Liga. Benfica vence nos Açores com reviravolta no marcador

Golos de Vinicius e de Pizzi na segunda parte permitiram hoje ao Benfica virar o resultado e vencer em casa do Santa Clara por 2-1, em jogo da 11.ª jornada da I Liga de futebol.

A equipa açoriana adiantou-se aos 17 minutos, através de Carlos Júnior, mas os campeões nacionais viraram o resultado na segunda metade, através de tentos de Carlos Vinicius, aos 54, e de Pizzi, aos 78, que assim se mantém como o melhor marcador da prova, agora com oito golos.

A vitória permite ao Benfica atingir os 30 pontos e alargar para cinco a sua vantagem na liderança do campeonato, mas agora com mais um jogo do que o FC Porto, segundo e que atua no domingo em casa do Boavista, enquanto o Santa Clara é 10.º com 13.

 

Programa e resultados da 11ª jornada da I Liga de futebol (Horas de Paris):

 

– Sexta-feira, 08 nov:

Desportivo das Aves – Gil Vicente, 1-2 (1-2 ao intervalo)

 

– Sábado, 09 nov:

Rio Ave – Vitória de Setúbal, 1-0 (1-0)

Santa Clara – Benfica, 1-2 (1-0)

Famalicão – Moreirense, 21:30

 

– Domingo, 10 nov:

Paços de Ferreira – Tondela, 16:00

Marítimo – Portimonense, 16:00

Sporting – Belenenses SAD, 19:30

Vitória de Guimarães – Sporting de Braga, 21:00

Boavista – FC Porto, 22:00.

 

Alfa/Lusa.

Djeff no Nunca é tarde

O conhecido Dj Djeff está de regresso a Paris. Passagem « obrigatória » pela emissão « Nunca é tarde »  com  Vitor Santos. Encontro marcado no próximo  dia 15 de Novembro às 18h.

“Beija Flor” é o título da nova música afro house do produtor Djeff com Projecto Kaya tema já bem conhecido dos ouvintes da Rádio Alfa.


Djeff nasceu em Lisboa em 1984, no seio de uma família onde a música desde cedo se faz ouvir. Consumidor ávido dos grandes nomes da pop e dos ritmos do continente africano desde pequeno, é na adolescência que desperta para a música electrónica através da colecção de discos da sua irmã. Nomes como Robin S, Reel 2 Real, Daft Punk, Armand Van Helden ou Erick Morillo começam a formar os gostos de Djeff, cuja paixão pelo house lhe desperta o interesse na técnica do DJing ainda antes de atingir a maioridade.

Dá os primeiros passos atrás da mesa de mistura na discoteca Scala, desenvolvendo um estilo próprio ao longo dos anos que acabaria por levá-lo aos palcos dos clubes e festivais internacionais. Hoje em dia é já um nome requisitado na noite portuguesa e angolana, país onde agora reside, tendo também actuado em países como França, Estados Unidos, Grécia ou África do Sul, partilhando a cabine com artistas como Louie Vega, Osunlade, Boddhi Satva ou Ralf Gum, entre outros.

Em 2011 funda a sua própria editora, Kazukuta Records, plataforma que utiliza para divulgar o novo house angolano. Editou o seu segundo álbum, ‘Ascensão do Soldado’, através da angolana LS Republicano e da britânica Tribe Records.

 

Dejff vai estar a actuar em Paris no próximo dia 15 de Novembro no The KEY Paris   situado no 8 Boulevard de la Madeleine, 75009 Paris, todas as informações na página do evento

 

França: Inverno anuncia-se quente nas ruas

“Coletes amarelos” e sindicatos preparam manifestações e greves. Governo receia novos tumultos

Jérôme Rodrigues, luso-francês, continua muito ativo e a organizar manifestações – « o povo vive com dificuldades cada vez maiores”, diz

Alfa/Expresso. Por Daniel Ribeiro (artigo para ler na versão original no Expresso, edição semanal, em papel ou em expresso.pt – semanário)

O clima de tensão social regressa a França, com os “coletes amarelos” a anunciarem a preparação de ações “especiais em grande” — dizem dois dos seus líderes ao Expresso — para assinalar o primeiro aniversário do início do movimento, a 17 de novembro de 2018.

