Morreu cientista que tornou popular o termo « aquecimento global »

O cientista que fez soar os primeiros alarmes sobre as alterações climáticas e tornou popular o termo « aquecimento global », Wallace Smith Broecker, morreu aos 87 anos, foi hoje anunciado.

 

 

O antigo professor e investigador da Universidade de Columbia morreu esta segunda-feira num hospital em Nova Iorque, segundo um porta-voz da instituição.

Num artigo de 1975, Broecker previu que o aumento dos níveis de dióxido de carbono na atmosfera iriam conduzir à subida das temperaturas e introduziu, assim, no uso comum a expressão « aquecimento global ».

Mais tarde, foi o primeiro cientista a reconhecer aquilo a que chamou a « correia transportadora oceânica, uma rede global de correntes que afeta tudo, desde a temperatura do ar até aos padrões da chuva.

« Wally era único, brilhante e combativo », disse o professor da Universidade de Princeton Michael Oppenheimer

« Não se deixou enganar pelo resfriamento dos anos 70. Viu claramente um aquecimento sem precedentes, agora patente, e deixou claro o seu ponto de vista, mesmo quando poucos estavam dispostos a ouvir », frisou.

Nascido em 1931, em Chicago, Broecker recebeu a Medalha norte-americana de Ciência em 1996 e foi membro da Academia de Ciências dos Estados Unidos. Também serviu como coordenador de investigação do Projeto Biosfera 2, no estado do Arizona.

Juntou-se ao corpo docente da Universidade Columbia em 1959, passando a maior parte do seu tempo no laboratório daquela universidade em Palisades, Nova Iorque.

Alfa/Lusa.

Morreu o lusodescendente protagonista da famosa foto do beijo em Times Square

GABRIEL BOUYS/GETTY

Alfa/Expresso

George Mendonsa morreu aos 95 anos nos EUA. Antigo marinheiro que beijou uma mulher vestida de enfermeira em Times Square, no final da Segunda Guerra, era filho de portugueses

George Mendonsa, o marinheiro lusodescendente que protagonizou a famosa imagem do beijo em Times Square, morreu este domingo em Rhode Island, dois dias antes de completar 96 anos.

A notícia foi avançada pela filha, Sharon Molleur, que disse recordar aquela fotografia com muito orgulho e carinho. “Quando olho para a fotografia, penso no serviço do meu pai e o quanto feliz estava pelo final da Segunda Guerra Mundial”, afirmou Sharon Molleur em entrevista à CNN.

Segundo a filha, as cerimónias fúnebres do antigo veterano serão realizadas na cidade natal do pai, Middletown, no estado norte-americano de Rhode Island. Os pais eram portugueses e viviam da atividade piscatória.

Aos 95 anos, George Mendonsa encontrava-se numa casa de repouso com a sua mulher, de 70 anos, onde acabou por falecer após sofrer uma queda.

Foi no dia 14 de agosto de 1945 – quando o Japão se rendeu – que o marinheiro lusodescendente saiu do anonimato depois de ter beijado a assistente austríaca de uma clínica dentária, Greta Friedman, em Times Square, para festejar o fim da Segunda Guerra Mundial. Esse momento foi capturado pela lente do fotógrafo Alfred Eisenstaedt e publicado posteriormente na revista « Life », tornando-se numa das fotografias mais famosas do século XX.

Depois de vários anos de dúvidas, foi possível apurar a identidade dos dois protagonistas do beijo através de técnicas de reconhecimento facial. Inicialmente pensava-se que a mulher era uma enfermeira, devido ao seu uniforme.

Embora a imagem se tenha tornado icónica, esse momento ficou também envolvido em polémica face a acusações de assédio sexual, uma vez que o beijo não terá sido consentido por parte de Greta Friedman.

Em entrevista a vários media norte-americanos, George Mendonsa confessou que tinha bebido álcool na altura e que não resistiu em beijar a primeira mulher que lhe apareceu à frente para festejar o fim da II Guerra. “O entusiasmo pelo facto de a Guerra chegar ao fim a juntar ao facto de eu ter bebido um pouco… assim que vi a aparente enfermeira, agarrei-a e beijei-a”, explicou mais tarde o antigo veterano, sublinhando que tinha tido nesse dia um primeiro encontro com aquela que se viria a tornar a sua mulher.

