O Observatório Internacional do Futebol revelou esta segunda-feira um relatório sobre o tempo de jogo em 37 competições europeias, onde se inclui também as segundas divisões de Inglaterra, Espanha, Itália e Alemanha.
Conclui o organismo que é o campeonato com menos tempo útil de jogo é em.. Portugal. De acordo com a mesma fonte, dos noventa minutos regulamentares de uma partida de futebol, apenas se jogam sensivelmente metade disso na Liga (50,9%). Sendo que o Belenenses é a equipa com maior tempo útil de jogo (55,2%), com o Feirense no lado oposto (45,7%).
A Liga fica atrás das principais competições de países como a Escócia, Bulgária, Roménia e Sérvia, numa tabela que é dominada pela Allsvenskan. O campeonato sueco de futebol, é a competição europeia onde a bola rola durante mais tempo, cerca de 60%.
Para estas contas também entrou a Liga dos Campeões, onde a equipa com menor percentagem de tempo útil de jogo é também portuguesa. Nos jogos do FC Porto de Sérgio Conceição, líder do Grupo D, apenas se joga cerca de 52% do tempo regulamentar.
Top 5 das competições com maior tempo útil de jogo::
A seleção portuguesa de futebol, anfitriã da fase final da Liga das Nações, vai defrontar a Suíça nas meias-finais da prova, enquanto Holanda e Inglaterra vão disputar o outro encontro, ditou o sorteio realizado hoje em Dublin.
A equipa campeã europeia, que venceu o Grupo 3 da primeira fase, à frente da Itália e da Polónia, disputará o acesso à final com a Suíça, primeira classificada do Grupo 2, que integrava também a Bélgica e a Islândia, em jogo marcado para 05 de junho de 2019, no Estádio do Dragão, no Porto.
A outra meia-final realiza-se no dia seguinte, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, entre a Holanda e a Inglaterra, vencedoras dos grupos 1 e 4, respetivamente, estando a final da nova competição da UEFA e o jogo de atribuição do terceiro e quarto lugares agendados para 09 de junho de 2019, nos mesmo recintos.
Uma viagem no tempo. O cinema, a música, os giradiscos e o mundo de hoje. E os filmes que às vezes falham. Como é o caso do Bohemian Rhapsody, sobre os Queen e Freddie Mercury. Volte a ouvir aqui a crónica de sexta-feira de Ricardo Figueira, jornalista da Euronews:
A seleção portuguesa de futebol, atual campeã europeia, vai defrontar Ucrânia, Sérvia, Lituânia e Luxemburgo no Grupo B da fase de qualificação para o Euro2020, ditou o sorteio, hoje realizado em Dublin.
Por ter vencido o seu grupo na Liga das Nações, Portugal ficou integrado num dos quatro grupos com cinco equipas, num apuramento em que os dois primeiros de cada ‘poule’ garantem a presença na fase final.
A qualificação do Euro2020 realiza-se entre 21 de março e 19 de novembro de 2019, com as últimas quatro vagas a serem decididas num ‘play-off’, entre 26 e 31 de março de 2020, entre os vencedores dos agrupamentos da Liga das Nações, nos quais se inclui Portugal, se não conseguirem o apuramento direto. No caso de conseguirem, as vagas nos ‘play-offs’ serão ocupadas por ordem da classificação na Liga das Nações.
Este é o nosso grupo na qualificação para o Euro 2020! Vamos, Portugal! #TodosPortugal
O banco português antecipou-se à violência e protegeu, na véspera dos ataques dos elementos mais radicais ligados à revolta dos “coletes amarelos”, a sua maior agência na capital de França. Só um vidro está partido, este, do lado da avenue Marceau, não do lado da agência:
(Imagens captadas ao fim da manhã de domingo, 2 de dezembro de 2018, que mostram a fachada da principal agência em Paris da Caixa Geral de Depósitos, localizada a cerca de cem metros da Place de L’Étoile e do Arco do Triunfo (zona alta dos Campos Elísios), no número 98 da avenida de Iéna.)
Alfa/Expresso. Por Daniel Ribeiro
Apenas um vidro foi partido. Ao lado do banco português, diversas outras agências, de outros bancos, foram atacadas, e algumas vandalizadas e assaltadas.
As avenidas de Iéna e de Kleber, bem como a de Presbourg e Marceau e todas as da zona dos Campos Elísios, onde está instalada esta agência da CGD, foram muito afetadas pela guerrilha urbana que atingiu Paris este sábado, durante horas a fio.