A agitação vai começar já este fim de semana, devendo agravar-se a meio do mês e crescer até 5 de dezembro, dia em que a crise social poderá ganhar contornos bastante mais vastos. A partir dessa data poderá ser mais complicado para o Governo francês. Algumas das principais centrais sindicais anunciaram manifestações e greves “ilimitadas” a partir da primeira semana de dezembro, designadamente nos transportes públicos, contra a revisão do sistema específico das reformas no sector. Nessas ações deverão participar os “coletes amarelos”.

Jérôme Rodrigues e Priscilla Ludosky, dirigentes dos “Coletes”, confirmam ao Expresso que o movimento estará presente nas manifestações sindicais. “Não estamos com os sindicatos, mas com as pessoas, vamos participar porque tudo piora e o povo vive com dificuldades cada vez maiores”, explica o ativista português, que perdeu um olho, em janeiro, numa manifestação na praça da Bastilha, em Paris.

Além da reforma do sistema das pensões — com que o Governo pretende avançar para um regime único e universal que acabe com nichos especiais, por exemplo nos caminhos de ferro —, outros diplomas estão a ser contestados. É o caso da nova proposta governamental sobre desemprego, que reduz os direitos dos desempregados aos subsídios.

O Presidente Emmanuel Macron, que há menos de um ano tentou travar a “revolta amarela” com cedências de mais de dez mil milhões de euros, pretende, com estas medidas, reequilibrar o défice do Estado para cumprir os tratados da União Europeia.

“NÃO SOMOS SELVAGENS!”

Os líderes dos “coletes” e os sindicalistas dizem que estas duas medidas reforçam a ideia de que “este é um poder que só pensa nos ricos”. “O direito ao subsídio de desemprego faz parte das nossas reivindicações”, explicam Jérôme e Priscilla. “Mas não somos apenas um bando de desempregados, somos algo muito mais vasto que transformou em profundidade toda a sociedade francesa, nomeadamente no domínio da solidariedade”, acrescenta o português.

A grave violência que deflagrou recentemente nas periferias de grandes cidades francesas — com vandalismo, incêndio de instalações públicas e ataques a forças policiais, designadamente na região de Paris — poderá ter que ver com a reforma do sistema de desemprego, que atinge com maior dureza a juventude dos subúrbios.

Priscilla, Jérôme e dois outros líderes dos “coletes” escreveram há dias uma carta a Macron, propondo-lhe uma reunião para discutir as reivindicações do movimento, que, desde há alguns meses, esteve em “modo pausa”, como explicou ao Expresso o advogado e escritor luso-francês Juan Branco, que apoia os militantes.

“Não somos um bando de selvagens!”, explica Jérôme, adiantando que listas dos “coletes” poderão concorrer às eleições municipais francesas do próximo ano. “Escrevemos e enviámos a carta ao Presidente e à comunicação social, mas ele não respondeu.” Organizaram assembleias por todo o país e, garante Priscilla, os “coletes” estão de novo preparados para “comemorar dignamente o aniversário” e regressar às ruas. Jérôme confirma.

Na carta endereçada ao Eliseu, pedem respostas para as desigualdades sociais e fiscais, a discriminação e a transição ecológica, e ainda para a repressão policial e a “discutível” imparcialidade da Justiça neste domínio.

COMO IR A FÁTIMA

Jérôme pede a condenação da polícia e indemnizações para ele e para outros — “por vezes apenas pessoas que estavam a ver as manifestações”, diz — que perderam olhos, mãos, dedos ou ficaram gravemente feridos na cara ou no corpo, durante os tumultos.

O luso-francês ficou sem um olho, mas não perdeu a energia combativa. “No que me diz respeito, vai-se andando, mas por vezes é complicado, a minha família inquieta-se, a minha filha de 14 anos também, todos têm medo pelo que me pode acontecer e há uma forte pressão do Estado sobre eles”, afirma.

