Real Madrid frente a Juventus nos quartos de final

Real Madrid frente a Juventus nos quartos de final

O Real Madrid, bicampeão europeu em título e 12 vezes vencedor da prova, defronta os italianos da Juventus nos quartos de final da Liga dos Campeões em futebol, ditou o sorteio hoje realizado em Nyon, na Suíça.

No que será a reedição da final de 2016/17, a formação em que alinha o português Cristiano Ronaldo joga a primeira mão em Turim, a 03 ou 04 de abril, e a segunda no Santiago Bernabéu, em Madrid, a 10 ou 11.

O sorteio dos ‘quartos’ ditou ainda um duelo inglês, entre Liverpool e Manchester City, enquanto o FC Barcelona mede forças com a Roma e o Bayern Munique com o Sevilha. Alfa/Lusa.

Rúben Dias é novidade nos eleitos de Portugal

O central benfiquista Rúben Dias é a grande novidade nos 25 convocados do selecionador português de futebol, Fernando Santos, para os encontros particulares com Egito (23 de março) e Holanda (26), marcados para a Suíça.

Além do jovem futebolista ‘encarnado’, que nunca tinha sido chamado à seleção ‘AA’, são novidades, em relação aos últimos jogos de qualificação, em outubro, os defesas João Cancelo, Rolando, Fábio Coentrão e Raphaël Guerreiro e os médios Rúben Neves, Adrien Silva e Manuel Fernandes.

Rolando foi chamado pela primeira vez na ‘era’ Fernando Santos, enquanto João Cancelo, Ruben Neves e Manuel Fernandes já tinham estados nos particulares com a Arábia Saudita e os Estados Unidos, realizados em novembro.

No que respeita a baixas, destaque para as de Pepe, Nélson Semedo, Danilo Pereira e Renato Sanches, todos lesionados, bem como do ‘herói Éder, autor do golo que deu a Portugal o título europeu em 2016, na final com a França (1-0, após prolongamento).

O ‘duelo’ com o Egito está agendado para 23 de março, em Zurique, na Suíça, e o embate com a Holanda será três dias depois, em Genebra, igualmente em solo helvético.

Depois destes dos particulares, Portugal já tem agendados mais três, a 28 de maio, com a Tunísia, em Braga, a 02 de junho, na Bélgica, e a 07 de junho, com a Argélia, em solo luso.

A 09 de junho, a comitiva lusa parte para a Rússia, onde se estreia no Mundial2018 a 15 de junho, frente à Espanha. A 20, mede forças com Marrocos e a 25 com o Irão, de Carlos Queiroz, em encontros do Grupo B. Alfa/Lusa.

Lista dos 25 convocados.

– Guarda-redes: Rui Patrício (Sporting), Beto (Göztepe, Tur) e Anthony Lopes (Lyon, Fra).

– Defesas: Cédric Soares (Southampton, Ing), José Fonte (Dalian Yifang, Chn), Bruno Alves (Glasgow Rangers, Esc), João Cancelo (Inter de Milão, Ita), Rolando (Marselha, Fra), Rúben Dias (Benfica), Fábio Coentrão (Sporting) e Raphaël Guerreiro (Borussia Dortmund, Ale).

– Médios: William Carvalho (Sporting), João Moutinho (Mónaco, Fra), André Gomes (FC Barcelona, Esp), João Mário (West Ham, Ing), Bruno Fernandes (Sporting), Rúben Neves (Wolverhampton, Ing), Adrien Silva (Leicester, Ing) e Manuel Fernandes (Lokomotiv Moscovo, Rus).

– Avançados: Bernardo Silva (Manchester City, Ing), Gelson Martins (Sporting), André Silva (AC Milan, Ita), Cristiano Ronaldo (Real Madrid, Esp), Ricardo Quaresma (Besiktas, Tur) e Gonçalo Guedes (Valência, Esp).

Portugal continua em terceiro lugar no ‘ranking’ da FIFA

A seleção portuguesa manteve o terceiro lugar – a melhor classificação de sempre – no ‘ranking’ da FIFA, que foi hoje divulgado pelo organismo regulador de futebol e continua a ser liderado pela campeã mundial Alemanha.

Apesar de ter reduzido de 10 para apenas um ponto a distância para Portugal, a Argentina, vice-campeã do mundo em título, mantém-se na quarta posição da tabela, ambos relativamente longe do Brasil, segundo classificado, e da líder Alemanha.

