PR Marcelo e Rei Carlos III celebraram o 650.º aniversário da Aliança Luso-Britânica

(Nota e foto de abertura publicadas pela Presidência portuguesa)

Presidente da República e Rei Carlos III celebraram o 650.º aniversário da Aliança Luso-Britânica

O Presidente da República e o Rei Carlos III estiveram presentes na Cerimónia comemorativa dos 650 anos dos Tratados de Tagilde e de Londres celebrada na Queen’s Chapel, no Palácio de St. James, em Londres.

Os dois Chefes de Estado, que viajaram juntos do Palácio de Buckingham, foram recebidos por alas militares dos dois países na entrada da Queen’s Chapel, capela que foi frequentada pela Rainha Catarina de Bragança e cujo brasão, uma combinação das armas de Portugal e do Reino Unido, se encontra por cima do altar e na galeria.

O Serviço de Ação de Graças, que incluiu leituras em inglês e português, terminou com a execução dos dois Hinos Nacionais, pelo Coro da Capela Real de Sua Majestade e pelo Coro do Queen’s College Oxford. No final, o Presidente da República e o Rei Carlos III observaram uma cópia original do Tratado de Paz, Amizade e Aliança, assinado em 1373, que compromete as duas nações a uma “paz perpétua, amizade e aliança”, e que esteve exposto durante a cerimónia.

Sobre a Aliança diplomática entre os dois países, a mais antiga do mundo, ouça aqui a crónica do jornalista Ricardo Figueira:

Portugal/Reino Unido. A História complexa da mais antiga Aliança diplomática do mundo. Opinião

História: Movimentos de Libertação – Angola, Moçambique, Guiné Bissau… Um dos destaques do Passagem de Nível de 18/06

« Passagem de nível » na Rádio Alfa. Domingo, 18 de junho de 2023. Das 12h00 às 14h00

 

Destaques:

Boubaker Adjali l’Africain, Un Regard Tricontinental, éditions Otium. Um livro que retraça a sua trajectória de fotógrafo e de documentarista. Mais de 160 fotografias e uma série de textos relativamente ao trabalho que Boubaker Adjali realizou, nos anos 60 e 70, com os movimentos de libertação, entre os quais, de Angola, Moçambique ou ainda da Guiné-Bissau.
Convidados:
Luísa Semedo, uma das coordenadoras do livro
Raul Mora, responsável das éditions Otium

Comunidades Portuguesas: Está a circular uma petição para aumentar o número de deputados eleitos (de 4 para 8) pelos Círculos da Europa e Fora da Europa
Convidado: Pedro Rúpio, Conselheiro das Comunidades (Bélgica)

-A população de Covas do Barroso continua a luta contra a exploração mineira do lítio
Convidado: Nelson Gomes, agricultor e Presidente da Associação Unidos em Defesa de Covas do Barroso

-2 Novos livros do escritor Marc Terrisse
“Variations sur le Portugal”, éditions Cosmopole, uma viagem através da história, das diversas regiões do país e dos usos e costumes, que marcam a personalidade dos portugueses;  “Mélodia amère”, éditions Blacklephant, um romance que nos mergulha nas favelas brasileiras

 

« Avant l’Équinoxe » é o título do álbum do grupo franco-brasileiro Canto do Sol, à venda a partir do dia 18 de Junho.
Convidada: Sophie Magnani, vocalista, autora e compositora

Apresentação e Coordenação: Artur Silva

Artur Silva - Passagem de NÍvel

Programa com redifusão na noite de 4ª para 5a feira, entre as 0h00 e as 2h00

Bernardo Silva admite abandonar o City e desconhece futuro

O futebolista Bernardo Silva, que atua no Manchester City, assumiu hoje que poderá abandonar o clube inglês e atual campeão europeu na próxima temporada e admitiu que, nesta altura, desconhece o seu futuro.

“Sinceramente, ainda não sei o meu futuro. Não sei. Vamos ver nos próximos tempos. Se soubesse, este também não seria o espaço para falar sobre isso. Mas, realmente não sei”, afirmou Bernardo Silva em conferência de imprensa, minutos antes de novo treino da seleção portuguesa, que prepara o duelo de sábado com a Bósnia, de qualificação para o Euro2024.

