André Silva acredita “em grandes feitos” de Portugal e aponta à Liga das Nações

O avançado André Silva manifestou hoje confiança « em grandes feitos » da seleção portuguesa de futebol, a começar pela estreia na recém-criada Liga das Nações, e revelou estar « feliz » com a mudança para o Sevilha.

« Antes do Europeu [de 2020], ainda temos a Liga das Nações. Esperamos grandes feitos em qualquer competição e entramos sempre para ganhar. Vamos dar o nosso máximo na Liga das Nações », afirmou, em conferência de imprensa, na Cidade do Futebol, em Oeiras.

Antes da estreia no Grupo 3 da Liga das Nações, diante da Itália, Portugal vai disputar um particular com a Croácia, no Algarve: « O jogo com a Croácia é muito importante para nós, vamos jogar contra os vice-campeões mundiais. Esperamos vencer. »

Apesar de ter atuado em Itália na época passada, ao serviço do AC Milan, André Silva, de 22 anos, esquivou-se a analisar o momento do futebol transalpino, cuja seleção falhou o último Mundial2018.

« Ainda não estudámos a Itália. Estamos a preparar a Croácia. Esse jogo vai ser importante para o jogo com a Itália e, depois disso, logo veremos como joga a Itália », referiu, admitindo que Cristiano Ronaldo « é importante », mas que a seleção nacional « está habituada e preparada » para jogar sem o ‘capitão’.

Entre os 24 convocados pelo selecionador Fernando Santos destacam-se as estreias de Cláudio Ramos, Pedro Mendes, Sérgio Oliveira e Gedson Fernandes, jogadores aos quais André Silva reconhece qualidade.

« Todos os jogadores portugueses podem ajudar e gostariam de estar na nossa posição. Quando vêm à seleção, vêm com grandes expetativas e com o objetivo de darem o máximo. São mais quatro jogadores com quem poderemos contar », frisou.

Por outro lado, o avançado, que contabiliza 26 internacionalizações por Portugal, disse estar « contente » com a recente mudança para o Sevilha, da I Liga espanhola, por empréstimo do AC Milan: « Sinto-me feliz desde que cheguei e com o futebol que encontrei lá. »

A seleção portuguesa, campeã europeia, defronta a Croácia, vice-campeã mundial, em 06 de setembro, às 20:45, no Estádio do Algarve, num jogo particular, o primeiro desde o Mundial2018, competição na qual Portugal somou uma vitória, uma derrota e dois empates.

Quatro dias depois, na segunda-feira, a equipa das ‘quinas’ defronta, no Estádio da Luz, em Lisboa, também às 20:45 (Paris), a Itália, em jogo da primeira jornada do Grupo 3 da Liga das Nações.

Alfa/Lusa.

A máquina Emmanuel Macron avariou-se. E esta terça-feira há remodelação do Governo

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Presidente da França há 16 meses, Emmanuel Macron marcou pontos na Europa, mas mesmo aí é agora menos audível. Em França, está a cair de forma abrupta. Desde um escândalo, no início do verão, com o seu chefe da segurança, nada funciona. A gestão da demissão de Nicolas Hulot, única estrela do Governo, é uma calamidade. E o seu Governo nem sequer consegue levar avante uma reforma fiscal para lançar a retenção na fonte do IRS

Alfa/Expresso Diário (adaptação) – por Daniel Ribeiro

Em apuros, o Presidente francês anuncia para esta terça-feira uma remodelação do Executivo. Para Emmanuel Macron, a vida está complicada. Uma semana depois da demissão, em direto numa rádio – sem aviso prévio aos chefes do Estado e do Governo -, do ministro de Estado e do Ambiente, Nicolas Hulot, ainda não conseguiu substituí-lo.

Tentou cativar Daniel Cohn-Bendit, outra grande figura mediática do movimento ecologista francês e europeu, mas este recusou entrar no Governo.