A única alteração entre os 10 primeiros posicionados passou pela subida da Polónia do sétimo para o sexto lugar, em igualdade pontual com a Espanha, ambos atrás da Bélgica, que ocupa o quinto posto.

A seleção portuguesa ocupa o terceiro lugar da hierarquia da FIFA desde 14 de setembro de 2017, a melhor classificação de sempre, que já tinha atingido em 2010, 2012 e 2014.

O Irão, treinado pelo português Carlos Queiroz, manteve-se em 33.º, enquanto o Burkina Faso, cujo selecionador é o português Paulo Duarte, subiu um lugar, para 56.º, continuando Cabo Verde a assumir-se como o melhor dos países de expressão portuguesa, depois do Brasil, em 61º. Alfa/Lusa.

– ‘Ranking’ da FIFA em 15 de março:

1. (1) Alemanha, 1.609 pontos.

2. (2) Brasil, 1.489.

3. (3) Portugal, 1.360.

4. (4) Argentina, 1.359.

5. (5) Bélgica, 1.337.

6. (7) Polónia, 1.228.

6. (6) Espanha, 1.228.

8. (8) Suíça, 1.197.

9. (9) França, 1.185.

10. (10) Chile, 1.161.

(…)

61. (62) Cabo Verde, 539.

96. (94) Guiné-Bissau, 368.

105. (107) Moçambique, 317.

141. (141) Angola, 210.

179. (179) São Tomé e Príncipe, 94.

186. (186) Macau, 65.

190. (191) Timor-Leste, 44.

Portugal continua em terceiro lugar no ‘ranking’ da FIFA

A seleção portuguesa manteve o terceiro lugar – a melhor classificação de sempre – no ‘ranking’ da FIFA, que foi hoje divulgado pelo organismo regulador de futebol e continua a ser liderado pela campeã mundial Alemanha.

Apesar de ter reduzido de 10 para apenas um ponto a distância para Portugal, a Argentina, vice-campeã do mundo em título, mantém-se na quarta posição da tabela, ambos relativamente longe do Brasil, segundo classificado, e da líder Alemanha.

A única alteração entre os 10 primeiros posicionados passou pela subida da Polónia do sétimo para o sexto lugar, em igualdade pontual com a Espanha, ambos atrás da Bélgica, que ocupa o quinto posto.

A seleção portuguesa ocupa o terceiro lugar da hierarquia da FIFA desde 14 de setembro de 2017, a melhor classificação de sempre, que já tinha atingido em 2010, 2012 e 2014.

O Irão, treinado pelo português Carlos Queiroz, manteve-se em 33º, enquanto o Burkina Faso, cujo selecionador é o português Paulo Duarte, subiu um lugar, para 56º, continuando Cabo Verde a assumir-se como o melhor dos países de expressão portuguesa em África, em 61º.

Alfa/Lusa.

– ‘Ranking’ FIFA de 15 de março:

1. (1) Alemanha, 1.609 pontos.

2. (2) Brasil, 1.489.

3. (3) Portugal, 1.360.

4. (4) Argentina, 1.359.

5. (5) Bélgica, 1.337.

6. (7) Polónia, 1.228.

6. (6) Espanha, 1.228.

8. (8) Suíça, 1.197.

9. (9) França, 1.185.

10. (10) Chile, 1.161.

(…)

61. (62) Cabo Verde, 539.

96. (94) Guiné-Bissau, 368.

105. (107) Moçambique, 317.

141. (141) Angola, 210.

179. (179) São Tomé e Príncipe, 94.

186. (186) Macau, 65.

190. (191) Timor-Leste, 44.

Os nórdicos são os mais felizes do mundo

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Países nórdicos ocupam os primeiros quatro lugares da tabela. Top 6 é inteiramente europeu. Portugal é 77°, depois de uma subida de 12 posições. A França está no 23° lugar.

A Finlândia é o país mais feliz do mundo, ultrapassando a Noruega no relatório da Felicidade Mundial, das Nações Unidas. Portugal sobre 12 lugares e está agora em 77 entre os 156 territórios.

