Paulo Bento assume comando da seleção dos Emirados Árabes Unidos

O português Paulo Bento vai treinar a seleção dos Emirados Árabes Unidos, ao assinar um contrato de três anos, até 2026, após ter deixado a Coreia do Sul em dezembro último, anunciou hoje a Associação de Futebol dos EAU.

“A Associação de Futebol dos Emirados Árabes Unidos contratou o selecionador português Paulo Bento para assumir as funções da nossa primeira seleção nacional durante os próximos três anos”, assinalou o organismo, no site oficial na Internet.

O treinador luso, de 54 anos, que esteve mais de cinco anos como selecionador da Coreia do Sul, cargo que assumiu em agosto de 2018, conquistando um troféu, a Taça do Este Asiático, em 2019, salientou que vai em busca das vitórias, sem olhar para o passado.

“Conquistar as vitórias é a forma de deixar os adeptos dos Emirados felizes, com foco no presente, olhando para o futuro, mas não olhando para o passado”, expressou Paulo Bento, durante a conferência de imprensa realizada na sede do organismo no Dubai.

O antigo selecionador de Portugal, entre 2010 e 2014, revelou que vai “procurar conhecer os jogadores com mais rigor”, realçando que quer uma equipa “ambiciosa de forma a atingir os objetivos”.

« Vamos procurar conhecer os jogadores com mais rigor no próximo período, visitando os seus campos no estrangeiro, para a preparação da nova época. Os critérios de seleção nesta fase assentam nos elementos de desempenho e comportamento, independentemente da idade », concluiu.

Paulo Bento estava fora dos holofotes desde a eliminação da Coreia do Sul nos oitavos de final do Mundial do Qatar, em jogo diante do Brasil (4-1), e prepara-se agora para orientar a terceira seleção na carreira.

O antigo futebolista internacional português iniciou a carreira de treinador a nível sénior no Sporting, transitando dos juniores, assumindo mais tarde a seleção de Portugal, o Cruzeiro do Brasil, o Olympiacos da Grécia e os chineses do Chongqing Dandai.

 

Com Agência Lusa.

Portugal vence Malta no fecho da fase de grupos do Europeu de sub-19

Portugal terminou hoje com um percurso 100% vitorioso o Grupo A do Europeu de sub-19 de futebol, ao vencer a anfitriã Malta, por 2-1, na terceira e última jornada.

Com o apuramento e o primeiro lugar já assegurado, a equipa das ‘quinas’ marcou por Miguel Falé (08 minutos) e João Vasconcelos (75), com Tuma (72) ainda a empatar, no único golo de Malta no Europeu.

Portugal termina o Grupo A, com nove pontos, mais cinco do que Itália e Polónia, que empataram a um golo, com os italianos a seguirem para as meias-finais, enquanto Malta termina sem pontos.

 

Com Agência Lusa.

Portugal é contra bombas de fragmentação na Ucrânia. Decisão americana divide aliados

Portugal mantém apoio mas reitera que é contra bombas de fragmentação na Ucrânia

 

Alfa/ com Lusa
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O Governo português reafirmou que apoiará a Ucrânia “pelo tempo que for necessário”, mas lembrou que Portugal é signatário da Convenção de Oslo, que proíbe bombas de fragmentação como as que os EUA vão fornecer a Kiev.

A propósito do anúncio norte-americano de envio de bombas de fragmentação para a Ucrânia, o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) e o Ministério da Defesa Nacional (MDN) garantiram que Portugal irá continuar a apoiar a Ucrânia “pelo tempo que for necessário, nos planos político, militar, financeiro e humanitário”.

No entanto, numa resposta escrita conjunta enviada à Lusa, os responsáveis recordaram que Portugal é “signatário da Convenção de Oslo sobre Munições de Dispersão, que promove a proibição de bombas de fragmentação”.

“Recorde-se que este tipo de armas pode provocar vítimas numa área muito alargada e, por vezes, mesmo muito tempo depois de terem sido lançadas”, afirmam o MNE e MDN.

