Ainda há incógnitas nas presidenciais francesas. Opinião

As incógnitas das presidenciais francesas. Emmanuel Macron é favorito numa campanha eleitoral que arrancou morna e sem fulgor.

O regresso da inflação e os problemas com os fornecimentos energéticos e alimentares ligados à guerra na Ucrãnia poderão ter influência no voto dos franceses. 1ª volta das presidenciais é dia 10 de abril. Um em cada três dos eleitores franceses poderão votar em candidatos da extrema-direita, segundo as sondagens.

Crónica de Daniel Ribeiro para ouvir na Rádio Alfa, na quarta-feira, 30.

Ou ouça aqui:

 

 

O Livro da Semana. Jorge Pinto: “A Liberdade dos Futuros, ecorrepublicanismo para o século XXI”

Esta semana: JORGE PINTO, apresenta o seu livro “A LIBERDADE DOS FUTUROS, ECORREPUBLICANISMO PARA O SÉCULO XXI”

O LIVRO DA SEMANA, às quartas (12h30), aos domingos (14h30) e às terças (01h30). Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.

Ou Ouça aqui:

Em destaque esta semana: JORGE PINTO, autor de “A LIBERDADE DOS FUTUROS, ECORREPUBLICANISMO PARA O SÉCULO XXI” 

Jorge Pinto publicou “A Liberdade dos Futuros, ecorrepublicanismo para o século XXI”, um livro que teve como ponto de partida a sua tese de doutoramento.

Neste livro, o autor preconiza uma mudança de paradigma civilizacional, que, por sua vez, promova um regresso ao sentido original e emancipador da palavra liberdade que, quem está atento a estas coisas já deve ter percebido, foi capturada por uma visão egoísta e individualista da sociedade.

Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com Jorge Pinto e descubra uma obra que propõe estratégias para um futuro diferente.

Um programa da Rádio Alfa, na quarta-feira às 12h30 (versão curta) e no domingo às 14h30 (versão longa). Repetição na terça-feira à 01h30 (versão longa).

 

Semana seguinte:  SIMONE MOTA, autora de “PÊCHEUR D’AVRIL”.

O LIVRO DA SEMANA, às quartas (12h30), aos domingos (14h30) e às terças (01h30). Com o apoio da Biblioteca da Fundação Calouste Gulbenkian de Paris.

Ou Ouça aqui:

Em destaque: SIMONE MOTA, autora de “PÊCHEUR D’AVRIL”.

“Pêcheur d’Avril”, um livro infantil da autoria de Simone Mota, acaba de ser traduzido e publicado em França. Um pequeno livro que brinca com a tradição francesa do Dia da Mentira e que narra um encontro entre um pescador e um menino, durante o qual eles conversam sobre os peixes que vivem no mar. Um deles chama-se “peixe de abril”. Uma história de peixes, reis, rainhas e, claro, de mentiras e verdades. Um texto extraordinário traduzido por Clara Domingues e ilustrado por Élise Carpentier.

Não perca a conversa do escritor Nuno Gomes Garcia com Simone Mota e descubra todas as interações entre diferentes culturas que se escondem atrás desta história.

Na Rádio Alfa, na quarta-feira às 12h30 (versão curta) e no domingo às 14h30 (versão longa). Repetição na terça-feira à 01h30 (versão longa).

Ronaldo fala em « jogo da vida » e quer ver Dragão « infernal »

O futebolista Cristiano Ronaldo considerou hoje que a receção à Macedónia do Norte, dos ‘play-offs’ de acesso ao Mundial2022, é o “jogo da vida” para Portugal, e pediu aos adeptos para transformarem o Estádio do Dragão num “inferno”.

Aos 37 anos de idade, o capitão da seleção principal das ‘quinas’ pode olhar para o Qatar2022 como o último Mundial da carreira. Contudo, e depois questionado sobre o ‘pendurar das botas’, o avançado foi perentório.

Relativamente ao estado físico e anímico da equipa, o experiente jogador luso, que soma os impressionantes registos de 115 golos e 185 jogos pela seleção ‘AA’, garante que todos estão “bastante confiantes e preparados”.

O defesa central Pepe recuperou da infeção com o coronavírus e será, muito provavelmente, um dos titulares na terça-feira juntamente Ronaldo.

Fernando Santos pede entrega e espírito de sacrifício na final

O selecionador Fernando Santos considerou hoje que Portugal tem de entregar-se ao máximo e ter espírito de sacrífico, na terça-feira, para ultrapassar a Macedónia do Norte e garantir o ‘passaporte’ para o Mundial2022 de futebol.

