Som. Verão com poucos turistas abala Portugal, que passou do melhor ao pior da turma na luta contra o Covid. Crónica

Verão com poucos turistas estrangeiros no Algarve e em todo o país e crise sanitária agravada na região de Lisboa provocam crise económica e social de grandes proporções. 

Em questão, a decisão do Reino Unido (e agora também da Bélgica) de declarar Portugal como destino perigoso devido à pandemia do coronavírus e também o facto das autoridades sanitárias  portuguesas não conseguirem controlar a epidemia na região de Lisboa.

Ouça aqui a última crónica de Daniel Ribeiro: 

 

Covid-19: EUA ultrapassam os três milhões de casos confirmados, com mais 55.000 em 24 horas. Mais 733 mortes/24h

Covid-19: EUA ultrapassam os três milhões de casos confirmados, com mais 55.000 em 24 horas. Nas últimas 24 horas o país registou ainda 733 mortes.

Covid-19: EUA ultrapassam os três milhões de casos confirmados, com mais 55.000 em 24 horas

facebook sharing button
twitter sharing buttonAlfa/Lusa
email sharing button
Os Estados Unidos ultrapassaram a barreira dos três milhões de casos confirmados da covid-19, depois de nas últimas 24 horas terem registado mais de 55.000 infeções, de acordo com um balanço da Universidade Johns Hopkins.

Nas últimas 24 horas o país registou ainda 733 mortes.

O país contabiliza 132.095 óbitos e 3.046.351 casos confirmados desde o início da pandemia, segundo o balanço realizado às 20:00 de quarta-feira (01:00 de hoje em Lisboa), pela agência de notícias Efe.

Os Estados Unidos são o país no mundo com mais mortos e mais casos de infeção confirmados.

O número de casos diários voltou a ser superior a 50.000 como resultado do surto de infeções nos estados do sul e oeste, como Florida, Texas, Califórnia, Arizona, Geórgia.

Contudo, Nova Iorque continua a ser o estado mais fortemente afetado pelo coronavírus nos Estados Unidos, com 398.929 casos confirmados e 32.251 mortes, um número apenas inferior ao do Brasil, Reino Unido e Itália.

Segue-se Nova Jersey, com 15.332 mortos, Massachusetts, com 8.243, e Illinois, com 7.309.

Em termos de infeções, a Califórnia está atrás apenas de Nova Iorque com 288.212, a Florida em terceiro com 223.783 e o Texas em quarto com 222.284.

O Instituto de Métricas e Avaliações em Saúde da Universidade de Washington, cujos modelos para a evolução da pandemia são frequentemente utilizados pela Casa Branca, estima que o país chegue a outubro com cerca de 185 mil mortes.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 545 mil mortos e infetou mais de 11,9 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.631 pessoas das 44.859 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

« Memória Viva » procura testemunhos sobre racismo anti-português em França.