Mas não foi apenas a CGD que, aparentemente tomou precauções, porque até agora não há notícia de outros estabelecimentos de comércio portugueses vandalizados.
“Até agora (12h em Paris, 11h em Lisboa) não houve qualquer chamada para o nosso telefone de emergência, que temos sempre aberto no Consulado, nestas ocasiões”, disse ao Expresso o Cônsul-Geral de Portugal em Paris, António Albuquerque Moniz.
O FC Porto segurou hoje a liderança isolada da I Liga portuguesa de futebol, ao vencer no terreno do rival Boavista, por 1-0, com um golo do suplente Hernâni, aos 90+5 minutos do jogo da 11.ª jornada.
Os campeões nacionais conquistaram a quarta vitória consecutiva e somam 27 pontos, mais três do que o Sporting de Braga, segundo classificado, e mais quatro do que o Benfica, terceiro, enquanto o Boavista segue no 16.º posto, com os mesmos nove pontos de Tondela e Feirense.
Na segunda-feira, o Sporting pode voltar a ficar a dois pontos dos ‘dragões’, em caso de vitória na visita ao Rio Ave, quinto com 18, na estreia do holandês Marcel Keizer no comando técnico dos ‘leões’ em jogos para o campeonato.
Resultados da 11.ª jornada da I Liga:
– Sexta-feira, 30 nov:
Santa Clara – Belenenses, 2-3 (1-1 ao intervalo)
– Sábado, 01 dez:
Marítimo – Vitória de Setúbal, 0-1 (0-0)
Benfica – Feirense, 4-0 (0-0)
Sporting de Braga – Moreirense, 2-0 (2-0)
– Domingo, 02 dez:
Portimonense – Tondela, 3-2 (3-1)
Desportivo das Aves – Nacional, 2-3 (1-1)
Desportivo de Chaves – Vitória de Guimarães, 0-1 (0-1)
Vasta zona do centro de Paris atingida pela violência de ontem. Governo não exclui decretar estado de emergência. Presidente Emmanuel Macron reúne gabinete de crise e pode decretar o estado de emergência depois das cenas de inacreditável vandalismo e de guerrilha urbana de ontem em diversas zonas nobres da capital. Até o Arco do Triunfo foi profanado. Para apaziguar a cólera dos “coletes amarelos”, Macron poderá ter de ceder a algumas das suas principais reivindicações.
Alfa/Expresso. Adaptação. Por Daniel Ribeiro (leia mais sobre esta crise em França em expresso.pt)
(Photo by Geoffroy VAN DER HASSELT / AFP)
Retrato rápido de um sábado de caos em Paris: duras cenas de guerrilha urbana, diversos incêndios de dezenas de automóveis, de autocarros, de barricadas, e mesmo de árvores, de bancos e de prédios, destruição e pilhagens de lojas e de bancos, 287 detidos, mais de 100 feridos entre eles 17 polícias. Um dos feridos , um “colete vermelho” radical, está este domingo entre a vida e a morte depois de um incidente, durante a noite, na rua de Rivoli, junto ao Jardim das Tulherias.
Neste domingo, os parisienses acordaram de manhã atónitos com a espantosa destruição que atingiu na véspera, durante horas e horas a fio, uma muito vasta zona de vários quilómetros quadrados do coração da capital.
Algumas das imagens dos incêndios de ontem faziam lembrar as das periferias, em 2005, quando Paris esteve cercado por uma revolta durante cerca de um mês. Mas o caos que se viveu no sábado desde manhã cedo e se prolongou durante a noite não tinha nada a ver com os acontecimentos de há 13 anos.
Desta vez, foram atingidas diversas das partes mais nobres e mais chiques da capital, os bairros números 16, 8, 9 e 1, em pleno centro histórico e turístico, onde apenas reside gente abastada – da Praça do Trocadéro e do quarteirão da Ópera a diversas ruas da zona dos Campos Elísios, passando pelas muito conhecidas avenidas Foch, Kléber, Grande Armée, Iéna, Raymond Poincaré ou Haussmann, entre outras.
Dezenas de ruas e praças ficaram irreconhecíveis depois da passagem de três mil “coletes amarelos” radicais que se dividiram em pequenos grupos muito móveis de algumas dezenas de pessoas e que, depois do cair da noite, atacaram simultaneamente em diversos locais da cidade colocando os parisienses residentes nessas zonas em autêntico estado de pânico.