Até ao sexto lugar só aparecem países europeus e do norte: Finlândia, Noruega, Dinamarca, Islândia, Suíça e Holanda. O Canadá é o primeiro não europeu a aparecer na lista das Nações Unidas. O país mais infeliz do mundo é o Burundi, a braços com uma guerra civil, limpezas étnicas e golpes de estado. Juntamente com o Ruanda, Iémen, Tanzânia, Sudão do Sul e a República Centro Africana completam o grupo de nações mais infelizes do que a Síria, onde a guerra, que dura há sete anos, já matou mais de 511 mil pessoas.

A Finlândia chega ao primeiro lugar depois de conquistado a nomeação para melhor governo, país mais estável e mais seguro. Pela primeira vez, as Nações Unidas avaliaram o nível de felicidade dos imigrantes. Também aqui, os finlandeses pontuaram mais alto.

Portugal subiu doze posições e passou do 89º lugar para 77º. O fim da crise e do programa de assistência são um dos motivos para essa subida, aponta o relatório.

A França subiu 8 lugares e encontra-se agora na 23ª posição.

O sucesso dos países nórdicos neste índice tem a ver com os rendimentos da população, esperança de vida saudável, apoio social, liberdade, confiança e generosidade.

Os EUA foram este ano, mais uma vez, alvo de um capítulo especial. Este ano, reflete sobre a crise na saúde e o paradoxo de Easterlin (fatores-chave para a felicidade, enunciados por Richard Easterlin, em 1974). No relatório, fica visível a queda dos EUA no ranking: de 14º lugar, em 2017, para 18.º, em 2018.

 

Alfa/DN

Portugal/Incêndios: Abertura de mais 3.600 kms de faixas cobre quase metade da rede total

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O secretário de Estado das Florestas revelou que a abertura de mais 3.600 quilómetros de faixas anti-fogo vai elevar para 40% a cobertura da rede nacional de « estradões » prevista pelo Governo, para executar nos próximos três anos.

« Nós tínhamos aberto, dos 11.000 quilómetros que estão planeados, apenas 1.000, passamos agora para mais 3.600 quilómetros o que significa que vamos passar de 10% para cerca de 40% do total planeado », disse Miguel Freitas aos jornalistas, à margem da conferência « Inova Algarve », que arrancou esta quinta-feira em Loulé.

O objetivo, acrescentou o secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, é nos próximos três anos « continuar a trabalhar » para que toda aquela rede « esteja infraestruturada », prevendo-se que, até 31 de maio, esteja concluída a faixa de 3.600 quilómetros, 2.400 dos quais atravessam áreas privadas.

Segundo o governante, o objetivo, este ano, « é infraestruturar tudo aquilo que são as zonas prioritárias, isto é, aquelas zonas que não arderam e que este ano estão em maior risco », frisando que este trabalho não se esgota a 31 de maio e que continuará a ser feito até ao final do ano.

Miguel Freitas mostrou-se confiante nas negociações com as autarquias e as sete organizações de produtores florestais existentes no país para abrir « estradões » de defesa da floresta contra o fogo nos terrenos privados, lembrando que está a decorrer uma campanha de sensibilização para explicar os objetivos do plano.

« Os municípios vão lançar editais que vão estipular em que zonas estas faixas vão ser percorridas, vai haver uma negociação com os proprietários e, em conjunto com o Governo, encontraremos todas as soluções para que estas faixas sejam feitas », declarou.

O governante observou que estas faixas são « essenciais » não só por travarem o fogo, mas também por permitirem que haja mais acesso para os bombeiros aos pontos « mais difíceis » da floresta.

« É muito importante, depois da tragédia de 2017, que isso não se repita e que todos façam esse esforço », concluiu.

O primeiro-ministro anunciou hoje o lançamento de um concurso para a construção de “grandes estradões”, que consistem na construção de faixas de gestão de combustível contra os incêndios florestais, plano também revelado na edição de hoje do jornal « Público ».

António Costa também anunciou esta manhã que o Governo vai aprovar hoje um decreto-lei para que não sejam aplicadas coimas relativas à limpeza das matas se estas estiverem concluídas até junho.

Perante o incumprimento dos proprietários do prazo de 15 de março, as Câmaras Municipais têm de garantir, até 31 de maio, a realização de todos os trabalhos de gestão de combustível.

De forma a assegurarem o pagamento das despesas dos trabalhos de limpeza de terrenos, os municípios podem aceder, até 30 de setembro, a uma linha de crédito de 50 milhões de euros.

