« QUERO AJUDAR A ENCONTRAR UM CONSENSO, POR ISSO NÃO IREI PARTICIPAR NESTA ETAPA DO PROCESSO” – Mário Centeno ao anunicar a sua retirada da corrida ao FMI, mas……
Steve Maia Caniço: Manifestações proibidas este sábado no centro de Nantes
Estão em curso diversos apelos a concentrações e manifestações, em Nantes e noutras cidades, como Paris, contra as “violências policiais” e em memória do lusodescendente Steve Maia Caniço.
Dizendo recear incidentes, as autoridades (Prefeitura) proibiram manifestações e concentrações de pessoas no centro da cidade de Nantes.
O corpo do jovem de 24 anos desparecido na noite de 21 para 22 de junho, durante uma controversa operação policial num concerto da festa da música, foi encontrado cinco semanas depois a boiar no rio Loire.
O caso está a provocar grande emoção em Nantes e em França, continua a ser assunto de grande destaque em todo o país e está a desestabilizar o Governo de Paris.
Leia mais sobre este caso em diversos artigos relacionados aqui nesta página da Rádio Alfa
Depois do triunfo no Luxemburgo, por 1-0, os vimaranenses confirmaram o apuramento, com um ‘bis’ de Tapsoba (14 e 88 minutos), o segundo de grande penalidade, e golos de Guedes (63) e João Carlos Teixeira (90+3).
Na terceira pré-eliminatória, o Vitória de Guimarães vai defrontar o Ventspils, da Letónia, que confirmou o apuramento com um empate 2-2 na visita ao Gzira, depois de na semana passada ter goleado a formação de Malta, por 4-0.
No final dos 174,7 quilómetros, entre Miranda do Corvo e Leiria, Appollonio foi o mais rápido, cortando a meta em 4:47.08 horas, o mesmo tempo do português Daniel Mestre (W52-FC Porto) e do compatriota Matteo Malucelli (Caja Rural), segundo e terceiro classificado, respetivamente.
Samuel Caldeira foi atrasado por queda, mas o incidente ocorreu dentro dos três quilómetros finais, pelo que manteve a liderança, com o mesmo tempo do suíço Gian Frieseck (SRA) e do espanhol Gustavo Veloso (W52-FC Porto).
Na sexta-feira corre-se a segunda etapa, a mais longa da 81.ª edição da Volta a Portugal, com 198,5 quilómetros, entre Marinha Grande e Santo António dos Cavaleiros, com a meta a coincidir com uma contagem de montanha de terceira categoria.
Alfa/Lusa.
O ramo britânico da World Animal Protection divulgou um documento em que afirma que os animais mantidos nestes sítios de diversão estão sob « sofrimento atroz », referindo, entre outros, o caso do Zoomarine e dos espetáculos que promove, em que « os golfinhos são forçados a fazer acrobacias e a deixar que os treinadores façam ‘surf’ em cima deles ».
« Em vez de atuações públicas para fins comerciais, estes locais deviam eliminar estas atrações nocivas e oferecer em vez delas atividades enriquecedoras para os golfinhos, sem contacto direto com os visitantes e sem truques circenses », defende a organização.
Na mira do relatório, construído a partir de visitas efetuadas entre 2018 e 2019, em que os membros da organização assistiram aos espetáculos, estão parques semelhantes ao Zoomarine na Austrália, Estados Unidos e Singapura, e outros sítios onde há animais em cativeiro, num total de 12 instalações.
« No Zoomarine, em Portugal, os treinadores põem-se em cima do dorso dos golfinhos e ‘surfam-nos’ na água. O espetáculo também inclui os golfinhos a puxarem um pequeno barco onde estão crianças », refere-se no documento.
A World Animal Protection argumenta que « muitos dos comportamentos apresentados como ‘brincadeiras’ durante o espetáculo são na verdade manifestações de agressividade ou perturbação ».
Apela aos turistas britânicos a « tomarem uma posição, não visitando nem apoiando estes locais”.
O contacto direto com os visitantes pode sugerir que a interação com os golfinhos « é completamente segura para os humanos », quando se trata de « animais selvagens incrivelmente fortes que, quando perturbados, podem ser um risco para a segurança das pessoas », acrescenta.
Manter estes animais em cativeiro para garantir a sua conservação não é argumento, considera a World Animal Protection, porque a maioria das espécies mantidas nos aquários não está ameaçada.
Além de o cativeiro ser sempre « uma severa restrição ao bem-estar » dos animais, o treino para os truques que fazem nos espetáculos consiste em « métodos controversos » como « retirada de comida e estímulo social aos golfinhos para depois os usar como recompensas », acusa a organização.
A organização refere outros tipos de animais sujeitos a « atividades e exibições cruéis e degradantes », como « leões e tigres a fazerem truques e acrobacias em palco », elefantes obrigados a transportar turistas e primatas « explorados como adereços fotográficos ».
