Quase 90% dos portugueses que pediram apoio já regressaram. « No que depender de nós férias de verão estão garantidas »

Quase 90% dos portugueses que pediram apoio já regressaram. O ministro dos Negócios Estrangeiros, diz terem regressado cerca de 4.900 dos 5.500 portugueses retidos no estrangeiro, mas admitiu dificuldades especiais no repatriamento de portugueses dos Estados Unidos, Brasil e Venezuela.

Alfa/Expresso/Lusa

Cerca de 4.900 dos 5.500 portugueses retidos no estrangeiro que pediram apoio já regressaram a Portugal, anunciou esta terça-feira o ministro dos Negócios Estrangeiros, admitindo dificuldades especiais no repatriamento de portugueses dos Estados Unidos, Brasil e Venezuela.

« Ao dia e hora em que falo, dos cerca de 5.500 pedidos de apoio que nos foram dirigidos – de turistas, viajantes e trabalhadores não-residentes – foi possível apoiar o regresso de cerca de 4.900 dessas pessoas », disse o ministro durante uma audição na comissão de Negócios Estrangeiros e Comunidades Portuguesas da Assembleia da República.

Os números, disse, correspondem a uma taxa de conclusão de processos de perto dos 90%.

Questionado pelo deputado Pedro Filipe Soares, do BE, sobre como está a acompanhar as comunidades portuguesas nos EUA, Brasil e Venezuela, o ministro admitiu que, devido às « decisões tomadas por esses países de fechar o espaço aéreo », há « 700 a 800 portugueses que precisavam de apoio para o regresso, sobretudo nos Estados Unidos e no Brasil », aos quais não foi possível dar resposta até ao momento.

« Logo que as autoridades terminem o fecho do espaço aéreo esse apoio é imediato », assegurou.

Quanto a estudantes portugueses no estrangeiro ao abrigo do programa europeu Erasmus, a taxa « é praticamente de 100% », com apenas quatro dos que pediram apoio ainda a aguardar o regresso, dois dos quais estão no Kosovo.

Santos Silva destacou neste contexto o esforço europeu de repatriamento, que permitiu « repatriar meio milhão de turistas e viajantes europeus », havendo, quando da última reunião de ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia, na semana passada, cerca de 100.000 casos por resolver.

Portugal liderou três voos ao abrigo do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, que permitiram trazer, além de portugueses, « seis centenas de outros cidadãos europeus », enquanto « três centenas de portugueses beneficiaram do apoio de outros Estados-membros no seu regresso ».

Augusto Santos Silva evocou, a propósito, « características de Fernão Mendes Pinto dos portugueses » para sublinhar que « não se imagina onde aparecem portugueses », citando terem sido repatriados portugueses de países como Cazaquistão, Camboja, Bahrein, Burkina Faso ou Camarões.

Além dos casos apontados, disse noutro passo, realizaram-se 25 voos excecionais para Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) para « acudir a situações de maior emergência, designadamente questões de saúde ou de reagrupamento familiar ».

Questionado pelos deputados acerca dos trabalhadores não-residentes, temporariamente deslocados noutro país e que se viram impedidos de regressar, o ministro destacou a « colaboração extraordinária » que o MNE tem tido com as empresas envolvidas.

« Queria relevar, como exemplo e demonstração deste bom clima, uma empresa portuguesa do setor naval que tinha 15 trabalhadores e técnicos na África do Sul. Com a colaboração da nossa embaixada, assegurou o repatriamento com voo via Amesterdão e trouxe muitos outros portugueses retidos em Amesterdão, sem nenhum encargo para o Estado ou para essa pessoas », destacou.

Augusto Santos Silva assegurou por outro lado que o Ministério dos Negócios Estrangeiros está a trabalhar no reforço dos apoios sociais a portugueses no estrangeiro, designadamente emigrantes que perderam o emprego ou sofrem de outras dificuldades, e a extensão do apoio aos meios de comunicação social da diáspora.

