Portugal. Sporting e Benfica vencem para a I Liga antes de semana de dérbis

Sporting e Benfica vencem para a I Liga antes de semana de dérbis

 

O líder Sporting e o Benfica impuseram-se ontem à noite a Estrela de Amadora e Desportivo de Chaves, na 27.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, e partem para o dérbi da próxima ronda separados por um ponto.

A oito dias de receber o Benfica para a I Liga, e a quatro de uma visita à Luz para a segunda mão das meias-finais da Taça de Portugal, o Sporting reforçou a liderança da I Liga ao vencer por 2-1 na Amadora.

O argentino Leonel Bucca colocou o Estrela da Amadora em vantagem, aos 16 minutos, mas os ‘leões’ Paulinho, aos 23, e Nuno Santos, aos 40, fizeram a reviravolta, garantindo o quarto triunfo consecutivo e o 12.º nos últimos 13 jogos.

Pouco antes, na Luz, um golo de João Neves, aos 68 minutos, assegurou o triunfo do Benfica, também pela margem mínima, sobre o Desportivo de Chaves, lanterna-vermelha da prova, num jogo em que os ‘encarnados’ falharam dois penáltis, um em ‘dose supla’.

Hugo Sousa, guarda-redes do Desportivo de Chaves, parou as grandes penalidades de Di María, aos 26, e de Arthur Cabral, aos 63 e 66, a segunda em repetição, depois um jogador flaviense invadir a área antes do remate do brasileiro.

Os triunfos dos rivais lisboetas mantêm tudo inalterado no topo da classificação, com a formação de Rúben Amorim, ainda com menos um jogo, a somar 68 pontos, contra 67 do Benfica.

No outro jogo do dia, o Famalicão, que estreou o treinador Armando Evangelista, foi a Barcelos vencer o Gil Vicente por 2-1, e isolou-se no oitavo lugar da prova, ainda com um jogo em atraso.

Jhonder Cádiz, aos 45+4 minutos, de grande penalidade, e Chiquinho, aos 68, marcaram os golos do Gil Vicente, que não vencia há quatro jogos, e que na terça-feira anunciou a saída do técnico João Pedro Sousa.

O avançado brasileiro Murilo reduziu a desvantagem para a equipa da casa, aos 72 minutos, e poderia ter restabelecido a igualdade, aos 86, mas falhou um penálti, ao atirar ao lado do poste direito.

Para sábado, estão agendados quatro encontros, entre os quais a visita do FC Porto, terceiro classificado, a 10 pontos do Sporting, ao Estoril Praia, 14.º classificado.

Com apenas um encontro marcado para domingo, a visita do Casa Pia ao Vizela, a jornada encerra na segunda-feira com a deslocação do Sporting de Braga, quarto classificado, a Portimão.

50 anos da Revolução dos Cravos. Múltiplas comemorações em França – Passagem de Nível de 31/03

« Passagem de nível » na Rádio Alfa. Domingo, 31 de março 2024. Entre as 12h00 e as 14h00

50° Aniversário da Revolução dos Cravos: multiplicam-se em França exposições, debates e publicação de livros

Yves Léonard, historiador, autor entre outros, de “Sous les œillets la révolution” e
‘’Lumière d’Avril Portugal 1974″ (éditions Chandeigne), vai estar em Paris, Rennes,
Clermont Ferrand, Lisboa…

Victor Pereira, historiador, autor entre outros, de “C’est le peuple qui commande”
(éditions du Détour) vai estar em Paris, Caen, Rennes, Saint-Martin-d’Hères, Lisboa…

Mathieu Sapin, desenhador BD autor, entre outros, de “Edgar” (éditions Dargaud) vai
estar em Paris, Lisboa…

Fernanda Marques, uma das autoras do livro “exils au féminin”, com edição da
AEP61/74 e da Afrontamento, vão fazer a apresentação do livro, 4ª feira dia 3 de abril
na Universidade Paris Nanterre, e dia 4 de abril na Maison du Portugal, Champigny-sur-
Marne

Exposições, debates, apresentação de livros, concertos, vão ritmar as comemorações do 25 de abril 1974 em Saint-Martin-d’Hères, Grenoble, Rives e Gières
Convidado: Manuel Branco, membro da AEP61/74 (associação dos exilados políticos
portugueses) e da ODTI

