Eu gosto da Elisabeth Moreno. SOM. Opinião de Carlos Pereira

« Eu gosto da Elisabeth Moreno », filha de imigrantes modestos de Cabo Verde, que devem estar bem orgulhosos com o percurso da sua filha mais velha.

Mas, ainda ela nem sequer tinha acabado de tomar posse já estava a ser escandalosa e violentamente atacada nas redes sociais. « É incrível ».

« Boa Sorte », senhora ministra, diz Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal numa crónica que pode ouvir aqui: 

 

« Estudar e Investigar em Portugal 2020 » – promoção do ensino superior português nas comunidades portuguesas e lusodescendentes

« Estudar e Investigar em Portugal 2020 » – promoção do ensino superior português junto das comunidades portuguesas e lusodescendentes.

Se está interessada/o, pode encontrar toda a informação aqui: 

A hiperligação do portal da Direção-Geral do Ensino Superior onde pode ser descarregado folheto informático em formato PDF e: https://wwwcdn.dges.gov.pt/sites/default/files/study_researchv2_compressed_5.pdf ;

A hiperligação onde está disponibilizada informação detalhada sobre o acesso ao ensino superior para emigrantes e lusodescendentes, também do portal da Direção-Geral do Ensino Superior é: https://www.dges.gov.pt/pt/pagina/contingente-especial-para-candidatos-emigrantes-portugueses-e-familiares-que-com-eles-residam

Informação também disponível na página do Consulado-Geral de Portugal em Paris, em: http://consuladoportugalparis.org/noticias/noticia.php?cod_noticia=289#not

 

 

 

Emigrantes pagam coimas indevidas nas portagens eletrónicas em Portugal, diz o CCP

Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Europa

Bruxelas, 7 de julho de 2020

Ofício: imbróglio com portagens eletrónicas em Portugal.

Uma carta do CRCPE:

Exma. Sra. Berta Nunes,
Secretária de Estado das Comunidades Portuguesas,

No seguimento de um debate interno que se teve na última reunião on-line do Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Europa, permito-me enviar-lhe algumas reflexões acerca de complicações às quais são confrontados numerosos emigrantes, principalmente nas férias de verão.

Efetivamente, foram-nos relatadas ocorrências que resultaram na obrigação de pagamento indevido de coimas relativas à passagem em portagens eletrónicas quando os principais visados tinham integralmente correspondido às suas obrigações e deveres.

As dificuldades encontradas prendem-se com os sistemas Via Verde e EASYToll quando estes são utilizados por condutores que têm um veículo de aluguer ou por condutores possuidores de carro com matrícula estrangeira. Provavelmente por motivos de falhas técnicas, algumas passagens em pórticos eletrónicos não são imediatemente registadas.

Uma situação problemática pois os respetivos sistemas estão ligados a um cartão de crédito e se o valor não for descarregado automatica e imediatamente (como deveria acontecer) no prazo contratual autorizado pelo cliente, este valor não é de todo pago.

Consequentemente, as empresas reponsáveis ativam um processo de coimas.

 

Os condutores são informados de uma dívida quando recebem a fatura meses depois dos factos, com o inconveniente suplementar de pagar coimas com juros de atraso que representam um valor até 5 ou 6 vezes superior ao valor inicial numa situação em que o condutor não está em falta, mas sim as empresas que gerem o sistema.

O problema não é novo mas persiste, razão pela qual contactamos Vossa Excelência neste período de início de verão, com a esperança de poder antecipar uma falha que possa novamente surgir, sugerindo que a Sra. Secretária de Estado das Comunidades Portuguesas comunique esta situação às entidades responsáveis neste caso.

Muito grato pela preciosa colaboração, apresento-lhe as minhas cordiais saudações,

Pedro Rupio
Presidente do Conselho Regional das Comunidades Portuguesas na Europa

Instituto de estatísticas francês prevê queda de 9% do PIB em 2020, menos 2% que o Governo

Instituto de estatísticas francês prevê queda de 9% do PIB em 2020, um valor inferior às previsões do Governo, que aponta para uma redução de 11%.