Os dois ministérios garantiram ainda que “Portugal continuará a apoiar a Ucrânia na sua legítima defesa contra a invasão ilegal e injustificada por parte da Rússia”.

O Governo norte-americano defendeu hoje que a Rússia é o « único obstáculo » a uma « paz justa », um dia após ter anunciado que iria fornecer munições de fragmentação (‘cluster’), ultrapassando assim uma barreira importante no tipo de armamento oferecido a Kiev para se defender da Rússia.

O conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, Jake Sullivan, frisou na sexta-feira que as munições que entregarão têm uma taxa de não explosão – ou seja, permanecem no solo por detonar – inferior a 2,5%, indicando que haverá muito menos cartuchos não detonados que podem resultar em mortes não intencionais de civis.

Por outro lado, as bombas de fragmentação que a Rússia supostamente usou têm uma taxa de não explosão de 30 a 40%, de acordo com Sullivan.

Mais de uma centena de países, incluindo membros da NATO como a França e a Alemanha, opõem-se ao uso de bombas de fragmentação e ratificaram a Convenção sobre Munições de Fragmentação, da qual a Ucrânia, a Rússia e os Estados Unidos não fazem parte.

Antes da confirmação por parte da Casa Branca, também o secretário-geral da ONU, António Guterres, tinha condenado o uso de munições de fragmentação.

O Reino Unido e o Canadá também já se manifestaram contra o uso de bombas de fragmentação.

O primeiro-ministro britânico Rishi Sunak lembrou que o Reino Unido é um dos 123 países signatários da Convenção sobre Munições de Fragmentação de 2008, lembrando que Londres está a fornecer tanques e armas de longo alcance a Kiev para lutar contra a invasão russa.

A ofensiva militar russa no território ucraniano, lançada a 24 de fevereiro do ano passado, mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).

Venda de fogos de artifício proibida em França até ao feriado nacional de 14 de julho

Venda de fogos de artifício proibida em França até ao feriado nacional de 14 de julho

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O Governo francês proibiu a venda de fogos de artifício, exceto para profissionais, antes das comemorações do feriado nacional de 14 de julho, anunciou a primeira-ministra, Élisabeth Borne, que prometeu garantir a ordem após vários dias de distúrbios.

« Acabo de assinar um decreto, que será publicado no domingo no diário oficial, proibindo a venda, porte ou transporte de fogos de artifício », disse Borne em entrevista publicada ‘online’ pelo jornal Le Parisien.

“Só os profissionais que vão organizar os fogos de artifício nos municípios poderão comprá-los”, acrescentou a chefe do Governo.

Nos últimos dias, a polícia apreendeu vários carregamentos de fogos de artifício com destino duvidoso, o maior dos quais com 2,7 toneladas detetado perto de Rennes (noroeste).

Borne prometeu o envio de « meios em massa para proteger os franceses » na noite de 13 e no dia 14, já que reconheceu que há preocupação na população e nas autoridades locais com a possibilidade de novos distúrbios.

A primeira-ministra disse ter pedido às plataformas das redes sociais que atuem para travar a divulgação de material violento que possa incitar mais tumultos. « Mas é claro que não vamos privar os franceses da internet porque há violência », acrescentou.

Os distúrbios, que duraram seis noites consecutivas, começaram depois de um jovem de 17 anos de origem argelina ter sido morto a tiro em 27 de junho por um polícia durante um controlo de trânsito na cidade de Nanterra, nos arredores de Paris, do qual fugiu por não ter habilitações para conduzir.

Borne lembrou que na pior noite de tumultos, na quinta-feira, havia entre 7.000 e 8.000 pessoas violentas nas ruas, entre os quase seis milhões de habitantes dos bairros sujeitos a políticas especiais devido ao alto índice de população desfavorecida.

A primeira-ministra voltou a acusar o líder do partido de esquerda e ex-candidato presidencial com cerca de 22% dos votos em 2022, Jean Luc Mélenchon, de irresponsabilidade por não condenar a violência.

