Marselha oferece mais dois anos de contrato a Villas-Boas

O Marselha revelou hoje que ofereceu a André Villas-Boas uma proposta de renovação de contrato por duas temporadas, com mais uma de opção, e garantiu que tem “toda a confiança” no treinador português de futebol.

“Na segunda-feira, dia 18, no final do dia, o clube enviou a André Villas-Boas uma proposta de renovação de contrato por dois anos (2021/22 e 2022/23) com um ano opcional (2023/24), se garantir a qualificação para a Liga dos Campeões”, explicou o Marselha, em comunicado.

O clube acrescentou que foi obrigado a “restaurar as realidades dos factos” devido às “informações falsas” que foram divulgadas pela imprensa francesa.

De acordo com os jornais gauleses, Villas-Boas estaria de saída do Marselha devido à proposta de contrato de apenas um ano que tinha recebido e pela demissão do espanhol Andoni Zubizarreta, que era o diretor desportivo.

“Esta proposta demonstra toda a confiança do clube nas qualidades técnicas de André Villas-Boas, com o qual o Marselha deseja escrever uma página decisiva na sua história moderna”, frisou o clube.

O Marselha revelou ainda que, já antes da proposta de renovação, o presidente Jacques-Henri Eyraud e Villas-Boas estiveram reunidos e que o português confirmou a sua intenção que continuar no emblema francês.

Villas-Boas, de 42 anos, chegou esta temporada ao Marselha e levou o clube ao segundo lugar da liga, numa época que acabou de uma forma prematura devido à pandemia da covid-19.

Alfa/Lusa.

Desconfinar para comprar livros? Opinião

O desconfinamento e a saída de casa para fazer pequenas grandes coisas, como por exemplo na cultura.

Ouça aqui a última crónica da escritora Luísa Semedo:

 

 

Luísa Semedo com dois amigos

 

Macron perdeu a maioria absoluta. Saiba porque é que isso não o preocupa

Macron perdeu a maioria absoluta. Saiba porque é que isso não o preocupa. Ala esquerda do República em Marcha saiu para formar nova bancada parlamentar. Presidente francês passa a depender de apoio dos centristas para conseguir levar a cabo os seus projetos

 

Matthieu Orphelin e Paula Forteza são dois dos 17 deputados que saíram do partido de Macron para formar uma nova bancada parlamentar; a foto é da apresentação à imprensa do grupo Ecologia, Democracia e Solidariedade

CHRISTOPHE PETIT TESSON/EPA

 

Alfa/Expresso: Por Daniel Ribeiro

 

O partido do Presidente francês deixou, esta terça-feira, de ter maioria absoluta na Assembleia Nacional (AN). Tudo porque 17 deputados da formação República em Marcha (LREM) formaram um novo grupo parlamentar. Trata-se de pessoas de tendência ecologista, que militavam na ala esquerda do LREM. Este passa a ficar a um voto da maioria absoluta.

Com o nome Ecologia, Democracia e Solidariedade, é a nona bancada parlamentar na AN. Nela pontuam figuras como Matthieu Orphelin, próximo do ex-ministro da Ecologia Nicolas Hulot, e personalidades muito “mediáticas”, como o matemático Cédric Villani.

Tinham estado em destaque  já na altura com divergências com Emmanuel Macron  nas recentes eleições autárquicas de 15 de março, cuja segunda volta não chegou a disputar-se, devido à crise do novo coronavírus. Os dissidentes dizem ser “independentes” e garantem não ser “da maioria nem da oposição”.

A perda da maioria absoluta não inquieta Macron por aí além. A dissidência ameaçou ser de muito maior dimensão, nas últimas semanas, mas o grupo rebelde perdeu duas dezenas de membros durante as negociações (e pressões de bastidores) para formar o novo grupo parlamentar.

A AJUDA CENTRISTA

Poucos deram, pois, importância ao acontecimento, mesmo entre a oposição parlamentar, formada por republicanos (centro-direita), socialistas, esquerdistas (França Insubmissa) e outros. É que os 288 deputados que se mantêm no LREM (eram 313 após as legislativas de 2017, mas tem havido mais saídas) contam com o apoio dos “amigos” centristas do Movimento Democrático (MoDem, do ex-ministro e antigo candidato presidencial François Bayrou, com 46 deputados). Será possível, portanto, o Governo de Édouard Phillippe fazer aprovar as suas propostas na AN.

“É um caso sem importância, por agora, tanto para o Parlamento como para a segunda volta das eleições municipais, que poderão acontecer a 28 de junho ou, se a crise sanitária não o permitir, no mês de setembro”, diz ao Expresso o vereador socialista de Paris Hermano Sanches Ruivo, próximo da presidente da Câmara, Anne Hidalgo.