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Alfa/com Lusa
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O Instituto Nacional de Estatística francês (Insee) previu hoje uma queda de 9% no produto interno bruto (PIB) em França em 2020, um valor inferior às previsões do Governo, que aponta para uma redução de 11%.

Segundo a nota de conjuntura publicada hoje pelo instituto de estatísticas francês, após uma contração de 5,3% no primeiro trimestre e de 17% no segundo, devido à pandemia da covid-19, o PIB recuperaria 19% no terceiro trimestre e 3% nos últimos três meses do ano.

Esta é a primeira previsão de crescimento do Insee para 2020, bem como para o 3.º e 4.º trimestres.

« As perspetivas de produção estão a recuperar acentuadamente: a força desta recuperação deve-se em grande parte à fraqueza do ponto de partida, ou seja, da atividade económica em período de confinamento », pode ler-se na nota.

« No entanto, as encomendas, particularmente a nível internacional, ainda são consideradas fracas pelas empresas industriais, o que não augura um regresso imediato à normalidade », acrescentou o instituto.

Graças às medidas tomadas durante as oito semanas de confinamento para preservar o tecido económico e o emprego, « os primeiros passos da recuperação foram dados com bastante rapidez, talvez mais do que o esperado », aponta-se no documento. O Insee advertiu no entanto que os últimos passos para a recuperação « provavelmente serão os mais difíceis, especialmente nos setores mais afetados pela crise ».

O instituto alertou ainda que as suas estimativas estão sujeitas a « uma grande incerteza, ligada sobretudo à situação sanitária em França e em todo o mundo ».

Esta é a sétima nota de conjuntura publicada pelo Insee desde 26 de março. As próximas serão publicadas a 23 de julho e 27 de agosto.

Uma abertura à imigração e à diversidade com uma ministra lusófona num Governo Castex para relançar a economia

Novo governo em França tem por missão relançar a economia, muito abalada pela pandemia do Covid-19.

E, como novidade, que nos interessa particularmente, integra uma ministra lusófona, Elisabeth Moreno, de 49 anos, nascida em Cabo Verde.

Uma abertura do Governo Castex  e do Presidente Emmanuel Macron à imigração e à diversidade. 

Ouça aqui a última crónica de Daniel Ribeiro: 

Covid-19: Trump retira EUA da Organização Mundial de Saúde

Covid-19: Trump retira EUA da Organização Mundial de Saúde

Covid-19: Trump retira EUA da Organização Mundial de Saúde

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O Presidente norte-americano, Donald Trump, retirou oficialmente os Estados Unidos da Organização Mundial de Saúde (OMS), que acusa de má gestão da pandemia do novo coronavírus, anunciou o senador Robert Menendez.

“O Congresso recebeu a notificação de que o Presidente retirou oficialmente os Estados Unidos da OMS em plena pandemia”, escreveu no Twitter o senador democrata, membro da comissão senatorial dos Negócios Estrangeiros, segundo escreve a agência noticiosa France-Presse (AFP).

Também a agência de notícias espanhola Efe, citando um funcionário da Casa Branca que pediu para não ser identificado, indicou que os Estados Unidos deram início ao processo de saída da OMS, o que só sucederá dentro de um ano, decisão que, lembra, chega em plena crise pandémica associada à covid-19.

“O aviso da saída dos Estados Unidos, que se tornará efetiva em 06 de julho de 2021, foi enviado ao secretário-geral da ONU [António Guterres], que é o depositário da OMS”, disse a fonte à Efe.

Em fins de maio, Trump anunciou que terminava o relacionamento entre os Estados Unidos e a OMS, que acusou de ser inapta na gestão da pandemia de covid-19.

O Presidente norte-americano alegou que a OMS não soube responder de forma eficaz ao seu apelo para introduzir alterações no seu modelo de financiamento, depois de já ter ameaçado cortar o financiamento norte-americano a esta organização das Nações Unidas, acusando-a de ser demasiado benevolente com o Governo chinês.