No encontro da final do caminho C dos ‘play-offs’ de acesso à fase final do torneio, que vai disputar-se no inverno deste ano no Qatar, a equipa das ‘quinas’ tem de olhar para a seleção comandada por Blagoja Milevski por “aquilo que vale no seu todo” e, assim, evitar qualquer tipo de dissabor, como aquele que aconteceu ante a Sérvia e que relegou Portugal para esta fase de apuramento.

“A pressão boa é a de termos de estar no Qatar. Esta equipa [da Macedónia da Norte] está aqui [nos play-offs] por mérito próprio. Ganhou à Alemanha [no apuramento] e, por isso, está aqui. Se não olharmos para Macedónia [do Norte] por aquilo que vale no seu todo, claro que vamos correr riscos. Fizemo-lo com a Turquia e temos de repetir a dose”, alertou.

Para Fernando Santos, o feito conseguido pelos macedónios ante a Itália, que culminou com o afastamento dos transalpinos de um Mundial pela segunda vez seguida, não demonstrou exatamente aquilo que valem.

“Os jogadores já começaram a ver a Macedónia do Norte, como jogam, não só o último jogo. Mas o último jogo pode deixar uma marca que não é verdadeira. Foi de sentido único, mas é uma equipa organizada defensivamente, sabe jogar em contra-ataque, mas não retratou aquilo que é a Macedónia do Norte”, explicou.

O técnico especificou, depois, as valências do opoente, que tem como grande figura o médio Elif Elmas, dos italianos do Nápoles: “Jogam em bloco baixo, provocam a saída em contra-ataque, são bastantes fortes, com jogadores muito rápidos, mas, quando têm bola, procuram sair a jogar.”

A seleção lusa está na final do caminho C dos ‘play-offs’, após ter vencido por 3-1 a Turquia, com golos de Otávio, Diogo Jota e Matheus Nunes, na quinta-feira, dia em que a Macedónia do Norte venceu em Itália por 1-0, com um golo de Aleksandar Trajkovski (90+2 minutos), deixando os transalpinos fora do Mundial pela segunda vez seguida.

Portugal procura a oitava presença em Mundiais, e sexta consecutiva, depois de 1966, 1986, 2002, 2006, 2010, 2014 e 2018, enquanto os macedónios nunca participaram numa fase final de um Campeonato do Mundo.

O encontro entre Portugal e a Macedónia do Norte, da final do caminho C dos ‘play-offs’ europeus de acesso ao Mundial2022, realiza-se na terça-feira, no Estádio do Dragão, no Porto, a partir das 20:45, com arbitragem do inglês Anthony Taylor.

Com Agência Lusa

Ator Will Smith pede desculpa à Academia e à família Williams sem citar Chris Rock

O ator Will Smith, ao receber o Óscar de Melhor Ator, pediu desculpa à família das tenistas Venus e Serena Williams, na base do filme que lhe deu o prémio, depois de ter agredido o comediante Chris Rock.

« A vida imita a arte e eu tornei-me um pai louco, como o meu personagem », disse Will Smith, ao receber o Óscar de Melhor Ator, pelo desempenho em « King Richard », filme centrado na família das tenistas Venus e Serena Williams, e na determinação do seu pai, Richard Williams, em formar campeãs.

« Espero que a Academia volte a convidar-me », acrescentou Will Smith, minutos depois de ter reagido com violência a uma piada de Chris Rock, sobre a sua mulher, mas sem incluir o comediante no pedido de desculpas.

Chris Rock, que ia apresentar o Óscar de Melhor Documentário, iniciou a sua intervenção com um número de comédia, durante o qual comparou a mulher de Smith, a atriz Jada Pinkett-Smith – que não tem cabelo, por sofrer de uma doença autoimune -, à tenente O’Neil, « GI Jane », do filme de Ridley Scott.

Smith levantou-se, subiu a palco deu uma bofetada em Rock e regressou ao lugar, de onde continuou a gritar: « Mantenha o nome da minha mulher fora da sua ‘fucking mouth' ».

Em palco, Rock tentava minimizar a situação. « Will Smith acabou de me dar ‘uma boa' », afirmou, acrescentando que aquele tinha sido um momento para « a história da televisão ».