A remodelação, provocada pela demissão de Hulot, acontece quando nem sequer se sabe se o Governo conseguirá levar por diante uma reforma fiscal para impor a retenção na fonte do imposto sobre o rendimento (IRS), programada para entrar em vigor a um de janeiro de 2019. Só também esta terça-feira se saberá se, afinal, o projeto fiscal, lançado já no mandato do ex-Presidente François Hollande, será mantido, adiado ou… pura e simplesmente revogado.

“PRESIDENTE DOS RICOS”

Fragilizado, o Presidente “reformista” continua também a ser acusado de ser o “Presidente dos ricos”. Com o crescimento económico em baixa (prevê-se 1,7% para 2019, em vez da aposta do Governo, que era de 2%), Macron procura margem de manobra orçamental na redução das ajudas sociais e, sobretudo, nas pensões da maioria dos reformados, que desde a sua entrada em funções, na primavera de 2017, viram as suas reformas cortadas.

Neste campo das pensões dos mais idosos, as sondagens são mais uma calamidade para Macron. Os reformados são esmagadoramente contra ele e, em geral, apenas 34% dos franceses têm uma opinião positiva sobre o Presidente, segundo uma sondagem do instituto BVA, divulgada na sexta-feira.

A demissão de Hulot contribuiu para reforçar a imagem de que Macron é “o Presidente dos ricos”. O ex-ministro demitiu-se quase a chorar, confessando a sua impotência face ao que chamou a força dos lóbis e a cedência do Governo a “grupos de interesses” económicos.

A “República exemplar”, prometida por Emmanuel Macron durante a campanha eleitoral para as presidenciais levou, com a demissão de Hulot, mais uma forte machadada.

A credibilidade da Presidência já tinha ficado abalada no início do verão, com “o escândalo Benalla”, do nome do seu chefe de segurança, que estaria a montar no Eliseu uma força de polícia autónoma e paralela, à margem de todas as regras da hierarquia policial e militar, bem como da democracia.

Este caso levou à demissão do seu homem de confiança para a segurança, mas teve consequências mais graves. Por causa do escândalo (Benalla foi filmado, disfarçado de polícia, a bater em manifestantes), Macron foi obrigado a adiar uma reforma constitucional, que ele considerava fundamental para avançar na via do reformismo.

“IRREDUTÍVEIS GAULESES”

A “rentrée” do Presidente, em França, está na realidade a ser muito mais complicada do que ele previa. Macron continua a ser relativamente bem visto em Lisboa, Berlim ou Copenhaga. No entanto, o ressurgimento em força dos populismos na Europa retiram eficácia aos seus já famosos ativismo, voluntarismo e protagonismo.

Contudo, ele próprio contribui, mesmo no estrangeiro, para ensombrar a sua imagem em França, onde os seus compatriotas parecem começar a duvidar da sua capacidade para ser Presidente.

Numa visita, há dias, à Dinamarca, atacou “os gauleses refratários às mudanças” e às reformas que ele propõe. Esta alusão aos “irredutíveis gauleses” de Asterix e Obelix caiu mal no país. Toda a oposição o criticou duramente, muitos acharam-no sobranceiro, e os sindicatos, que tentam organizar para as próximas semanas um movimento social contra a sua política, ficaram irritados.

A promessa de um “mundo novo”, que Macron fez ao chegar ao Eliseu, centrada na “reforma, na eficácia e no resultado”, parece ter de esperar por melhores dias.

Para já, o Presidente tem de agir como bombeiro: substituir Nicolas Hulot, remodelar sob pressão um Governo que não tem figuras conhecidas do grande público, e anunciar se a França vai ou não ter um IRS com retenção na fonte, uma medida que já tinha sido anunciada – e estava em fase de preparação com investimentos de milhões – há cerca de dois anos.

João Sousa perde com Djokovic nos oitavos de final

O tenista português João Sousa foi hoje eliminado pelo sérvio Novak Djokovic, número seis mundial, nos oitavos de final do US Open, último torneio do Grand Slam, que está a decorrer em Flushing Meadows.