“Quando dizem que alguns prédios não devem ser queimados, dão a entender que fazer o mesmo com outros não é grave”, acusou a governante, da mesma forma que criticou a extrema-direita de Marine Le Pen de procurar “bodes expiatórios, respostas fáceis” aos motins, numa referência às suas críticas à imigração.

Borne destacou que a resposta do Governo, com 3.700 detenções, um terço delas menores, e 585 comparências imediatas no tribunal e 450 prisões, mostram « uma resposta muito firme » do Estado.

Os tumultos em várias cidades francesas provocaram incêndios prédios, carros, edifícios da administração pública e esquadras, deixando igualmente dezenas de feridos entre manifestantes e polícias.

Apesar d proibida, hoje foi realizada uma concentração em Paris relacionada com a morte de Adama Traoré, jovem negro que morreu pouco depois de ser detido pelos ‘gendarmes’ [guardas militarizados] em julho de 2016.

Em Paris, segundo a agência France-Presse, mais de duas mil pessoas reuniram-se à tarde em memória do jovem e a sua irmã, Assa Traoré que se tornou numa figura na luta contra a violência policial, falou num banco na praça da República perante a assistência e vários eleitos do partido França Insubmissa e cercada por uma grande força policial.

Apesar de alguns momentos de tensão, os manifestantes acabaram por abandonar o local pacificamente.

Bruno Lage é o novo treinador do Botafogo

O português Bruno Lage é o novo treinador do Botafogo, substituindo no cargo o compatriota Luís Castro, que rumou aos sauditas do Al Nassr, anunciou hoje o clube que lidera o campeonato brasileiro de futebol.

“O Botafogo comunica que chegou a um acordo com o português Bruno Lage para assumir o comando técnico da equipa profissional. Seja bem-vindo ao Glorioso, Professor!”, escreveu o clube carioca nas redes sociais, por enquanto sem revelar mais detalhes do acordo, nomeadamente a duração do contrato assinado com Lage.

Bruno Lage, de 47 anos, estava sem clube desde que deixou o comando dos ingleses do Wolverhampton, em outubro do ano passado, depois de ter liderado os ‘wolves’ durante pouco mais de uma época.

O técnico luso, campeão nacional pelo Benfica em 2018/19, vai substituir no cargo Luís Castro, que recentemente deixou o emblema brasileiro para assumir o Al Nassr, de Cristiano Ronaldo.

O Botafogo lidera isolado o campeonato brasileiro, com 33 pontos, mais sete do que o segundo classificado, o Grêmio, sendo que na última partida, diante do Vasco da Gama, foi orientado pelo interino Cláudio Caçapa, face à saída de Luís Castro.

 

Com Agência Lusa.

 

ONU critica França sobre repressão dos tumultos no país. Paris contesta observações « excessivas e infundadas »

Paris contesta observações « excessivas e infundadas » de comité da ONU sobre tumultos. Antes, a ONU exigiu a França investigação completa e imparcial de morte de jovem baleado pela polícia, que deu origem à grave onda de viiolência urbana. 

França contestou hoje as observações « excessivas » e « infundadas » feitas por um comité de peritos da Organização das Nações Unidas (ONU), que sexta-feira criticou a forma como a policia lidou com os tumultos que abalaram o país.

A ONU evocou  “o uso de força excessivo pelas forças de ordem”.

Na declaração, o Comité para a Eliminação da Discriminação Racial (Comité CERD) da ONU, apelou a Paris para “a adoção de uma legislação que defina e proíba a discriminação racial”.

Em resposta, o Ministério dos Negócios Estrangeiros francês afirma hoje que “qualquer medida de caracterização étnica por parte dos agentes da autoridade é proibida em França”, assegurando que “a luta contra os abusos dos chamados ‘controlos faciais’ tem sido intensificada”.