« Os locais incluídos nestes casos de estudo não representam os piores jardins zoológicos do mundo », refere-se no documento, mas estão ligados à Associação Mundial de Zoológicos e Aquários, cujas diretivas não estão a cumprir, apesar de « aspirarem a ser modernos e favoráveis ao bem-estar animal ».
Contactado pela agência Lusa, o Zoomarine declinou fazer qualquer comentário sobre as afirmações da World Animal Protection.
Alfa/Lusa.
O ex-presidente dos ‘leões’ limitou-se a uma curta mensagem nas redes sociais, pouco depois de ser conhecida a decisão do Tribunal de Instrução Criminal (TIC) do Barreiro, após a fase de instrução.
Bruno de Carvalho, que era presidente do Sporting à altura dos factos – e destituído em Assembleia Geral em junho de 2018 -, é um dos 44 arguidos no processo Alcochete, relativo às agressões a ‘staff’ e jogadores do Sporting em 15 de maio de 2018.
Hoje, o tribunal do Barreiro decidiu, após a fase instrutória, levar a julgamento todos os arguidos acusados pelo Ministério Público (MP), num processo em que apenas o líder da Juventude Leonina, Mustafá, continuará em prisão preventiva.
O ex-presidente do Sporting Bruno de Carvalho, que estava sujeito à medida de coação de apresentações diárias às autoridades, passará a apresentar-se “quinzenalmente”, determinou hoje o juiz de instrução criminal (JIC) Carlos Delca.
Aos arguidos que participaram diretamente no ataque à Academia do Sporting, o MP imputa-lhes na acusação a coautoria de crimes de terrorismo, de 40 crimes de ameaça agravada, de 38 crimes de sequestro, de dois crimes de dano com violência, de um crime de detenção de arma proibida agravado e de um de introdução em lugar vedado ao público.
Bruno de Carvalho, o líder da claque Juventude Leonina, Nuno Mendes, conhecido por ‘Mustafá’, e Bruno Jacinto, ex-oficial de ligação aos adeptos, estão acusados, como autores morais, de 40 crimes de ameaça agravada, de 19 de ofensa à integridade física qualificada, de 38 de sequestro, de um crime de detenção de arma proibida e de crimes que são classificados como terrorismo, não quantificados. ‘Mustafá’ vai responder também por um crime de tráfico de droga.
A instrução, fase facultativa, foi requerida por vários arguidos, incluindo o antigo presidente do clube Bruno de Carvalho, e visa decidir por um JIC se o processo segue e em que moldes para julgamento.
Alfa/Lusa.
“O AC Milan tem o prazer de comunicar que o clube chegou a um acordo com o LOSC Lille para a aquisição do avançado português Rafael Alexandre da Conceição Leão. O atacante, de 20 anos, junta-se aos ‘rossoneri’ num acordo de cinco anos”, refere o AC Milan no seu site oficial.
Official Statement: Rafael Leão ➡ https://t.co/4mJ10QES6C
Comunicato Ufficiale: Rafael Leão ➡ https://t.co/cRBwOeel8F pic.twitter.com/uREr8CS3QD
— AC Milan (@acmilan) August 1, 2019
Em declarações à agência noticiosa France Press (AFP), o presidente do Lille, Gérard Lopez, afirmou no domingo que os milaneses tinham feito “uma proposta de 35 milhões de euros, mais 20 por cento do montante de uma futura venda”.
O clube transalpino, quinto classificado na última temporada da Série A, lembra o percurso de Rafael Leão, que assinou pelo Lille no verão de 2018, depois de se ter estreado pela equipa principal do Sporting em 2017.
O jogador, formado nos ‘leões’, foi um dos nove futebolistas que rescindiram unilateralmente com o Sporting, após o ataque de adeptos à academia de Alcochete, em maio de 2018, no final de um campeonato em que a equipa terminou em terceiro.
Alguns jogadores acabariam por chegar a acordo ou até regressarem ao Sporting, já sob a gestão de um presidente interino, na ocasião Sousa Cintra, mas Rafael Leão manteve um litígio com o antigo clube.
O Sporting reclama do antigo jogador uma indemnização de 45 milhões de euros.
No Lille, que foi vice-campeão francês, o avançado disputou 26 jogos e marcou oito golos.
O AC Milan conta no seu plantel com o também avançado luso André Silva, que na última época esteve emprestado ao Sevilha, e que chegou a ser dado como certo no Mónaco para esta temporada, num negócio que acabou por não acontecer.
Esta época os ‘rossoneri’, que deixaram de ter como treinador Gennaro Gattuso, serão treinados por Marco Giampaolo, antigo técnico da Sampdoria.
Alfa/Lusa.
