Pinheiro construído de ontem para hoje no Téléthon da Rádio Alfa

SOLIDARIEDADE

Em princípio este Pinheiro muito especial vai ser exposto no Consulado-Geral de Portugal em Paris. Foi construído durante o Téléthon 2018 na Rádio Alfa

Coletes amarelos: Embaixador em França aconselha os portugueses a serem discretos neste sábado, em Paris

O embaixador de Portugal em França, Jorge Torres Pereira, afirmou que a sua principal preocupação para este sábado, dia em que estão previstos mais protestos dos “Coletes amarelos”, é que “não haja efeitos colaterais na Comunidade portuguesa”.“A minha preocupação principal é que não haja efeitos colaterais na Comunidade portuguesa das cenas de violência lamentáveis que vimos nestes sábados. É claro que não está em causa o direito ao protesto, isso são crises políticas normais em democracia”, afirmou, em declarações à Lusa, o diplomata português, que cumpriu ontem um ano em Paris.O Embaixador Jorge Torres Pereira adiantou que a recomendação é manter ‘low profile’ (discrição), revelando estar otimista em relação aos protestos previstos para este sábado. “A recomendação é o ‘low profile’, não nos expormos. Aqui, na Embaixada, não estamos muito longe do Trocadero e da avenida Kleber [onde no passado sábado foram queimados vários carros]. Não é assim tão longe. Mas é uma questão de bom senso, não teremos os carros da Embaixada estacionados à frente do edifício”, referiu.

O diplomata acrescentou: “A minha expectativa é que não se vai repetir a sensação de quase descontrolo como no sábado passado”.

“Não vale a pena fazer uma dramatização exagerada. No sábado passado fui ao teatro à noite. Claro que, quando voltei, havia um cenário quase de Beirute, mas isso é outra coisa. As pessoas não devem ficar com a ideia de que houve um estado insurrecional que não se podia fazer o que quer que seja”, explicou o Embaixador.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros português advertiu os cidadãos para que evitem “deslocações não necessárias” a Paris no sábado, face à “forte possibilidade de confrontos” nas manifestações convocadas pelos “Coletes Amarelos”.

Há três semanas que os Franceses saem à rua, bloqueando rotundas e autoestradas do país, primeiro para exigir a suspensão de um novo imposto sobre os combustíveis, mas depois também para denunciar o empobrecimento.

‘Coletes amarelos’ esvaziam Paris

Tensão. Novos tumultos podem ser fatais para o Governo e até para os ‘coletes amarelos’, que se arriscam a perder apoio popular.

(Nesta foto, uma agência da CGD da zona do Arco do Triunfo)

Alfa/Expresso . Adaptação de um trabalho publicado no semanário Expresso por Daniel Ribeiro neste sábado, 08.

Governo começou a ceder a algumas reivindicações dos ‘coletes amarelos’, anunciando o abandono dos aumentos dos preços dos combustíveis, a suspensão dos do gás e da eletricidade e dos controlos técnicos dos automóveis. O movimento de protesto exige mais, designadamente aumentos dos salários e das pensões mais baixas. Mantém para hoje convocatórias de novas concentrações.

Depois da violência extrema dos dois últimos fins de semana nas zonas mais nobres de Paris, o primeiro-ministro e outros governantes dramatizaram o discurso e aconselharam os “‘coletes’ pacifistas” a evitarem Paris.

“Há grupos de vândalos que só pretendem atacar a polícia e vandalizar, não venham, eles querem que haja mortos”, afirmou Édouard Philippe. O chefe do Governo falava na televisão, quinta-feira à noite, depois de um dos ‘coletes’ mais conhecidos, Eric Drouet, ter dito que o objetivo para este sábado é “entrar no Eliseu”, ou seja, invadir o palácio presidencial, onde Emmanuel Macron continua fechado e sem dizer uma palavra em público sobre a crise.