Appel pour une collecte de témoignages sur le racisme anti-portugais en France

Nous avons souvent discuté entre nous du racisme, de la discrimination et de la xénophobie dont les immigrés portugais et leurs enfants ont été et sont victimes en France. À mémoire vive/memória viva nous l’avons combattu par notre travail sur la mémoire de l’immigration portugaise, en documentant les conditions d’accueil, de travail et de vie difficile de cette population en France. Alors que ce racisme nous semble perdurer dans la société française, stigmatisant notamment les jeunes d’origines portugaises, parfois installés en France depuis 3 ou 4 générations, il nous a semblé important de faire une collecte de témoignages sur le sujet.
D’abord parce qu’il n’existe pratiquement aucune étude sur le sujet, ni en histoire, ni en sociologie, ni en anthropologie. D’autre part parce que ce sont des expériences traumatisantes vécues par des centaines de milliers d’individus, l’immigration portugaise étant, rappelons-le, une des plus nombreuse en France. Enfin parce que, pour des raisons diverses, il semble que ces expériences soit passées sous silence par la société d’accueil ou même par les propres victimes.
Nous insistons sur le fait que cette démarche s’affranchit de toute volonté communautariste. Nous avons régulièrement, collectivement et/ou individuellement, pris position contre le racisme, la discrimination et la xénophobie qui a frappé et frappe encore les autres immigrations en France, parfois avec encore plus de violence.  Notamment dans cette tribune http://www.memoria-viva.fr/bidonville-de-champigny-nous-nous-opposons-a-linstrumentalisation-de-notre-histoire-et-de-nos-memoires/
L’idée de cette collecte est essentiellement de donner de la matière, de créer un corpus qui permette aux chercheurs de s’en emparer.
Le formulaire que nous mettons à disposition permet de raconter des expériences vécues par vous-même, par un de vos proches ou dont vous avez été témoin. Les textes seront ensuite compilés et, si vous le souhaitez « anonymisés » par nos soins. Pour raconter ce que vous avez vécu, point n’est besoin d’être un littéraire. Ce qui compte, c’est la réalité de l’expérience vécue, qu’elle soit jugée traumatisante, grave, superficielle ou anecdotique.
Nous vous invitons à faire circuler ce formulaire autour de vous, dans vos familles, dans vos associations, syndicats, laboratoires de recherche et autres collectifs.

Pour accéder au formulaire, cliquez sur ce lien https://forms.gle/Nhie7Lvo7Cffv5Pj9

L’association mémoire vive/memória viva alimentera également cette base de donnée grâce au fonds d’archives consacré spécifiquement à l’immigration portugaise, disponible à la Contemporaine. Ainsi, nous posterons régulièrement sur les réseaux sociaux des documents qui documenteront ce racisme. Le premier d’entre eux est un article de Libération datant 1984. Il évoque un crime raciste contre un jeune portugais dans le Sud-Ouest de la France : António De Jesus (article en pdf).

Costa prepara 19 freguesias da Grande Lisboa para mais 15 dias de “estado de calamidade”

Costa prepara 19 freguesias da Grande Lisboa para mais 15 dias de “estado de calamidade”. Consulte aqui a lista das 19 freguesias em causa.

ANTONIO COTRIM/LUSA

Mesmo assim, o primeiro-ministro quis deixar o que considera ser uma boa notícia

Alfa/Expresso. Por David Dinis (Lei a versão original deste texto em expresso.pt)

António Costa esteve em Sintra – o concelho onde a evolução da pandemia ainda não melhorou -, para « fazer, no local, uma avaliação da situação com as pessoas que estão no terreno ». E foi lá, acompanhado da ministra da Saúde, Marta Temido, e do presidente da Câmara, Basílio Horta, que anunciou « não prever » que « haja condições para diminuir a classificação » das 19 freguesias da Área Metropolitana que estão ainda classificadas como de maior risco e com regras de segurança mais apertadas.

Costa, que tinha ainda na agenda uma visita à Amadora, disse que com a situação do país « estável » agora será o tempo de « fazer a avaliação rua a rua, bairro a bairro, freguesia a freguesia », pelo que vai percorrer também as ruas dos restantes dois concelhos que estão em pior situação. Mas faz uma avaliação positiva da resposta do gabinete de crise montado para a Área Metropolitana, « que só começou há uma semana » com as equipas de trabalho no campo. « É muito cedo, mas a tendência é de estabilização ».

Mesmo assim, o primeiro-ministro arriscou deixar uma boa notícia: « Nada indica que seja preciso elevar o estado de alerta do país ».

LISTA DAS 19 FREGUESIAS

Trata-se de todo o concelho da Amadora (freguesias de Alfragide, Águas Livres, Falagueira/Venda Nova, Encosta do Sol, Venteira e Mina de Água), todo o concelho de Odivelas (freguesias de Odivelas, Pontinha/Famões, Póvoa de Santo Adrião/Olival de Basto e Ramada/Caneças), 11 freguesias do concelho de Sintra (Agualva/Mira Sintra, Algueirão/Mem Martins, Cacém/S. Marcos, Massamá/Monte Abraão, Queluz/Belas e Rio de Mouro), duas do concelho de Loures (Camarate/Unhos/Apelação e Sacavém/Prior Velho) e uma de Lisboa (Santa Clara).

