Emigrantes querem voto postal em todas as eleições e fim do envio de Cartão de Cidadão

 O movimento « Também Somos Portugueses », do Reino Unido, quer os emigrantes a votar por correio em todas as eleições portuguesas e acabar com a obrigatoriedade de fazer acompanhar o voto de uma cópia do Cartão de Cidadão.

As propostas constam de um relatório enviado pelo Movimento « Também somos portugueses » e pelo “Comité Cívico Português do Reino Unido” à Comissão Nacional de Eleições (CNE) e ao Ministério da Administração Interna, na sequência de uma análise às falhas ocorridas na votação para as eleições legislativas de 06 de outubro.

No documento, a que a agência Lusa teve acesso, os emigrantes sustentam que com os resultados eleitorais das europeias de 26 de maio e das legislativas de 06 de outubro « ficou provado que a utilização exclusiva do voto presencial não serve os portugueses no estrangeiro ».

Com um universo eleitoral de cerca de 1,4 milhões de emigrantes, fruto do recenseamento automático aprovado em 2018, nas eleições europeias votaram cerca de 13.700 pessoas, enquanto nas legislativas houve 158.252 votos.

« O número de votos para a Assembleia da República, em que se pode votar pelo correio, foi mais de 11 vezes superior aos da votação para o Parlamento Europeu que ocorreu há poucos meses, na qual só foi admitido o voto presencial nos consulados », apontaram.

Os emigrantes votam para as eleições presidenciais e europeias presencialmente nos consulados. Nas legislativas, fruto de alterações introduzidas em 2018, passou a ser possível optar entre o voto presencial ou pelo correio, sistema que o movimento considera gerador de confusão.

« Foi patente a confusão de muitos eleitores devido aos diferentes métodos de votação nas diferentes eleições, com eleitores a deslocarem-se aos consulados para votar e a serem mandados embora por não se terem registado para votar presencialmente, quando esse tinha sido o método de voto nas eleições anteriores, para o Parlamento Europeu », adianta.

Por isso, recomenda a uniformização do sistema de voto dos emigrantes portugueses com a admissão de voto postal em todas as eleições, defendendo também a correção das falhas detetadas neste método de voto, que estão relacionadas com as dimensões dos envelopes e com o não reconhecimento, pelos correios de alguns países, de que era correspondência com porte pago.

O movimento propõe igualmente acabar com a necessidade de opção expressa entre voto postal e presencial.

« Que não seja necessário a escolha entre voto presencial e postal, sendo, em caso de voto duplicado, considerado o voto presencial e anulado o voto postal », sugerem, propondo ainda que se avance para um projeto piloto de voto pela Internet.

O movimento assinalou, por outro lado, a anulação de 35.331 votos, 22,33% do total de votos expressos.

« É um número nitidamente excessivo e representa um desrespeito pela vontade dos eleitores. A grande maioria desses votos foi anulada, apesar de representarem votos claramente expressos », refere o movimento, atribuindo a anulação à exigência de fazer acompanhar o voto de uma cópia do Cartão de Cidadão.

« A exigência de inclusão de uma cópia do Cartão de Cidadão foi rejeitada por muitos eleitores devido à convicção de que é ilegal fotocopiar o Cartão de Cidadão », sustentou.

Por isso, o movimento “Também somos portugueses” adiantou que vai propor à Assembleia da República uma alteração à lei eleitoral, que elimine esta exigência, substituindo-a pela identificação dos eleitores aquando do levantamento, nos correios, dos envelopes enviados por carta registada.

O movimento, responsável por uma petição pelo recenseamento automático dos emigrantes aprovada na Assembleia da República, reconheceu o « grande esforço da Administração Eleitoral » em gerir um processo eleitoral para 1.466.754 votantes espalhados pelos cinco continentes.

« Contudo, e apesar deste esforço, houve problemas que fizeram com que muitos milhares de portugueses no estrangeiro não pudessem exercer o seu direito de voto », adiantaram.

Sustentam, por outro lado, e com base numa amostra de dados recolhidos junto dos eleitores que « por cada emigrante que votou, houve outro que não o conseguiu fazer ».

 

Alfa/Lusa.