Ontem de manhã chegou o anúncio de que o chefe de Estado falará ao país na próxima semana. Tudo indica que Macron espera para ver o que acontecerá hoje. O seu silêncio tem sido muito criticado e alguns ‘coletes’ pedem-lhe que os receba com urgência. “Não é normal que o Presidente se feche no bunker do Palácio quando o país está à beira da insurreição e da guerra civil”, comenta um porta-voz do inédito movimento, Benjamin Cauchy.

77% APOIAM ‘COLETES’

Devido à violência e a declarações deste tipo, a angústia começa a atingir toda a gente, apesar de 77% dos franceses continuarem a apoiar os ‘coletes’, segundo uma sondagem divulgada anteotem pelo jornal conservador “Le Figaro”.

A inquietação é geral. O Governo parece estar a organizar as forças de segurança para responder taco a taco a ataques dos manifestantes mais radicais. Philippe, que garante ter informações de que estes extremistas, os chamados casseurs, estão a organizar-se para atacar “as instituições”, anunciou que 89 mil polícias e gendarmes (equivalentes à GNR) serão mobilizados para todo o país, oito mil só na capital (quase o dobro dos de sábado passado). Até 12 viaturas blindadas da gendarmeria marcarão presença nas ruas da Cidade-Luz.

Foram tomadas precauções extraordinárias, e Paris vai ser uma cidade morta. O comércio foi aconselhado a fechar em diversos bairros, e os cafés e restaurantes deixarão de ter mesas e cadeiras nas esplanadas, tendo sido convidados a baixar os taipais mal aconteçam os primeiros incidentes. A Torre Eiffel estará fechada ao público, bem como diversos museus (Louvre, Orsay, Organgerie, da Arte Moderna, do Homem, entre outros) e ainda os Grand e Petit Palais, as duas óperas e até as catacumbas subterrâneas da cidade. Diversos jogos de futebol foram anulados, incluindo o Paris Saint-Germain/Montpellier.

“Há grupos de vândalos que só pretendem atacar a polícia e vandalizar (…) eles querem que haja mortos”, acusa o primeiro-ministro

O alerta é tal — os comerciantes das zonas mais sensíveis têm sido visitados um a um pela polícia — que em alguns centros comerciais, que ainda não decidiram fechar, dezenas de empregados desataram a pedir folgas para hoje. Aconteceu nas conhecidas galerias Lafayette e Printemps. Na primeira, certos sindicatos ponderaram apelar à greve, de forma a garantir a segurança dos funcionários. “Os empregados têm medo!”, disse ao Expresso um sindicalista. Depois, as galerias decidiram fechar as portas durante todo o dia de hoje.

PROTESTO ALASTRA AOS LICEUS

França está em polvorosa porque, desde há dias, os protestos alastraram aos liceus, com confrontos graves na região parisiense e na província. Só na quinta-feira foram detidos 700 estudantes por envolvimento em incidentes em diversos pontos do país.

Jovens liceais e alguns universitários apoiam os “coletes”, mas têm reivindicações específicas, como o abandono do “Parcoursup”, um novo sistema de seleção para entrar na Universidade.

Os “coletes” continuam, entretanto, a bloquear estradas, sobretudo na província. Pedem aumentos e a reposição do Imposto Sobre a Fortuna, revogado por Macron pouco depois de ter chegado ao Eliseu. Não parecem dispostos a parar, apesar do recuo do executivo. “Cedeu, recuou? Foi pouco e demasiado tarde!”, exclamou uma manifestante em Marselha.

O “Presidente dos ricos”, como lhe chamam, vive os momentos mais difíceis da sua curta presidência de 18 meses. As mais recentes sondagens indicam que tem o apoio de menos de 20% dos franceses. A contestação não se limita ao movimento dos ‘coletes’, que nasceu na internet, não tem estrutura, ideologia nem líder e pede a sua demissão, o fecho do Senado, legislativas antecipadas e a adoção de um sistema eleitoral proporcional.