Os 4600 polícias que tinha sido destacados para garantirem a segurança na capital pouco puderam fazer e tiveram muitas vezes que recuar face à grande violência dos ataques que os visavam. Os polícias apenas conseguiram manter de pé as barragens que não permitiram aos radicais chegarem perto do Palácio Presidencial do Eliseu e da Embaixada dos Estados Unidos da América, que eram dois dos seus principais alvos.
Símbolo entre os símbolos da Pátria e do mundo, até o Arco do Triunfo, onde se encontra o túmulo do soldado desconhecido, foi vandalizado, profanado e pilhado. Nas suas veneráveis pedras ficou escrito “Macron Demissão”, que voltou a ser, pelo terceiro sábado consecutivo, a reivindicação mais ouvida em Paris.
Falando a partir da Argentina, onde estava na cimeira do G20, o Presidente Emmanuel Macron condenou “os que apenas querem o caos”, garantiu que nunca aceitará a violência e marcou uma reunião de crise para logo que regresse a Paris, neste domingo.
Nos corredores do poder, na capital, não se exclui a declaração do estado de emergência na cidade, com designadamente a proibição de manifestações. “Para mim não há tabu, nenhuma pedida pode ser excluída”, declarou a este respeito o ministro do Interior, Christophe Casyanter.
Mas a medida poderá ser contestada pelos “coletes amarelos” e também pelos partidos que apoiam o movimento, que vão da extrema-direita à extrema-esquerda, passando pelos da direita clássica (Os Republicanos) e os socialistas. Só os apoiantes da República em Marcha, de Emmanuel Macron, e uma parte dos ecologistas, do ministro do Ambiente, François de Rugy, não apoiam os “coletes”.
Muitos comentadores consideram que Emmanuel Macron e o Governo apenas têm uma saída para tentar acabar com esta crise considerada “demasiado grave”: ceder a algumas reivindicações do movimento, designadamente através de uma moratória sobre os aumentos dos preços dos combustíveis previstos para um de janeiro e “um gesto” a favor das pensões de reforma e dos salários mais baixos.
Esta revolta inédita dos “coletes”, nascida na internet há menos de três semanas sem ideologia nem líderes nacionais conhecidos, começou por protestar contra o aumento dos preços dos combustíveis. Mas hoje as suas revindicações são muito mais vastas e vão do poder de compra e aumentos de salários e pensões ao pedido de demissão do presidente Emmanuel Macron, à convocação de eleições legislativas antecipadas e mesmo ao fecho do Senado.
Além de Paris, neste sábado decorreram manifestações em dezenas de outras cidades francesas, com registos de violência e incidentes mais ou menos graves igualmente em Marselha, Nice, Toulouse, Dijon, Estrasburgo e Lille, entre outras localidades.
Até aos confrontos e às cenas de guerrilha de ontem, cerca de três quartos dos franceses apoiavam os “coletes”, segundo diversas sondagens. Até essa altura, eles eram vistos como uma espécie de porta-vozes da França profunda, da revolta da província contra as elites de Paris, das pessoas das classes baixas e médias que precisam de um carro para ir à farmácia, ao hospital ou ao supermercado.
O apoio dos franceses aos “coletes amarelos” manteve-se intacto depois das manifestações violentas de há oito dias, quando incêndios e batalhas campais colocaram também, então, os Campos Elísios em estado de sítio.
Às 15h45, hora de Paris, um banco, barricadas e veículos ardiam na zona do Arco do Triunfo em Paris. Dois quilómetros mais abaixo, na rua do Rivoli, na zona da praça da Concórdia, um carro ardia. A essa hora, toda a Paris-chique estava fora de controlo e dominada pela violência. “Isto é uma revolução!”, exclama um “colete amarelo”
Alfa/Expresso. Por Daniel Ribeiro
“Isto é uma revolução!”, exclama um manifestante radical, encapuzado, para os jornalistas, na rua de Rivoli, junto à praça da Concórdia, onde perto das 16 horas locais se verificavam confrontos muito violentos com a polícia e onde um carro tinha sido incendiado.
As mesmas cenas de extrema violência e de guerrilha urbana, raramente vistas em Paris, com incêndios, barricadas e ataques à polícia, verificavam-se dois quilómetros mais acima, nos arredores do Arco do Triunfo, onde carros e mesmo um banco tinham sido incendiados.