Covid-19: Oxfam identifica Brasil como « zona emergente » de fome extrema

Covid-19: Oxfam identifica Brasil como « zona emergente » de fome extrema

Covid-19: Oxfam identifica Brasil como zona emergente de fome extrema

facebook sharing button
Alfa/Lusatwitter sharing button
email sharing button
A organização não-governamental Oxfam sinalizou hoje o Brasil como « zona emergente » de fome extrema, adiantando que a pandemia de covid-19 veio acelerar o crescimento da pobreza e da fome em todo o país.

O Brasil surge com esta classificação, juntamente com a Índia e a África do Sul, no relatório « O vírus da fome: como a covid-19 está a aumentar a fome num mundo faminto », da organização não-governamental Oxfam, que analisa os impactos da doença em países onde a situação alimentar e nutricional das populações era já extrema antes da pandemia.

De acordo com a ONG, a situação da pobreza e fome no Brasil começou a deteriorar-se em 2015 devido « à crise económica e a quatro anos de austeridade ».

« Até 2018, o número de pessoas que sofriam de fome no Brasil tinha aumentado em 100 mil para 5,2 milhões graças a um forte aumento da pobreza e do desemprego, e a cortes radicais nos orçamentos para a agricultura e a proteção social », refere-se no documento, que aponta os cortes no programa Bolsa-Família e, desde 2019, « um desmantelamento gradual » das políticas e instituições destinadas a combater a pobreza.

« A pandemia covid-19 foi agora acrescentada a esta mistura já tóxica, causando um rápido aumento da pobreza e da fome em todo o país. As medidas de distanciamento social introduzidas para conter a propagação do coronavírus e evitar o colapso do sistema de saúde pública agravaram a crise económica », acrescenta-se no estudo.

A ONG recorda que milhões dos trabalhadores mais pobres, que têm poucas economias ou benefícios, perderam empregos ou rendimentos, sem que tenham sido beneficiados por apoios governamentais.

« Até final de junho, o Governo federal distribuiu apenas 10% da ajuda financeira prometida aos trabalhadores e empresas, através do Programa de Apoio Emergencial ao Emprego (PESE), com as grandes empresas a obterem mais benefícios do Governo do que os trabalhadores ou micro e pequenas empresas », aponta a Oxfam.

Da mesma forma, apenas 47,9% dos fundos destinados à ajuda de emergência a pessoas vulneráveis tinham sido distribuídos até ao início de julho.

Por isso, a ONG entende que « o Governo federal está a falhar no apoio às pessoas mais vulneráveis do Brasil”.

De acordo com a Oxfam, a implementação do programa de Renda Básica de Emergência regista longos atrasos na resposta aos pedidos de ajuda, recusas injustificadas de ajuda, falta de telemóveis, ligações à internet e endereço de e-mail para se qualificar para a assistência.

Por outro lado, adianta a organização, « apenas três meses após o início do surto do coronavírus do país, e numa altura em que ainda está largamente fora de controlo, o Governo ameaça reduzir o pagamento dos benefícios ».

A Oxfam Brasil lançou uma campanha para apoiar 1.000 famílias vulneráveis em São Paulo, Rio de Janeiro e Recife através de transferências monetárias de 60 dólares (53 euros) por mês durante quatro meses, considerado o suficiente para garantir que as famílias possam comprar alimentos e outros bens essenciais.

A meta de arrecadação de fundos para este programa é de 240 mil dólares (211,8 mil euros).

O Brasil é o país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, ao contabilizar o segundo maior número de infetados e de mortos (mais de 1,71 milhões de casos e 67.964 óbitos), depois dos Estados Unidos.