Nos minutos seguintes, entre o público e a imprensa acreditada, gerou-se a dúvida sobre se o que tinha acontecido fora combinado e fazia parte do número de comédia de Rock.

Porém, quando, pouco depois, Smith regressou a palco para receber o Óscar de Melhor Ator, as dúvidas foram disspadas.

Durante o discurso, em lágrimas, o ator pediu desculpa à Academia e aos nomeados, e tentou justificar o seu comportamento, mas sem falar diretamente da agressão.

« Richard Williams foi um corajoso defensor da sua família », disse, numa referência ao pai das irmãs Williams, papel que desempenha e lhe deu o Óscar.

« Neste momento da minha vida, estou dominado pelo que Deus me destina a fazer no mundo ».

« Por vezes, é preciso aturar insultos, e é preciso continuar a sorrir e a dizer que está tudo bem », acrescentou o ator.

Will Smith mencionou igualmente o ator Denzel Washington, que tentou acalmar, lembrando-lhe que, « no momento mais alto, é quando o diabo nos tenta ».

A emissão televisiva, que corria com ‘delay’, teve um corte de alguns minutos, durante grande parte dos acontecimentos, a que se seguiu um intervalo publicitário, mas pôde ser vista em algumas plataformas e depressa as imagens em causa chegaram às redes sociais.

Nestes vídeos, também é possível ver Denzel Washington e Tyler Perry a tentarem acalmar Will Smith.

« A vida imita a arte e eu tornei-me um pai louco, como o meu personagem ». E concluiu, sem jamais aludir a Chris Rock: « Espero que a Academia volte a convidar-me ».

A apresentadora Amy Schumer retomou a emissão, brincando com o tempo que tinha demorado a mudar de vestido: « Escapou-me alguma coisa? », perguntou.

Com Agência Lusa.

Imagens Canal+

A guerra na Ucrânia abre o caminho para o fim da globalização? Análise de Pascal de Lima

A guerra na Ucrânia abre o caminho para o fim da globalização?

Em parte, sim, diz Pascal de Lima, economista e professor em SciencesPo.

Crónica para ouvir na terça-feira, 29, na Rádio Alfa.

Ou ouça aqui:

 

Filme – O fim do mundo de Basil da Cunha, estreia em França dia 6 de Abril

Seleccionado para competir no Festival de Locarno, um filme dramático escrito e realizado pelo luso-suíço Basil da Cunha (“Até Ver a Luz”) que, na edição de 2020 do Festival IndieLisboa arrecadou os prémios Melhor Longa-Metragem Portuguesa e Árvore da Vida. No elenco encontramos um grupo de actores não-profissionais: Michel David Pires Spencer, Lara Cristina Cardoso, Marco Joel Fernandes e Alexandre Da Costa Fonseca, entre outros.

Quando Spira regressa à Reboleira, oito anos passados da sua detenção, está no que resta da Reboleira de onde partiu, mas não tem a certeza do que resta de quem era há oito anos naquele mesmo local. É nesta dualidade que irá permanentemente testar os outros e ser posto à prova, especialmente por Kikas e a sua auto-proclamada autoridade como líder dos negócios obscuros e supremo defensor do bairro e das pessoas. Se a cidade – e o país – já tratam Spira como um estranho, onde poderá ele encontrar um eco de pertença? A resposta estará talvez nos momentos em que investe nas demonstrações de interesse por Iara. Uma narrativa que vive do desempenho dos actores não-profissionais, que dão volume à elegia que Basil da Cunha parece querer fazer a um espaço e tempo que (não tão) lentamente desaparecem do mapa urbano. Ficção impura que obriga a pensar na realidade dos não-lugares que povoam as cidades, vítimas das políticas que adoecem a sua poesia e os transformam nesta noite escura. (Mafalda Melo)

 

Cinemas e horários Aqui 

Basil da Cunha

Realizador · Suíça · 1985

3 títulos disponíveis · 4 prémios recebidos
Suíço de origem portuguesa, nascido em 1985. Realiza várias curtas-metragens de forma autodidata e ingressa no Departamento de Cinema / Cinéma du réel da HEAD – Genebra em 2007. A partir de 2011 as suas curta-metragens « Nuvem » e « Os Vivos Também Choram » são selecionadas para a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes arrecadando esta última a menção especial do Prémio Illy. Em 2013 estreia « Até Ver a Luz » a sua primeira longa-metragem.
4 prémios recebidos
1 Festival de Locarno
Outros 3 prémios ou nomeações

Paulo Cafôfo é o novo Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas

O primeiro-ministro apresentou hoje ao Presidente da República a proposta de nomeação de 38 secretários de Estado para o XXIII Governo Constitucional, dos quais 15 são novos e 23 vão transitar do executivo cessante.

