar pela melhoria do Serviço Nacional de Saúde », prometeu.

Na perspetiva do chefe de Estado, a desigualdade e a corrupção – que « mina o funcionamento da sociedade e a confiança nas instituições » e que é « inqualificável nos dias de hoje » – são outros desígnios « que muitos portugueses sentem como vazios ».

« Está por cumprir, e tem de ser concretizado, um dos mais nobres princípios constitucionais: o de uma sociedade justa e solidária », lamentou.

Para o Presidente da República, « todos os meses surgem novos sinais de alerta sobre o acesso à habitação », setor no qual se estão « a bater recordes históricos nos custos » onde « as taxas de esforço no arrendamento esmagam o orçamento familiar ».

« O Estado despertou tarde e é lento nas respostas. Sejamos honestos, para termos crédito na esperança que devemos aos nossos jovens são urgentes respostas e resultados concretos », apelou.

Recuando na história, o chefe de Estado considerou que o texto fundamental aprovado em 2 de abril de 1976 « foi a voz de um povo que, saindo das sombras de décadas de silêncio, escolheu a luz da democracia, da dignidade e da justiça social como seus valores fundacionais ».

« Esta data não pertence ao passado. Esta data pertence a todos nós, ao Portugal que somos e que queremos continuar a ser. É por isso que nos reunimos aqui todos, nesta casa, expressão plural da soberania do povo português, para celebrar a nossa Constituição, um ideal e um modo de ser nação », disse.

Para Seguro, os constituintes « cumpriram a missão em menos de um ano, em condições instáveis, perante o ceticismo dos habituais Velhos do Restelo que vaticinavam uma tarefa inacabada ».

« Há 50 anos, nesta mesma primavera, Portugal não aprovou apenas um conjunto normativo. Selou um pacto de paz e uma partilha coletiva de valores. Depois de décadas de silêncio, a voz do povo fez lei e o medo deu lugar ao direito », enalteceu.

Deputados constituintes sentiram-se insultados por Ventura

 

Deputados constituintes, entre eles o antigo Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa, são fotografados junto do exemplar original da Constituição da República Portuguesa de 1976, raramente exibido ao público, na sessão solene dos 50 anos da Constituição, na Assembleia da República, em Lisboa, a 02 de abril de 2026. MIGUEL A. LOPES/LUSA

Os deputados constituintes Helena Roseta e António Mota Prego justificaram hoje a decisão de abandonar as galerias do hemiciclo por se terem sentido insultados pelo líder do Chega e acusaram-no de falta de educação.

Em declarações aos jornalistas no final da sessão, Helena Roseta considerou que “a questão não é os discursos, a questão é a maneira como os deputados se comportam”, e que a bancada do Chega queria “provocar este tumulto”.

A parlamentar acusou André Ventura de ter insultado os constituintes que foram convidados a assistir à sessão solene comemorativa dos 50 anos da Constituição, razão pela qual decidiu abandonar a sala.

“Instantaneamente saiu-me um comentário que é uma quadra popular: não se sabem comportar, só armam confusão, não podemos suportar, tanta má criação. A leitura que eu faço disto já não é só política, não são maneiras de os deputados se comportarem”, afirmou.

Helena Roseta, eleita para a Assembleia Constituinte pelo PPD, recordou que houve vários momentos de “grande tensão” nessa altura e, quando isso acontecia, os trabalhos eram interrompidos, defendendo que pode ser uma solução para casos como o de hoje.

“Os deputados têm que saber comportar-se, é o mínimo. São eleitos para fazerem o seu trabalho legislativo, são eleitos para representarem os cidadãos, e eu tenho a certeza absoluta que os cidadãos não se comportam assim, a não ser que pertençam a uma claque violenta de futebol ou estejam mais ou menos embriagados numa tasca”, criticou.

O primeiro a protestar o discurso de André Ventura foi António Mota Prego, eleito para a Assembleia Constituinte pelo PS, que se levantou para “lavar a honra dos deputados constituintes” e dizer que o presidente do Chega estava a ser “insultuoso”.