Jérôme assegura que a luta dos “coletes amarelos” vai ser relançada e conclui com uma afirmação algo mística: “Ganho força no contacto com a malta, é como quando vais a Fátima (já lá fui três vezes), tocas numa pessoa e ela transmite-te algo de importante, é uma coisa impressionante, há qualquer coisa e muita humanidade no nosso movimento”.

Rendido à fascinante Catherine Deneuve. Opinião

Volte a ouvir aqui a crónica desta sexta-feira, do jornalista Ricardo Figueira (Euronews), que presta homenagem sincera à fascinante Catherine Deneuve. O cronista deseja-lhe as melhoras, esperando que ela possa um dia, finalmente, autografar a capa de um jornal que ele tem bem guardado em casa (foto).

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« Em mim, a política é uma vocação » – Nathalie de Oliveira

Nathalie de Oliveira, 41 anos, nascida em França e com a dupla nacionalidade francesa e portuguesa, é adjunta do « maire » de Metz, suplente de Paulo Pisco na Assembleia da República portuguesa e, também, militante com responsabilidades nos PS francês e português.

Nesta entrevista à Rádio Alfa, a filha de emigrantes portugueses que no início da sua vida em França foram pobres, revela uma grande admiração pelo percurso dos emigrantes da primeira geração e afirma que sentiria um grande orgulho em representá-los a eles,  bem como os seus descendentes, um dia, na Assembleia da República portuguesa.

Uma entrevista de vida, por vezes supreendente, a uma mulher enérgica que revela por exemplo que o seu prato favorito é caldo verde e que, no domínio da prática e das ideias políticas, se sente neste momento bastante mais próxima do PS português do que do francês. Ouça aqui, na íntegra, a entrevista que nos concedeu em direto na sexta-feira, 08/11:

 

 

 

 

 

 

“KÔ & KÔ Les deux esquimaux”, com desenhos de Vieira da Silva, em destaque no Passagem de Nível

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« Passagem de nível » na Rádio Alfa 

Domingo, 10 de Novembro 2019 – Entre as 12h00 e as 13h30

 Destaques:

 -A 4 meses das eleições municipais, a Maire d’Ormesson (94), Marie-Christine Ségui, faz balanço do mandato e aborda as políticas governamentais em relação ao poder local

-14 de Novembro, Jornada Nacional de Acção para defender o Hospital Público e a Protecção Social.

Convidados:

Professor Antoine Pelissolo, Chefe da Psiquiatria do Hospital H.Mondor e Director do Colectivo Inter-Hospitais

Marie Citrini, Representante dos Utentes na Comissõ Centrale da AP-HP

-Comemoração do “50° aniversário da Crise Académica de Coimbra/1969”, organizada no dia 13 de Novembro, pela Secção Portuguesa do Liceu Internacional de Saint-Germain-en-Laye, com a presença de Alberto Martins, na altura, Presidente da Associação Académica de Coimbra (AAC)

Convidado:

Professor José Carlos Janela, responsável da Secção Portuguesa

 

-Conto musical “KÔ & KÔ Les deux esquimaux”, com desenhos de Vieira da Silva e textos de Pierre Gueguen (de 1933) foi reeditado pelas edições Chandeigne. Apresentação dia 16 de Novembro, na Galerie Jeanne Bucher Jaeger, em Paris, com a presença, entre outros, de Maria de Medeiros – que vai ler os textos.

Convidado: o pianista Bruno Belthoise, um dos músicos que participou na obra.    

 

-17ª edição do Festival Guitar’Essonne & Salon des Luthiers, dias 16 e 17 de Novembro, em Ablon-sur-Seine e Juvizy-sur-Orge.

Convidado: Quitó de Sousa Antunes, professor, compositor e interprete, responsável de Guitar’Essonne, organizador do evento

Apresentação e coordenação do programa: Artur Silva

Lula combativo. Primeiro discurso do ex-Presidente depois de sair da prisão

Depois de sair da prisão, Lula da Silva alerta para crise económica e « mentiras » do atual PR brasileiro

Lula da Silva alerta para crise económica e mentiras do atual PR brasileiro

Alfa/com LusaLula

O ex-presidente brasileiro Lula da Silva disse hoje, à saída da prisão, que a situação económica piorou desde que foi preso, há ano e meio, e fez um ataque contra as “mentiras” do atual chefe de Estado, Jair Bolsonaro.