Leonard Cohen e Coldplay entre as muitas novidades no Top Nacional

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« Thanks for the Dance », álbum póstumo de Leonard Cohen, estreou-se esta semana no primeiro lugar do top de vendas nacional, com « Everyday Life », dos Coldplay, a entrar para a segunda posição. O terceiro lugar é ocupado por « Aqui Está-se Sossegado » de Camané e Mário Laginha. « 40 Anos a Dar no Duro », coletânea dos Xutos & Pontapés, cai da liderança para o quarto lugar.

Entre as várias novas entradas da semana, encontram-se também a reedição de « O Monstro Precisa de Amigos » dos Ornatos Violeta (5º), « Metade » de Sara Carreira (9º), « Happy Days » de André Rieu (11º), « Best Of » de Dulce Pontes (12º), « Merry Christmas (Deluxe Anniversary Edition) » de Mariah Carey (23º), « You’re in My Heart: Rod Stewart with the Royal Philharmonic » de Rod Stewart (29º), « Fados, Fandangos, Malhões… e uma Valsinha » de José Cid (32º) e « Três Cantos ao Vivo » de Três Cantos (48º).

1. Leonard Cohen – « Thanks for the Dance »
2. Coldplay – « Everyday Life »
3. Camané & Mário Laginha – « Aqui Está-se Sossegado »

4. Xutos & Pontapés – « 40 Anos a Dar no Duro »

5. Ornatos Violeta – « O Monstro Precisa de Amigos »

6. Carlos do Carmo – « Oitenta »

7. Nick Cave & The Bad Seeds – « Ghosteen »
8. José Mário Branco – « Canções Escolhidas »

9. Sara Carreira – « Metade »

10. Michael Bublé – « Christmas »

 

Alfa/Blitz

Greve geral e manifestações imensas em França. “É a luta final”.

Greve geral em França. “É a luta final”. Um grupo de estudantes canta, em Paris, a “Internacional” na Praça da República. Outros, militantes de esquerda, garantem que chegou o momento da “conjugação das lutas”. A greve geral contra o projeto governamental de revisão do sistema de reformas paralisou a França e promete durar.

Foto LP

Alfa/Expresso. Por Daniel Ribeiro

As manifestações começaram na capital francesa ao início da tarde, mas há cerca de 250 em todo o país. Em Nantes, Bordéus e Lyon, já se verificaram, de manhã, incidentes com a polícia.

Os sindicatos anunciam centenas de milhares de pessoas mobilizadas no primeiro dia da greve geral contra a revisão do sistema de cálculo das pensões de reforma.

Em nome de uma desejada universalidade do sistema e do fim de 42 regimes especiais de reforma, o Governo pretende substituir o método atual de repartição solidária das reformas entre gerações pelo de “pontos”, calculados anualmente, com base nos descontos dos assalariados e dos défices das contas públicas e da segurança social.

A greve está a afetar seriamente o setor dos transportes terrestres (apenas 10 por cento dos comboios, metropolitanos e autocarros foram assegurados até ao início da tarde em todo o país) e também aeroportos, hospitais, escolas, creches, docas, repartições públicas e, até, museus e a Torre Eiffel, que foi obrigada a fechar devido ao movimento.

Alguns dos militantes da esquerda “não alinhada”, que estavam reunidos ao princípio da tarde de hoje na Praça da República, à espera de um imenso cortejo de manifestantes vindo de estações de caminho de ferro vizinhas, sonhavam com a “conjugação das lutas”, segundo disse um deles ao Expresso.

A “conjugação das lutas” é uma das grandes preocupações do Governo, que receia a convergência dos protestos, designadamente com a participação dos “coletes amarelos” e também dos desempregados, que têm também uma manifestação marcada para o próximo sábado em Paris.

Na Praça da República, alguns estudantes grevistas cantavam a “Internacional” e gritavam em coro: “É a luta final”. Empunhando bandeiras vermelhas e negras, estes jovens faziam lembrar célebres lutas do século passado, não só em França, mas também em Portugal.

O Governo, atualmente em duro braço de ferro com os sindicatos, espera para reagir ao visivelmente muito forte movimento de hoje. Mas  é certo que a greve vai continuar nos próximos dias.

Um porta-voz do ministério dos Transportes indicou esperar por problemas idênticos aos desta quinta-feira (designadamente a paralisação quase total no setor) pelo menos até segunda-feira.  A greve geral foi convocada pelas principais centrais sindicais por tempo indeterminado.

Greve em França afeta transportes e escolas desde as primeiras horas da manhã

A greve contra as novas medidas sobre as pensões de reforma em França, propostas por Emmanuel Macron, está a sentir-se hoje nos transportes ferroviários e aéreos, assim como nos estabelecimentos de ensino e museus.