Também em declarações aos jornalistas, classificou a atitude do líder do Chega como “uma falta de consideração, uma falta de respeito, até uma atitude pouco democrática e, sobretudo, uma total falta de educação”.

“Como nós, constituintes, além de sermos ex-constituintes, somos também deputados honorários, achei que tinha direito a fazer algum aparte, de alguma forma, [que] rebatesse aquilo que André Ventura estava a dizer”, justificou António Mota Prego.

Este deputado constituinte foi um dos que abandonou as galerias enquanto André Ventura discursava.

“Abandonei as galerias porque vi os meus colegas todos a fazê-lo e achei que também o devia fazer. Mas o que eu achava é que abandonar só as galerias era fugir à batalha. E, portanto, achei que não podia fazer isso sem ter tomado uma qualquer atitude de combate àquela ofensa que nos estava a ser feita”, defendeu.

Alguns deputados constituintes presentes na sessão solene comemorativa do 50.º aniversário da Constituição, entre os quais Helena Roseta e Jerónimo de Sousa, abandonaram as galerias do parlamento durante a intervenção do líder do Chega, depois de André Ventura ter dito que houve cidadãos « assassinados por grupos terroristas patrocinados » por « muitos desses deputados da constituinte ».

 Depois de pedir desculpa pela « falta de cortesia » devida à Assembleia da República, Ventura perguntou « o que dirão as gerações futuras » quando souberem que « um parlamento amnistiou um grupo terrorista de esquerda que tinha na sua lista mortes de bebés, seres humanos, casais, às mãos da extrema-esquerda ».

Depois destas palavras, alguns dos constituintes convidados para a sessão levantaram-se em protesto e deixaram a sala.

Quando Ventura terminou a sua intervenção, os constituintes regressaram e os deputados do Chega protestaram, tendo sido repreendidos pelo presidente da Assembleia da República, pedindo que se contivessem na gesticulação que « não dignifica este parlamento ».

José Pedro Aguiar-Branco recordou que os deputados constituintes estão na sessão « a convite da Assembleia da República ».

A reentrada destes antigos deputados valeu uma ovação de pé das bancadas, à exceção de Chega e do CDS-PP.

 

Com Agência Lusa.

« Chacun de nous a l’étincelle de Dieu en soi, et peut l’atteindre grâce aux psychédéliques » affirme José Rodrigues dos Santos

José Rodrigues dos Santos explore les mystères de la conscience et de la mort, au regard des substances psychédéliques, dans Le Sixième sens, publié aux éditions Hervé Chopin. Dans cet entretien, l’auteur et journaliste revient sur ce roman qui mêle ainsi science, enthéogènes et quête de sens.

Entretien avec Didier Caramalho dans l’ALFA 10/13 du 1er avril 2026 :

 

Ancien correspondant de guerre et présentateur emblématique du JT de 20h sur le service public portugais, José Rodrigues dos Santos est aujourd’hui considéré comme un maître du thriller scientifique. Avec ce vingt-septième roman, Le Sixième sens (son dix-huitième traduit en français), le journaliste explore un nouveau territoire : celui des liens entre substances psychédéliques et perception de la réalité.

L’intrigue est simple : tout commence par une mort énigmatique à Lisbonne. Un homme chute du dixième étage d’un hôtel. Accident, suicide ou meurtre ?… Très vite, l’enquête entraîne l’historien Tomás Noronha dans une course contre la montre, alors que la CIA elle-même le met en garde : sa vie est menacée.

José Rodrigues dos Santos | Le Sixième sens. Hervé Chopin, 480 p., 22,50€
José Rodrigues dos Santos | Le Sixième sens. Hervé Chopin, 480 p., 22,50€

Avec ce nouveau roman (publié en octobre 2025 au Portugal et en avril 2026 en France), José Rodrigues dos Santos mêle, comme habituellement, intrigue haletante et réflexion scientifique. Que savons-nous réellement de la conscience ? La mort est-elle vraiment la fin ? Et jusqu’où notre perception du réel est-elle limitée ? À travers Le Sixième sens, l’auteur se demande jusqu’où peuvent nous conduire les substances hallucinogènes.