“Qualquer comportamento discriminatório denunciado será objeto de acompanhamento e, se comprovado, de sanções administrativas ou judiciais”, acrescenta o texto, lembrando que o agente da polícia que disparou o tiro mortal que desencadeou os motins foi “imediatamente levado a tribunal e está agora acusado de homicídio voluntário”.

De acordo com a diplomacia francesa, “as forças de ordem em França são sujeitas a um nível de controlo interno, externo e judicial que poucos países possuem”.

Na declaração, o ministério convida ainda o Comité CERD a “mostrar mais discernimento e moderação nos seus comentários, que lamenta serem unilaterais e aproximados” e exprime também “incompreensão perante a falta de solidariedade e de compaixão para com os eleitos ou representantes das instituições francesas que foram atacados (…) e para com os 800 policias, guardas e bombeiros feridos”.

O Comité CERD manifestou preocupação com “a prática persistente de caracterização racial combinada com o uso excessivo de força na aplicação da lei, particularmente pela polícia, contra membros de grupos minoritários, nomeadamente, pessoas de origem africana e árabe”.

No comunicado, a França reiterou ser “um Estado de direito, respeitador das suas obrigações internacionais, nomeadamente, da Convenção Internacional para a Eliminação da Discriminação Racial”.

“A luta contra o racismo e todas as formas de discriminação é uma prioridade política”, acrescentou o ministério francês.

Portugal vence Ucrânia no último teste antes do Mundial feminino

Portugal terminou com um triunfo sobre a Ucrânia, por 2-0, a preparação para a estreia num Mundial feminino de futebol, que se vai disputar na Nova Zelândia e na Austrália.

No Estádio do Bessa, no Porto, onde se bateu o recorde de assistência de um jogo da seleção feminina em Portugal, com 20.123 espetadores, Jéssica Silva marcou os dois golos da equipa das ‘quinas’, aos 19 e 45+2 minutos.

A seleção portuguesa viaja na segunda-feira para a Nova Zelândia e estreia-se no Mundial frente aos vice-campeões Países Baixos em 23 de abril, seguindo-se o Vietname em 27, com a fase de grupos a terminar frente aos Estados Unidos, detentora do cetro mundial, em 01 de agosto.

 

Com Agência Lusa.

« Mural monumental » de Vhils inaugurado no dia 12 na Unesco em Paris. Anunciada presença do PM Costa

Vhils (Alexandre Farto) cria « mural monumental » na sede da UNESCO em Paris de homenagem a nome fundador da organização. Obra será inaugurada na próxima quarta-feira, 12 de julho, anunciou a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. Chefe do Governo português, António Costa, deverá marcar presença no evento, onde deverá discursar.

 

De acordo com a informação divulgada, a obra de Vhils tem o título « Substratum – Scratching the Surface Project », é « uma criação monumental », com 31 metros de comprimento, que homenageia a política britânica Ellen Wilkinson (1891-1947), defensora dos direitos da mulher e ministra da Educação do Governo Trabalhista de Clement Attlee, após a II Guerra Mundial, que presidiu a conferência inaugural da UNESCO, em Londres, em 1946.

O trabalho da organização « para proteger o património mundial da Humanidade » e « a notável diversidade » desse património, « através da representação de onze locais em vários continentes », está também em foco no mural, acrescentou a UNESCO em comunicado.

« Esta soberba criação de Vhils reflete a missão da UNESCO de celebrar os artistas contemporâneos e proporcionar uma plataforma onde a sua criatividade possa ser plenamente expressa », afirma a diretora-geral da organização, Audrey Azoulay, citada pelo comunicado, sobre a obra do artista português.

Encomendada de propósito para a sede da UNESCO, « graças à generosidade de Portugal », « Substratum – Scratching the Surface Project », segundo a organização, tem vindo a ser « pacientemente esculpida com cinzéis e um martelo perfurador em miniatura desde o início de maio ».

Alexandre Farto, conhecido por Vhils, « desenvolveu uma linguagem visual única baseada na remoção de camadas superficiais das paredes, utilizando ferramentas e técnicas não convencionais », escrevu a UNESCO sobre o artista português.