“Ontem vi na televisão os dados do IBGE [Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística]: Depois que fui preso, depois que eles roubaram [a eleição de Fernando] Haddad, o Brasil não melhorou, o Brasil só piorou”, disse Lula da Silva, à saída da prisão, em Curitiba.

“O povo está passando mais fome, o povo está desempregado, o povo não tem mais carteira assinada [contrato de trabalho]. O povo está trabalhando de Uber, o povo está trabalhando de bicicleta para entregar pizza e esta trabalhando, na verdade, sem o menor respeito”, acrescentou.

O ex-presidente brasileiro foi libertado ao final da tarde e discursou num palco improvisado nas proximidades da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, estado do Paraná, no sul do país.

Perante centenas de apoiantes, o antigo chefe de Estado brasileiro criticou o ex-juiz e atual ministro da Justiça, Sergio Moro, o promotor Deltan Dallagnol e delegados da polícia que integraram a operação Lava Jato.

“Eu não tenho mágoa da Polícia Federal, eu não tenho mágoa dos carcereiros, eu não tenho mágoa de ninguém. Tenho é vontade de provar que este país pode ser muito melhor na hora que tiver um governante que não minta tanto pelo Twitter como o [Presidente Jair] Bolsonaro mente”, disparou.

Lula da Silva foi interrompido algumas vezes pela multidão que gritava “Lula eu te amo”, formada majoritariamente por pessoas vestidas com a cor vermelha, usada da bandeira do Partido dos Trabalhadores (PT) e de movimentos sociais ligados à esquerda brasileira.

O ex-presidente também disse que saia da prisão sem ódio e que em seu coração só havia “espaço para o amor porque o amor vai vencer neste país.”

Lula da Silva fez questão de agradecer e apresentar sua nova namorada, a socióloga Rosângela da Silva, beijando-a perante a multidão.

Lula da Silva também agradeceu ao integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), do PT e membros de partidos de esquerda, que montaram e administraram um acampamento ao lado da Superintendência da Polícia Federal durante todo o período em que esteve detido no local.

Emocionado, o ex-presidente brasileiro agradeceu inúmeras vezes às pessoas que fizeram parte desta vigília chamada acampamento Lula Livre.

“A vida inteira estive conversando com o povo brasileiro e não pensei que no dia de hoje poderia estar aqui conversando com homens e mulheres que, durante 580 dias, gritaram aqui bom dia Lula, boa tarde Lula, não importa se estivesse chovendo, não importa que estivesse 40 graus, não importa que estivesse zero graus. Todo o santo dia vocês eram o alimento da democracia que eu precisava para resistir”, declarou.

“Eu não sei o que falar para vocês. Só sei dizer que serei eternamente grato e fiel a luta de vocês (…) Obrigada pelo grito ‘Lula Livre’ durante os 580 dias de vocês aqui”, concluiu.

O antigo Presidente brasileiro Lula da Silva saiu hoje em liberdade, cerca das 17:40 locais (20:40 em Lisboa), após o Supremo Tribunal Federal brasileiro (STF) ter decidido anular prisões em segunda instância, como era o caso do antigo chefe de Estado, preso desde abril de 2018.

A decisão de libertar Lula da Silva foi tomada hoje pelo juiz Danilo Pereira, da 12.ª Vara Criminal Federal de Curitiba, que aceitou o pedido da defesa do antigo Presidente do Brasil e autorizou a sua saída da sede da Polícia Federal de Curitiba menos de 24 horas após o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir anular prisões em segunda instância.

O ex-Presidente brasileiro foi preso após ter sido condenado pelo Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF-4), de recursos em segunda instância, num processo sobre a posse de um apartamento de luxo, que os procuradores alegam ter-lhe sido dado como suborno em troca de vantagens em contratos com a estatal petrolífera Petrobras pela construtora OAS.