Ensino do Português em França: falta de professores anula cursos, agrava-se a situação, e concursos para novos docentes sem candidatos
Convidado: Adelino de Sousa, professor recentemente reformado

Bévinda, é a convidada do Encontro mensal da associação Gaivota dia 7 a de abril às
16h00, no Château Lorenz, 11 avenue Georges Clemenceau, Bry-sur-Marne (94)

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Artur Silva - Passagem de NÍvel
Podcast – Passagem de Nível

Programa com redifusão na noite de 3ª para 4a feira, entre as 0h00 e as 2h00

O XXIV Governo Constitucional, apresentado ao PR Marcelo pelo PM indigitado Luís Montenegro

Governo: PSD destaca executivo com “experiência política” e “preocupação” com juventude.

O secretário-geral do PSD, Hugo Soares, destacou hoje a « experiência política » do elenco do XXIV Governo Constitucional e a capacidade de recrutamento na sociedade civil, salientando ainda a criação de um Ministério da Juventude.

« O novo Governo de Portugal apresentado ao senhor Presidente da República conjuga experiência política com a capacidade de recrutamento da sociedade civil. É um governo que traz o combate político, mas também a capacidade técnica para governar e transformar o país, sempre com foco nas pessoas », considerou Hugo Soares.

O candidato a líder parlamentar da bancada social-democrata falava aos jornalistas na Assembleia da República momentos depois de ter sido conhecida a lista de ministros entregue ontem pelo presidente do PSD e primeiro-ministro indigitado, Luís Montenegro, ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e que tomará posse na terça-feira.

O dirigente fez questão de destacar alguns « nomes da sociedade civil », enumerando a nova ministra da Justiça, Rita Júdice, da Cultura, Dalila Rodrigues, da Administração Interna, Margarida Blasco, ou o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre.

Hugo Soares salientou também o « sinal político muito relevante » dado pelo primeiro-ministro indigitado, Luís Montenegro, ao criar um Ministério da Juventude e da Modernização, que será liderado pela vice-presidente do PSD Margarida Balseiro Lopes.

« É um sinal muito importante das preocupações do primeiro-ministro com os jovens portugueses », defendeu.

Hugo Soares salientou igualmente que o elenco ministerial apresentado tem « muita experiência a nível europeu », com antigos eurodeputados como Paulo Rangel, que será ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Maria da Graça Carvalho no Ambiente e Energia, José Manuel Fernandes na Agricultura ou ainda Nuno Melo (CDS-PP) como ministro da Defesa Nacional.

O dirigente social-democrata foi também questionado sobre as críticas do líder do Chega, André Ventura, que considerou que o elenco ministerial apresentado é “eminentemente partidário”.

“Como é evidente, o Governo tem gente do núcleo duro do primeiro-ministro, mas não era espectável que tivesse gente do núcleo duro de outra pessoa que não fosse do primeiro-ministro”, respondeu Hugo Soares.

Interrogado sobre se houve dificuldades no recrutamento, o secretário-geral do PSD respondeu que este foi um Governo “constituído à moda antiga”, no qual o primeiro-ministro “que é líder fechou sobre si mesmo a composição do Governo”.

“A escolha do Governo é uma competência exclusiva do primeiro-ministro, tudo o que for especulações à volta de nomes que podem ou não ter aceite é mesmo uma efabulação”, atirou.

Hugo Soares manifestou-se convicto de que a legislatura vai durar os quatro anos e defendeu que “as legislaturas devem ser cumpridas”.

“Não será por parte nem do Governo, nem do Grupo Parlamentar [do PSD], que se criará instabilidade para que a legislatura não seja cumprida”, assegurou.

Sobre se gostava de ter um lugar neste elenco governativo, Hugo Soares respondeu: “Não se pode fazer tudo ao mesmo tempo, eu sou candidato a líder parlamentar do PSD e serão as funções que vou exercer assim os meus colegas de bancada me confiem essa missão”.

O Presidente da República aceitou a lista de 17 ministros proposta pelo primeiro-ministro indigitado, Luís Montenegro, para o XXIV Governo Constitucional.

 A posse dos ministros está prevista para terça-feira e a dos secretários de Estado para sexta-feira.

Montenegro vai esta 5ª feira a Belém apresentar a composição do novo Governo

Luís Montenegro, primeiro-ministro indigitado, vai hoje a Belém apresentar a composição do seu Governo ao Presidente Marcelo Rebelo de Sousa.