A Sociedade Nacional de Caminhos de Ferro (SNCF) já alertou que apenas circula um em cada dez comboios de alta velocidade (TGV), verificando-se a mesma situação nas ligações ferroviárias nos arredores de Paris e nas ligações Intercidades.

A circulação dos comboios que fazem as ligações regionais está restringida a um em cada cinco e as viagens de comboio internacionais “estão muito afetadas” devido à paralisação.

A reforma proposta por Macron pretende substituir os 42 regimes de pensões que existem atualmente por um sistema por pontos e põe fim a direitos laborais, nomeadamente, aos profissionais da SNCF e da rede metropolitana de Paris.

Por este motivo, prevê-se uma adesão muito elevada à greve por parte do setor ferroviário, mas também dos transportes aéreos.

A Direção Geral da Aviação Civil (DGAC) referiu-se à anulação de pelo menos 20% dos voos de hoje com origem ou destino em França.

Em todo o país estão convocadas 245 manifestações, mas o protesto principal está marcado para as 14:00 (13:00 em Lisboa) em Paris.

Neste momento, o metro de Paris suspendeu onze linhas e outras três vão funcionar com restrições.

Os sindicatos CGT, FO, FSU, Solidaires, UNL e UNEF convocaram a greve por considerarem que o novo regime vai atingir um grande número de pensões e “vai degradar os direitos de todos”.

“Estamos em greve pela melhoria do sistema atual”, disse hoje à cadeia de televisão BFMTV, Philippe Martinez, líder da CGT.

Entretanto, o secretário francês dos Transportes, Jean-Baptiste Djebbari, admitiu que “é preciso ser lúcido” e prevê que as paralisações podem prolongar-se durante vários dias.

Djerbbari acrescentou que vai reunir-se hoje com os sindicatos para tentar encontrar soluções para a crise.

De acordo com uma sondagem do instituto Odoxa-Dentsu, publicada hoje pelo diário Le Figaro, sete em cada 10 franceses concordam com a greve.

Em Paris, as autoridades, prevendo confrontos “com grupos violentos”, mobilizaram seis mil polícias e 180 agentes motorizados e recomendaram o encerramento dos estabelecimentos comerciais da zona onde se vai realizar a manifestação.

Alfa/Lusa

O que é o sistema da reforma por pontos que pôs a França em greve. Por Cristina Semblano

Ouça aqui as explicações à Rádio Alfa, de Cristina Semblano – economista, autarca na região parisiense e militante de esquerda – sobre a revisão do sistema das pensões dos reformados franceses, o projeto do Governo que pôs a França em greve geral.

Saiba o que o é o « sistema por pontos » e porque razão é contestado pelos sindicatos, segundo Cristina Semblano:

 

 

Greta Thunberg, sim ou não? Muito mais sim do que não. Crónica

Greta Thunberg – a menina que se transformou num símbolo dos tempos modernos e da luta contra a poluição do planeta – e os debates acalorados que provoca em todo o mundo.

Greta – sim ou nâo? Muito mais sim do que não, diz o jornalista da Euronews, Ricardo Figueira.

Ouça a sua crónica esta sexta-feira, 06, na Rádio Alfa – alguns minutos antes das 7, 9, 11, 15, 17  e 19 horas.

 

Greve geral em França. « Quinta-feira negra » contra sistema de pensões

Alfa/TSF / Por Lígia Anjos, correspondente da TSF em Paris

É uma greve « ilimitada » que promete parar o país devido a uma polémica proposta de Macron, que pretende tornar as reformas num sistema por pontos.

Esta quinta-feira, França vai viver um importante movimento social que se levanta contra a reforma do sistema de pensões.

Hospitais, transporte de emergência, ambulâncias, bombeiros, escolas, justiça, estudantes vão mobilizar-se contra a reforma do governo francês. No setor dos transportes, o movimento vai ser massivo. Em Paris, 90% dos comboios foram cancelados e 11 linhas de metro vão estar encerradas.

Prevê-se que esta greve « ilimitada » afete sobretudo a rede de comboios nacional (SNCF), mas também a rede de transportes públicos parisiense (RATP). Os franceses temem reviver a paralisação de 1995, que obrigou o governo de Alain Juppé a recuar as suas reformas sociais.