O jogador de 28 anos passou as últimas seis temporada no Manchester City, tendo esta época conquistado a Liga inglesa, a Taça de Inglaterra e a ‘Champions’, e tem contrato com os ‘citizens’ até julho de 2025.

Questionado sobre um possível regresso ao Benfica, clube em que fez toda a sua formação e de que é adepto assumido, Bernardo rejeitou qualquer possibilidade de tal acontecer.

“É irrealista falar nisso neste momento. Não vai acontecer”, frisou o internacional português.

Esta época, Bernardo Silva fez 55 jogos pelo Manchester City e assinou sete golos.

 

O médio Bernardo Silva sonha “ganhar um Mundial ou um Europeu por Portugal”.

« Falhei o Euro 2016 por lesão. Claro que, ainda que um título seja um título, um Euro não é uma Liga das Nações. Sonho muito ganhar um Mundial ou um Europeu por Portugal.

O jogador acabou de conquistar a Liga dos Campeões, mas “nem foi das épocas mais duras para mim”.

“Joguei muitos jogos, mas também fiz muitos a entrar [do banco]. O calendário está cada vez mais sobrecarregado, com competições tanto a nível de clubes como de seleções. Dou o exemplo do Bruno Fernandes, calculo que esteja estafado. Isso aconteceu-me há dois ou três anos, jogadores que fazem 60/70 jogos por época acaba por não ser fácil, mas é o que é”.

Agora, na Seleção, “é uma qualificação muito importante para nós e tenho a certeza que, uns mais cansados do que outros, vamos fazer tudo para alcançar o nosso objetivo ».

Questionado sobre a forma de trabalhar de Roberto Martinez, o novo selecionador luso, Bernardo Silva não deixou dúvidas: “Gosto, claro que gosto. O primeiro estágio correu muito bem. Quando se trabalha com equipas técnicas diferentes, a forma de trabalhar muda. Não há correto e incorreto. Há várias formas de ganhar”.

“As coisas têm corrido bem e vamos dar o nosso melhor para que as coisas funcionem bem com o novo selecionador e para que, juntos, possamos dar muitas alegrias aos portugueses. O sistema, ou se jogamos mais aqui ou ali, é pouco relevante. O que posso garantir é que todos nós vamos dar o nosso melhor em todos os momentos para representar Portugal da melhor maneira e ganhar o máximo de jogos possíveis”, acrescentou.

A equipa das quinas vai defrontar a Bósnia-Herzegovina e a Islândia na qualificação para o Euro 2024.

Com Agência Lusa.

Portugal/Reino Unido. A História complexa da mais antiga Aliança diplomática do mundo. Opinião

A História complexa de Portugal e do Reino Unido, que assinaram a mais antiga Aliança diplomática e militar do mundo.

Há 650 anos, quando o Tratado foi assinado, nem existiam muitos dos países que formam hoje a Europa.

Mas no mundo não há só rosas e muitos problemas tiveram de ser resolvidos entre os dois países.

Hoje, 15, O Presidente da República, que foi recebido pelo Rei Carlos III no Palácio de Buckingham, em Londres, condecorou o Monarca britânico com o Grande-Colar da Ordem da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito, a mesma condecoração que havia sido atribuída a sua Mãe, a Rainha Isabel II.

Crónica de Ricardo Figueira, jornalista da Euronews, para ouvir na Rádio Alfa na seta-feira, 16.

Ou ouça aqui:

 

Série Rabo de Peixe (Netflix) vai ter nova temporada

Alfa

Depois do sucesso da primeira apresentação, a série da Netflix, “Rabo de Peixe” (com enfoque nos Açores) vai ter uma segunda temporada.

O jornal Expresso informa que o realizador promete mais intensidade na futura série e que deixa em aberto a história do protagonista.

Ouça aqui o podcast que a Rádio Alfa publicou (com crítica) sobre a já famosa série:

O êxito da série Rabo de Peixe, da Netflix. Elogio e crítica – falta o sotaque dos Açores. Opinião

 

TEMPESTADE 2.1 PODCAST – 10 DE JUNHO 2023: FESTIVAL DO EMIGRANTE

“TEMPESTADE 2.1”

O programa dos luso-descendentes e dos luso-dependentes com a Cap Magellan. Todos os Sábados, entre as 14h e as 16h, só… na Rádio Alfa.