Didier Caramalho

Anna Torres apresenta a sua comédia musical sobre a diferença, agora em mandarim

Anna Torres apresenta uma comédia musical sobre a diferença, agora em versão mandarim, pensada para encantar públicos de todas as idades.

Entrevista conduzida por Didier Caramalho no ALFA 10/13 do dia 01 de abril de 2026:

 

Sibelle é uma cigarra autista, artista e ecologista. Durante a sua travessia pela floresta amazónica, fará belos encontros no caminho para a realização do seu sonho. Em torno do amor, da preservação do ambiente e da tolerância, Sibelle compreenderá o quanto é necessário lutar pelos seus sonhos e superar as dificuldades.

A cantora e compositora oriunda do Maranhão, no nordeste do Brasil, Anna Torres, apresenta a sua nova comédia musical, que encena e interpreta, agora numa versão em mandarim. Uma criação sobre a diferença e a preservação do ambiente que encantará miúdos e graúdos.

Didier Caramalho

« À tire-d’aile » (n°7) – Les différents types de nids d’oiseaux – ALFA 10/13 et LPO

Chaque mois, l’ALFA 10/13 propose un rendez-vous consacré à l’écologie et à l’ornithologie : « À tire-d’aile ». Animée par Frédéric Malher, délégué scientifique de la LPO Île-de-France, cette rubrique met en lumière la richesse du monde des oiseaux et les actions menées par l’association.

Ce mois-ci dans « À tire-d’aile », Frédéric Malher nous parle des différents types de nids d’oiseaux. L’ornithologue met également un coup de projecteur sur l’hirondelle de fenêtre et l’hirondelle rustique :

 

Au printemps, il n’est pas rare de trouver des nids d’oiseaux, vides ou contenant des œufs. En l’absence des parents, leur identification reste délicate, mais certains indices peuvent aider : forme du nid, matériaux utilisés, emplacement ou encore aspect des œufs. Chaque espèce présente en effet des caractéristiques propres liées à son habitat et à son cycle de reproduction. Les nids ne sont pas des habitations permanentes. Ils servent à la reproduction : ponte, couvaison et élevage des jeunes. En dehors de cette période, la plupart des oiseaux les abandonnent.

Tous les nids possèdent une cuvette centrale destinée à accueillir les œufs, autour de laquelle s’exprime une grande diversité de formes et de techniques. Certaines espèces pondent à même le sol, tandis que d’autres creusent des galeries souterraines, occupent des cavités d’arbres ou construisent des nids élaborés en hauteur.

La construction d’un nid demande un effort considérable, souvent partagé par le couple, pour un usage pourtant limité à une ou deux couvées annuelles. Durant cette période essentielle, il est crucial de respecter la tranquillité des oiseaux : éviter toute perturbation et privilégier une observation discrète, afin de ne pas compromettre leur reproduction.

Avec « À tire-d’aile », l’ALFA 10/13 donne la parole à la LPO, l’un des acteurs majeurs de la protection de la nature en France.

Didier Caramalho

« Pour faire le portrait d’un oiseau
Peindre d’abord une cage
avec une porte ouverte
peindre ensuite
quelque chose de joli
quelque chose de simple
quelque chose de beau
quelque chose d’utile
pour l’oiseau
placer ensuite la toile contre un arbre
dans un jardin
dans un bois
ou dans une forêt
se cacher derrière l’arbre
sans rien dire
sans bouger… »
« Pour faire le portrait d’un oiseau », Jacques Prévert

Portugal vence Estados Unidos no jogo 700 da sua história

Portugal venceu na terça-feira os Estados Unidos, por 0-2, em jogo de preparação para o Mundial2026 de futebol, disputado em Atlanta, naquela que foi 700ª partida da história da seleção portuguesa.