O vimaranense, de 29 anos, não resistiu a Djokovic, bicampeão do US Open (2011 e 2015) e antigo líder do ‘ranking’ ATP, e acabou por ceder a qualificação para os quartos de final, pelos parciais de 6-3, 6-4 e 6-3, em pouco mais de duas horas de encontro.

O sérvio, que está à procura do 14.º ‘major’ da carreira, vai agora defrontar o australiano John Millman.

Alfa/Lusa.

Ronaldo entre finalistas ao prémio ‘The Best’ juntamente com Modric e Salah

O português Cristiano Ronaldo foi hoje nomeado pela FIFA para o prémio ‘The Best’, através do qual é distinguido o melhor futebolista da época 2017/2018 e que o avançado já conquistou cinco vezes.

Os outros dois finalistas nomeados pela FIFA, hoje em Londres, são o médio croata Luka Modric, designado melhor jogador do Campeonato do Mundo, e o egípcio Mohamed Salah.

Os três jogadores foram também os finalistas candidatos ao prémio Melhor Jogador do Ano na Europa, atribuído pela UEFA, que na semana passada foi entregue a Luka Modric.

A cerimónia de entrega dos prémios está marcada para 24 de setembro, em Londres.

Alfa/Lusa.

“Paraíso fiscal ». BE contra IRS especial para emigrantes e estrangeiros

Bloco de Esquerda quer acabar com IRS especial para estrangeiros já em 2019 e também é contra IRS especial para emigrantes que regressem ao país.

 

Foto: © Aurore Alifanti

 

A dirigente bloquista, Mariana Mortágua, está contra o que diz ser um “paraíso fiscal” e aponta problemas ao IRS especial para os emigrantes. As suas propostas são hoje divulgadas em Portugal pelo jornal Público.

Além da isenção de impostos para estrangeiros, Mortágua deixa também críticas à recente proposta de António Costa, primeiro-ministro, para favorecer o regresso de emigrantes a Portugal.

Esta medida, segundo diz Mortágua, assume que as pessoas “são atraídas por questões fiscais, quando na verdade aquilo que atrai as pessoas é o próprio valor dos salários e as condições de trabalho. E em segundo lugar cria uma desigualdade e uma potencial injustiça com os trabalhadores a residir em Portugal que, auferindo os mesmos rendimentos ou até rendimentos inferiores, pagam todos os seus impostos”.

A deputada bloquista defende um ponto final ao regime em vigor também para os estrangeiros.

Diz que está por provar a eficácia de um instrumento que “dá a alguém o direito de não pagar os impostos que o resto da população paga”, seja quando os pensionistas ficam isentos de IRS, seja quando os trabalhadores dependentes ou independentes que vieram à boleia deste incentivo (estrangeiros ou portugueses) beneficiam de uma taxa especial de IRS de 20%, independentemente dos rendimentos que auferem.

“Temos de medir, enquanto sociedade, se faz sentido haver pessoas a pagar IRS de 20% quando o resto dos trabalhadores paga o seu IRS de acordo com a tabela geral. Temos as maiores dúvidas sobre a eficácia deste regime – as maiores – e até agora o Governo não foi capaz de as esclarecer”, explicou a bloquista, em declarações ao “Público”.

Foto: © Aurore Alifanti

Enorme perda. Ardeu o palácio de D. João VI no Rio de Janeiro, Museu Nacional

Memória, História e Cultura destruídas no Rio de Janeiro. Incêndio de grandes proporções destrói acervo histórico e cultural. Hoje Museu Nacional, o antigo Palácio de São Cristóvão foi casa dos Bragança no Brasil. Destruição do acervo foi devastadora, segundo primeiras estimativas.