A Léa, Julie, Toni e o Antonin agitaram mais uma tarde com quizzs, música e atualidades.

Esta semana a equipa esteve em direto e ao vivo do Festival do Emigrante onde tiveram a oportunidade de entrevistar Soraia Ramos.

Emissão Tempestade 2.1 ao vivo no Festival do Emigrante

Aqui está a emissão:

 

Migrações: Guterres horrorizado com naufrágio na Grécia. 79 mortos, barco levava 750 pessoas a bordo

Migrações: Guterres horrorizado com naufrágio na Grécia pede mais medidas. De acordo com o mais recente balanço, a guarda costeira grega referiu que recuperou 79 corpos e resgatou cerca de 100 pessoas, mas os sobreviventes relataram que quase 750 pessoas estavam a bordo.

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linkedin sharing buttonAlfa/ com Lusa (adaptação Alfa) 
whatsapp sharing buttonO secretário-geral da ONU, António Guterres, mostrou-se horrorizado com o naufrágio de um barco de migrantes ao largo da costa grega, que resultou em pelo menos 79 mortos, defendendo mais medidas de segurança para a migração.

“Este é mais um exemplo da necessidade dos Estados-membros se unirem e criarem vias ordenadas e seguras para as pessoas forçadas a fugir (…), para salvar vidas no mar e reduzir as viagens perigosas”, frisou o diplomata português, através do seu porta-voz, Stéphane Dujarric.

Segundo Dujarric, o líder das Nações Unidas insiste que « todos aqueles que procura uma vida melhor precisam de dignidade e segurança ».

O governo da Grécia decretou três dias de luto após o naufrágio, a sudoeste da Grécia, de um barco de pesca transportando centenas de migrantes, numa das piores catástrofes deste tipo ocorridas na região.

De acordo com o mais recente balanço, a guarda costeira grega referiu que recuperou 79 corpos e resgatou cerca de 100 pessoas, mas os sobreviventes relataram que quase 750 pessoas estavam a bordo.

Uma vasta operação de salvamento foi iniciada hoje de manhã e permitiu resgatar um total de 104 pessoas, quatro das quais foram hospitalizadas em Kalamata, uma cidade do sul do Peloponeso, acrescentou a guarda costeira.

As estações de televisão gregas mostraram imagens dos sobreviventes, envoltos em cobertores cinzentos e com máscaras protetoras no rosto, a sair de um iate que foi socorrê-los em alto mar, com a inscrição Georgetown, capital das ilhas Caimão. Outros foram retirados em macas.

Nenhuma informação foi até agora fornecida sobre nacionalidade, género e idades destas pessoas.

As águas ao largo da Grécia têm sido cenário de muitos naufrágios de embarcações de migrantes, muitas vezes em mau estado e sobrelotadas, mas este foi, até agora, o maior balanço de vítimas humanas desde que, a 03 de junho de 2016, pelo menos 320 pessoas morreram ou desapareceram quando o barco em que seguiam se afundou no mar.

A guarda costeira grega precisou que, no momento da tragédia, na noite de terça para quarta-feira, a 47 milhas náuticas (87 quilómetros) de Pilos, no mar Jónico, nenhum dos migrantes a bordo do barco de pesca estava equipado com colete salva-vidas.

A embarcação foi localizada na terça-feira à tarde por um avião da Frontex, a agência europeia de segurança fronteiriça e costeira, mas os migrantes a bordo “recusaram qualquer ajuda”, indicaram num comunicado anterior as autoridades portuárias gregas.

Além dos barcos de patrulha da polícia portuária, uma fragata da Marinha de guerra grega, um avião e um helicóptero da Força Aérea, bem como seis barcos que navegavam naquela zona participaram na operação de salvamento.

Segundo informações das autoridades, a embarcação naufragada tinha zarpado da Líbia com destino a Itália.

Desde o início do ano, 44 pessoas morreram afogadas no Mediterrâneo oriental, segundo a Organização Internacional para as Migrações (OIM). No ano passado, o número de pessoas que morreram dessa forma ascendeu a 372.