TAP: Ministro diz ser impossível « garantir todos os postos de trabalho »

TAP: Ministro das Infraestruturas diz ser impossível « garantir todos os postos de trabalho »

TAP: Ministro das Infraestruturas diz ser impossível garantir todos os postos de trabalho

facebook sharing button
twitter sharing button
Alfa/Lusa
email sharing button
O ministro das Infraestruturas, Pedro Nuno Santos, considerou na quinta-feira não ser possível “garantir todos os postos de trabalho a todos os trabalhadores” da TAP e que “deixar cair” a companhia aérea portuguesa teria um custo superior para o país.

“Podemos garantir postos de trabalho a todos os trabalhadores da TAP? Não. Estaríamos a mentir a todos nós e a enganar-nos a todos nós. Não temos operação, nem se perspetiva que [a empresa] venha a ter nos próximos anos uma operação que justifique a dimensão que a TAP tem. Nós temos de fazer este trabalho com cuidado e respeito pelos trabalhadores”, disse o governante, em entrevista à RTP3.

O também ministro da Habitação sublinhou que o serviço prestado pela TAP “é sustentado por mais de 10.000 pessoas” e, por isso, tem o “respeito e atenção” do Governo.

Contudo, “a reestruturação está a acontecer”, prosseguiu Pedro Nuno Santos.

“Não há renovação de contratos a termo. Até julho, segundo disse o ainda CEO da TAP, saíram 600 trabalhadores”, explicitou o governante, considerando esta como “uma redução relevante”.

O ministro das Infraestruturas disse ainda que “um Governo não tem nenhum prazer especial em injetar 1.200 milhões de euros numa empresa” e que não consegue garantir que esta será a única injeção na TAP.

“Não consigo e era desonesto se o estivesse a fazer. Nenhuma pessoa no mundo consegue ter a certeza sobre a evolução do setor do turismo, do setor da aviação e da economia em geral. Não temos esse conhecimento. Aquilo que sabemos ao dia de hoje é que nós chegamos com a TAP e com a Comissão Europeia (CE) a um valor fundado nas previsões e nos resultados da própria TAP que nós dá a garantia de que temos aqui uma folga do ponto de vista de liquidez para operar, para trabalhar, até para lá do final do ano e é nesse quadro que estamos a trabalhar”, explicou.

Pedro Nuno Santos sublinhou que a companhia aérea portuguesa “é fundamental para o país, para o desenvolvimento económico, para a criação de emprego, para a criação de riqueza e de recursos” que “ajudam a financiar” a “vida coletiva” do país.

“Deixar cair a TAP” significaria um “custo tremendo “para a economia de Portugal, “muito superior a 1.200 milhões de euros”, prosseguiu o governante socialista, exemplificando que a TAP “compra a mais de 1.000 empresas nacionais 1.300 milhões de euros anualmente”.

O ministro considerou que há pessoas que “não sentem diretamente a importância da TAP, mas provavelmente o seu emprego é sustentado indiretamente pela atividade que a TAP gera”.

Pedro Nuno Santos acrescentou que a empresa “exporta 2,6 mil milhões de euros por ano” e, por essa razão, para o Governo “era claríssimo que perder a TAP teria consequências muito mais gravosas do que, e isso já não é pouco, os 10.000 desempregados” que se teria “se a TAP falisse”.

O Governo anunciou em 02 de julho que tinha chegado a acordo com os acionistas privados da TAP, passando a deter 72,5% do capital da companhia aérea, por 55 milhões de euros.

« De forma a evitar o colapso da empresa, o Governo optou por chegar a acordo por 55 milhões de euros », referiu, nesse dia, o ministro das Finanças, João Leão, em conferência de imprensa conjunta com o ministro Pedro Nuno Santos, em Lisboa.

O Estado aumenta a participação na TAP dos atuais 50% para 72,5%.