Também nesta matéria, são alguns casos de portugueses nos Estados Unidos que mais dificuldades apresentam, especificamente os indocumentados, na maioria pessoas que entraram no país com visto de turista e permaneceram para além dele, explicou.

Questionado pelos deputados Carlos Gonçalves, do PSD, e Paulo Pisco, do PS, sobre se os emigrantes portugueses vão poder visitar Portugal no verão, Santos Silva assegurou estar a « trabalhar afincadamente » para que possam fazê-lo.

« Temos todo o gosto em recebê-los, é um direito deles e será uma condição muito importante para o reanimar de todo o nosso território, do ponto de vista económico, social e cultural », disse.

« No que depender de nós, a possibilidade dessas visitas está garantida, o que é preciso é trabalhar em conjunto com os outros países da UE para que as restrições que hoje existem ao espaço de circulação Schengen possam ser levantadas até ao verão », acrescentou.

Covid-19: Congresso espanhol vota hoje nova prorrogação do estado de emergência

Covid-19: Congresso espanhol vota hoje nova prorrogação do estado de emergência

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O Congresso dos Deputados espanhol vota hoje o prolongamento por mais duas semanas do confinamento em Espanha, proposta apresentada pelo primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, para evitar a propagação do novo coronavírus.

Pela quarta vez desde 15 de março, dia em que começou o confinamento em Espanha, Sánchez apresenta o pedido na câmara baixa do parlamento espanhol (Congresso dos Deputados), o que, se aprovado, vai estender até 25 de maio o estado de emergência.

A sessão começa a partir das 10:00 locais (09:00 em Lisboa) e tem subjacente o pedido feito terça-feira por Sánchez à maior formação da oposição, o Partido Popular (direita), para dar o seu apoio à proposta de prolongamento do estado de emergência.

O estado de emergência é o « único instrumento » que permite ao executivo « lutar contra a covid-19 e salvar vidas », assegurou Pedro Sánchez num debate no senado espanhol, a câmara alta das Cortes (parlamento).

No primeiro debate em que participou nesta assembleia desde a declaração do estado de emergência, o chefe do executivo espanhol exortou o Partido Popular a « trabalhar » para chegar a um acordo, porque se tem de ser « cauteloso e prudente » na fase de mitigação da pandemia, que se iniciou esta semana.

« Não se vão arrepender », assegurou Sánchez ao líder do PP no senado, Javier Maroto, que acusou o primeiro-ministro de querer prolongar o período de exceção como uma “ferramenta para se proteger” a si próprio.

Por esta razão, pediu ao Partido Popular para estar « consciente » que, num momento tão crítico como o atual, com tanta incerteza e angústia, os cidadãos esperam e « querem » um acordo entre os dois principais partidos do país para prolongar o estado de emergência e « garantir um futuro de esperança ».

O executivo volta a pressionar o PP, como tem feito nos últimos dias, depois de na segunda-feira ter mesmo avisado que este partido será responsável pelo « caos » que poderá ocorrer ou pelos surtos da pandemia, se não apoiar a medida mais uma vez.

O PP ainda não definiu o seu sentido de voto, o que aumenta a incerteza sobre o resultado da votação.

O atual período de exceção, que foi aprovado em 22 de abril último, corresponde ao terceiro pedido de prolongamento de duas semanas do Governo, tendo sido aprovado em 22 de abril último, com 269 votos a favor, abstenções de pequenos partidos regionais nacionalistas e independentistas (ERC, EH Bildu e BNG) e votos contra do Vox (extrema direita e terceiro maior partido), JxCat (independentistas catalães) e CUP (anti-sistema catalães).

A Espanha é um dos países mais atingidos pela pandemia de covid-19, tendo registado de segunda para terça-feira, 185 mortes devido à doença, um ligeiro aumento em relação ao período de domingo a segunda-feira, embora seja o terceiro dia consecutivo abaixo dos 200, havendo até agora um total de 25.613 óbitos.