Depois do empate no sábado frente ao México (0-0), a formação lusa, orientada por Roberto Martínez, adiantou-se no marcador com um golo de Francisco Trincão, aos 37 minutos, e ampliou a vantagem por João Félix, aos 59.

Este foi o último jogo da seleção portuguesa antes de ser divulgada a convocatória final para o Mundial2026, que vai decorrer de 11 de junho a 19 de julho nos Estados Unidos, Canadá e México

Portugal está integrado no Grupo K, juntamente com o Uzbequistão, a Colômbia e a República Democrática do Congo, que será a adversária na estreia da equipa das ‘quinas’, no dia 17 de junho.

 

Com Agência Lusa.

Trump antecipa que guerra não durará « muito mais tempo »

O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje que a guerra contra o Irão não durará « muito mais tempo » e que o Estreito de Ormuz se reabrirá « automaticamente » depois do conflito.

“Não vamos ficar lá [Irão] muito mais tempo. Neste momento, estamos a ganhar”, declarou Trump em entrevista por telefone ao tabloide The New York Post.

Segundo Trump, os Estados Unidos não terão de permanecer no Irão “por muito mais tempo”, embora haja “ainda trabalho a fazer para eliminar as suas capacidades ofensivas, sejam quais forem as que ainda subsistam”.

O Presidente norte-americano insistiu que a ofensiva norte-americana e israelita, alegadamente para impedir a República Islâmica de representar uma ameaça militar e nuclear para a região, “devastou o país” e que Teerão “já não tem forças”.

Relativamente ao Estreito de Ormuz, por onde antes da guerra passava um quinto do fornecimento mundial de petróleo e gás natural, opinou que “reabrirá automaticamente” depois do conflito.

O Irão “não terá armas nucleares” e “quando sairmos, o estreito reabrirá automaticamente”, enfatizou, quando passa já mais de um mês desde o ataque de 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra o Irão, que desencadeou o conflito.

A Casa Branca afirmou na segunda-feira que o Presidente mantém uma previsão de quatro a seis semanas para as operações militares, visando alcançar todos os seus objetivos na guerra contra o Irão.

Trump, o secretário da Defesa Pete Hegseth e membros do governo republicano declararam vitória e afirmaram que estão cada vez mais próximo de atingir os seus objetivos de acabar com o programa nuclear iraniano, destruir os seus mísseis balísticos e a sua marinha, e desmantelar a sua capacidade de produção de armas.

Na segunda-feira, o Presidente declarou na rede social Truth que o seu país “está em negociações sérias com um novo regime mais razoável” no Irão, reiterando ao mesmo tempo as suas ameaças contra as instalações elétricas e petrolíferas da República Islâmica “caso não seja alcançado um acordo em breve”.

Por sua vez, a Guarda Revolucionária iraniana declarou que vai atacar a partir de quarta-feira os escritórios das empresas tecnológicas norte-americanas no Médio Oriente – incluindo a Microsoft, a Apple e a Google – e classificando-as como “empresas terroristas de espionagem”.

Os Estados ricos em petróleo da região têm sido alvo de centenas de mísseis e ‘drones’ iranianos desde o lançamento da ofensiva dos Estados Unidos e Israel, enquanto as exportações de hidrocarbonetos são afetadas pelo encerramento do estreito de Ormuz por Teerão.

Na segunda-feira, uma comissão parlamentar iraniana aprovou um plano para impor taxas de passagem aos navios que transitam pelo estreito estratégico.

Paquistão e a China apresentaram esta terça-feira uma proposta para um cessar-fogo da guerra no Irão, reabertura o estreito de Ormuz e início de conversações de paz em toda a região do Médio Oriente.

A proposta, de cinco pontos, foi discutida durante uma visita a Pequim do ministro dos Negócios Estrangeiros paquistanês, Ishaq Dar, para se reunir com o homólogo chinês, Wang Yi.