Uma proposta polémica

O objetivo do projeto governamental de Emmanuel Macron é transformar o sistema de reformas por repartição, baseado na solidariedade intergeracional, num sistema de reformas por pontos. Segundo o economista e filósofo francês Frédéric Lordon, esta reforma projetada pelo governo francês é « uma maravilhosa máquina para enganar os reformados ».

O conselheiro da Confederação Geral do Trabalho (CGT) para as reformas, Régis Mazzasalma, tem esperança de que o governo volte atrás. Para o sindicalista, « o governo está encostado à parede, não consegue justificar em que medida esta reforma pode ser melhor para os trabalhadores e reformados. Pelo contrário, o governo usa retóricas e de desqualificar argumentos em vez que mostrar na prática as medidas que propõe. »

O governo garante que não há volta a dar e que vai avante com a reforma do sistema de pensões. Nas fileiras do partido d »A República em Marcha, partido no poder, os deputados tentam esconder as preocupações perante o movimento de greve « ilimitado ».

« Primeiro deixemo-nos de catastrofismos. Em França conhecemos bem as greve sociais, eu próprio participei em greves », afirma o deputado do partido, Julien Chavanne.

Na ala da maioria parlamentar há quem esteja menos confiante quanto à greve. « Estaríamos a mentir se falarmos de uma pequena greve sem importância. Quinta-feira à noite faremos um balanço completo desta manifestação e das consequências que tiveram para os trabalhadores e trabalhadoras que não vão poder ir trabalhar. Não podemos esquecer-nos deles », descreve o deputado do LREM, Bruno Questel.

Para muitos dos deputados do « em Marcha » esta vai ser primeira prova social, explica o deputado Laurent Saint-Martin. O deputado apoia os colegas do partido no poder e descreve uma situação « complicada que implica coragem e resistência e resiliência. Se não estivermos à altura disto mais vale parar imediatamente ».

Se o governo voltar atrás não será possível avançar com novas reformas. O segundo ato decisivo do quinquénio de Emmanuel Macron joga-se agora nesta reforma do sistema de pensões.

À procura de soluções

A greve nacional vai espalhar-se por todo o país e, quanto aos transportes públicos, o dia de quinta-feira vai dificultar os acessos aos locais de trabalho e escolas. Há quem já tenha previsto todos os cenários para chegar a horas ao trabalho e há quem, por prudência, prefira ficar em casa.

« Não estou a pensar ir trabalhar porque tenho um filho, caso consiga chegar ao trabalho e não consiga voltar para casa é impossível. Vivo em Argenteuil, tenho de apanhar quatro tipos de transportes diferentes, entre comboios e metro, nesta configuração é impossível », queixa-se esta cidadã.

Muitas pessoas decidiram ir para o trabalho de bicicleta, mas nem todos. É o caso de um estudante: « A minha mãe não me deixaria andar de bicicleta, então vou optar pelo Uber ou boleias… Vamos tentar assim. »

Ainda assim, muitos trabalhadores vão optar pelo automóvel ou trotinete. « Posso ir de carro ou de trotinete, vamos adaptar-nos. Posso ainda falar com o meu chefe e trabalhar a partir de casa. Posso trabalhar à distância », descreve um trabalhador em Paris.

Muitos outros têm medo de perder o trabalho. « Se aderirmos à greve não vai ser bem aceite pelo empregador, mas posso talvez tirar um dia de folga », explica este cozinheiro que vai apoiar os grevistas.

Sporting vence em Barcelos e mantém-se na luta na Taça da Liga

O Sporting venceu hoje em casa do Gil Vicente por 2-0, em jogo da segunda jornada do grupo C da Taça da Liga de futebol, mantendo assim esperanças de marcar presença na ‘final four’ da prova.

Numa altura em que o empate parecia inevitável, um livre cobrado por Bruno Fernandes, aos 89 minutos, colocou o Sporting em vantagem, tendo os ‘leões’ ampliado aos 90+4, por Vietto, numa altura em que já atuava com menos um elemento, depois da expulsão de Acuña, por acumulação de amarelos.

A vitória deixa o Sporting no terceiro lugar do grupo com três pontos, indo agora na terceira jornada a casa do Portimonense decidir a sua continuação em prova, num encontro em que precisa de vencer os algarvios, que comandam com quatro pontos, além de necessitar que o Rio Ave, que lidera a ‘poule’ a par da equipa de Portimão, não vença na receção ao Gil Vicente, equipa já sem hipóteses de seguir em frente.