Na rua de Rivoli estavam concentrados centenas de manifestantes que pretendiam entrar na praça da Concórdia e aproximar-se do Palácio Presidencial do Eliseu. A polícia bloqueava a passagem, mas não conseguia controlar a violência na conhecida rua comercial do centro de Paris.
O mesmo acontecia nas ruas adjacentes ao Arco do Triunfo, nas ruas de Kleber e de Friedland, onde se verificavam confrontos, ardiam carros e mesmo uma agência bancária tinha sido incendiada.
A polícia pouco conseguia controlar porque, pouco antes das 16 horas locais o que se constatava é que centenas de “coletes amarelos” circulavam no centro de Paris visivelmente dispostos a forçar as barragens que a polícia montou desde as seis da manhã para os conter.
A zona alta da Avenida dos Campos Elísios tal como a área adjacente ao Arco de Triunfo estão a ser palco de confrontos violentos entre a polícia e manifestantes dos « coletes amarelos ». Já há dezenas de detidos e alguns feridos, entre eles polícias.
Alfa/Expresso: por Daniel Ribeiro
Toda a zona da célebre avenida, incluindo a praça da Concórdia, está cercada pela polícia e vêem-se “coletes amarelos” em grupos mais ou menos grandes um pouco por todo o lado. Os manifestantes mais radicais estão sobretudo concentrados na zona alta da principal « sala de visitas » de Paris, junto ao Arco do Triunfo. Os distúrbios começaram de manhã cedo, às 8h40 (menos uma hora de Lisboa), quando alguns manifestantes recusaram apresentar bilhetes de identidade e ser revistados na primeira barreira montada pela polícia na parte alta da avenida dos Campos Elísios.
Os confrontos, duros, continuavam depois das 11 horas locais e “coletes amarelos” mais radicais, que serão diversas centenas, montavam barricadas na zona, onde era difícil respirar devido à elevada quantidade de bombas lacrimogéneas disparadas pela polícia.
Mais de 40 manifestantes foram já detidos e o ministério do Interior disse que são 1500 os “coletes” mais radicais envolvidos nos confrontos.
Toda a zona da célebre avenida de cerca de dois quilómetros, incluindo a praça da Concórdia, está cercada por barragens da polícia e vêem-se “coletes amarelos” em grupos mais ou menos grandes um pouco por todo o lado.
Os incidentes, graves e com barricadas, continuavam quando estão marcadas para esta tarde, em Paris, pelo menos mais duas manifestações, uma delas sindical outra “esquerdista”, designadamente para as praças da República e da Bastilha.
A mobilização dos “coletes amarelos”, pelo terceiro sábado consecutivo, também se verificava um pouco por todo o país, aí sem registo de incidentes graves, mas com forte mobilização.
O movimento inédito dos “coletes”, nascido na internet sem ideologia nem líderes nacionais conhecidos, começou por protestar contra o aumento dos preços dos combustíveis: Mas hoje as suas revindicações são muito mais vastas e vão do poder de compra ao pedido de demissão do presidente Emmanuel Macron e à convocação de eleições legislativas antecipadas e ao fecho do Senado.
Incidentes entre polícias e manifestantes eclodiram cedo, nesta manhã de sábado, dia de manifestações dos « coletes amarelos » em Paris.
Alfa/Expresso. Por Daniel Ribeiro
Com efeito, desde as 8h40 (7h40 em Lisboa) na zona alta dos Campos Elísios, junto ao Arco de Triunfo, as forças policiais, muito presentes nas ruas de capital francesa responderam com gases lacrimogéneos quando algumas centenas de « coletes amarelos » tentaram forçar uma barragem de segurança para entrarem na célebre avenida sem se identificarem nem serem revistados.
Desde essa hora, foram disparadas várias bombas lacrimogéneas e a polícia continuava a tentar dispersar os manifestantes mais de uma hora depois dos primeiros distúrbios.
Em Paris, as principais manifestaçóes contra o aumento dos preços dos carburantes e pelo aumento poder de compra estão marcadas para mais tarde este sábado.
Foi surpreendente que os primeiros incidentes se tenham verificado logo de manhã quando apenas estavam perto do Arco do triunfo algumas centenas de « coletes amarelos », muito deles visivelmente radicais.
Neste sábado decorrem igualmente outras manifestações noutras localidades de França e mais maniofestações estão marcadas para outros bairros de Paris.
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