Vhils « começou a interagir com o ambiente urbano através do ‘graffiti’ no início dos anos 2000. Destruindo para criar, ele esculpe declarações visuais poderosas e poéticas nos materiais que a cidade descartou, humanizando áreas dilapidadas ao criar retratos pungentes e em grande escala. Aborda temas como o impacto da urbanização e do desenvolvimento em massa sobre as paisagens e as identidades. Desde 2005, o seu trabalho tem sido apresentado em todo o mundo em grandes exposições e eventos », lê-se no comunicado da UNESCO.

Vhils, nas suas páginas nas redes sociais, afirma que « é uma verdadeira honra » estar a criar « uma intervenção tão especial, que na sua essência celebra a interligação da história humana, a diversidade cultural e a preservação do nosso património ».

O artista agradece à UNESCO, à UNESCO Portugal e à sua equipa « a oportunidade incrível » de o ajudarem « a dar forma [à sua] visão ».

A inauguração do mural está marcada para quarta-feira, 12 de julho, às 19h00 de Paris.

Em recuperação depois do desmaio. Marcelo cancela agenda fora de Belém durante 3 dias

Alfa

O presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, cancelou a agenda fora do Palácio de Belém para os próximos três dias.

De facto o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, cancelou as previstas deslocações ao Porto e a Aveiro, na sexta-feira, e a Tomar, no domingo, depois do desmaio de quarta-feira (05), que o levou a ser observado num hospital.

Esta informação foi confirmada à agência Lusa por fonte da Presidência da República, que referiu que « o chefe de Estado cancelou estas deslocações para fora de Lisboa, por precaução, mantendo as audiências que tinha agendadas no Palácio de Belém ».

É uma medida de precaução depois de Marcelo Rebelo de Sousa ter perdido os sentidos em Almada, na quarta-feira.

 

« Passagem de nível ». Entrevistas. Destaques do programa de Artur Silva de 09/07

« Passagem de nível » na Rádio Alfa. Domingo, 9 de julho de 2023. Entre as 12h00 e as 14h00

 

-As causas, consequências e que respostas depois da onda de violência, destruições e de pilhagens que ocorreram em França na sequência da morte a tiro do jovem Nahel por um polícia.
O ponto de vista de dois Presidentes de Câmaras Municipais:
Michaël Damiati, (DVD) de Crosne (91)
Laurent Jeanne, (DVD – Libres) de Champigny-sur-Marne

 

-Exposição: Travailleurs Portugais et Espagnols dans le IIIè Reich (1940-1945) que está patente ao público até finais do mês de agosto nas instalações do Consulado-Geral de Portugal em Paris.
Convidada: Cristina Clímaco, historiadora e professora na Universidade Paris 8, uma das coordenadoras da exposição.

 

-A Lei que define as competências, os modos de organização e funcionamento do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP) foi aprovada na Assembleia da República, com os protestos da oposição e dos Conselheiros das Comunidades.
Convidado: Pedro Rúpio, membro do Conselho Permanente das Comunidades Portuguesas.

-A exposição “Le rêve portugais” (25 anos da emigração portuguesa em França 1960-1985), realizada pelo CEDEP, está patente ao público até finais de Agosto na Biblioteca Municipal Professor Machado Vilela, em Vila Verde. Uma iniciativa do Município de Vila Verde e a Escola Profissional Amar Terra Verde.
Convidado: Arnaldo Varela de Sousa, professor e organizador do evento

-A candidatura dos bordados de Castelo Branco, que integraram a Rede de Cidades Criativas da Unesco, na categoria “Artesanato e Artes Populares”, foi aceite pela Comissão Nacional daquela estrutura das Nações Unidas.
Convidado: Hélder Henrique, vice-presidente do município de Castelo Branco

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Artur Silva - Passagem de NÍvel

Programa com redifusão na noite de 4ª para 5a feira, entre as 0h00 e as 2h00

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