Alfa/LUSA

PSD. Novo líder Rui Rio vira a página Passos Coelho

PSD. Novo líder Rui Rio vira a página Passos Coelho

37º Congresso do PSD vira a página Pedro Passos Coelho. Novo líder, Rui Rio disponível para « entendimentos » sobre matérias estruturais. Novo líder social-democrata lança « desafio » ao Governo e partidos para a reforma da Segurança Social e dá prioridade, no discurso de encerramento do congresso, à demografia, saúde e educação. Rio voltou a afirmar a abertura para acordos estruturais, destacando a necessidade de reforma do Estado. Um discurso em que o PSD deixou de falar do passado.
Alfa/Expresso, por Filipe Santos Costa

Prioridade ao social:

As questões sociais que afligem a classe média foram a grande prioridade de Rui Rio no discurso com que encerrou este domingo o congresso da sua consagração.

O novo líder do PSD colocou o enfoque nas questões demográficas e na desertificação do Interior, e deu grande atenção aos problemas que atingem o Serviço Nacional de Saúde e aos maus resultados das reversões da atual maioria na área da Educação. E deixou um « desafio » ao governo e aos restantes partidos para a reforma da Segurança Social.

« Os objetivos de natureza social são a meta que nos tem de orientar », começou por dizer Rio, com a promessa de « governar para as pessoas ». « A par de uma luta estruturado contra a pobreza, um partido social-democrata tem na classe média o principal foco da sua ação », insistiu o novo líder social-democrata.

Fazendo eco do que disse no primeiro discurso do congresso que o entronizou como presidente do PSD, Rio voltou ainda a afirmar a disponibilidade para procurar acordos de regime. O primeiro que citou foi a Segurança Social, mas acrescentou outros, a começar pela reforma do Estado, com descentralização e desconcentração da máquina do Estado (mas sem nunca falar de regionalização). E ainda citou a Justiça, a Defesa e a Segurança como áreas de soberania em que o país « tem vindo a acumular deficiências.

PRIORIDADE AO SOCIAL, COM AVISOS
O enfoque do discurso de Rui Rio nas questões sociais incluiu uma espécie de mea culpa em relação à governação de Passos Coelho. « O programa de ajustamento que Portugal foi obrigado a cumprir afetou particularmente a classe média, tendo colocado na sua franja inferior muitos portugueses que se viram a braços com dificuldade que nunca antes tinham conhecido ». Foi a partir deste pressuposto que Rio prometeu « reforçar a qualidade e o nível de vida desses portugueses », com ambição na criação de riqueza, mas também « a grandeza de só distribuir o que sabemos que é verdadeiramente sustentável ».

Sempre que prometeu, Rio também avisou. Como nesta passagem: « Governar para as pessoas não é apenas distribuir simpatias e conceder-lhes cada vez mais direitos. Quantas vezes governar para as pessoas não passa por definir primeiro as obrigações que permitem a constituição dos direitos que pretendemos conquistar? »

A prioridade às questões sociais levou Rio a colocar no topo da sua agenda duas questões ligavas à evolução demográfica do país: a fraca natalidade e o apoio à terceira idade. Falou na necessidade de « medidas urgentes e eficazes », depois de « identificar e sistematizar » as razões da atual situação.

SEGURANÇA SOCIAL, SAÚDE E EDUCAÇÃO
A primeira prioridade traçada por Rui Rio para reformas estruturais foi a Segurança Social. Assumiu a palavra: « desafio » ao governo, partidos e parceiros sociais. « É imprescindível pensar globalmente o sistema, as suas prioridades e os efeitos que se pretendem sobre a economia », e « atuar enquanto é tempo », avisou o líder laranja. « Impõe-se, por isso, uma reforma que confira justiça, racionalidade económica e sustentabilidade à nossa Segurança Social ».

Por outro lado, a área da saúde foi apontada como exemplo claro daquilo em que « a atual solução governativa não tem tido capacidade para dar uma resposta capaz aos anseios das populações ».

E a Educação foi a outra área de políticas sociais em que Rio apontou o falhanço da maioria de esquerda. E fez, neste caso, um raro elogio às políticas do governo de coligação PSD-CDS. « O que na prática se tem andado a fazer é verter alguns avanços significativos que o país já tinha conseguido », frisou Rio, elogiando o « progresso evidente » dos anos anteriores à entrada em cena da « geringonça ». « Reverte-se, subverte-se é lança-se a instabilidade nas escolas, só porque se teima que tudo tem de mudar », acusou o presidente social-democrata.