Alfa/Expresso Diário. Por Daniel Ribeiro
Capa do Libération de quarta-feira, 31

Morte de jovem de origem portuguesa não está esclarecida. “É caso de Estado”, afirma advogada da família. Polémica agudiza crise num país onde muitos denunciam “violências policiais” injustificadas
Chamava-se Steve Maio Caniço, tinha 24 anos e era lusodescendente. Não era “colete amarelo” nem militante político radical e desapareceu de 21 para 22 de junho, num cais de Nantes, durante a noite da festa da música, depois de uma controversa intervenção policial com gás lacrimogéneo e balas de borracha para pôr fim a um concerto “tecno” ao qual ele assistia.
Mais de cinco semanas depois, o seu corpo foi encontrado, por um barco civil, em estado avançado de decomposição, a boiar no rio Loire. A forte emoção, que já atravessava a França desde o seu desaparecimento, aumentou sensivelmente. E, agora, desestabiliza fortemente o poder, em Paris, porque as circunstâncias da morte de Steve ainda estão longe de esclarecidas.
Em Nantes, vive-se a incompreensão e a cólera – e, aí, acusa-se diretamente a polícia e o Governo de serem responsáveis pela sua morte, em manifestações sucessivas. No resto do país e no mundo político e dos media, a polémica alastra, fragilizando o Governo e o seu ministro do Interior. O caso faz manchetes e abre noticiários. “Morte de Steve: O que fez a polícia?”, pergunta nesta quarta-feira o jornal “Libération”, em manchete.
Num país que ainda não saiu da crise social violenta dos “coletes amarelos”, que dura há oito meses e onde o tema da “violência policial” é relevante (alguns mortos “colaterais” e centenas de feridos e estropiados), a morte de Steve Maia Caniço é assunto sensível e as suas consequências preocupam o Governo e a Presidência da República. O próprio chefe de Estado, Emmanuel Macron, já se pronunciou sobre este caso e, apesar de estar de férias, está em contacto direto com o seu Governo para controlar a comunicação sobre o drama de Steve.
Estas terça e quarta-feira, o Governo multiplicou as explicações sobre a polémica e foi o próprio primeiro-ministro, Édouard Philippe, que assumiu a comunicação oficial.
Um inquérito oficial da “polícia das polícias” francesa (IGPN), concluído na quinta-feira da semana passada, antes de ser encontrado o corpo, lançou gasolina sobre o fogo. Dizia que a intervenção policial na festa da música não tinha nada a ver com a morte do lusodescendente.
O problema é que existem imagens da enorme confusão com a intervenção muito dura, na festa, das forças de segurança, para pôr fim ao concerto e depoimentos de mais de uma centena de participantes. E também há notícias, confirmadas, de que, nessa noite, 14 pessoas caíram no rio Loire, para fugirem à polícia, às balas de borracha e aos gases lacrimogéneos.
Perante esta situação, Édouard Philippe anunciou a abertura de um novo inquérito “administrativo”, além de uma outra investigação judicial em curso por “homicídio involuntário”. Certamente a contragosto, o primeiro-ministro foi obrigado a reconhecer: “mais de cinco semanas depois, o desenrolar dos acontecimentos daquela noite permanece confuso.”
No entanto, o caso não acaba aqui e o Governo receia consequências. Cécile de Oliveira, advogada da família de Steve, denuncia o que considera um “caso de Estado”. “Claramente, o relatório da IGPN não é objetivo e o facto de o Executivo assumir um caso confiado a um juiz de instrução parece-me relevador de um momento político muito complicado sobre as intervenções policiais”, afirma.
Steve Maia Caniço não estava ligado a movimentos radicais. Era educador infantil e descrito como pessoa simples, calma e educada, que gostava de música tecno. Colegas dizem que não sabia nadar e que não aguentava álcool. Vivia com o pai, português, que estava separado da mãe, francesa, segundo fontes fidedignas ouvidas pelo Expresso.
O canal 11 — criado pela Federação Portuguesa de Futebol (FPF) — começa a sua transmissão contínua nesta quinta-feira, 1 de Agosto, pelas 11h11, e poderá ser visto nos serviços de televisão da Meo, Nos e Vodafone. O futebolista e capitão da selecção portuguesa, Cristiano Ronaldo, será “o primeiro rosto” e a figura central do arranque do canal, cuja primeira emissão será feita a partir dos estúdios da Cidade do Futebol (no Jamor) para coincidir com o arranque da temporada desportiva.
A FPF considera que um dos pontos altos do primeiro dia de transmissão será uma conversa entre o antigo jogador (e agora pivot do canal) Vítor Baía com o presidente da FPF, Fernando Gomes. Para mostrar “a importância que o futebol feminino” assumirá na programação do novo canal, será transmitido em directo o sorteio da Liga BPI, às 18h30 de quinta-feira. Segundo uma nota da FPF, o dia 2 de Agosto contará também com os sorteios das equipas da Liga Placard (futsal) e do Campeonato Nacional Feminino de Futsal.