Alfa/DN

Um incêndio de grandes proporções destruiu o Museu Nacional no Rio de Janeiro. Situado na Quinta da Boa Vista, o edifício alberga uma vasta coleção museológica, desde arte indígena a meteoritos e a um importante espólio de egiptologia, mas destaca-se também por ter sido residência dos Bragança no Brasil, tanto no período colonial até 1822, como depois já da independência até à proclamação da república em 1889. Na Sala do Trono havia mobiliário e objetos vários que pertenceram à família real, depois imperial.

Oferecido por um rico comerciante à família real portuguesa quando esta chegou em 1808 ao Rio de Janeiro para escapar às tropas napoleónicas, o Palácio de São Cristóvão foi residência de D. Maria I até à morte em 1816 e de D. João VI até regressar a Lisboa em 1821. Lá viveu D. Pedro I do Brasil (IV de Portugal) e lá nasceu a nossa D. Maria II, além de D. Pedro II do Brasil, ambos filhos da imperatriz Leopoldina, uma Habsburgo.

Segundo o jornal A Folha de São Paulo, 80 bombeiros de vários quartéis tentaram controlar as chamas, que perduraram noite dentro. O ministro português da Cultura, Luís Castro Mendes, foi um dos primeiros em Portugal a alertar para o incêndio via Facebook, falando de « um mau momento para o Brasil ». O presidente brasileiro Michael Temer já falou de « perda incalculável para o Brasil », embora não se saiba que parte dos 20 milhões de itens foi destruída. Entre o acervo do museu está o mais antigo fóssil humano encontrado no Brasil.

O Museu Nacional era gerido atualmente pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Desde há muito havia críticas ao estado de conservação do palácio e estavam prometido investimentos no museu, que este ano fez dois séculos e nasceu da iniciativa de D. João VI, que viveu 13 anos no Rio de Janeiro e deixou outros legados à cidade, como o Jardim Botânico.

Tenor português Luís Gomes vence dois prémios no concurso Operalia

O tenor português Luís Gomes venceu na categoria de zarzuela e recebeu o prémio do público para melhor voz masculina, no concurso internacional de canto lírico Operalia, que decorreu no Teatro Nacional de São Carlos, em Lisboa

Alfa/Lusa

« Luís Gomes vence o Prémio zarzuela (‘ex-aequo’ com Pavel Petrov) e o prémio do público para melhor voz masculina », anunciou este domingo a organização, em comunicado. O prémio zarzuela tem um valor de 10 mil dólares (cerca de 9 mil euros) e o de melhor voz masculina de 30 mil dólares (cerca de 26 mil euros).

Emily D’Angelo, representante do Canadá/Itália, e o bielorrusso Pavel Petrov são os vencedores do prémio do Operalia 2018, concurso internacional de canto lírico fundado por Plácido Domingo, que se realizou este ano pela primeira vez em Portugal. D’Angelo venceu ainda o prémio do público para melhor voz feminina, o prémio zarzuela e o prémio Birgit Nilsson.

O tenor português Luís Gomes estudou no Conservatório Nacional de Lisboa, na Escola Superior de Música de Lisboa e na Guildhall School of Music and Drama em Londres, onde se licenciou em Canto e fez mestrado em Ópera.

Passou pela Royal Opera House e, em junho, estreou-se no palco do Teatro Nacional de São Carlos, em « La Traviata », com um papel que vai voltar a interpretar em outubro no Coliseu do Porto.

Além de Luís Gomes, na final de Ópera estavam qualificados Migran Agadzhanyan (Rússia), Rihab Chaieb (Canadá), Emily D’Angelo (Canadá/Itália), Samantha Hankey (EUA), Johannes Kammler (Alemanha), Long Long (China), Pavel Petrov (Bielorússia), Sean Michael Plumb (EUA), Simon Shibambu (África do Sul), Marina Viotti (Suíça/França) e Arseny Yakovlev (Rússia). Na final de Zarzuela estiveram Emily D’Angelo, Luís Gomes, Pavel Petrov, Josy Santos (Brasil) e Vanessa Vasquez (Colômbia/EUA).