E SE O TRIBUNAL CONSTITUCIONAL FOSSE EM COIMBRA?
A referência de Rio à herança deixada pelo PSD na educação foi caso único num discurso em que o passado deixou de existir. Se Passos vivia agarrado ao que fez, ao que conseguiu e ao que conseguiria se…, Rio recentrou o PSD no futuro.

Aliás, esse foi o mote para a crítica à política económica do Executivo de António Costa, « um governo incapaz de conseguir governar tendo o futuro como prioridade nacional » e sem condições de « levar a cabo políticas públicas capazes de induzir o crescimento económico ».

Por falar em futuro, Rio teve uma espécie de visão, quando falava da necessidade de repensar o território, descentralizando e desconcentrando organismos públicos. « Será que o Tribunal Constitucional ou a Provedoria de Justiça não poderiam estar localizamos, por exemplo, em Coimbra? », questionou. E foi um dos momentos em que ouviu aplausos.

O ESTRANGULAMENTO DA JUSTIÇA… SEM MAIS COMENTÁRIOS
O discurso de 18 páginas (exatamente o mesmo número de paginas do discurso inicial…) ainda passou pela Justiça, Defesa Nacional e Segurança Interna, « claramente áreas em que Portugal tem vindo a acumular deficiências », mas sem ir a detalhes.

Apesar de ter como vice-presidente a ex-bastonária da Ordem dos Advogados Elina Fraga, com todo o seu repertório de pensamento sobre o estado da Justiça, Rio não se expandiu neste ponto. Mas identificou-o como um dos « estrangulamentos » a que o país precisa de responder.

E retomou, por isso, a disponibilidade para reformas estruturais, como havia feito no discurso de sexta-feira à noite, para responder à estrangulamentos que « não são passíveis de serem resolvidos sem a colaboração de todos ».

O CUMPRIMENTO A ASSUNÇÃO, A EX-MINISTRA
Sendo um discurso mais programático do que o de abertura do congresso, só no final Rio reiterou o desejo de « ganhar as próximas eleições e liderar um governo capaz de substituir uma solução governativa ancorada em contradições estruturalmente insuperáveis ». Falou em « trabalhar numa alternativa social-democrata », mas nada disse sobre incluir, nessa alternativa, o CDS, parceiro habitual de governo.

Assunção Cristas ouvia-o na primeira fila, à direita, do ponto de vista Rui Rio. Não teve direito a mais do que um rápido « cumprimento especial », no início da intervenção. « Dirijo um cumprimento especial à Dra. Assunção Cristas, presidente do CDS-PP, que muito nos honra com a sua presença neste congresso, e com quem tive a honra de trabalhar enquanto presidente da Câmara Municipal do Porto. » Assunção era, nessa altura, ministra do Governo de Passos. Mas há coisas de que é melhor nem falar…

Franceses são os estrangeiros que mais casas compram em Portugal

Brasileiros compram cada vez mais casas em Portugal, mas franceses lideram e preferem o Algarve: 
Alfa/Expresso, por Vítor Andrade

Os cidadãos de origem francesa continuam no topo da lista dos estrangeiros que mais investem no imobiliário em Portugal (representam 29% do total). No entanto, o investimento brasileiro ganha cada vez mais expressão no mercado nacional, representando já cerca de 19% da compra de casas por estrangeiros em Portugal. Seguem-se os ingleses (11%), os chineses (9%) e os angolanos (7,5%).

Os dados, hoje divulgados pela APEMIP – Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, revelam ainda que em 2017, o investimento estrangeiro para compra de habitação em Portugal teve uma representatividade na ordem dos 20%.

Segundo aquela associação, em Lisboa e no Porto, são já os brasileiros que dominam a compra de casas por estrangeiros (com uma representatividade de 24% e 27%, respetivamente). No Algarve, porém, são os franceses que ocupam os lugares cimeiros.

Quanto ao tipo de apartamentos, a APEMIP garante que os T2 e os T3 são as tipologias mais compradas por estrangeiros e que Lisboa, Porto e Algarve continuam a ser as regiões mais procuradas pelos investidores internacionais que apostam na compra de habitação em Portugal.