 

Montenegro e os ministros do XXIV Governo Constitucional tomam posse na próxima terça-feira no Palácio Nacional da Ajuda. Os secretários de Estado são empossados dois dias depois.

 

De acordo com a agência Lusa, este calendário foi anunciado pelo próprio presidente do PSD, após a audiência com Marcelo Rebelo de Sousa na qual foi indigitado como primeiro-ministro, na sequência das eleições legislativas antecipadas de 10 de março que deram a vitória à Aliança Democrática (coligação PSD, CDS-PP e PPM).

Nessa altura, Luís Montenegro disse ter expectativa de formar Governo com base na maioria “constituída pelos deputados do PSD e do CDS-PP”, uma vez que não dispõe do apoio de uma maioria absoluta no parlamento.

Ontem, quarta-feira, o primeiro-ministro cessante, António Costa, depois de um mandato de cerca de oito anos, recebeu Luís Montenegro na residência oficial de São Bento, numa espécie de passagem de testemunho na liderança do executivo.

Se tudo decorrer como previsto, depois da tomada de posse na próxima semana, o passo seguinte será a apresentação do programa do Governo na Assembleia da República.

Segundo a Constituição, esse documento com as linhas orientadoras da governação para os próximos quatro anos é submetido à apreciação da AR no prazo máximo de dez dias após a sua nomeação, o que deverá acontecer nos primeiros 12 dias de abril.

« A Constituição determina também que um Governo só entra em plenitude de funções após a apreciação do seu programa pelo parlamento, se não for rejeitado », acrescenta a Lusa.

Crise. Marcelo dissolve parlamento da Madeira e marca eleições para 26 de maio

Marcelo dissolve parlamento da Madeira e marca eleições para 26 de maio

 

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, decidiu ontem ao fim do dia dissolver o parlamento da Madeira e convocar eleições antecipadas para 26 de maio, uma decisão anunciada após o Conselho de Estado e as audiências aos partidos.

De acordo com uma nota publicada no sítio oficial da Presidência da República após o Conselho de Estado que durou cerca de duas horas, este órgão consultivo “deu parecer favorável, por maioria dos votantes, à dissolução da Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira”.

“O Presidente da República decidiu assim dissolver a Assembleia Legislativa da Região Autónoma da Madeira e marcar as eleições para o dia 26 de maio de 2024, tendo assinado o respetivo decreto, imediatamente referendado pelo primeiro-ministro em exercício”, pode ainda ler-se na nota.

A reunião do Conselho de Estado para discutir a crise política na Madeira começou pouco depois das 18:00 e terminou já passava das 20:00, tendo o primeiro-ministro, António Costa, estado ausente e sido representado pela ministra da Presidência, Mariana Vieira da Silva.

José Pedro Aguiar-Branco, hoje eleito presidente da Assembleia da República após um processo eleitoral conturbado que se prolongou por cerca de 24 horas, chegou atrasado à reunião porque quando esta começou ainda se encontrava no parlamento para o anúncio dos resultados da eleição da mesa do parlamento.

À saída do Conselho de Estado, o Presidente da República acompanhou Aguiar-Branco até à sala das bicas para se despedir do recém-eleito, mas não prestou qualquer declaração aos jornalistas.

Também o presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, chegou com um pequeno atraso e a maestrina Joana Carneiro, que substituiu António Damásio enquanto conselheira de Estado, não vai estar presente na reunião de hoje, por se encontrar no estrangeiro para um concerto.

Além de ter auscultado o Conselho de Estado, o Presidente da República ouviu também, desde o início da manhã de hoje, os partidos representados no parlamento madeirense – BE, PAN, IL, PCP, CDS-PP, Chega, Juntos pelo Povo, PS e PSD.

Marcelo Rebelo de Sousa recuperou no início desta semana o poder de dissolver a Assembleia Legislativa da Madeira, depois de decorridos seis meses desde as eleições regionais de 24 de setembro, que a coligação PSD/CDS-PP venceu sem maioria absoluta.

Após a audiência com o chefe de Estado, o presidente demissionário do Governo da Madeira, Miguel Albuquerque (PSD), reiterou não haver justificação para eleições antecipadas na região, considerando existir um “quadro de estabilidade parlamentar” que permite a continuação do executivo.