Além dos estudantes, agitam-se os camionistas, que ameaçam bloquear o país a partir da noite de amanhã, domingo. Também apoiam os ‘coletes’ e contestam o plano de redução do pagamento das suas horas extraordinárias. Os agricultores poderão abrir outra nova frente de luta na próxima semana. A poderosa Federação Nacional dos Sindicatos Agrícolas apela a protestos contra os preços de venda dos seus produtos, nomeadamente às grandes empresas de distribuição.

Os motoristas de ambulâncias e pequenos patrões do sector também se manifestam contra uma reforma que, a seu ver, permite a “uberização” dos seus serviços, favorecendo as grandes firmas do ramo. Na segunda-feira, centenas de ambulâncias bloquearam a circulação na Praça da Concórdia e na zona da Assembleia Nacional, no coração de Paris.

JÚPITER DESCE À TERRA

É sem dúvida o movimento dos ‘coletes amarelos’, no entanto, que mais problemas coloca ao Presidente, que perdeu boa parte da sua áurea inicial. “Desejava ser Júpiter? Desça à terra!”, lançou-lhe Benjamin Cauchy.

No Arco do Triunfo foram apagadas, domingo passado, as palavras “Macron Demissão”, que tinham sido escritas pelos casseurs na véspera. Outras frases foram eliminadas na Ópera Garnier. Numa lia-se: “Macron = Louis 16”, em referência ao rei que a Revolução Francesa guilhotinou.

A conjugação de protestos é inquietante para o poder e diz-se que a angústia já chegou a Bruxelas, à Comissão Europeia. Diplomatas europeus em Paris seguem os conflitos com apreensão, porque um descalabro de Macron poderia abrir as portas do poder a Marine Le Pen, a líder nacionalista e populista.

É verdade que o jovem chefe de Estado, de 41 anos, também ajudou a deteriorar a sua imagem. “Que venham ter comigo!”, desafiou, em tom fanfarrão, os que o criticavam durante o caso Benalla (o seu ex-chefe da segurança foi filmado a bater em manifestantes no passado dia 1 de maio).

Alguns ‘coletes’ querem ir mesmo ter com Macron ao Eliseu. Todavia, ambém poderão perder o apoio popular, se a opinião pública não aceitar que a guerrilha urbana se prolongue no tempo.

Diretor-geral da Rádio Alfa, Fernando Lopes, nomeado Comendador

Fernando Lopes, diretor-geral da Rádio Alfa, foi nesta sexta-feira, dia 7, condecorado numa cerimónia oficial na Embaixada de Portugal em França, com a Ordem do Mérito da República Portuguesa no grau de Comendador, por decisão do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

A insígnia foi-lhe entregue, em nome do Presidente português, pelo embaixador de Portugal em França, Jorge Torres Pereira.

Fernando Lopes tem 52 anos e é filho de Odete e Armando Lopes. O pai é o Presidente da Rádio Alfa e ele próprio já foi condecorado no passado como Comendador pelo Presidente português, Mário Soares, e como Cavaleiro da Legião de Honra, pelo chefe de Estado francês, Jacques Chirac.

Diretor-Geral da Rádio Alfa desde há mais de 20 anos, Fernando Lopes, é também Presidente da Academia do Bacalhau de Paris, onde tem desenvolvido um trabalho de solidariedade e de filantropia que foi salientado pelo embaixador português, designamente com uma campanha de recolha de fundos para as vítimas dos incêndios de há dois anos em Portugal.

Jorge Torres Pereira realçou ainda a importância da função informativa, social e cultural, da nossa rádio em França.

Na cerimónia foram também condecorados Ana Paixão, José Costa Esteves, Mapril Baptista, e Jorge Mendes Constante.

Os dois primeiros são reputados professores universitários na região parisiense (Ana Paixão é também diretora da Casa de Portugal na Cidade Universitária de Paris).