SOCIALISTAS SEGURAM PARIS

Na AN, o partido de Macron não corre o risco de ver os seus projetos chumbados. Nas autárquicas, Hidalgo corre muito poucos riscos na recandidatura ao cargo que ocupa desde 2015. Não se vislumbram na capital nem noutras cidades alianças dos novos “LREM de esquerda” com Rachida Dati, candidata dos Republicanos, cuja imagem está muito colada à direita. Antiga colaboradora do Presidente Nicolas Sarkozy, ficou a 7% de Hidalgo na primeira volta, em março. A « maire » conta, na segunda volta, com uma reserva de votos de esquerda e de ecologistas muito superior à de Dati.

O novo grupo parlamentar assegura que vai fazer política de forma “diferente”, designadamente face à pandemia de covid-19. Em declarações à imprensa francesa, esta manhã, um dos dirigentes da LREM encolheu os ombros perante a notícia da dissidência e disse, sorrindo, que “a maioria absoluta não está em perigo”.

Jovens alunos de português respondem a um desafio lançado pela Rádio Alfa

Respondendo positivamente a um desafio lançado pela Rádio Alfa, o Professor de português Adelino de Sousa pediu a alguns dos seus alunos que dissessem o que fizeram durante o confinamento.

 

 

Com participações de :

ProfessorAdelino de Sousa.

Alunos:Esteban (CM1), Oria (CM1) e Eliot (CM1) e Mateo (CM2).

-Gabriel (CE1), Soan (CE1), Juliano (CE2), Ana (CE2), Alícia (CE2), alunos na cidade de Brunoy.

-Tiago (CM1) aluno de Corbeil Essonnes.

-Marina (6ème) e Tiago (6ème) alunos de Yerres

-Lúcia (1ére) aluna em Draveil.

 

 

Apresentação e Entrevista – Ricardo José.

Edição – Manuel Alexandre.

 

 

Covid-19: Costa recebe garantia de Macron de que portugueses de regresso a França não ficarão em quarentena

O primeiro-ministro, António Costa, recebeu hoje a garantia do Presidente francês, Emmanuel Macron, de que não será imposta qualquer medida de quarentena aos portugueses que regressem a França através da fronteira terrestre com Espanha.

Num gesto de amizade e de profundo reconhecimento pela Diáspora portuguesa em França, Emmanuel Macron garantiu-me hoje que nenhuma medida de quarentena será aplicada aos nossos concidadãos que se apresentem na fronteira terrestre com Espanha de regresso a casa », escreveu o líder do executivo português na sua conta oficial do Twitter.

E numa mensagem na mesma rede social, Costa acrescentou de seguida: « À França: o nosso sentido agradecimento. À Comunidade portuguesa em França: comme d’habitude, cá vos esperamos no verão ».

António Costa tinha revelado esta manhã aos jornalistas que manteve « uma longa conversa telefónica » com o chefe de Estado francês, Emmanuel Macron, sobre o plano europeu de resposta à crise económica e social criada com a pandemia da covid-19, depois de ter falado nos últimos dias com a chanceler alemã, Angela Merkel, e com a presidente da Comissão Europeia, Ursula Von der Leyen.

O primeiro-ministro português comentava o plano franco-alemão para a criação de um fundo de recuperação europeu de 500 mil milhões de euros baseado em subvenções, que classificou como « uma excelente proposta », apesar de advertir que há « importantes » aspetos em aberto.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia de covid-19 já provocou mais de 318 mil mortos e infetou mais de 4,8 milhões de pessoas em 196 países e territórios.

Portugal contabiliza 1.247 mortos associados à covid-19 em 29.432 casos confirmados de infeção, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia.

 

Alfa/Lusa.

Covid-19/Portugal: Aumentam as mortes (16) e os casos (223), recuperações estagnam

Aumentam as mortes (16) e os casos (223), recuperações estagnam.

Informação oficial:

Covid-19: Portugal com 1.247 mortos e 29.432 infetados

Portugal regista hoje 1.247 mortes relacionadas com a covid-19, mais 16 do que na segunda-feira, e 29.432 infetados, mais 223, segundo o boletim epidemiológico divulgado hoje pela Direção Geral da Saúde.

Em comparação com os dados de segunda-feira, em que se registavam 1.231 mortos, hoje constatou-se um aumento de óbitos de 1,3%.

Relativamente ao número de casos confirmados de infeção pelo novo coronavírus (29.432), os dados da Direção-Geral da Saúde (DGS) revelam que há mais 223 casos do que na segunda-feira (29.209), representando uma subida de 0,8%.

A região Norte é a que regista o maior número de mortos (707), seguida da região de Lisboa e Vale do Tejo (282), do Centro (227), do Algarve (15), dos Açores (15) e do Alentejo, que regista um caso, adianta o relatório da situação epidemiológica, com dados atualizados até às 24:00 de segunda-feira, mantendo-se a Região Autónoma da Madeira sem registo de óbitos.