Segundo o Governo de Madrid, há 867 novos casos positivos, um número abaixo dos 1.000 que se verifica também nos últimos dias, elevando para 219.329 o total de infetados confirmados pelo teste PCR, o mais fiável na deteção do vírus.

A Espanha iniciou na segunda-feira a primeira fase de alívio das medidas em vigor de luta contra a covid-19, com a abertura parcial do pequeno comércio, como barbearias, cabeleireiros e restaurantes que passam a vender comida para levar.

Depois de um confinamento que começou em meados de março, o desmantelamento das medidas impostas vai ser realizado por etapas até ao final de junho, para evitar uma nova onda de contaminação.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 251 mil mortos e infetou quase 3,6 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Covid-19: França ultrapassa 25.500 mortos. Mais 330 mortes em 24h

Covid-19: França ultrapassa 25.500 mortos

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A França registou mais 330 mortes devido à covid-19 nas últimas 24 horas, anunciou ontem ao fim do dia a Direção-Geral francesa da Saúde, ultrapassando assim as 25.500 vítimas desde o início da pandemia.

De acordo com os dados apresentados, o número total de óbitos provocados pelo novo coronavírus ascende agora a 25.531, dos quais 16.060 tiveram lugar em hospitais e 9.471 em lares.

França é, assim, o quinto país mais atingido no mundo, apenas atrás de Estados Unidos (68.934 mortos), Reino Unido (29.427), Itália (29.315) e Espanha (25.613).

Há ainda 24.775 pessoas hospitalizadas devido à covid-19 e 3.430 destes casos estão nas unidades de cuidados intensivos.

Em França há 132.967 casos confirmados de contaminação do vírus e 52.736 pessoas foram consideradas curadas.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 251 mil mortos e infetou quase 3,6 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Emigrantes poderão ir a Portugal no verão se restrições do espaço Schengen forem levantadas

Emigrantes poderão regressar a Portugal no verão se restrições do espaço Schengen estiverem levantadas – Ministro dos Negócios Estrangeiros.

 

 

Durante uma audição no Parlamento, na tarde desta terça-feira, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, admitiu que os emigrantes portugueses poderão vir passar as habituais férias de verão a Portugal, desde que as restrições de circulação no espaço Schengen estejam levantadas por essa altura.

“Trabalhamos afincadamente para que essas viagens se possam realizar, temos todos o gosto, além de que é um direito deles e será uma contribuição importante para reanimar o nosso território. Portanto, no que depender de nós, esse regresso está garantido, é preciso é trabalhar em conjunto com os países da UE para que restrições do espaço Schengen possam ser levantadas até ao verão, é nisso que trabalhamos”, disse Augusto Santos Silva aos deputados.

O MNE disse ainda que Portugal tem apoiado socialmente os emigrantes em dificuldade devido à crise e que vai apoiar igualmente « medias » das comunidades.

Abertura da fronteira luso-espanhola dependerá de sucesso português e espanhol

Pelo seu lado, o ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, disse também nesta terça-feira, em audição parlamentar, que ainda não há uma data para o levantamento das restrições nas fronteiras e que o critério terá como ponto de partida os países com maior número de portugueses.

Quanto à abertura da fronteira portuguesa com Espanha, essa dependerá dos números de infetados em território português e também espanhol. “Depende do sucesso português e espanhol”, disse o ministro.

Esta informação está a ser avançada por diversos orgãos de comunicação portugueses.

 

Covid-19: Reino Unido supera Itália em número de mortes

O Reino Unido passou hoje a ser o país europeu com mais mortes por covid-19, com 29.427 óbitos no total, mais 693 do que na segunda-feira, informou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros, Dominic Raab.

Com este balanço, o Reino Unido ultrapassou a Itália, que registou até hoje 29.315 óbitos.