TRUMP TAMBÉM ESTÁ A EMPURRAR BRASILEIROS PARA PORTUGAL
Luís Lima, presidente da APEMIP, sublinha que a instabilidade política, social e económica que o Brasil atravessa está na origem de muitas das decisões de compra de casa em Portugal pelos naturais daquele país. Mas há mais. Segundo Luís Lima, a eleição de Donald Trump, nos Estados Unidos da América, também está a fazer com que muitos brasileiros que haviam investido no Estado da Florida, como é tradicional, procurassem alternativas seguras, como o imobiliário português.

O responsável da APEMIP nota ainda que, apesar de os chineses já representam 9% do total das vendas de imobiliário a estrangeiros, « não podemos deixar de realçar a quebra deste investimento no panorama nacional. É necessário que os procedimentos do programa de Autorização de Investimento para Atividades de Investimento sejam rapidamente normalizados, para evitar eventuais impactos negativos e desconfianças que os atrasos (na emissão e renovação de vistos) que hoje se verificam possam ter junto destes cidadãos ».

Por outro lado, Luís Lima garante que há cada vez mais investidores estrangeiros interessados em apostar na compra de casa em locais fora das rotas habituais. « Muitos, porque têm laços familiares que os unem a determinadas regiões do país, outros porque procuram alternativas de investimento através da aposta no Turismo Rural, por exemplo ». E conclui referindo que as perspetivas são boas, e trarão também àquelas regiões novas dinâmicas económicas que promoverão o seu desenvolvimento ».

Frederico Morais avança para a terceira ronda na Gold Coast

O português Frederico Morais qualificou-se hoje para a terceira ronda do Quiksilver Pro Gold Coast, ao vencer o havaiano Ezekiel Lau na repescagem da primeira etapa do circuito mundial de surf.

 

No sétimo ‘heat’ da segunda eliminatória, Frederico Morais, 14.º do mundo em 2017, somou 12,16 pontos (5,83 e 6,33), contra os 9,9 (4,23 e 5,67) de Lau.

Na terceira ronda, ‘Kikas’ vai defrontar na oitava bateria Kanoa Igarashi, que cumpre a primeira prova como japonês, depois de ter iniciado a carreira sob a bandeira dos Estados Unidos.

O bicampeão do mundo John John Florence ‘caiu’ na repescagem da prova australiana, frente ao jovem anfitrião de 21 anos Mikey Wright. O irmão mais novo de Owen Wright e Tyler Wright, campeã mundial em 2016 e 2017, vai agora defrontar o brasileiro Gabriel Medina, vencedor do circuito em 2015.

Além da derrota do havaiano, destaque ainda para a eliminação do australiano Matt Wilkinson, quinto em 2017, frente ao sul-africano Michael February, que substituiu o norte-americano e 11 vezes campeão do mundo Kelly Slater, devido a lesão. Alfa/Lusa.

Sporting afasta Plzen no prolongamento e atinge quartos

Sporting afasta Plzen no prolongamento e atinge quartos

Um golo de Rodrigo Battaglia, aos 105+2, permitiu ao Sporting apurar-se para os quartos de final da Liga Europa de futebol, depois de ter chegado aos 90 a perder por 2-0 frente aos checos do Viktoria Plzen.

Os ‘leões’, que se deslocaram à República Checa com uma vantagem de 2-0, viram cedo a mesma reduzida para um, depois de Bakos, aos seis minutos, inaugurar o marcador, tendo o mesmo jogador, aos 65, empatado a eliminatória.

A equipa ‘leonina’, que conhece na sexta-feira o seu adversário nos quartos de final, durante o sorteio que decorrerá em Nyon, na Suíça, arrumou com a eliminatória no segundo minuto de descontos da primeira parte do prolongamento, com um golo do argentino Battaglia, na sequência de um canto apontado por Bruno Fernandes. Alfa/Lusa.

Apurados para os quartos-de-final da Liga Europa:

SPORTING (eliminou Viktoria Plzen)

Atlético de Madrid (eliminou Lokomotiv Moscovo)

Lázio (eliminou Dínamo Kiev)

RB Leipzig (eliminou Zenit)

Marselha (eliminou At. Bilbao)

Arsenal (eliminou Milan)

Salzburgo (eliminou Borussia Dortmund)

CSKA Moscovo (eliminou Lyon).

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