A FPF anunciou ainda que o primeiro dia de transmissão contará com a presença do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, numa conversa moderada por Nuno Santos em que estará também presente o seleccionador nacional, Fernando Santos. A conversa será transmitida a partir do Palácio de Belém.
O canal 11 vai ainda transmitir em directo cinco dos oito jogos da primeira jornada da Liga Revelação 2019/2020 — as duas primeiras emissões estão agendadas para dia 12, segunda-feira. Já o jogo entre o Vitória Sport Clube e o campeão nacional FC Porto será o primeiro do campeonato sub-19 a ser transmitido em directo — a partida está marcada para o final da tarde de 9 de Agosto.
O jogo entre o União de Leiria e o Beira-Mar vai abrir a edição 2019/2020 do Campeonato de Portugal e será transmitido no dia 16 de Agosto, às 20h. No dia seguinte será a vez do Alverca-Sporting, às 11h, enquanto no dia 18 haverá espaço para o directo do Tondela-Benfica, à mesma hora.
Uma das figuras envolvidas no desenvolvimento deste projecto televisivo foi o jornalista Carlos Daniel, assumindo as funções de coordenador do canal (juntamente com o antigo director da RTP e da SIC, Nuno Santos, que está à frente do canal), através de um acordo de licença sem vencimento iniciada no final do Verão passado. Com o fim do acordo, voltou à RTP. Em Abril, Carlos Daniel dizia acreditar “no sucesso” do canal 11, “por ser diferente da oferta existente quanto a futebol”.
O canal dedicará a sua emissão à actividade das selecções masculinas e femininas de futebol, futsal e futebol de praia, mas também aos treinadores e jogadores portugueses que actuam no estrangeiro, assim como às competições nacionais nos diferentes escalões. É dirigido por Nuno Santos e tem financiamento da UEFA, organismo que rege o futebol europeu. Em informações dadas ao PÚBLICO, a FPF refere que os trabalhadores do canal “estão no país todo”, com equipas em Lisboa, no Porto, em Braga, em Coimbra e “uma rede de correspondentes ligada às associações de futebol”.
Em entrevista ao PÚBLICO no início do mês, Nuno Santos disse que o canal 11 quer promover o que de melhor há na modalidade. “Vamos tornar o futebol mais democrático, vamos mostrar o jogo que não é mostrado”, afirmava, dando como exemplo a final do futebol feminino que passou despercebida a muita gente. “Quando o canal for para o ar, teremos dois jogos de futebol feminino em directo todas as semanas. Estamos a falar de algo que não é apenas um movimento desportivo, mas também um movimento social imparável e incontornável.”
A FPF apresentou há algumas semanas as linhas de lançamento do canal 11, garantindo que não será “um canal de notícias” e que “chamar apenas canal é demasiado redutor”. “O 11 nunca vai ser feito só para os ecrãs de televisão. Os nossos conteúdos vão nascer para o Facebook, Instagram, YouTube, WhatsApp, mail e televisão”, explicou o director Nuno Santos, em Abril. Nas redes sociais, já têm sido apresentadas alguns dos novos jornalistas do canal.
“Queremos ser a plataforma do futebol português, promovendo os jogadores, os treinadores e os adeptos num outro plano. Tanto aqueles que estão no futebol português como os que estão fora do país. A diáspora”, adiantava Nuno Santos ao PÚBLICO.
O anúncio do lançamento do canal foi acompanhado de alguma polémica por causa do memorando de cooperação celebrado com a RTP, que acabou por ser rompido. Como avançou o PÚBLICO, o acordo entre a RTP e a FPF previa a partilha de recursos, de meios técnicos e humanos, arquivos e direitos de programas; uma das contrapartidas da televisão pública era o acesso privilegiado a conteúdos e direitos televisivos da federação, nomeadamente dos jogos da selecção nacional de futebol.
O documento originou críticas por parte da comissão de trabalhadores do canal e pedidos de esclarecimento dos ministérios da Cultura e das Finanças à administração. A Federação Portuguesa de Futebol acabou por “desobrigar” a RTP de manter o vínculo, alegando que o espírito e os objectivos do acordo não estavam a ser compreendidos.
Jornal Público.
Caldeira gastou 7.28 minutos para cumprir o percurso, batendo por centésimos de segundo o suíço Gian Friesecke (SRA) e o espanhol Gustavo Veloso (W52-FC Porto), segundo e terceiro classificado, respetivamente.
Na quinta-feira corre-se a primeira etapa, entre Miranda do Corvo e Leiria, num percurso de 174,7 quilómetros, que terá uma contagem de montanha de primeira categoria logo aos 38 quilómetros.
Alfa/Lusa.