Dados oficiais publicados hoje já sugeriam que o Reino Unido era o país europeu com maior número de mortos se forem somados os óbitos registados nas diferentes regiões do país de casos confirmados ou suspeitos de covid-19, o que os números divulgados pelo ministro confirmaram.

De acordo com a agência AFP, os relatórios semanais dos vários institutos de estatísticas do país referentes a abril resultam num saldo de 32.313 mortes.

Porém, o ministério da Saúde britânico criticou esta abordagem, alegando que a “extrapolação ou estimativas baseadas em dados passados arrisca ser extremamente enganosa”.

Entretanto, o jornal The Times calculou hoje que o excesso de mortalidade, que inclui as mortes relacionadas com covid-19 e aqueles que aconteceram indiretamente por causa da crise, já poderá estar nos 55.700 óbitos.

O Reino Unido, que, ao contrário de muitos países europeus, continua em confinamento, iniciou hoje um projeto piloto na Ilha de Wight, na costa sul de Inglaterra, para testar uma aplicação para telemóvel que as autoridades esperam que ajude a controlar a propagação do coronavírus.

A aplicação alerta as pessoas se elas estiveram em contacto próximo com um indivíduo infectado.

O governo espera que possa ser lançada em todo o país ainda este mês, mas ainda é incerto quando pretende aliviar as medidas de distanciamento social.

De acordo com a comunicação social britânica, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, vai divulgar no domingo detalhes sobre como o país vai sair do confinamento em vigor desde 23 de março.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 251 mil mortos e infetou quase 3,6 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

Mais de um 1.1 milhões de doentes foram considerados curados.

 

Alfa/Lusa.

Dia Mundial da Língua Portuguesa

O primeiro Dia Mundial da Língua Portuguesa assinala-se hoje. A Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) oficializou a data no ano passado, mas desde 2009 que, em 05 de maio, era comemorado o Dia da Língua e da Cultura Portuguesa, instituído pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

O embaixador de Portugal junto da UNESCO em Paris, António Sampaio da Nóvoa, esteve esta tarde à conversa com a Rádio Alfa, num entrevista conduzida pelo jornalista Ricardo José.

 

embaixador Sampaio da Nóvoa

 

O português é falado por mais de 260 milhões de pessoas nos cinco continentes, ou seja, 3,7% da população mundial.

 

Mensagem sobre o primeiro Dia Mundial da Língua Portuguesa, o secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que o idioma vai se construindo no dia-a-dia de vários povos de todos os continentes.

É língua oficial dos nove países-membros da CPLP (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste) e Macau, bem como língua de trabalho ou oficial de um conjunto de organizações internacionais como a União Europeia, União Africana ou o Mercosul.

 

Entrevista: Ricardo José

Edição: Manuel Alexandre

 

Alfa/Lusa.

Frase do Dia: « Língua Portuguesa está mais perto de ser língua oficial da ONU »

Língua Portuguesa está mais perto de ser língua oficial da ONU, diz embaixador na UNESCO, António Sampaio da Nóvoa.

Celebra-se neste 5 de maio pela primeira vez o Dia Mundial da Língua Portuguesa.

“Temos que fazer mais” pelo ensino da língua em Portugal e no estrangeiro, defende Sampaio da Nóvoa em entrevista à RR.
O embaixador de Portugal em França, Jorge Torres Pereira, também se referiu ao mesmo assunto  (ensino da língua portuguesa) e disse hoje, na Rádio Alfa: “É ALTURA DE TOMAR A RESOLUÇÃO SÉRIA DE INSCREVER OS FILHOS NA ESCOLA » para aprenderem português,

265 milhões de pessoas falam português no mundo, quando se assinala hoje, primeira vez, o Dia Mundial da Língua Portuguesa.

Covid-19: Nacional e Farense na I Liga, Cova da Piedade e Casa Pia despromovidos – Liga

A direção da Liga de clubes decidiu hoje a subida de Nacional e Farense à I Liga portuguesa de futebol e a despromoção de Cova da Piedade e Casa Pia ao Campeonato de Portugal, em reunião extraordinária.