Mapril Baptista é um conhecido empresário que, salientou o embaixador, sempre se empenhou de forma discreta mas eficaz na solidariedade com os mais pobres.

Todos os três, são grandes amigos da Rádio Alfa e os dois primeiros já fizeram crónicas (gratuitas) para nós. Os três estão sempre disponíveis para colaborar em  tudo o que a nossa emissora lhes pede.

(Mapril Baptista é um amigo pessoal de Fernando Lopes).

Jorge Mendes Constante é um advogado residente no sul de França e por isso é menos conhecido em Paris. Segundo o embaixador, ajuda e repreenta portugueses em dificuldades, na sua região, sem lhes pedir nada em troca.

No seu discurso de agradecimento pela condecoração, Fernando Lopes afirmou que irá « fazer tudo para continuar a merecer a distinção que muito o honra ».

Fernando Lopes está de parabèns e de, certo modo, nós, na rádio, também. Até porque agora temos dois comendadores ao leme.

 

 

 

 

Governo português desaconselha deslocações a Paris, este sábado

Governo português desaconselha « deslocações não necessárias a Paris” este sábado, dia de novas manifestações dos « coletes amarelos ».

Entre as zonas a evitar, o Governo cita as seguintes: “Campos Elísios/Arco do Triunfo, Bastilha, République, Opéra/Grands Magasins, Assembleia Nacional, Senado e Denfert-Rochereau”.

No restante território francês, são recomendados cuidados nos « eixos principais de ligação às grandes cidades » e « nas bombas de gasolina e de supermercados nas regiões de Marselha, Nice, Aix, Arles, Avignon ».

Leia aqui na íntegra o comunicado divulgado esta sexta-feira no site do Portal das Comunidades Portuguesas:

Embora não se possa prever exatamente o que irá acontecer no próximo fim-de-semana há, por parte das autoridades francesas, a indicação de que no dia 8 (Sábado) irão continuar as manifestações em Paris, existindo forte possibilidade de confrontos.

As manifestações poderão surgir em Paris, estando especialmente sinalizadas as zonas dos Campos Elísios/Arco do Triunfo, Bastilha, République, Opéra/Grands Magasins(onde se situam as Galerias Lafayette e outras), Assembleia Nacional (perto do Museu d’Orsay), Senado (Jardins do Luxemburgo) e Denfert-Rochereau. Está prevista também uma Marcha pelo Clima (de Nation até République), apesar de vários apelos para a mesma não se realizar.

Face a isto, recomenda-se no dia 8 de dezembro evitar deslocações não necessárias a Paris, especialmente às zonas mencionadas supra, seguir os conselhos das autoridades e sobretudo evitar quaisquer concentrações de manifestantes.

Recomenda-se ainda que, no próprio dia, os viajantes se mantenham informados sobre a evolução da situação, recorrendo às aplicações (Apps) dos transportes públicos (RATP em Paris, por exemplo) para nomeadamente verificar as linhas e estações em funcionamento, acompanhando também as notícias veiculadas pelos canais de informação e pelas redes sociais como o Twitter, mas seguindo apenas as contas oficiais (i.a. das Préfectures de Police e das Mairies, sobretudo a de Paris). A Mairie de Paris anunciou que vai divulgar, através de redes sociais e dos vários painéis informativos espalhados pela cidade, informação sobre zonas a evitar. Adicionalmente, vários monumentos e museus, incluindo os mais emblemáticos, estão encerrados e vários eventos desportivos, culturais e associativos têm sido cancelados ou adiados.