A outra protagonista da foto, Greta Friedman morreu em 2016, aos 92 anos, no estado norte-americano da Virgínia, na sequência de uma pneumonia.

Três portugueses morreram num acidente de viação na Holanda

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Três portugueses morreram no domingo num acidente de viação em Rosmalen, na Holanda, confirmou hoje à agência Lusa a Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas.

 

 

Os portugueses, um homem e duas mulheres com cerca de 20 anos, morreram em consequência de um despiste da viatura em que seguiam naquela localidade.

Fonte da Secretaria de Estado referiu à Lusa que a embaixada de Portugal em Haia está já em contacto com as famílias das vítimas, mas não especificou de onde eram originárias e se residiam na Holanda.

A notícia da morte dos três portugueses foi avançada pela publicação holandesa Brabants Dagblad, segundo a qual os três portugueses viviam em Nuland e trabalhavam numa empresa transportadora em Eindhoven.

Segundo este meio de comunicação holandês, o veículo onde os três portugueses seguiam despistou-se e incendiou-se.

Alfa/Lusa.

Benfica vence nas Aves (0-3) e segue a um ponto do FC Porto

O Benfica somou a sétima vitória seguida na I Liga portuguesa de futebol, ao vencer na visita ao Desportivo das Aves, por 3-0, e manteve a distância para o líder FC Porto.

No fecho da 22.ª jornada, o suíço Seferovic inaugurou o marcador aos 03 minutos, fazendo o 14.º golo no campeonato – décimo nas últimas sete jornadas – para igualar Bas Dost (Sporting) e Dyego Sousa (Braga) no topo da lista.

Rafa ampliou a diferença antes do intervalo (36) e Ferro fixou o resultado na segunda parte (56). Pouco depois de fazer o 3-0, o defesa central ‘encarnado’ foi expulso por derrubar um adversário que seguida isolado.

Com esta vitória, quatro dias depois do triunfo de Istambul sobre o Galatasaray (1-0), na primeira mão dos 16 avos de final da Liga Europa, o Benfica passou a somar 53 pontos, menos um do que o FC Porto, que abriu a jornada na sexta-feira a bater o Vitória de Setúbal (2-0).

A equipa de Bruno Lage consolidou a sua posição, agora com quatro pontos de avanço sobre o Sporting de Braga, que saiu derrotado por 2-0, no domingo, na deslocação ao terreno do Sporting, quarto classificado, com 45 pontos.

Resultados da 22.ª jornada da I Liga de futebol:

– Sexta-feira, 15 fev:

Rio Ave – Santa Clara, 1-2 (1-1 ao intervalo)

– Sábado, 16 fev:

Nacional – Feirense, 4-0 (1-0)

Vitória de Guimarães – Portimonense, 2-0 (1-0)

FC Porto – Vitória de Setúbal, 2-0 (1-0)

– Domingo, 17 fev:

Moreirense – Tondela, 2-0 (1-0)

Belenenses – Marítimo, 0-1 (0-0)

Desportivo de Chaves – Boavista, 1-1 (1-0)

Sporting – Sporting de Braga, 3-0 (1-0)

– Segunda-feira, 18 fev:

Desportivo das Aves – Benfica, 0-3 (0-2)

Programa da 23ª jornada:

– Sexta-feira, 22 fev:

Sporting de Braga – Belenenses, 20:00

Tondela – FC Porto, 22.15

– Sábado, 23 fev:

Feirense – Moreirense, 16:30

Portimonense – Desportivo das Aves, 19:00

Vitória de Setúbal – Vitória de Guimarães, 21:30

– Domingo, 24 fev:

Santa Clara – Nacional, 14:30 locais (16:30, horas de Paris)

Boavista – Rio Ave, 18:30

– Segunda-feira, 25 fev:

Marítimo – Sporting, 20:00

Benfica – Desportivo de Chaves, 22:15

Alfa/Lusa.

Alterações climáticas vão gerar verões tempestuosos e abafados

As alterações climáticas estão a mudar a energia na atmosfera, levando a verões mais tempestuosos, mas também a longos períodos quentes e abafados, com implicações na qualidade do ar, segundo um estudo hoje divulgado.

O estudo, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, Estados Unidos, (MIT na sigla original), constata que o aumento da temperatura global alimenta as tempestades com mais energia, mas que a circulação do ar vai estagnar em regiões do hemisfério norte, incluindo a América do Norte, a Europa e a Ásia.