Continuam no Governo como secretários de Estado Tiago Antunes, embora agora nos Assuntos Europeus, em vez de ser Adjunto do primeiro-ministro, Francisco André (Negócios Estrangeiros e Cooperação) André Moz Caldas na Presidência do Conselho de Ministros, e Eduardo Pinheiro, que tinha a Mobilidade e fica com o Planeamento.

Vão ser reconduzidos como secretários de Estado Inês Ramires (Administração Pública, depois de ter estado na Educação), Patrícia Gaspar (Proteção Civil), António Mendonça Mendes (Assuntos Fiscais), João Nuno Mendes (Tesouro), João Neves (Economia), Rita Marques (Turismo, Comércio e Serviços), Gabriel Bastos (Segurança Social), Ana Sofia Antunes (Inclusão), António Lacerda Sales (Adjunto e da Saúde) e João Galamba (Ambiente e Energia).

Entre os 23 secretários de Estado que prosseguem no executivo estão ainda Fátima Fonseca (muda da Modernização Administrativa para a Saúde), João Catarina (Conservação da Natureza e Florestas), Jorge Delgado (Mobilidade Urbana), Hugo Mendes (Infraestruturas), Marina Gonçalves (Habitação), Isabel Ferreira (Desenvolvimento Regional), Carlos Miguel (Administração Local e Ordenamento do Território), Rui Martinho (Agricultura) e Teresa Coelho (Pescas), Inês.

Em relação aos novos 15 secretários de Estado, destaque para Paulo Cafofo, ex-presidente da Câmara do Funchal e antigo líder do PS/Madeira, que assume a pasta das Comunidades Portuguesas, e Mário Filipe Campolargo, com a Digitalização e Modernização Administrativa, que estará da direta dependência do primeiro-ministro, António Costa.

Entram para o Governo como secretários de Estado Bernardo Ivo Cruz (Internacionalização), Marco Ferreira (Defesa Nacional), Isabel Oneto (Administração Interna, um regresso), Jorge Costa (Adunto e da Justiça), Pedro Tavares (Justiça), Sofia Batalha (Orçamento), Sara Guerreiro (Igualdade e Migrações), João Paulo Correia (Juventude e Desporto), José Costa (Mar), Isabel Cordeiro (Cultura), Pedro Teixeira (Ensino Superior), António Leite (Educação) e Luís Fontes (Trabalho).

Lista completa dos membros do XXIII Governo Constitucional que vão ser empossados pelo Presidente da República na quarta-feira.

Primeiro-ministro – António Costa

– Secretário de Estado da Digitalização e da Modernização Administrativa – Mário Filipe Campolargo

– Secretário de Estado dos Assuntos Europeus – Tiago Antunes

Ministra da Presidência – Mariana Vieira da Silva

– Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros – André Moz Caldas

– Secretário de Estado do Planeamento – Eduardo Pinheiro

– Secretária de Estado da Administração Pública – Inês Ramires Ferreira

Ministro dos Negócios Estrangeiros – João Gomes Cravinho

– Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação –  Francisco André

– Secretário de Estado das Comunidades Portuguesas – Paulo Cafôfo

– Secretário de Estado da Internacionalização – Bernardo Ivo Cruz

 Ministra da Defesa Nacional – Maria Helena Chaves Carreiras

– Secretário de Estado da Defesa Nacional  – Marco Ferreira

Ministro da Administração Interna – José Luís Carneiro

– Secretária de Estado da Administração Interna – Isabel Oneto

– Secretária de Estado da Proteção Civil – Patrícia Gaspar

 Ministra da Justiça – Catarina Sarmento e Castro

– Secretário de Estado Adjunto e da Justiça – Jorge Costa

– Secretário de Estado da Justiça – Pedro Ferrão Tavares

Ministro das Finanças – Fernando Medina

– Secretária de Estado do Orçamento – Sofia Batalha

– Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais – António Mendonça Mendes