 

 Resultados e classificações da terceira fase da Taça da Liga de futebol:

 

Grupo A:

 

– 2.ª jornada:

– Sábado, 05 out:

Paços de Ferreira – Marítimo, 1-1

– Segunda-feira, 07 out:

Penafiel – Sporting de Braga, 1-3

 

– 1.ª jornada (domingo, 13 out):

Sporting de Braga – Marítimo, 2-1

Penafiel – Paços de Ferreira, 1-2

 

Classificação: J V E D GOLOS P

1. Sporting de Braga 2 2 0 0 5-2 6

———————————————————

2. Paços de Ferreira 2 1 1 0 3-2 4

3. Marítimo 2 0 1 1 2-3 1

4. Penafiel 2 0 0 2 2-5 0

Por disputar:

 

– 3.ª jornada:

Sábado, 21 dez:

Marítimo – Penafiel, 15:00

Domingo, 22 dez:

Paços de Ferreira – Sporting de Braga, 17:00

 

Grupo B:

– 1.ª jornada:

– Quarta-feira, 25 set:

Benfica – Vitória de Guimarães, 0-0

– Sábado, 12 out:

Sporting da Covilhã – Vitória de Setúbal, 1-1

 

– 2.ª jornada:

– Terça-feira, 03 dez:

Sporting da Covilhã – Benfica, 1-1

 

– Quarta-feira, 04 dez:

Vitória de Setúbal – Vitória de Guimarães, 0-2

 

Classificação: J V E D GOLOS P

1. Vitória Guimarães 2 1 1 0 2-0 4

———————————————————

2. Sporting Covilhã 2 0 2 0 2-2 2

3. Benfica 2 0 2 0 1-1 2

4. Vitória Setúbal 2 0 1 1 1-3 1

 

Por disputar:

– 3.ª jornada (sábado, 21 dez):

Vitória de Setúbal – Benfica, 20:00

Vitória de Guimarães – Sporting da Covilhã, 20:00

 

Grupo C:

– 1.ª jornada:

 

– Quarta-feira, 25 set:

Gil Vicente – Portimonense, 1-2

 

– Quinta-feira, 26 set:

Sporting – Rio Ave, 1-2

 

– 2.ª jornada:

– Sábado, 05 out:

Portimonense – Rio Ave, 1-1

– Quarta-feira, 04 dez:

Gil Vicente – Sporting, 0-2

 

Classificação: J V E D GOLOS P

1. Portimonense 2 1 1 0 3-2 4

———————————————————

2. Rio Ave 2 1 1 0 3-2 4

3. Sporting 2 1 0 1 3-2 3

4. Gil Vicente 2 0 0 2 1-4 0

Por disputar:

 

– 3.ª jornada (sábado, 21 dez):

Portimonense – Sporting, 17:00

Rio Ave – Gil Vicente, 17:00

Grupo D:

 

– 1.ª jornada:

– Quarta-feira, 25 set:

FC Porto – Santa Clara, 1-0

 

– Sábado, 16 nov:

Casa Pia – Desportivo de Chaves, 0-1

 

– 2.ª jornada:

– Sexta-feira, 04 out:

Desportivo de Chaves – Santa Clara, 1-0

 

– Quarta-feira, 05 dez:

Casa Pia – FC Porto, 20:15

 

Classificação: J V E D GOLOS P

1. Desportivo Chaves 2 2 0 0 2-0 6

———————————————————

2. FC Porto 1 1 0 0 1-0 3

3. Santa Clara 2 0 0 2 0-2 0

4. Casa Pia 1 0 0 1 0-1 0

Falta disputar:

 

– 3.ª jornada (domingo, 22 dez):

Santa Clara – Casa Pia, 18:15

Desportivo de Chaves – FC Porto, 19:15

Nota: O primeiro classificado de cada grupo qualifica-se para a ‘final four’.

‘Final four’, no Estádio Municipal de Braga:

 

Meias-finais

 

– Terça-feira, 21 jan 2020:

1.º Grupo A – 1.º Grupo C

 

– Quarta-feira, 22 jan:

1.º Grupo B – 1.º Grupo D

 

Final

– Sábado, 25 jan:

Vencedor 1.ª meia-final – Vencedor 2.ª meia-final

 

Alfa/Lusa.