“Porque falharam em fazer as reformas necessárias e requeridas, terminamos o nosso relacionamento com a Organização Mundial de Saúde e iremos redirecionar os fundos para outras necessidades urgentes e globais de saúde pública que possam surgir”, disse Trump, em declarações aos jornalistas.

Antes, no início do mesmo mês, Trump tinha feito um ultimato à OMS, ameaçando cortar a ligação à organização se não fossem feitas reformas profundas na sua estrutura e no seu ‘modus operandi’.

Nessa altura, Trump suspendeu temporariamente o financiamento à OMS, no valor que está estimado em cerca de 400 milhões de euros anuais, o que corresponde a 15% do orçamento da organização.

O Presidente dos Estados Unidos acusou a OMS de ter feito uma gestão ineficaz de combate à pandemia de covid-19 e de ter sido conivente com o Governo chinês, alegando que Pequim reteve informação relevante sobre a propagação do novo coronavírus, que aumentou os riscos da crise sanitária global.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 538 mil mortos e infetou mais de 11,64 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Covid-19/Brasil: 1.254 mortos e 45.305 casos no dia em que Bolsonaro testou positivo. 66.741 óbitos no total

Covid-19: Brasil com1.254 mortos e 45.305 casos no dia em que Bolsonaro testou positivo. O país totaliza agora 66.741 óbitos e 1.668.589 casos

Covid-19: Brasil com1.254 mortos e 45.305 casos no dia em que Bolsonaro testou positivo

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 O Brasil registou 1.254 mortos e 45.305 infetados pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, tendo o Presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, entrado para as estatísticas do país, após ter sido hoje diagnosticado com covid-19.

Os dados foram divulgados na noite de hoje pelo Ministério da Saúde brasileiro, que acrescentou que o país totaliza agora 66.741 óbitos e 1.668.589 casos confirmados desde o início da pandemia, registada oficialmente no país em 26 de fevereiro.

A taxa de letalidade da covid-19 no Brasil mantém-se hoje em 4%, quando 976.977 pacientes infetados já recuperaram e 624.871 doentes continuam sob acompanhamento.

O Brasil, com uma população estimada de 210 milhões de pessoas, tem hoje uma incidência de 31,8 mortes e 794,0 casos da doença por cada 100 mil habitantes.

Geograficamente, o foco da pandemia no país está em São Paulo, estado que tem hoje 332.708 pessoas diagnosticadas e 16.475 vítimas mortais, sendo seguido pelo Ceará, que acumula 124.952 casos e 6.556 óbitos devido à covid-19.

Outro dos estados mais afetados pela pandemia é o Rio de Janeiro, que acumula 124.086 infetados e 10.881 mortes.

O chefe de Estado brasileiro integrou hoje a lista de mais de 1,6 milhões de brasileiros diagnosticados com a covid-19, após ter testado positivo para a doença.

Na segunda-feira, Bolsonaro relatou ter sintomas da doença causada pelo novo coronavírus, como febre, e informou que se submeteu a um teste num hospital Militar, em Brasília, que deu hoje positivo.

“Todo o mundo sabia que mais cedo ou mais tarde [o vírus] ia atingir uma parte considerável da população (…). Eu, se não tivesse feito o exame, não saberia do resultado. E ele acabou de dar positivo”, declarou o Presidente brasileiro.

O chefe de Estado referiu que tomou, na segunda-feira, uma dose de hidroxicloroquina, substância polémica usada no Brasil no tratamento da covid-19, embora a sua eficácia não tenha sido comprovada por estudos e pesquisas científicas.

Jair Bolsonaro, um dos líderes mais céticos em relação à gravidade da atual pandemia, tem suscitado duras críticas por se opor ao isolamento social para combater a propagação da covid-19, doença que chegou a classificar de « gripezinha ».

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 539 mil mortos e infetou mais de 11,69 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Covid-19: Presidente brasileiro está infetado com o novo coronavírus

O Presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, disse hoje que está infetado com o novo coronavírus, um dia depois de relatar sintomas e realizar um teste num hospital Militar, em Brasília.

Numa comunicação via Facebook, Bolsonaro confirmou o resultado positivo do teste e adiantou que fez uma radiografia e que o pulmão « estava limpo ».