Quanto ao restante território continental, para além de acções de protesto nalguns centros urbanos, devem estar atentos a possíveis interrupções/bloqueios de trânsito nos eixos principais de ligação às grandes cidades, como por exemplo na A10 (Grande Paris-Bordéus) ou nos acessos a Marselha, que continuam a ser palco de bloqueios intermitentes ou móveis. Verificam-se algumas dificuldades no reaprovisionamento de bombas de gasolina e de supermercados nas regiões de Marselha, Nice, Aix, Arles, Avignon. O acesso ao aeroporto que serve a região da Provença pode ser novamente bloqueado. Persistem alguns pontos de bloqueio na Bretanha, não se tendo, porém, registado incidentes graves. Em qualquer caso, deverão sempre seguir os conselhos das autoridades.

Em relação a visitas/deslocações ao resto do território francês, têm-se verificado vários problemas na Ilha da Reunião e, apesar da recente acalmia, devem ser bem ponderadas as deslocações não necessárias.

Números de telefone de emergência*

Número geral: 112

Gabinete de Emergência Consular

  • Telefone (24 Horas) +351.21.792.97.14
  • Telemóvel de Emergência (atendimento Emergência (atendimento 24 Horas): +351.961.706.472

Consulado-Geral em Paris: + 33.6.95.83.57.11

Consulado-Geral em Lyon: + 33.6.80.93.99.29

Consulado-Geral em Bordéus: + 33.6.28.06.44.09

Consulado-Geral em Marselha: + 33.6.18.72.27.90

Consulado-Geral em Estrasburgo: + 33.6.27.47.95.45

* Informação do Portal das Comunidades Portuguesas

… E os « coletes amarelos » têm razão. Por Carlos Pereira

Os nossos filhos nascem com telemóveis nas mãos, os sistemas políticos estagnaram –  e os « coletes amarelos » têm razão. Volte a ouvir aqui a crónica de Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal:

Estádio da Luz recebe dois primeiros jogos de Portugal no Euro2020

 O Estádio da Luz vai ser o palco dos dois primeiros encontros de Portugal no Grupo B de qualificação para o Europeu de 2020, em 22 e 25 de março de 2019, face a Ucrânia e Sérvia, respetivamente.

Segundo anunciou a Federação Portuguesa de Futebol (FPF), os dois encontros, separados por três dias (uma sexta-feira e uma segunda-feira), têm ambos início às 19:45 no reduto do Benfica, em Lisboa.

Depois dos embates com ucranianos e sérvios, os dois principais adversários lusos na corrida aos dois lugares de qualificação, Portugal só volta a jogar em setembro, na Sérvia, no dia 07, e na Lituânia, três dias volvidos.

Pelo meio, em junho, Portugal será anfitrião da ‘final four’ da Liga das Nações, defrontando em 05 de junho, nas meias-finais, a Suíça, num embate marcado para o Estádio do Dragão, no Porto. No dia seguinte, defrontam-se Holanda e Inglaterra, em Guimarães.

A final realiza-se em 09 de junho, no Dragão, enquanto o embate de apuramento do terceiro classificado realiza-se no mesmo dia, no estádio do Vitória minhoto.

Na fase de qualificação para o Europeu de 2020, competição que se realizará em 12 cidades, de outros tantos países, Portugal mede forças, no Grupo B, com Ucrânia, Sérvia, Lituânia e Luxemburgo.

Qualificam-se os dois primeiros de cada agrupamento, sendo que, por terem conquistado os respetivos grupos da Liga das Nações, Portugal, Ucrânia e Sérvia têm garantida a presença num ‘play-off’, entre 26 e 31 de março de 2020.

Alfa/Lusa.

Benfica a um ponto das meias-finais da Taça da Liga, ao bater Paços de Ferreira

O Benfica colocou-se a um ponto das meias-finais da Taça da Liga em futebol, ao vencer por 2-0 na receção ao Paços de Ferreira, da II Liga, em jogo em atraso da segunda jornada do Grupo A.

O suíço Seferovic, aos 11 minutos, e João Félix, aos 45, apontaram os tentos dos ‘encarnados’, que ascenderam à liderança do agrupamento, com seis pontos, contra quatro do Desportivo das Aves, um dos pacenses e nenhum do Rio Ave.