Esta iniciativa pretende servir de linha orientadora aos esforços diplomáticos para pôr fim à guerra e restaurar a estabilidade na região, incluindo a livre navegação pelo Estreito de Ormuz, uma via navegável crucial para o abastecimento global de petróleo.

A agência de notícias oficial chinesa Xinhua disse que a proposta exige a suspensão imediata das hostilidades, o início das negociações de paz o mais rapidamente possível, a garantia da segurança dos alvos não militares e também da navegação.

O Paquistão está a intensificar os esforços diplomáticos para pôr fim à guerra, depois de ter recebido os ministros dos Negócios Estrangeiros da Arábia Saudita, do Egito e da Turquia no fim de semana passado e de ter indicado que espera acolher negociações entre os Estados Unidos e o Irão nos próximos dias.

 

Com Agência Lusa.

 

 

Portugal vence Escócia e está mais perto do Europeu de sub-21

Portugal deu hoje mais um passo rumo ao Europeu da categoria, ao vencer a Escócia por 3-0, em jogo do Grupo B de qualificação para o Campeonato da Europa de sub-21 de 2027, disputado no Estoril.

Com apenas um empate cedido na presente fase de qualificação – igualdade 0-0 na República Checa -, Portugal somou hoje o sexto triunfo, com golos de Roger Fernandes, aos 29 minutos, Daniel Banjaqui, aos 44, e Gonçalo Moreira, aos 54.

A seleção nacional segue isolada na primeira posição do grupo, com 19 pontos, mais cinco do que a República Checa, segunda, e mais oito do que a Escócia, terceira.

Os nove vencedores de cada grupo e o melhor segundo classificado (sem contar os resultados com o sexto colocado) qualificam-se para a fase final, a disputar na Sérvia e na Albânia, em 2027, enquanto os restantes segundos seguem para um play-off.

 

– Sexta-feira, 25 set:

Bulgária – Portugal

Azerbaijão – República Checa

– Quarta-feira, 30 set:

Portugal – Gibraltar

República Checa – Bulgária

Escócia – Azerbaijão

– Terça-feira, 06 out:

Azerbaijão – Gibraltar

Portugal – República Checa

Bulgária – Escócia

Nota: O primeiro classificado de cada um dos nove grupos e o segundo melhor apuram-se para a fase final, em que se juntam aos anfitriões Albânia e Sérvia. Os restantes oito segundos classificados disputam um play-off de apuramento.

 

Com Agência Lusa.

Tribuna Desportiva – 30 Março de 2026

Um programa de Manuel Alexandre com Armindo Faria, Marco Martins e Eric Mendes. Atualidade Desportiva, Entrevistas, Comentários, Crónicas e Reportagens.

Tribuna Desportiva é um programa desportivo da Rádio Alfa às Segundas-feiras, entre as 21h e as 23h. Redifusão às zero horas, na noite de quarta para quinta-feira (seguinte).

Primeira Hora:

 

Segunda Hora:

 

[PODCAST] Tribuna Desportiva – Rádio Alfa 21h-23h com Manuel Alexandre Armindo Faria Marco Martins e Eric Mendes
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Esta semana:
•Pedro Galvão – Jogador Luso-Americano – Clube Desportivo Lousanense FC Edmonton New York Cosmos
•Patrick Videira – Treinador do Le Mans FC (L2)
•Rafa – Port. Vélizy – Pentacampeões FpjvVelizy FpjvVelizy
•Francisco Tavares – Andebol US IVRY HANDBALL (proligue)
•Helder Esteves – Treinador US LUSITANOS de SAINT-MAUR
•Pedro Oliveira – Ex-Porto, Boavista, Créteil Futebol Clube de Famalicão
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*Pode Participar na Tribuna Desportiva – Rádio Alfa através do ‘Watsalfa’ +33 6 62 10 98 60.
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** Programa com redifusão às zero horas na noite de quarta para quinta-feira e Podcast em radioalfa.net
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