De acordo com os cientistas, o aumento da temperatura, principalmente do Ártico, está a redistribuir a energia na atmosfera, colocando mais energia nas tempestades e menos nos ciclones extra-tropicais de verão, que circulam por milhares de quilómetros e que estão associados a ventos e a frentes que geram chuva.

“Os ciclones extra-tropicais ventilam o ar e dispersam a poluição, por isso, com ciclones extra-tropicais mais fracos no verão estamos perante um potencial para dias de qualidade do ar mais pobre nas áreas urbanas”, disse um dos autores do estudo, Charles Gertler, acrescentando que se caminha para verões com tempestades mais destrutivas e muitos dias mais quentes e abafados.

Com os resultados publicados na revista científica “Proceedings of the National Academy of Sciences”, a publicação oficial da Academia de Ciências dos Estados Unidos, os autores dizem que os ventos associados aos ciclones extra-tropicais diminuíram devido às alterações climáticas.

Os ciclones extra-tropicais são grandes sistemas meteorológicos que geram mudanças rápidas de temperatura e de humidade e podem estar associados a nuvens, chuva e vento.

Quanto maior as diferenças de temperatura entre, por exemplo, o Ártico e o Equador mais forte será um ciclone. Como nas últimas décadas o Ártico aqueceu mais depressa do que o resto da Terra, diminuíram as diferenças de temperatura.

O que os cientistas fizeram foi investigar como é que isso afetou a energia disponível na atmosfera e descobriram que desde 1979 que a energia disponível para os ciclones extra-tropicais em larga escala diminuiu 6%, enquanto a energia que pode alimentar tempestades menores e mais locais aumentou em 13%.

Alfa/Lusa.

Emigrantes enviam para Portugal quase 6 mil euros por minuto. O valor mais alto de sempre

O valor mais alto de sempre. Um trabalho do Expresso-Diário que pode ler na íntegra em expresso.pt.

Há cerca de dois milhões de portugueses a viver no estrangeiro e as suas transferências para as famílias em Portugal têm vindo a aumentar nos últimos anos <span class="creditofoto">Foto Ana Baião</span>

Há cerca de dois milhões de portugueses a viver no estrangeiro e as suas transferências para as famílias em Portugal têm vindo a aumentar nos últimos anos FOTO ANA BAIÃO

As remessas bateram no valor mais alto de sempre. Suíça, Reino Unido e Angola estão entre os países de origem que registaram os maiores aumentos. Relatório do Observatório da Emigração publicado esta segunda-feira atualiza ainda as estatísticas da saída de portugueses: 85 mil deixaram o país em 2017

TEXTO RAQUEL ALBUQUERQUE/Expresso-Diário

Desde 2010, os emigrantes portugueses já enviaram para as famílias um total de 23 mil milhões de euros. São, em média, quase 6 mil euros por minuto. Portugal é o país da União Europeia com maior valor de remessas e em 2017 atingiu o recorde, confirma o Observatório da Emigração no relatório estatístico de 2018, divulgado esta segunda-feira.

“Os dois países onde residem mais portugueses, França e Suíça, foram os países de origem de mais de metade das remessas recebidas em Portugal em 2017 (32% e 22%, respetivamente). O Reino Unido, hoje o principal país de destino da emigração, ocupou a terceira posição, estando na origem de 10% das remessas recebidas. O quarto país foi os Estados Unidos da América, de onde vieram 7% das remessas recebidas, seguindo-se Angola em 5.º. Entre 2016 e 2017, a Alemanha passou de quarto para sexto lugar”, lê-se no relatório “Emigração Portuguesa”, que atualiza os dados divulgados em dezembro do ano passado.

As estimativas do Observatório da Emigração apontam para a saída de 85 mil portugueses em 2017, menos 35 mil do que no pico da crise em 2013, o que vem confirmar uma queda da emigração. “A descida está fortemente correlacionada com a retoma da economia portuguesa, sobretudo no plano da criação de emprego, bem como com a redução da atração de países de destino como o Reino Unido, devido ao efeito Brexit, e Angola, devido à crise económica desencadeada com a desvalorização dos preços do petróleo. No curto prazo, a primeira poderá agravar-se e a segunda estabilizar ou mesmo recuperar”, conclui o Observatório.