Toda a oposição – PS, JPP, Chega, PCP, IL e BE – voltou hoje a defender a necessidade de eleições antecipadas e o líder regional dos socialistas, Paulo Cafôfo, revelou que o Presidente tencionava dissolver a assembleia e marcar as legislativas para 26 de maio.

Já os partidos do executivo, atualmente em gestão, PSD e CDS-PP, consideraram haver estabilidade parlamentar para permitir a continuação do Governo Regional, com o apoio parlamentar do PAN, com o qual os sociais-democratas assinaram um entendimento após as eleições de setembro passado, para garantir a maioria absoluta.

O Governo Regional da Madeira está em gestão desde o início de fevereiro, depois de o presidente do executivo, o social-democrata Miguel Albuquerque, ter pedido a demissão do cargo após ter sido constituído arguido no âmbito de um processo em que são investigadas suspeitas de corrupção no arquipélago.

O líder do PSD/Madeira e presidente demissionário do Governo Regional, Miguel Albuquerque, reiterou que tinha condições para continuar a chefiar o atual executivo, mas assegurou que o partido não tem nenhum problema em ir para eleições.

Alfa/ com Lusa

Aguiar-Branco (PSD) eleito presidente da Assembleia da República

Deputado do PSD Aguiar-Branco eleito presidente da Assembleia da República

 

O deputado do PSD José Pedro Aguiar-Branco foi hoje eleito presidente da Assembleia da República com 160 votos a favor, à quarta tentativa.

O regimento da Assembleia da República determina que o presidente do parlamento é eleito na primeira reunião plenária da legislatura por maioria absoluta dos votos dos deputados em efetividade de funções.

“Declara-se eleito presidente da Assembleia da República o candidato José Pedro Aguiar-Branco”, afirmou António Filipe, que presidiu à primeira sessão plenária da XVI legislatura.

Os resultados foram aplaudidos de pé por PSD e CDS-PP, a maioria da bancada do PS, sentados, e alguns deputados da IL.

Antes de subir à tribuna para discursar, o novo presidente do parlamento cumprimentou os líderes e líderes parlamentares de todas as bancadas.

À mesma eleição, concorreu o deputado do Chega Rui Paulo Sousa, que obteve 50 votos, registando-se ainda 18 votos brancos, numa votação em que participaram 228 dos 230 deputados.

Aguiar-Branco só foi eleito à quarta tentativa depois de, ao final da manhã, PS e PSD terem anunciado um acordo que prevê que os sociais-democratas só presidirão ao parlamento nas primeiras duas sessões legislativas, até setembro de 2026, e os socialistas indicarão um candidato para o resto da legislatura.

Os votos obtidos pelo antigo ministro da Defesa, 160, é ligeiramente superior à soma das bancadas do PSD, PS e CDS-PP (158).

Entretanto, os deputados Teresa Morais (PSD), Marcos Perestrello (PS), Diogo Pacheco de Amorim (Chega) e Rodrigo Saraiva (IL) foram eleitos vice-presidentes da Mesa da Assembleia da República.

Os resultados para as vice-presidências do parlamento foram anunciados pelo deputado do PSD José Cesário na reunião plenária de ontem, na qualidade de membro da mesa provisória da Assembleia das República.

Alfa/ com Lusa

Portugal. « Bloco Central » de acordo para eleição do novo Presidente da AR. PSD escolheu o PS, diz Ventura

Alfa

“Houve um entendimento sério entre o PS e o PSD e, na base desse entendimento, o que ficou claro foi o seguinte: o PSD apresentará hoje um candidato que será o doutor Aguiar Branco, à presidência da Assembleia da República, e nós votaremos essa candidatura, e daqui a dois anos o PS apresentará o seu candidato”, informou o socialista moderado, Francisco Assis.

Este socialista não confirmou se será ele o nome indicado pelo PS para assumir o cargo nessa altura, dentro de dois anos, mas confirmou que o acordo entre PS e PSD é uma “excelente solução”.

“Não consigo antecipar o que é que vai acontecer nos próximos dois anos, nem no PS, nem na minha vida e, portanto, nem eu próprio me vou autoacorrentar à ideia de vir a ser o próximo candidato. O que é certo é que vai ser alguém do PS, uma deputada ou um deputado do PS, [que] daqui a dois anos será presidente da Assembleia da República”, afirmou.