O Concurso Mundial de Ópera Operalia, que já vai na 26.ª edição, é uma iniciativa criada pelo tenor e maestro espanhol Plácido Domingo, atual diretor-geral da Ópera de Los Angeles (Califórnia).

O júri do concurso integra, sobretudo, diretores-gerais de teatros de ópera internacionais, entre os quais Patrick Dickie (diretor artístico do S. Carlos), Anthony Freud (da Ópera Lírica de Chicago), Joan Marabosch (do Teatro Real de Madrid) e a soprano Marta Domingo, mulher de Plácido Domingo.

A primeira edição do Operalia realizou-se em 1993, em Paris, tendo já acontecido em cidades como Tóquio, Hamburgo, Budapeste, Milão, Moscovo, Pequim, Verona, Los Angeles, Cidade do México, Londres, Madrid e Guadalajara.

Hoje. João Sousa defronta Djokovic no US Open

Novak Djokovic, 6º do « ranking » mundial, diz estar preparado para defrontar João Sousa nos oitavos de final do US Open, esta segunda feira, ao fim do dia (hora da Europa).

Português vai tentar contrariar historial diante do sérvio.

Sobre a sua histórica participação na edição deste Open dos EUA, João Sousa disse: “Tenho estado a jogar melhor a cada ronda”.

“Ele não tem nada a perder, é um lutador, faz-nos correr (adora correr), gosta de fugir à esquerda e bater direitas. Não me vai oferecer a vitória, vou ter de a merecer”, afirmou por seu lado Novak Djokovic.

O encontro entre os dois tenistas decorre esta segunda-feira (previsivelmente a partir das 18h, hora de Paris).

Novak Djokovic nunca perdeu um set em quatro duelos com o português natural de Guimarães. Mas, mesmo assim, o actual campeão de Wimbledon e 6º do « ranking » mundial encara a partida com grande seriedade.

Recorde-se que o tenista João Sousa qualificou-se, pela primeira vez, para os oitavos de final do Open dos Estados Unidos, um torneio do chamado Grande Slam.

Com efeito, o tenista português, 68.º do « ranking' »mundial, apurou-se no sábado passado, pela primeira vez,  para uns oitavos de final de um Grand Slam, ao vencer o francês Lucas Pouille, 17.º do mundo.

Este bom resultado em Nova Iorque deverá fazê-lo subir diversos lugares no « ranking » mundial.

FC Porto vence tranquilamente na receção ao Moreirense

O FC Porto venceu hoje na receção ao Moreirense por 3-0, em jogo da quarta jornada da I Liga de futebol, resultado que deixa os ‘dragões’ no quarto posto da classificação.

Herrera, aos 15 minutos, Aboubakar, aos 28, e Marega, aos 90+4, foram os autores dos golos do triunfo portista, num encontro marcado pelo regresso aos relvados de Danilo, que entrou a render Brahimi, aos 82 minutos.

Com esta vitória, o FC Porto fechou a quarta jornada no quarto posto com nove pontos, menos um do que o trio de comandantes – Benfica, Sporting de Braga e Sporting -, enquanto o Moreirense é 13.º com quatro.

Alfa/Lusa.

Benfica goleia Nacional na Madeira e assume liderança

O Benfica goleou hoje na Madeira o Nacional por 4-0, em jogo da quarta jornada da I Liga de futebol, assumindo assim a liderança da prova.

Golos de Seferovic, aos 28 minutos, e de Salvio, aos 45, permitiram aos ‘encarnados’ chegar ao intervalo já com uma vantagem de dois golos, tendo Grimaldo, aos 76, tranquilizado definitivamente os vice-campeões nacionais, ao anotar o terceiro tento, com Rafa, no fecho da partida (90+3) estabelecido o resultado final.

Com a vitória, o Benfica chega ao primeiro lugar do campeonato com 10 pontos, os mesmos de Sporting de Braga e Sporting, mas com melhor diferença de golos, enquanto os nacionalistas baixaram ao 15.º lugar com três pontos.

Alfa/Lusa.