Em 2017, o valor de remessas superou os 3,5 mil milhões de euros, com um crescimento de 6%. “Devido ao crescimento económico verificado em Portugal no mesmo período, o valor das remessas em percentagem do PIB manteve-se em 1,8%”, lê-se no relatório. Se for comparado o peso das remessas no PIB, Portugal tem um valor situado “num patamar comum ao das economias mais desenvolvidas ou de maior porte”, conclui o relatório. Esse peso oscila, por exemplo, entre 34% em Tonga (país da Oceania, integrante da Polinésia) e menos de 0,1% nos Estados Unidos da América.

A subida tem vindo a ser gradual sobretudo a partir de 2009. Em 2010, as remessas eram de 2,4 mil milhões de euros; em 2013 já chegavam aos €3 mil milhões; e em 2017 bateram o recorde, ultrapassando os €3,5 mil milhões.

“Não existe uma relação direta entre o aumento da emigração e o aumento das remessas”, afirma Inês Vidigal, investigadora do Observatório da Emigração. “Desde 2014 que os valores da emigração começaram a estabilizar e depois a diminuir e o mesmo não aconteceu com os valores das remessas que têm continuado a aumentar.”

Olhando para trás, desde 1996 que as remessas têm um peso económico sempre decrescente quando são medidas em percentagem do PIB. “No entanto, em 2007 e em 2008 esse peso subiu ligeiramente, tal como nos últimos anos, para valores já próximos dos 2% do PIB. Estamos, porém, ainda longe dos valores observados no início do século (perto de 3% do PIB), e a uma distância ainda maior do pico da série pós-25 de Abril: quase 10% do PIB em 1979”, explica o Observatório.

E DE ONDE VÊM?

Só da Suíça, as remessas aumentaram 100 milhões de euros em 2017. Foi esse o maior aumento em termos absolutos. Mas é de acrescentar ainda as subidas relativas das transferências com origem no Reino Unido (+23%) e em Angola (+19%). Já de Espanha registou um decréscimo de 18%.

Há seis países de onde vieram, de cada um, mais de 200 milhões de euros: França, Suíça, Reino Unido, Estados Unidos, Angola e Alemanha. Países como Espanha, Luxemburgo, Bélgica, Holanda, África do Sul, Canadá, Brasil e Suécia enviam valores inferiores a 200 milhões. “Neste leque misturam-se países hoje com pouca emigração mas com uma população emigrada de grande volume devido a movimentos passados (casos do Canadá e Brasil), com países que são na atualidade destinos da emigração ativos. No conjunto, estes 14 países estiveram na origem de 98% do valor total das remessas recebidas em Portugal em 2017.”

Se olharmos para evolução das remessas entre 2002 e 2017, Angola destaca-se substancialmente, passando de 14 milhões de euros para €245 milhões. “A partir de 2010 houve um grande fluxo de emigrantes portugueses a irem para Angola trabalhar, até aos efeitos da crise dos preços do petróleo sobre o mercado de trabalho angolano terem tornado o destino pouco atrativo. Acho que esta seria a explicação mais provável para esta evolução”, afirma Inês Vidigal.

Em dezembro passado, na apresentação pública de dados sobre a emigração, o ministro dos Negócios Estrangeiros, Augusto Santos Silva, atribuiu o aumento das remessas à “confiança no país, na economia e nas instituições bancárias”, sublinhando que, “sendo poupanças transferidas para Portugal, são uma parte importantíssima da formação de capital de que o país dispõe e tanto precisa”.

Conferência na Gulbenkian. Ingerência e desinformação na Europa. Crónica

Conferência, esta terça-feira, na Gulbenkian de Paris, sobre ingerências e desinformação nas eleições europeias.

Volte a ouvir aqui a crónica de segunda-feira de Miguel Magalhães, diretor da delegação da Fundação na capital francesa:

 

 

Oficial. Nani rescinde com Sporting e assina pelos Orlando City

O extremo internacional português rescindiu com o Sporting o contrato válido até junho de 2020 e assinou pelos Orlando City, anunciaram hoje os dois clubes de futebol.

Em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o Sporting deu conta da “revogação, por mútuo acordo, do contrato de trabalho desportivo celebrado” com o avançado de 32 anos.

“Este é um dia entusiasmante para a nossa organização. O Nani confere tremenda experiência ao nosso plantel. Ele é um extremo dinâmico com qualidade técnica para transportar e cruzar a bola, com impacto no jogo e liderar o ataque”, afirmou o diretor para o futebol dos Orlando City Luiz Muzzi, citado pelo clube norte-americano.