– Secretário de Estado do Tesouro – João Nuno Mendes

Ministra Adjunta e dos Assuntos Parlamentares – Ana Catarina Mendes

– Secretária de Estado da Igualdade e Migrações – Sara Guerreiro

– Secretário de Estado da Juventude e do Desporto – João Paulo Correia

Ministro da Economia e do Mar – António Costa Silva

– Secretário de Estado da Economia – João Neves

– Secretária de Estado do Turismo, Comércio e Serviços – Rita Marques

– Secretário de Estado do Mar – José Maria Costa

Ministro da Cultura – Pedro Adão e Silva

– Secretário de Estado da Cultura – Isabel Cordeiro

 Ministra da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – Elvira Fortunato

– Secretário de Estado do Ensino Superior – Pedro Teixeira

Ministro da Educação – João Marques da Costa

– Secretário de Estado da Educação – António Oliveira Leite

Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social – Ana Mendes Godinho

– Secretário de Estado do Trabalho – Luís Oliveira Fontes

– Secretário de Estado da Segurança Social – Gabriel Rodrigues Bastos

– Secretária de Estado da Inclusão – Ana Sofia Antunes

Ministra da Saúde – Marta Temido

– Secretário de Estado Adjunto e da Saúde – António Lacerda Sales

– Secretária de Estado da Saúde – Fátima Fonseca

Ministro do Ambiente e da Ação Climática – Duarte Cordeiro

– Secretário de Estado do Ambiente e da Energia – João Galamba

– Secretário de Estado da Conservação da Natureza e Florestas – João Paulo Catarino

– Secretário de Estado da Mobilidade Urbana – Jorge Delgado

Ministro das Infraestruturas e da Habitação – Pedro Nuno Santos

– Secretário de Estado das Infraestruturas – Hugo Mendes

– Secretária de Estado da Habitação – Marina Gonçalves

Ministra da Coesão Territorial – Ana Abrunhosa

– Secretária de Estado do Desenvolvimento Regional – Isabel Cristina Ferreira

– Secretário de Estado da Administração Local e Ordenamento do Território – Carlos Miguel

Ministra da Agricultura e da Alimentação – Maria do Céu Antunes

– Secretário de Estado da Agricultura – Rui Martinho

– Secretária de Estado das Pescas – Teresa Coelho Estevão Pedro

Com Agência Lusa.

João Almeida terceiro na Volta à Catalunha ganha por Higuita

O ciclista português João Almeida (UAE Emirates) fechou hoje a Volta à Catalunha no terceiro lugar final, a 52 segundos do colombiano Sergio Higuita (BORA-hansgrohe), que venceu a prova após a sétima e última etapa.

O último dia, com 138,6 quilómetros com partida e chegada em Barcelona, culminou com um ‘sprint’ restrito a cerca de 20 corredores, em Montjuïc, em que se impôs o italiano Andrea Bagioli (QuickStep-Alpha Vinyl), ao cabo de 3:18.09 horas.

O húngaro Attila Valter (Groupama-FDJ) foi segundo, com o espanhol Fernando Barceló (Caja Rural-Seguros RGA) no último lugar do pódio.

Na luta pela geral, o equatoriano Richard Carapaz (INEOS), segundo, foi um dos mais ativos, tentando atacar nas várias passagens pelo alto do Castelo de Montjuïc, mas também a UAE Emirates, com os espanhóis Marc Soler e Juan Ayuso, procurou ‘abanar’ as contas finais.

Ainda assim, a única mudança de monta foi o abandono do neerlandês Wout Poels (Bahrain-Victorious), com “dores de estômago”, quando era sexto à geral, uma vez que os favoritos se ‘marcaram’ até à meta.

João Almeida, que tinha sido sétimo na Catalunha em 2021, foi o 16.º na tirada e acabou em terceiro, a 52 segundos de Higuita, com Carapaz segundo, a 16 segundos do vencedor. Higuita venceu também na juventude, em que Almeida foi segundo.

O ciclista português venceu a quarta etapa, mas um ataque da dupla sul-americana no sábado retirou-lhe a liderança, prosseguindo a época com novo ‘top 10’ numa prova WorldTour, depois do quinto posto na Volta aos Emirados Árabes Unidos e do oitavo no Paris-Nice.

Este é o terceiro pódio numa corrida do escalão máximo da carreira, depois do terceiro lugar na Volta aos Emirados de 2021 e da vitória na Volta à Polónia, também no ano passado.

Os outros dois portugueses em prova, ambos da UAE Emirates, registaram subidas no último dia, sobretudo fruto dos muitos abandonos, com Rui Costa a fechar em 69.º e Ivo Oliveira em 94.º, último dos que concluíram a Volta.