A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, declarou-se “profundamente triste” e defendeu, na rede social Twitter, que os Estados-membros da UE devem “continuar a trabalhar em conjunto, com (…) os países terceiros para impedir tais tragédias”.

A missão grega do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) descreveu este incidente como uma « tragédia inconcebível », sublinhando ainda que estas mortes poderiam ter sido evitadas se tivessem sido estabelecidas rotas de migração mais seguras no Mediterrâneo.

650.º aniversário da Aliança Luso-Britânica junta rei Carlos III e Presidente Marcelo em Londres

650 anos da Aliança Luso-Britânica junta rei Carlos III e Presidente português em Londres. Ontem, o Presindente Marcelo jantou em Londres com membros da Câmara de Comércio Portuguesa do Reino-Unido  e do Conselho da Diáspora Portuguesa. Foto do jantar de Rui Ochoa (Presidência da República): 

 

 

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Alfa/com Lusa (adaptação Alfa)linkedin sharing button
whatsapp sharing buttonO Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, vai hoje ser recebido no Palácio de Buckingham pelo rei Carlos III para assinalar o 650.º aniversário da Aliança Luso-Britânica.

Após os hinos nacionais, os dois chefes de Estado vão passar revista a militares ingleses e portugueses em parada.

A guarda de honra portuguesa será formada por 18 militares representando os três ramos (Exército, Armada e Força Aérea), juntamente com o comandante do pelotão, o porta-estandarte e o guarda do estandarte, num total de 21 elementos.

Posteriormente, Carlos III e Marcelo Rebelo de Sousa vão assistir juntos a uma cerimónia na Capela da Rainha do Palácio de Saint James, que era usada pela rainha Catarina de Bragança (1638-1705), casada com o rei inglês Carlos II.

O serviço religioso anglicano deverá durar cerca de 40 minutos e contar com a presença de representantes oficiais dos dois países, entre os quais os Ministros dos Negócios Estrangeiros, João Gomes Cravinho e James Cleverly.

O evento foi promovido pela Portugal-UK 650, uma iniciativa não oficial de caráter voluntário e sem fins lucrativos que organizou as celebrações dos 650 anos da Aliança Luso-Britânica.

A mais antiga relação diplomática entre dois países ainda em vigor remonta ao Tratado de Tagilde, assinado em 10 de julho de 1372, reforçado pelo Tratado de Paz, Amizade e Aliança em 16 de junho de 1373 celebrado pelo rei Eduardo III de Inglaterra e Afonso I de Portugal.

Após a cerimónia, o presidente português está convidado para uma receção oferecida pelo atual Duque de Wellington, Charles of Wellesley, em Apsley House, a antiga residência da família que atualmente é património histórico e funciona como museu.

O rei britânico não estará presente, mas será representado pelo primo da mãe, o Duque de Gloucester, Príncipe Ricardo, e pela esposa, a Duquesa de Gloucester, Birgitte van Deurs Henriksen.

O Dia de Portugal no Palais d’Iéna em Paris. Uma comemoração digna, uma boa iniciativa do embaixador em França. Opinião

(Na imagem de abertura, o embaixador de Portugal, José Augusto DUARTE, a 13 de Janeiro, com o Presidente Emmanuel Macron. Foto com a menção: DR: Présidence de la République)

O Dia de Portugal no Palais d’Iéna em Paris.

Uma comemoração digna, uma boa iniciativa do embaixador em França.

Crónica de Carlos Pereira, jornalista e diretor do Lusojornal, para ouvir na quinta-feira na Rádio Alfa.

Ou ouça aqui: 

 

« Direito a saber » (n°4) – Obrigações relacionadas ao alojamento – ALFA 10/13

« Direito a saber » é uma rubrica do ALFA 10/13. Todos os meses, Didier Caramalho recebe Paula Manuel para abordar um tema relativos ao direito e às leis. Este mês, a jurista e professora de direito veio falar das obrigações relacionadas ao alojamento.

 

Entrevista conduzida por Didier Caramalho no ALFA 10/13 do dia 14 de junho de 2023.