‘Póquer’ de Cardinal na vitória da seleção lusa de futsal sobre a França

A seleção portuguesa de futsal venceu hoje a França por 4-3, em jogo de preparação para a Ronda de Elite, depois de já ter vencido a seleção gaulesa por 2-1, na terça-feira, com quatro golos de Cardinal.

O avançado do Sporting inaugurou o marcador aos quatro minutos, com um potente remate colocado, mas a França empatou no mesmo minuto, por Nelson Lutin, a aproveitar uma perda de bola da defesa lusa.

Os franceses passaram para a frente do marcador aos sete minutos, por Landry N’Galla, após ganhar uma bola dividida com Nilson, mas Cardinal, com um toque subtil, restabeleceu a igualdade aos 13.

Na segunda parte, Cardinal apontou o terceiro tento da equipa das ‘quinas’ logo no primeiro minuto, e depois de duas bolas aos postes da baliza francesa, por Tiago Brito e Miguel Ângelo, aos 28 e 32 minutos, os franceses voltam a empatar por Souheil Mouhoudine.

O golo do triunfo dos lusos surgiria aos 35 minutos, pelo incontornável Cardinal a finalizar uma jogada de Ricardinho.

A seleção portuguesa realizou a sua última partida de preparação para a Ronda de Elite, que se disputa na Póvoa de Varzim entre 30 de janeiro e 02 de fevereiro de 2020, e que é a derradeira fase de qualificação para o , na Lituânia.

 

Alfa/Lusa.

Greves e manifestações paralisam França, Governo receia tumultos

Greves e manifestações paralisam França, Governo receia tumultos. Franceses preparam-se para viver com o país bloqueado a partir desta quinta-feira, devido a greves nos transportes e diversos outros sectores. Governo diz recear manifestações violentas

Alfa/Expresso. Por Daniel Ribeiro

Devido a greves contra um projeto governamental de revisão do sistema de pensões dos reformados franceses, as autoridades nacionais e regionais avisaram que o país vai conhecer uma “quinta-feira negra”, designadamente no sector dos transportes, onde comboios, metropolitanos e autocarros vão funcionar em geral a apenas 10% das suas capacidades habituais.

Os franceses preparam-se para alguns dias de caos porque as greves foram convocadas pelos sindicatos por tempo indeterminado.

Na zona de Paris, os habitantes tomaram medidas preventivas porque, sem transportes públicos, muitos não vão conseguir deslocar-se para os empregos e porque a circulação automóvel também foi desaconselhada.

Em Paris, as autoridades anunciaram o fecho de 11 das 16 linhas de metropolitano. Três vão funcionar em modo muito limitado (apenas nas horas de ponta) e só duas (as autónomas, sem motorista) « mais ou menos normalmente ».

O mesmo acontecerá na maioria das regiões francesas, dado que o movimento grevista foi decretado a nível nacional pelas principais centrais sindicais do país. Foram convocadas 270 manifestações em todo o país só para esta quinta-feira.

O Ministério do Interior indicou que prevê a infiltração de “extremistas” nos protestos e anunciou o reforço das forças de segurança nas principais cidades.

O movimento dos “coletes amarelos” também informou que vai apoiar as greves e convocou manifestações para o próximo sábado na capital.

A greve afeta sobretudo os transportes terrestres, mas também atinge aeroportos e outros sectores, como escolas, hospitais, função pública, docas e refinarias.

Os sindicatos protestam contra a revisão do atual sistema “participativo” das pensões de reforma em benefício de um outro “por pontos” acumulados durante o tempo de trabalho – a duração desse tempo passaria a definir o montante das pensões dos aposentados.

Em causa está igualmente a intenção do Governo de avançar para um “sistema único e universal” para acabar com os 42 regimes especiais que atualmente existem em França e que permitem atingir a idade da reforma de forma variável e com níveis diferentes de valores das pensões.

Os sindicatos dizem que o projeto do Governo vai alterar a idade legal de partida para a reforma, que é atualmente alguns meses depois dos 62 anos, e receiam que o Executivo pretenda reduzir os montantes das pensões.

O Governo responde que pretende um sistema “mais justo, mais legível e mais simples para toda a população” e sublinha que pretende que “cada euro descontado por cada trabalhador dê os mesmos direitos a todos”.

A greve foi marcada há várias semanas e as negociações entre sindicatos e Governo foram inconclusivas, resultando num impasse e num braço de ferro que se anuncia duro já a partir da noite desta quarta-feira. (Foto arquivo AFP)