Com Agência Lusa.

Mundial2022: Bernardo desconfia dos macedónios e espera « jogo muito difícil »

O futebolista Bernardo Silva disse hoje que será uma incerteza a forma como a Macedónia do Norte irá apresentar-se no embate de terça-feira contra Portugal, admitindo que a responsabilidade de estar presente no Mundial2022 confere pressão aos lusos.

“Sinceramente, não sabemos bem o que esperar. Podem jogar com bloco mais baixo ou também a pressionar. Já tivemos oportunidade de ver alguns momentos deles. É uma equipa agressiva nos duelos, não vai dar muito espaço e, com bola, tenta sempre jogar. Não esperamos, de todo, um jogo fácil”, observou o jogador dos ingleses do Manchester City, de 27 anos, em conferência de imprensa, fazendo a antevisão da final do caminho C dos ‘play-offs’ europeus de acesso ao Mundial de 2022.

O extremo luso, que na equipa de Fernando Santos joga muitas vezes na posição de médio, considera que a “responsabilidade de estar presente no Mundial faz com que Portugal tenha sempre pressão, que seria sempre a mesma” caso o adversário de terça-feira fosse a Itália.

“Sabemos o que está em jogo, mas temos de encarar as coisas de forma normal. Estamos habituados à pressão nos nossos clubes. É irmos para jogo a remar todos para o mesmo lado. Certamente, as coisas vão correr bem”, perspetivou.

Tal como o médio João Moutinho referiu no sábado, também em conferência de imprensa, Bernardo reconhece que é possível que os macedónios se “fechem lá atrás na [defesa], pelo que será difícil prever se Portugal conseguirá ter um grande caudal ofensivo e “criar ocasiões para marcar”.

“Sabemos que a Macedónia [do Norte], se chegou até aqui, é porque merece. Tendo tido a capacidade de bater Alemanha e Itália, mostra que é uma equipa forte defensivamente, coesa. São 90 minutos, só um jogo e tudo pode acontecer. Tenho a certeza que vai ser um jogo muito difícil”, argumentou.

Por fim, falou das funções que tem desempenhado no meio-campo da seleção, lembrando que são idênticas às que têm no Manchester City, de Pep Guardiola.

“É uma posição que conheço bem, tenho jogado nos últimos jogos no City, principalmente esta temporada. Estou disponível para jogar onde o ‘mister’ Fernando Santos quiser. Sinto-me muito bem, gosto muito de jogar ali”, frisou.

Pepe integra treino da seleção portuguesa pela primeira vez

Porto, 27 mar 2022(Lusa) – O futebolista Pepe integrou hoje, pela primeira vez, os trabalhos de Portugal, após recuperar da infeção do coronavírus, e poderá ser opção para o embate com a Macedónia do Norte, dos ‘play-offs’ de acesso ao Mundia2022.

O central do FC Porto estava desde o início da semana em isolamento e sem poder treinar-se com os colegas, mas, hoje, integrou o treino no relvado do Estádio do Bessa, no Porto, aberto nos primeiros 15 minutos à comunicação social.

Na primeira sessão em que o selecionador luso, Fernando Santos, teve à disposição os 26 convocados, os atletas de campo foram divididos em equipas e realizaram um jogo reduzido na zona do meio-campo, enquanto os três guarda-redes efetuaram trabalho específico à margem.

Além de Pepe, o técnico da formação das ‘quinas’ também já pode contar para o encontro com os macedónios com o lateral João Cancelo, que cumpriu um jogo de suspensão face aos turcos.

A seleção lusa está na final do caminho C após o 3-1 no Dragão face à Turquia, com golos de Otávio, Diogo Jota e Matheus Nunes, na quinta-feira, dia em que a Macedónia do Norte venceu em Itália por 1-0, com um golo de Trajkovski (90+2), deixando os transalpinos fora do Mundial pela segunda vez seguida.

Portugal procura a oitava presença em Mundiais, e sexta consecutiva, depois de 1966, 1986, 2002, 2006, 2010, 2014 e 2018, enquanto os macedónios nunca participaram numa fase final de um Campeonato do Mundo.

O encontro entre Portugal e a Macedónia do Norte, da final do caminho C dos ‘play-offs’ europeus de acesso ao Mundial2022, realiza-se na terça-feira, no Estádio do Dragão, no Porto, a partir das 20:45, com arbitragem do inglês Anthony Taylor.

Com Agência Lusa.