« Um produtor é um psicólogo » Renato Júnior em entrevista na Rádio Alfa

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« Uma mulher não chora » é um álbum conceptual e o primeiro em nome próprio para um homem da música que anda nisto há mais de 30 anos.

Chegou às lojas no dia 1 de Novembro o disco “Uma mulher não chora” com o nome Renato Júnior estampado na capa. Em mais de 30 anos dedicados à arte, é a primeira vez que isto acontece.

O produtor, compositor, instrumentista… junta aqui quase duas dezenas de vozes nacionais e internacionais da atualidade numa obra toda ela feita de amor em jeito de homenagem às mulheres em todas as suas facetas.

 

 

Cantoras como Rita Redshoes, que interpreta aqui o tema « Vou » escolhido para primeiro single de apresentação, Lúcia Moniz, Maria João ou ainda Kátia Guerreiro, entre muitas outras, dão voz a estas canções que nos levam por ambientes ora rock alternativo, ora jazz, ora « músicas do mundo « .

O melhor mesmo é ouvir, por isso, não perca o programa Back Stage este sábado.

Ester de Sousa vai estar à conversa com Renato Júnior, sábado 9 de Novembro, a partir das 15 horas.

Música & Entrevista para ouvir na Rádio Alfa.

« MODUS DE FADO » – FADO, MORNA E SEMBA AO VIVO NO “SÓ FADO”, HOJE ÀS 21H

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« MODUS DE FADO » –  FADO, MORNA E SEMBA AO VIVO NO PROGRAMA “SÓ FADO”, HOJE ÀS 21H

Modus de Fado é a consequência do encontro de Culturas de longa data.

Entre “fados e guitarradas” pautados pela Guitarra de Arménio de Melo e pela Viola e voz de João Vaz, um amigo teve a ideia (José Carlos Cunha) de juntar num único espectáculo; Fado, Morna e Semba na “Casa 70” Luanda em duas noites memoráveis. Assim, nasceu o conceito “Modus de Fado” que recebe de coração aberto o desafio de mostrar, a partir do Fado, a proximidade das várias categorias musicais, a sua extensão e profusão no mundo lusófono. Daí a razão deste Projeto.

O conceito MODUS DE FADO atinge a sua plenitude, uma vez que, a par de fados bastante conhecidos, são apresentados fados inéditos (quer poemas quer músicas, na sua maioria compostas por ARMÉNIO DE MELO), assim como temas encontrados na lusofonia, tais como a Canção, a Morna e o Semba, adaptados às formas do fado pela voz de JOÃO VAZ.

A Guitarra Portuguesa, apresenta temas de guitarristas que desde o início do século passado foram enriquecendo todo um património musical com as suas guitarradas ou variações em boa parte com origem em improvisos sobre melodias de fados. É evidente a aprendizagem mimética que ainda caracteriza a Guitarra Portuguesa, a Viola, o canto do Fado e a Viola-Baixo aqui representada por ANTÓNIO FERREIRA.

Como diz o ditado, quem conta um conto acrescenta um ponto, os fadistas, guitarristas, violistas e baixistas que surgem de novo vão acrescentando aos conhecimentos que lhes foram transmitidos pelos seus mestres algo de pessoal para que possam ser diferenciados dos seus antecessores e mesmo contemporâneos.

É com base nestes princípios que ARMÉNIO DE MELO, responsável musical deste projecto apresenta grande parte do reportório que sustenta o espetáculo do grupo, fazendo assim jus ao “MODUS DE FADO ».

 

Em direto na Rádio Alfa. Inauguração da Casa de Portugal em Champigny, dia 16/11.

Inauguração da Maison du Portugal em Champigny, dia 16/11.

A Rádio Alfa estará em direto da nova Casa de Portugal na região parisiense durante quase todo o dia 16 de novembro para dar conta da festa da inauguração.

A partir das 9h30, emissão especial na sua  Rádio Alfa. Ligue-se à sua rádio!

A nova secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, Berta Nunes, também vai assistir à inauguração da Casa de Portugal em Champigny-sur-Marne. Nesse fim de semana, a nova governante efetua a sua primeira visita ao estrangeiro, precisamente a França (Paris, Bordéus e Lyon).