De acordo com os Orlando City, Nani chegou a custo zero ao emblema norte-americano, pelo qual assinou um contrato válido por três temporadas.

« São 141 jogos, 33 golos, três troféus oficiais e uma certeza: foi um orgulho ver-te com as nossas cores. Alvalade é, sempre foi, e sempre será a tua casa. Obrigado e boa sorte, Nani », lê-se no Twitter oficial do Sporting.

https://twitter.com/OrlandoCitySC/status/1097536365330382848

Alfa/Lusa.

Depois de uma Super Lua de Sangue, vem aí a maior Super Lua de Neve de 2019

O dia 19 de fevereiro será perfeito para contemplar o satélite natural da Terra. Depois da Super Lua de Sangue, vem aí a Super Lua de Neve.

 

 

Este é o nome dado no hemisfério norte à primeira Lua cheia de fevereiro, época das tempestades de neve nesta região.

O evento não é tão raro como o fenómeno astronómico do mês passado, um eclipse lunar total que coincidiu com a Lua estar no ponto mais próximo da Terra. Mas será imperdível, pois será a maior Super Lua do ano — e a estimativa é que só em 2026 o satélite apareça tão grande como terça-feira.

O fenómeno será visível na terça-feira (19 de fevereiro) e a Lua estará na sua plenitude enquanto estiver a uma distância de cerca de340 mil quilómetros da Terra — 27,4 mil quilómetros mais próxima que a distância média, de acordo com o USA Today. A Super Lua ficará especialmente bonita durante o seu “nascimento” pelas 19h17 (hora de Paris).

A Super Lua ocorre quando a Lua cheia coincide com o perigeu lunar, que faz com que a Lua pareça 14% maior e 30% mais brilhante do que o normal.

“Quando a Lua cheia aparece no perigeu [o ponto mais próximo da Terra] é ligeiramente mais brilhante e maior do que uma Lua cheia normal — e é aí que obtemos uma Super Lua”, explica a NASA.

Conhecida já há milhares de anos, a Lua de Neve também é chamada de Lua de Tempestade e Lua de Fome. Entre as tribos indígenas norte-americanas, a Super Lua de fevereiro era usada para acompanhar as mudanças das estações.

Uma famosa edição americana, chamada “The Old Farmer’s Almanac”, indica que os povos indígenas do sudeste da América do Norte se referiam ao satélite natural de fevereiro como a “Lua de Osso”.

“A Lua de Osso significava que havia tão pouca comida que as pessoas roíam ossos e comiam sopa de medula óssea“, explica o almanaque.

Além disso, o novo eclipse lunar acontecerá um mês após a Super Lua de Sangue, ocorrida no dia 21 de janeiro e que foi visível no mundo inteiro, dando origem a uma variedade de profecias baseadas em previsões bíblicas.

Espera-se que a próxima Super Lua ocorra no dia 21 de março, mas não será tão grande como a Lua de Neve.

Alfa/sputniknews.

Futebol. Jogo em Itália termina 20-0

Graves problemas financeiras foram « roubando » jogadores ao Pro Piacenza que não conseguiu atuar com equipa completa este domingo.

“Grotesto”, titula o jornal Sport Piacenza depois de um jogo do terceiro escalão do futebol italiano ter terminado 20-0.

O Pro Piacenza entrou em campo com seis rapazes, um deles de 15 anos, e um massagista (para completar o número mínimo de jogadores em campo) na partida contra o Cuneo. Um oitavo jogador acabou por entrar no decorrer da partida depois de resolvido um problema com o bilhete de identidade.

A equipa está sem treinador e sem mais jogadores, após uma série de rescisões nas últimas semanas devido a graves problemas financeiros, e ao intervalo o resultado era um já esclarecedor 16-0.

O Pro Piacenza fez falta de comparência nas últimas partidas (já não jogava desde Dezembro do ano passado), sofrendo a consequente derrota, mas se não comparecesse neste jogo, seria expulso da competição.

A equipa do Pro Piacenza na partida: Sarr, Di Bella, Isufi, Valente, Migliozzi, Cirigliano, Del Giudice.

https://www.youtube.com/watch?time_continue=1&v=MhnHws-vt6U

Alfa/RR/jornal Sport Piacenza.