Reagindo a esta notícia, o presidente do Chega, André Ventura, afirmou que o líder do PSD, Luís Montenegro, escolheu o PS como « a sua companhia de viagem » para a legislatura e que, a partir de agora, o seu partido pretende assumir a liderança da oposição.

A nova votação para a eleição do novo Presidente da AR portuguesa deverá ocorrer ainda esta tarde, em Lisboa, depois de ontem os deputados não o terem conseguido eleger em três tentativas.

Alfa/ com Lusa (adaptação Alfa)

Sem maioria. Deputados vão tentar eleger hoje pela 4ª vez o presidente do parlamento português

Depois das três tentativas falhadas na terça-feira. Deputados tentam eleger hoje pela quarta vez o presidente do parlamento

 

Os deputados voltam hoje, quarta-feira, a reunir-se em plenário às 12:00 para tentar eleger, pela quarta vez, o presidente da Assembleia da República, depois das três tentativas falhadas na terça-feira.

O impasse na eleição da segunda figura do Estado levou a que, já depois das 23:00 de terça-feira, o deputado do PCP António Filipe, que preside temporariamente ao parlamento, na primeira sessão plenária da XVI legislatura, anunciasse que os trabalhos seriam retomados hoje às 12:00 e que até às 11:00 poderiam ser apresentadas candidaturas.

Em causa está a eleição do presidente da Assembleia da República, que tem de ser realizada na primeira reunião plenária da legislatura por maioria absoluta dos votos dos deputados em efetividade de funções (116).

A primeira eleição do presidente do parlamento, feita por voto secreto, começou pelas 15:00, apenas com o deputado social-democrata José Pedro Aguiar-Branco como candidato.

Pelas 17:00, era anunciado o primeiro falhanço desta eleição para presidente da Assembleia da República, já que o antigo ministro da Defesa obteve 89 votos a favor, 134 brancos e sete nulos.

Cerca de uma hora depois o PSD retirou a candidatura, mas pelas 19:00 o antigo ministro da Defesa voltou a reapresentá-la.

Pela mesma hora, o PS decidia avançar com a candidatura de Francisco Assis e o Chega de Manuela Tender.

Na primeira volta, o socialista vence por uma margem curta (90 contra 88 de Aguiar-Branco) e a deputada do Chega ficaria pelo caminho com 49 votos.

À segunda volta – terceira tentativa de eleição -, repete-se novo falhanço, com resultados muito semelhantes: 90 votos para Assis e 88 para Aguiar-Branco, sem que nenhum conseguisse a necessária maioria absoluta de votos favoráveis.

Alfa/ com Lusa

Eslovénia bate Portugal e acaba com trajeto 100% vitorioso de Roberto Martínez

A seleção portuguesa de futebol perdeu hoje, ao 12º jogo, o estatuto de 100% vitoriosa na ‘era’ Roberto Martínez, ao cair por 2-0 face à Eslovénia, em Liubliana, no segundo jogo de preparação para o Euro2024.

Adam Cerin, aos 72 minutos, e Timi Elsnik, aos 80, derrubaram a formação das ‘quinas’, que na quinta-feira tinha batido a Suécia por 5-2, em Guimarães.

Portugal, vencedor dos primeiros 11 jogos sob o comando do espanhol Roberto Martínez, cumpre mais três particulares antes da fase final do Euro2024, todos em junho e em solo luso, perante Finlândia, Croácia e República da Irlanda.

 

Com Agência Lusa.

Portugal goleia Croácia e segue isolado no apuramento para o Euro2025 de sub-21

A seleção portuguesa de futebol de sub-21 goleou hoje a Croácia por 5-1 e mantém-se isolada na frente do Grupo G de qualificação para o Europeu de 2025, em jogo realizado no Estádio de São Luís, em Faro.

Os primeiros minutos foram intensos, tendo marcado por Portugal Fábio Silva (03), Pedro Santos (11 e 22) e Paulo Bernardo (25), enquanto a Croácia marcou por Ljubicic (15), na conversão de uma grande penalidade. O conjunto luso fechou o resultado aos 63, novamente por Fábio Silva, também de penáti.

Com esta vitória, Portugal reforçou o primeiro lugar, único de apuramento direto, com 18 pontos (sete jogos), mais quatro do que a Grécia, segunda classificada (oito), e cinco face à Croácia terceira (seis).

 

Com Agência Lusa.

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