Em comunicado, a Liga Portuguesa de Futebol Profissional (LPFP) diz que “fixou” as promoções dos dois primeiros classificados da II Liga, Nacional e Farense, e a despromoção dos dois últimos, Cova da Piedade e Casa Pia, que terão de ser aprovadas em Assembleia Geral do organismo.

Caso se concretize, este será o regresso do Nacional, após um ano de ausência, naquela que será a sua 20.ª presença entre os grandes. Os ‘alvinegros’ estrearam-se em 1988/89 na primeira divisão e têm como melhores classificações os quartos lugares em 2003/04, sob o comando de Casemiro Mior, e 2008/09, com Manuel Machado.

Já o Farense conta 23 participações no principal escalão, entre 1970/71 e 2001/02, voltando ao escalão maior 18 anos depois. O catalão Paco Fortes foi o ‘timoneiro’ dos algarvios no seu melhor resultado no campeonato, o quinto lugar em 1994/95.

Este é o cenário traçado pela direção da LPFP, liderada por Pedro Proença, que contou na reunião de hoje, por videoconferência, com todos os elementos que compõem o elenco diretivo, como são os casos dos representantes de Benfica, FC Porto, Sporting, Tondela, Gil Vicente, Leixões, Mafra, Cova da Piedade e Federação Portuguesa de Futebol (FPF).

Tal como a I Liga, cuja conclusão é uma possibilidade, a II Liga foi suspensa por tempo indeterminado em 12 de março, mas foi excluída a sua continuidade por parte do Governo.

O Campeonato de Portugal, terceiro escalão, já foi cancelado e a FPF indicou para promoção Arouca e Vizela, os líderes com mais pontos das quatro séries.

O Governo definiu na quinta-feira, no plano de desconfinamento da pandemia de covid-19, que a I Liga de futebol e a final da Taça de Portugal vão poder ser disputados, permitindo também desportos individuais ao ar livre.

A retoma da I Liga de futebol, a partir de 30 e 31 de maio, está sujeita a aprovação pela Direção-Geral da Saúde (DGS) de um plano sanitário, anunciou o primeiro-ministro, António Costa, explicando que os jogos vão realizar-se sem a presença de público nos estádios.

Faltam disputar 90 jogos do principal escalão, que é liderado pelo FC Porto, com um ponto de vantagem sobre o campeão Benfica, assim como a final da Taça de Portugal, que vai opor Benfica a FC Porto.

 

Alfa/Lusa.

Luísa Semedo regressa com saúde às crónicas na Alfa e fala sobre as mulheres e o covid-19

Bom regresso à Alfa,  querida cronista Luísa Semedo, que venceu o Covid-19. 

Crónica da escritora sobre as mulheres e o novo coronavírus, para ouvir, na Rádio Alfa, nesta quarta-feira, 06.

Covid-19: Portugal com 1.074 mortos e 25.702 infetados; 11 mortos em 24h, o mais baixo desde março

Informação oficial:

Portugal regista hoje 1.074 mortos relacionadas com a covid-19, mais 11 do que na segunda-feira, e 25.702 infetados (mais 178), segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje pela Direção Geral da Saúde.

O número de mortos – 11 – é o mais baixo desde março.

Em comparação com os dados de segunda-feira, em que se registavam 1.063 mortos, hoje constatou-se um aumento de óbitos de 1%.

Relativamente ao número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus (25.702), os dados da Direção Geral da Saúde (DGS) revelam que há mais 178 casos do que na segunda-feira (25.524), representando uma subida de 0,7%.

A região Norte é a que regista o maior número de mortos (613), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (223), do Centro (211) Algarve (13), dos Açores (13) e do Alentejo que regista um caso, adianta o relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24:00 de segunda-feira, mantendo-se a Região Autónoma da Madeira sem registo de óbitos.