Resumindo:  Há mais 16 mortes, 223 casos e apenas um recuperado em Portugal.

O boletim de hoje da Direção-Geral da Saúde regista mais 16 mortes, 223 casos de covid-19 e uma recuperação em Portugal (dados relativos a segunda-feira).

No total, há agora 1.247 vítimas mortais, 29.432 casos confirmados e 6.431 recuperados.

Ministra portuguesa da Presidência garante que emigrantes podem regressar a Portugal e que quarentena não é obrigatória

Mariana Vieira da Silva, ministra de Estado e da Presidência, em entrevista ontem ao Jornal das 8, da TVI.

Questionada sobre se os emigrantes teriam a possibilidade de regressar ao seu país de origem, a ministra garantiu que sim.

Fronteiras terrestres com Espanha encerradas

Foi decidido em Conselho de Ministros, na passada quinta-feira, de que as fronteiras entre Portugal e Espanha iriam permanecer encerradas até dia 15 de junho.

Mas, quando foi questionada sobre se os emigrantes teriam a possibilidade de regressar ao seu país de origem, a ministra garantiu que sim.

As possibilidades que os emigrantes possam regressar a Portugal existem e existiram durante todo este período (…) A pessoa não vai para Espanha, a pessoa vai atravessar Espanha para vir para Portugal ».

A ministra explicou que o encerramento das fronteiras terrestres serve essencialmente para impedir que os portugueses decidam ir passar um fim de semana a Madrid ou vice-versa. Mesmo a quarentena pode não ser obrigatória, disse. No caso dos portugueses do estrangeiro apenas terão de seguir as orientações das autoridades da saúde.

Resumindo, a governante disse designadamente sobre as praias: Governo garante que este verão terá condições de segurança para que os portugueses o gozem na praia. E entre esses portugueses estarão os emigrantes que decidam regressar de outros países europeus para passar férias.

Vieira da Silva insistiu que “nenhum português”, exceto os que experimentaram problemas com o regresso de avião, “que tenha querido regressar deixou de o poder”. O atual fecho de fronteiras com Espanha significa, no dizer da ministra, que “um português não pode ir passar um fim de semana a Madrid nem um espanhol a Lisboa”. Mas não significa que um cidadão com nacionalidade portuguesa não possa pisar solo nacional durante o verão.

 

Dissidentes fazem perder maioria absoluta a partido de Macron na Assembleia Nacional francesa

Dissidentes fazem perder maioria absoluta a partido de Macron na Assembleia Nacional francesa

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O partido do Presidente francês perdeu hoje a maioria absoluta na Assembleia Nacional francesa na sequência da criação de um novo grupo parlamentar, formado por dissidentes do movimento A República em Marcha, LREM, o partido de Emmanuel Macron.

Composto por 17 deputados, o novo grupo político, o nono no parlamento francês, foi hoje oficializado, anunciaram os deputados fundadores à agência de notícias France-Presse (AFP).

Matthieu Orphelin, ecologista, próximo do ex-ministro Nicolas Hulot, é um dos líderes e garante que o grupo será « independente » e que não será nem da maioria nem da oposição.

Numa declaração política escrita pelos deputados dissidentes, eleitos pelo partido do Presidente francês, o novo grupo, batizado « Ecologia Democracia Solidariedade », afirmou ser « independente », « nem na maioria, nem na oposição ».

Com a criação da nova formação política – que inclui Matthieu Orphelin, próximo de Nicolas Hulot, ex-ministro da Transição Ecológica de Macron e antigos membros da ala esquerda do A República em Marcha, como Aurélien Taché e Cédric Villani -, o partido de Emmanuel Macron perde a maioria absoluta no parlamento francês.

Conotado à esquerda do LREM, o grupo chama-se:

Ecologie, démocratie, solidarité

Solicitador Pedroso LEAL no programa Ida e Volta

O solicitador Pedroso LEAL – “Solicitadoria”
Pedroso LEAL – convidado de hoje de Luís Gonçalves
 
Mardi 19 mai, Pedroso LEAL répondra à vos questions dans l’émission IDA e VOLTA de 10h00 à 12h00.
 
Contrats Particuliers
Consultation Juridique
Constitution d’Entreprises
Acquisition de la Nationalité Portugaise
Résidents Non Habituels (RNH)
Impôts
Traductions

Consulado-Geral de Paris responde às vossas dúvidas em direto na Rádio Alfa. Dia 21, às 11h

Consulado-Geral de Paris em direto na Rádio Alfa, dia 21, quinta-feira, às 11h,

Consulado-Geral de Portugal em Paris, com a presença de  Joaquim do ROSÁRIO, Adido Social, na emissão IDA e VOLTA, de Luís Gonçalves, das 10h00 as 12h00.

Antena aberta aos ouvintes – Limitações do funcionamento dos serviços consulares em tempo Pandemia; férias de verão, fronteiras, aeroportos…