O Presidente já havia informado a apoiantes que estava com febre e dores no corpo e, por isso, decidiu fazer o exame.

O Brasil é o país lusófono mais afetado pela pandemia e um dos mais atingidos no mundo, ao contabilizar o segundo número de infetados e de mortos (mais de 1,62 milhões de casos e 65.487 óbitos), depois dos Estados Unidos.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 538 mil mortos e infetou mais de 11,64 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

 

Alfa/Lusa.

Covid-19: Mais nove mortos e 287 infetados em Portugal, 207 na região de Lisboa

Covid-19: Mais nove mortos e 287 infetados em Portugal – 207 na região de Lisboa e Vale do Tejo.

Covid-19: Mais nove mortos e 287 infetados em Portugal

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 Portugal regista hoje mais nove óbitos por covid-19, em relação a segunda-feira, e mais 287 casos de infeção confirmados, dos quais 207 na região de Lisboa e Vale do Tejo, segundo os dados da Direção-Geral da Saúde (DGS).

De acordo com o boletim epidemiológico diário, o total de óbitos por covid-19 desde o início da pandemia é agora de 1.629 e o total de casos confirmados é de 44.416.

Mais 287 infetados, nove mortes e 279 recuperados em Portugal.

Com efeito, o boletim da DGS desta terça-feira dá conta de mais 287 pessoas infetadas com covid-19, nove mortes e 279 recuperados. No total, há agora 1.629 vítimas mortais, 44.416 casos confirmados e 29.445 recuperados.

O número de mortos é superior ao de ontem (seis) e idêntico ao de domingo, mas não supera o máximo dos últimos sete dias de 11 (na sexta-feira). A taxa de aumento de óbitos é de 0,7% e a taxa de letalidade (relação entre o número de infetados e de óbitos) mantém-se nos 3,67%.

Quanto aos novos infetados, estão abaixo das três centenas pelo segundo dia consecutivo, mas isso também aconteceu na semana passada, em que se atingiu um pico no sábado, 413 novos casos. A taxa de crescimento dos infetados, face a ontem, é de 0,7%.

O número de recuperados é também superior ao dos dois últimos dias (+1% face a ontem), mas inferior ao de seis dos sete dias da semana passada.

Nélson Veríssimo assume comando do Benfica até final da temporada

Nélson Veríssimo vai manter-se no comando técnico da equipa principal do Benfica até ao final da temporada, anunciou hoje o clube da I Liga portuguesa de futebol, em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

« A Sport Lisboa e Benfica – Futebol, SAD informa […] que Nélson Alexandre da Silva Veríssimo assume, até ao final da presente temporada, as funções de treinador da equipa principal de futebol », lê-se no comunicado das ‘águias’.

Veríssimo substituiu interinamente Bruno Lage, de quem era adjunto, na 30.ª jornada da I Liga, estreando-se com um triunfo sobre o Boavista (3-1).

Num comunicado publicado no site do clube, o Benfica informa que Veríssimo terá na sua equipa técnica Minervino Pietra, Marco Pedroso e Fernando Ferreira, mantendo-se no comando da equipa nas quatro últimas jornadas da I Liga e na final da Taça de Portugal, frente ao FC Porto.

Ex-jogador do Benfica, no qual fez quase toda a sua formação, Veríssimo, de 43 anos, terá assim a sua primeira experiência como treinador principal, depois de, em 2018/19, ter comandado a equipa B dos ‘encarnados’ durante três jogos, aquando da subida de Bruno Lage ao conjunto principal.

Antes de se tornar adjunto de Lage na equipa principal do Benfica, Veríssimo tinha, desde 2012/13, funções semelhantes no conjunto secundário.

Além de anunciar a equipa técnica até ao final da temporada, o Benfica aproveitou para agradecer o trabalho realizado por Lage, garantindo que ficará na « memória o inestimável contributo de Bruno Lage e de toda a sua equipa técnica para a brilhante reconquista do título no campeonato de 2018/2019 ».

 

Alfa/Lusa.