Na última ronda, a 28 de dezembro, o Benfica só precisa de uma igualdade na Vila das Aves, sendo que nunca perdeu na fase de grupos da Taça da Liga, somando 27 vitórias e cinco empates, em 32 jogos, com 70 golos marcados e 17 sofridos.

A ‘final four’ da Taça da Liga, prova que o Benfica venceu por sete vezes, em 11 edições, realiza-se em Braga, com as meias-finais a 22 e 23 de janeiro de 2019 e a final a 26.

Resultados da terceira fase da Taça da Liga portuguesa de futebol:

GRUPO A:

– 1.ª Jornada:

15 set Paços de Ferreira (II) – Desportivo das Aves (I), 0-0

15 set Benfica (I) – Rio Ave (I), 2-1

– 2.ª Jornada:

13 out Desportivo das Aves (I) – Rio Ave (I), 3-0

05 dez Benfica (I) – Paços de Ferreira (II), 2-0

Classificação Jogos – Pontos

================================================

1. Benfica 2 – 6

2. Desp. Aves 2 – 4

3. P. Ferreira 2 – 1

4. Rio Ave 2 – 0

Por disputar:

– 3.ª Jornada:

28 dez Desportivo das Aves (I) – Benfica (I)

28 dez Rio Ave (I) – Paços de Ferreira (II)

GRUPO B:

– 1.ª Jornada:

15 set Sporting de Braga (I) – Tondela (I), 2-1

16 set Nacional (I) – Vitória de Setúbal (I), 3-3

– 2.ª Jornada:

30 out Sporting de Braga (I) – Nacional (I), 5-0

18 nov Vitória de Setúbal (I) – Tondela (I), 1-2

Classificação Jogos –  Pontos

================================================

1. Sp. Braga 2 – 6

2. Tondela 2 – 3

3. V. Setúbal 2 – 1

4. Nacional 2 –  1

Por disputar:

– 3.ª Jornada:

28 dez Vitória de Setúbal (I) – Sporting de Braga (I)

28 dez Tondela (I) – Nacional (I)

GRUPO C:

– 1.ª Jornada:

14 set FC Porto (I) – Desportivo de Chaves (I), 1-1

16 set Varzim (II) – Belenenses (I), 2-1

– 2.ª Jornada:

31 out FC Porto (I) – Varzim (II), 4-2

18 nov Belenenses (I) – Desportivo de Chaves (I), 0-1

Classificação Jogos – Pontos

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1. FC Porto 2  -4

2. Desp. Chaves 2  – 4

3. Varzim 2  – 3

4. Belenenses 2 – 0

Por disputar:

– 3.ª Jornada:

28 dez Belenenses (I) – FC Porto (I)

28 dez Desportivo de Chaves (I) – Varzim (II)

GRUPO D:

– 1.ª Jornada:

16 set Sporting (I) – Marítimo (I), 3-1

17 set Estoril Praia (II) – Feirense (I), 1-2

– 2.ª Jornada:

31 out Feirense (I) – Marítimo (I), 3-2

31 out Sporting (I) – Estoril Praia (II), 1-2

Classificação Jogos –  Pontos

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1. Feirense 2 – 6

2. Sporting 2  – 3

3. Estoril 2 – 3

4. Marítimo 2 – 0

Por disputar:

– 3.ª Jornada:

28 dez Feirense (I) – Sporting (I)

28 dez Marítimo (I) – Estoril Praia (II)

‘FINAL FOUR’:

– Meias-finais:

22 jan Vencedor do Grupo A – Vencedor do Grupo C

23 jan Vencedor do Grupo B – Vencedor do Grupo D

– Final:

26 jan Vencedor meia-final 1 – Vencedor meia-final 2

Alfa/Lusa.