Também presente na conferência de imprensa, o secretário de Estado do Tesouro, Miguel Cruz, precisou que o Estado pagará o montante de 55 milhões de euros, que se destina à renúncia por parte Atlantic Gateway ao « exercício das opções de saída do acordo parassocial ».

O governante esclareceu também que a Atlantic Gateway passa a ser controlada por apenas um dos acionistas que compunha o consórcio, designadamente o português Humberto Pedrosa, dono do grupo Barraqueiro.

O dono da companhia aérea Azul, David Neeleman, sai assim da estrutura acionista da TAP.

A CE aprovou em 10 de junho um « auxílio de emergência português » à TAP, um apoio estatal de até 1.200 milhões de euros para responder às « necessidades imediatas de liquidez » com condições predeterminadas para o seu reembolso.

Uma vez que a TAP já estava numa débil situação financeira antes da pandemia de covid-19, a empresa « não é elegível » para receber uma ajuda estatal ao abrigo das regras mais flexíveis de Bruxelas devido ao surto, que são destinadas a « empresas que de outra forma seriam viáveis ».

Desportivo das Aves regressa aos triunfos na receção ao Vitória de Setúbal

O Desportivo das Aves venceu o Vitória de Setúbal, por 1-0, em jogo da 31ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, e regressou aos triunfos no campeonato, aumentando a série negativa de resultados da equipa sadina.

O iraniano Mohammadi, aos quatro minutos, de grande penalidade, marcou o único golo do jogo para a equipa já despromovida ao segundo escalão, com o Vitória de Setúbal, que estreou o técnico Lito Vidigal, a desperdiçar um penálti ainda na primeira parte.

Depois de 11 jogos sem vencer, o Desportivo das Aves regressou às vitorias e está no 18º e último lugar, com 17 pontos, enquanto o Vitória de Setúbal, que não vence há 13 jogos, e somou a quinta derrota consecutiva, está em 16º, com 30, mais três que o Portimonense, primeira equipa em zona de despromoção.

No outro jogo do dia, o Marítimo venceu na visita ao Boavista, por 1-0, e deu um passo importante para garantir a manutenção.

O avançado camaronês Joel Tagueu, aos 28 minutos, marcou o golo que garantiu o triunfo do Madeirense.

 

Resultados da 31ª jornada da I Liga de futebol:

 

– Quarta-feira, 8 jul:

Boavista – Marítimo, 0-1 (0-1 ao intervalo)

Desportivo das Aves – Vitória de Setúbal, 1-0 (1-0)

 

– Quinta-feira, 9 jul:

Rio Ave – Portimonense, 18:00

Tondela – FC Porto, 20:15

Famalicão – Benfica, 22:30

 

– Sexta-feira, 10 jul:

Vitória de Guimarães – Gil Vicente, 18:00

Sporting – Santa Clara, 20:15

Paços de Ferreira – Sporting de Braga, 22:30

 

– Sábado, 11 jul:

Belenenses SAD – Moreirense, 20:15 (Cidade do Futebol)

 

Alfa/Lusa.

 

 

Covid-19/Portugal: casos voltam a disparar (443 em 24 horas) e registam-se mais duas mortes

Covid-19: casos voltam a disparar (443 em 24 horas) e registam-se mais duas mortes.

Mais 443 pessoas infetadas em Portugal, duas mortes e 269 doentes recuperados na terça-feira.

Covid-19: Estado de calamidade permanece em 19 freguesias da Área Metropolitana de Lisboa – Costa

Covid-19: Estado de calamidade permanece em 19 freguesias da Área Metropolitana de Lisboa – Costa

facebook sharing button
O primeiro-ministro afirmou hoje que, para já, o estado de calamidade deverá manter-se em 19 freguesias da Área Metropolitana de Lisboa e que não há razões para elevar o nível de alerta na generalidade do país.