A estratégia de Emmanuel Macron falhou. Por Luísa Semedo

Coletes amarelos. A estratégia de Emmanuel Macron falhou. Vendeu-se como nem de esquerda nem de direita e agora recolhe protestos da esquerda e da direita e nem de uma coisa nem de outra. E Le Pen renasceu. Volte a ouvir aqui a crónica de quarta-feira de Luísa Semedo, presidente para a Europa do Conselho das Comunidades:

Lusodescendente Félix Braz é vice-primeiro-ministro no novo governo do Luxemburgo

Filho de imigrantes algarvios, Félix Braz, de 52 anos, foi nomeado para um dos dois cargos de vice-primeiro-ministro da coligação, atribuídos aos Verdes e aos socialistas, mantendo o lusodescendente igualmente a pasta da Justiça

Alfa/Lusa/Expresso

O lusodescendente Félix Braz, filho de imigrantes algarvios, vai ser vice-primeiro-ministro no novo Governo do Grão-Ducado do Luxemburgo, uma reedição da coligação entre DP, socialistas e Verdes, que governou nos últimos cinco anos, liderada por Xavier Bettel.

O congresso extraordinário dos ecologistas aprovou esta noite o programa governamental, com 213 votos a favor, dois brancos e duas abstenções, tendo igualmente confirmado a nomeação de Félix Braz para um dos dois cargos de vice-primeiro-ministro da coligação, atribuídos aos Verdes e aos socialistas, mantendo o lusodescendente igualmente a pasta da Justiça.

Para Félix Braz, a atribuição aos ecologistas de um dos cargos de vice-primeiro-ministro, que no anterior Governo fora da responsabilidade exclusiva dos socialistas, é « uma confirmação dos bons resultados eleitorais dos Verdes ».

Os Verdes foram um dos grandes vencedores das eleições legislativas de 14 de outubro, com mais três deputados do que em 2013, subindo de seis para nove assentos no Parlamento, tendo o DP de Xavier Bettel perdido um deputado, ficando com 12, e os socialistas (LSAP) três, totalizando dez.

Félix Braz foi mandatado para representar o partido nas negociações para a formação do Governo, tendo os ecologistas conseguido mais pastas que no anterior executivo, dez no total (contra 14 do DP e 13 dos socialistas), e assegurado também um dos dois cargos de vice-primeiro-ministro.

Filho de portugueses de Castro Marim que chegaram ao Luxemburgo nos anos 1960, Félix Braz, de 52 anos, está habituado a ser o primeiro lusodescendente nos vários cargos que foi assumindo, da política municipal à política nacional, embora diga sempre que espera « não ser o único ».

O lusodescendente nasceu em 16 de março de 1966 em Differdange, no sul do Luxemburgo, e obteve a nacionalidade luxemburguesa em 1984, quando fez 18 anos. Frequentou Direito na Sorbonne, em Paris, capital francesa, curso que não chegou a concluir. Foi convidado para fazer o primeiro programa de rádio em português na RTL, entre 1990 e 1991, e mais tarde propuseram-lhe ser secretário do grupo parlamentar dos Verdes, cargo que ocupou até 2000.

Em 1994 foi eleito pela primeira vez para a autarquia de Esch-sur-Alzette, ainda como conselheiro municipal, tendo assumido o cargo de vereador em 1999. Em 2004, com 38 anos, tornou-se no primeiro deputado – e até hoje o único – com origem portuguesa no Luxemburgo.

Em dezembro de 2013, tornou-se também no primeiro lusodescendente a assumir o cargo de ministro no Luxemburgo, com a pasta da Justiça, tendo sido responsável pela nova lei da nacionalidade, que entrou em vigor em abril de 2017. Os congressos dos três partidos da coligação aprovaram esta noite o programa governamental e os nomes dos membros do novo executivo, que volta a ser liderado pelo primeiro-ministro Xavier Bettel.

Os membros do Governo luxemburguês deverão tomar posse já na quarta-feira.