Esta posição foi transmitida por António Costa no final de uma reunião de cerca de duas horas com o presidente da Câmara de Sintra, Basílio Horta, em que o líder do executivo esteve acompanhado pela ministra da Saúde, Marta Temido, e pelo secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares, Duarte Cordeiro, que é também o coordenador do Governo para a região de Lisboa e Vale do Tejo para o combate à covid-19.

« Não antecipo que na próxima quinzena se altere o estado de classificação das diferentes partes do país. A boa notícia é que para já nada indica que tenhamos de elevar o nível de alerta que vigora na generalidade do país », disse.

Relativamente ao conjunto da Área Metropolitana de Lisboa, o primeiro-ministro admitiu a possibilidade de haver « alguma evolução ».

« Vamos ver, mas ainda falta mais de uma semana » para ser tomada a decisão, alegou.

Já no que respeita a 19 freguesias dos concelhos de Sintra, Amadora, Lisboa, Loures e Odivelas que se encontram em estado de calamidade, António Costa disse o seguinte: « Para já, não antecipo que haja condições para avançarmos no sentido de diminuir o grau de classificação do estado de exceção ».

Perante os jornalistas, o primeiro-ministro referiu que, depois das reuniões de hoje em Sintra e Amadora, vai também ter idênticos encontros com os autarcas, autoridades de saúde e autoridades de segurança locais dos municípios de Odivelas, Loures e Lisboa – os outros três concelhos mais atingidos pela pandemia da covid-19.

« Procuro fazer uma avaliação local com as pessoas que estão no terreno, de forma a apurar como tudo está a funcionar e como tem sido a resposta. Só uma resposta integrada assegura a eficácia no combate à pandemia da covid-19 », defendeu.

António Costa considerou que ainda é cedo para se tirarem conclusões sobre os resultados das medidas adotadas em relação às zonas mais atingidas pela covid-19, « porque só decorreu uma semana de aplicação ».

« Os números indicam que há uma tendência de estabilização e já não de crescimento. Mas ainda é cedo e não devemos desarmar », frisou.

No caso de Sintra, o primeiro-ministro destacou medidas tomadas para reforçar a capacidade de intervenção das forças de segurança e para acelerar a velocidade da realização de testes tendo em vista despistar casos positivos.

« Isso é fundamental para se assegurar a contenção. Embora os focos estejam localizados, têm mesmo assim um grande impacto na vida geral de todo o país », acrescentou.

Pela parte da Câmara de Sintra, além de Basílio Horta, estiveram na reunião com os membros do Governo e com António Costa os vereadores Eduardo Quinta-Nova e Domingos Quinta, Fernanda Lopes pela Segurança Social, a delegada de saúde pública Noémia Gonçalves, o subintendente da PSP António Santos e João Sanches pela GNR.

ÁUDIO – Philippe Machado no “Nunca é Tarde”

Vitor Santos recebeu na Emissão “Nunca é Tarde”, Philippe Machado que nos veio falar do seu primeiro Filme  A l’année prochaine – Até para o ano

Aqui fica a conversa

É a primeira obra deste jovem filho de imigrantes portugueses em França.
É um filme intimista que narra uma morte, mas de uma forma doce. Todos os anos os imigrantes encontram-se nas suas terras de origem. É o querido mês de agosto. Esta família não é exceção. Para os mais jovens, a aldeia portuguesa confunde-se com as férias e com o tempo, com primos e amigos da mesma idade, passados no verão. O filme tem um assunto duro mas é dado com um imenso carinho.

Para ver o filme clique aqui

À l’année prochaine – (Até para o ano) – Veja o filme aqui

É a primeira obra deste jovem filho de imigrantes portugueses em França.
É um filme intimista que narra uma morte, mas de uma forma doce. Todos os anos os imigrantes encontram-se nas suas terras de origem. É o querido mês de agosto. Esta família não é exceção. Para os mais jovens, a aldeia portuguesa confunde-se com as férias e com o tempo, com primos e amigos da mesma idade, passados no verão. O filme tem um assunto duro mas é dado com um imenso carinho.

Veja aqui o Filme em streaming !